Reflexão 📖
18 de julho
Título – Um pecado chama outro
Leitura Bíblica: Gênesis 27.5-20. Contra ti, só contra ti pequei e fiz o que tu reprovas (Sl 51.4).
Davi, autor do Salmo 51, é um exemplos eloquente do alto preço que o pecado (um modo de vida contrário aos propósitos de Deus) custa para nós. A trama engendrada por Rebeca mostra o poder da sedução do pecado. Querendo beneficiar seu filho predileto, o induz a enganar seu pai. Gostamos muito de culpar o diabo pelos pecados que cometemos, mas este texto mostra nossa responsabilidade pessoal pelo pecado. Ele é tão insidioso que chegamos a achar natural pecarmos. O pecado da falsidade, como foi este aqui, sempre requer engenhosidade. Vejam a mente criativa dos criminosos. Recebo em meu computador uma enxurrada de informações da inventividade dos criminosos.
O episódio bíblico que lemos mostra como o pecado tem na mentira um dos seus pilares mestres. E pior: depois de cometido, exige mentira após mentira, tanto para levá-lo a efeito como também para depois tentar consertá-lo. A continuação dessa história vai mostrar como a coisa piora.
Nada é tão afetado pela perda da nossa convivência com Deus como nossa mente. Chegamos a ter a coragem de invocar Deus como sócio de nossos pecados, a reivindicar seu apoio em sua prática. Veja o que Jacó afirmou: “O Senhor, o seu Deus, a colocou em meu caminho”. Vez por outra ligo a TV ou o rádio e fico estupefato como os homens envolvem Deus em seus pecados. Como pode?
A prova do alcance do nosso pecado está registrada na vida do enganador Jacó. Foi enganado diversas vezes, até pelos filhos. Um filho enganador prepara o terreno para ser pai de filhos enganadores. Mais tarde, Deus levou por sua graça Jacó a reconhecer o perigo de se opor a Deus, mas ele saiu lesado dessa experiência. Até hoje esse fato é lembrado nos costumes judaicos (Gênesis 32.31-32). Como esquecer tão preciosa lição? – MJT
Viver sem Deus é andar no escuro em terreno desconhecido.