Arquivo da categoria: Estudos

Reflexão

Espadas

Leitura Bíblica: 2 Samuel 2.10-17
[Jesus disse:] Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão (Mt 26.52).

O texto de hoje relata uma batalha entre os exércitos de Davi e Is-Bosete. Seus comandantes, Joabe e Abner, decidiram pelo enfrentamento entre doze soldados de cada lado. Estes desembainharam suas espadas e atacaram-se simultaneamente, morrendo juntos. Não houve vencedores nesse primeiro embate e aquele local passou a se chamar Campo das Espadas. Seguiu-se uma dura batalha entre os soldados, e a vitória foi do exército de Davi. Este, em outra ocasião, escapara de ser morto por meio de uma espada pelo gigante Golias (1Sm 17.38-51). Aquele homem grande e terrível foi derrubado com uma simples pedra atirada em sua testa; depois, Davi tomou-lhe a espada e cortou sua cabeça.
Séculos mais tarde, o Senhor Jesus estava com seus discípulos no Getsêmani quando Judas chegou na companhia dos que iriam prendê-lo. Estes estavam munidos de espadas e varas para a realização de suas intenções (Mt 26.36-56). Um dos discípulos, Pedro (Jo 18.10), lança mão da espada e decepa a orelha do servo do sumo sacerdote
Aqui a história é diferente das duas outras ocorrências – contra Golias e o exército de Is-Bosete, foi por meio do enfrentamento que Davi venceu. Desta vez, Jesus repreende Pedro e demonstra que aquele momento não seria de luta, mas de paz: sarou Malco, o inimigo que fora ferido.
Em nossos dias, a violência está em todos os lugares e causa mais vítimas a cada dia. Podemos dizer que a paz que o mundo oferece é aparente e não duradoura. Quem segue a Cristo, porém, experimenta a paz que excede todo o entendimento (Fp 4.7) e não precisa lutar para obtê-la. Seguindo os princípios da Palavra de Deus, o cristão evitará a espada, a belicosidade, o desentendimento. Por meio do sacrifício de Cristo na cruz, está em paz com o Pai. Em sua vida diária, deve buscar um relacionamento pacífico também em relação às outras pessoas. – ETA

As armas do cristão devem ser as de Cristo: amor e perdão!

Reflexão

Sacrifício

Leitura Bíblica: Salmo 50.1-23
Ofereça a Deus em sacrifício a sua gratidão… (Sl 50.14).

Nos tempos antigos a adoração era prestada por meio do sacrifício de animais; já hoje em dia a maneira como tradicionalmente as pessoas que temem a Deus pretendem homenageá-lo se dá por meio de cultos e louvores. Reunir-se para adoração conjunta ou celebração, cantar, tocar instrumentos, orar, erguer as mãos no louvor são algumas das manifestações exteriores usadas para expressar adoração.
Antigamente muitos achavam que bastaria apresentar sacrifícios de animais para que Deus deles se agradasse, mas ouviram dele: “Vocês acham que eu preciso disto?” Talvez durante algum dos nossos cultos alguém escutasse a voz de Deus dizendo: “Parem com esse barulho! Vocês acham que porque cantam, levantam as mãos, reviram os olhos ou choram emocionados eu estou me agradando de vocês?” As expressões exteriores de adoração não são ruins em si mesmas, desde que correspondam a corações real e verdadeiramente rendidos a Deus.
As Escrituras insistem em mostrar que o importante no relacionamento com Deus é a coerência de vida: cumpra seus votos (suas promessas), diz ele. E ao ímpio, que apesar do discurso tem vida torta diante de Deus, ele diz: “Que direito você acha que tem de ficar recitando minha lei ou citando minha aliança? Você fica citando versículos bíblicos e postando textos sobre o meu amor, mas não me obedece e dá as costas às minhas palavras! Fala mas não faz!”
Ainda me lembro da história do traficante que dizia ter a proteção de Deus porque sempre recebia pastores em sua casa, que oravam por ele. Ele precisava, sim, de oração, mas para arrepender-se e mudar de vida! A aliança com Deus não diz respeito a conversa fiada, mas vida de verdade. Somos gratos a Deus? Nossa vida precisa demonstrá-lo no dia a dia, em cada passo do dia. – MHJ

O relacionamento com Deus precisa ser verdadeiro e não de palavras.

Reflexão

Ester

Leitura Bíblica: Ester 4.12-17
O que se requer dos encarregados é que sejam fiéis (1Co 4.2).

A leitura bíblica de hoje começa no meio de uma narrativa. Trata de uma ameaça grave ao povo judeu, cativo na Pérsia. Ester, judia e esposa do rei persa, deveria interferir para salvar seu povo. Para entender tudo, o melhor será ler o livro de Ester desde o início. Ele é um documento da graça e da sabedoria de Deus que nos avisa dos perigos de sermos volúveis e conduzidos pelas emoções.
Embora o livro tenha o nome da rainha Ester e não mencione a pessoa de Deus, a ação divina é nítida ali. Além de Deus, outro personagem central do livro é o tio de Ester, Mardoqueu. O brilho de Ester é marcante, mas dependeu da iniciativa de Mardoqueu. No seu aviso à sobrinha, ele mostra duas virtudes: coloca seu plano a serviço de Deus, mas sabe que Deus é maior que os seus planos. Reconhece que Deus é quem dispõe dos meios necessários. Revelou também o líder que era ao motivar sua sobrinha, mostrando-lhe a grande oportunidade que tinha. Ao mesmo tempo percebeu o perigo que Ester correria, mesmo sendo rainha.
Ester, por outro lado, vendo a grandeza do desafio, buscou o auxílio de Deus. Também foi sábia ao incluir seus patrícios no desafio. Sua declaração “Se tiver de morrer, morrerei”, é uma das mais eloquentes da Bíblia. Quantos de nós poderíamos, numa hora em que nossa fidelidade a Deus fosse desafiada, repetir essa frase?
Nosso texto termina assim: “Mardoqueu retirou-se e cumpriu todas as instruções de Ester”. Estas sem dúvida faziam parte dos planos que Deus estabelecera para sua vida. Quando alguém cumpre todas as instruções de Deus, ele por certo agirá. Quem poderia imaginar que Deus daria uma noite de insônia ao rei? Com essa providência, o Senhor antecipou-se a Mardoqueu e Ester, mostrando que ele estava no controle dos acontecimentos. Tanto em situações de calmaria como em crises, ele é o todo-poderoso. De nós, ele requer apenas confiança e fidelidade. – MJT

Concentrar-se nas ameaças ou em Deus faz toda a diferença.

Reflexão

Vitória

LEITURA BÍBLICA: 2 Samuel 23.8-17
O Senhor concedeu uma grande vitória a Israel naquele dia
(2Sm 23.10b).

Você já deve ter ouvido pessoas falando de uma vida isenta de problemas e dificuldades. Sendo bem sincero, é o que todos nós buscamos. Talvez seja por este motivo que os propagadores desta ideia tenham tantos seguidores. Algumas pessoas estão dispostas a fazer qualquer coisa que seja para se livrar dos seus problemas. Contudo, não podemos viver num mundo de fantasias. Nosso dia a dia nos mostra que em muitos momentos passamos por situações bem difíceis. Jesus disse aos seus discípulos: “Neste mundo vocês terão aflições” (Jo 16.33a). Mas, ao mesmo tempo em que ele nos fala desta realidade, também nos motiva a ter bom ânimo baseados no fato de que ele venceu o mundo.

O texto bíblico de hoje conta sobre três grandes guerreiros do rei Davi. Estes homens se destacaram em momentos bem complicados pelos quais o povo de Israel passou. Chamo a atenção para um deles, Samá. Mesmo com seu exército em fuga, ele permaneceu e conseguiu derrotar seus inimigos. No entanto, também é preciso lembrar que Samá não venceu esta batalha pelas suas próprias forças, mas “o Senhor concedeu-lhe uma grande vitória” (v 12b).

Com isso, estimado leitor, quero incentivá-lo e motivá-lo a olhar para os seus problemas, dificuldades e desafios com a certeza de que você pode vencê-los. Talvez você não consiga isso do seu jeito, mas com a ajuda de Deus a vitória é certa. Nele somos mais que vencedores (Rm 8.37): nada pode nos separar de seu amor! Mesmo que você se encontre sozinho, como alguns dos guerreiros citados no texto, tenha a certeza de uma coisa: uma pessoa com Deus é maioria. Não há exército que seja maior do que aquele que está com Deus, luta com ele e por ele. Mesmo que aos olhos humanos haja coisas impossíveis, para Deus isso não existe. Nada neste mundo poderá detê-lo quando ele quiser lhe dar a vitória. – MP

Por que lutar sozinho se você pode ter ao seu lado o Senhor dos Exércitos, que vence todas as batalhas?

Reflexão

Amor

Leitura Bíblica: João 13.31-38
Um novo mandamento lhes dou: amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros (Jo 13.34).

Perto do final de sua vida, Jesus tem um encontro muito especial com seus discípulos. Afirma que estaria só pouco tempo com eles. De fato, seria a última noite de sua vida. Pouco depois ele seria preso e julgado, e crucificado no dia seguinte. Isso leva Jesus a tratar algumas coisas importantíssimas com seus seguidores.
Ele afirma ter um novo mandamento para eles: o mandamento do amor. Entretanto, não é algo propriamente novo: já o Antigo Testamento ordenava amar o próximo como a si mesmo (Lv 19.18), e Jesus ratificou esse mandamento em várias ocasiões.
O que então há de novo nele? Talvez a forma como se deveria amar. Primeiramente, poderíamos dizer que não era como Judas amava Jesus, pois naquela mesma noite ele trairia seu Senhor. Com certeza também não era como Pedro, pois pouco depois daquele encontro ele negaria Jesus três vezes. Sem sombra de dúvida também não era como o restante do grupo de discípulos amava, pois no momento mais difícil da vida de Jesus, enquanto estava sendo preso, todos o abandonaram. Como então deveria ser este amor de que Jesus estava falando?
Ele afirma que seus discípulos deveriam amar como ele mesmo amou. Esta é a diferença, a novidade do seu mandamento: amar como Jesus amou. Quando se pergunta como Jesus amou, geralmente nos lembramos de que ele morreu em nosso lugar. Mas vale lembrar que, no momento em que Jesus institui este novo mandamento, ele ainda não havia morrido. Isso só acontece no capítulo 19 de João. Ou seja, Jesus já havia provado seu amor ainda antes de sua morte – buscando por meio de tudo o que dizia e fazia o benefício das pessoas com quem tratava. É a disposição de sempre servir ao próximo sem esperar retorno. Isso nos ensina uma grande verdade: não espere morrer para mostrar seu amor às pessoas que estão ao seu redor! – CK

Ame simplesmente como Jesus amou.

Reflexão

Voz do povo

Leitura Bíblica: Atos 14.8-20
Como é feliz o homem que põe no Senhor a sua confiança, e não vai atrás dos orgulhosos, dos que se afastam para seguir deuses falsos! (Sl 40.4).

“A voz do povo é a voz de Deus” – quantas vezes já ouvimos isso? Se pensarmos no caráter de Deus, logo vamos concluir que a maioria das vezes em que esta frase é usada ela não faz sentido algum. Por exemplo, no texto que lemos hoje temos duas situações que demonstram a falsidade deste ditado.
Na época em que elas ocorreram, a idolatria era muito comum e influenciava muitas atividades. Para os gregos e romanos, os deuses eram semelhantes aos humanos, embora mais poderosos. Quando Paulo curou um paralítico em Listra, as pessoas não tiveram dúvidas: aquilo só podia ser obra divina (e era!). Só que direcionaram a adoração a Paulo e Barnabé. Estes logo se apressaram a apontar quem tinha feito o milagre – o Deus verdadeiro. Como autênticos seguidores de Cristo, não permitiram que a glória devida somente a Deus fosse dada a homens. Estavam ali exatamente para levá-los a deixar a idolatria e seguir o único Deus. Porém, as pessoas queriam uma divindade que pudessem ver e tocar.
Logo depois, os mesmos que chamaram Paulo de deus chegaram ao ponto de apedrejá-lo. Foram influenciados e mudaram de opinião. A “voz do povo” pode ser bem volúvel – e Deus não é assim. Ele não muda, por isso podemos confiar nele.
Apenas com estes exemplos – com pouco tempo de intervalo Paulo foi considerado digno de adoração e depois merecedor de morte – já podemos ver o quanto a “voz do povo” é diferente do que Deus quer. Nenhuma das duas situações agradava a Deus! Ainda bem que Paulo e Barnabé mantiveram sua integridade e não se deixaram levar pela pressão popular!
Muitas vezes, seguir a maioria é um grande erro. Pessoas são falhas e podem mudar de opinião no instante seguinte. Já Deus é perfeito, sabe de todas as coisas e não muda. Somente a ele devemos seguir! – VWR

A quem você dá atenção?

Reflexão

Destruição

Leitura Bíblica: Oseias 4.1-6
Meu povo foi destruído por falta de conhecimento (Os 4.6).

Quando adolescente, eu sentia raiva quando via os noticiários. Diante da injustiça, da humilhação, da violência, meu sentimento de justiça me levava a desejos de vingança. Ao perceber que algo não estava correto e ao mesmo tempo sentir que era impotente, me ocorria o pensamento de que poderia mudar tudo por meio da força. Com o tempo vi que esta solução era ineficaz contra a maldade que há no mundo. Por outro lado, ao conviver com a violência, acostumei-me a ela, tanto que por vezes não senti que aquilo era uma afronta à vontade de Deus.
Quando não identificamos um pecado como algo que desde seu fundamento ataca e agride a honra de Deus, então nos acostumamos a ele de modo que não mais nos incomodamos. Ao ver a injustiça como corriqueira, não acusamos mais. Quando a maldade se torna comum, passamos a saboreá-la diante da televisão como uma simples “notícia”. Péssima notícia! Urge quem diga que isto está errado. Um exemplo: para garantir nosso pequeno conforto suportamos a poluição e destruição do ambiente em que vivemos. Estamos sendo destruídos por falta de conhecimento. Achamos que por herdarmos o céu não precisamos comprometer-nos com a Terra.
No texto da leitura de hoje, os sacerdotes foram duramente repreendidos por Deus por desviarem o povo do foco. Alimentavam uma fé que esperava somente a bênção de Deus, mas cujo conteúdo era vazio de significado. Acreditavam que por serem religiosos Deus tinha obrigação de zelar por eles, mas esqueceram-se do compromisso que Deus havia firmado com o povo, uma aliança na qual Deus concedia suas bênçãos para o povo que em gratidão lhe obedecesse.
Não perca de vista suas responsabilidades. Não permita que o pecado considerado “normal” por aí se torne normal também para você. Deixe o conhecimento de Deus e de sua Palavra transformar sua vida. – AS

Só o conhecimento de Deus transforma más notícias em boas por meio de Cristo!

Reflexão

Degradação

Leitura Bíblica: Gênesis 7.17-24
Todos os seres vivos foram exterminados da face da terra; tanto os homens, como os animais grandes, os animais pequenos que se movem rente ao chão e as aves do céu foram exterminados da terra. Só restaram Noé e aqueles que com ele estavam na arca (Gn 7.23).

Toda semana dirijo-me a uma comunidade cristã situada numa região da capital paulista chamada Cracolândia. A maioria dos frequentadores dos programas religiosos vem daquela área degradada, salvo os voluntários e os missionários (alguns deles também envolvidos com drogas no passado). A caminhada que faço para chegar até ao local, por mais que por lá passe com fre­quência, sempre me choca. Não há como se acostumar com a degradação.
O versículo em destaque fala no extermínio de praticamente todos os seres vivos causado pelo dilúvio. Hoje podemos dizer que a droga é um dos fatores que acaba com o ser humano, mas como faz isto aos poucos, é deprimente para quem acompanha o processo. O vício em geral começa com um gole de bebida alcoólica ou um cigarro, apenas para experimentar. Porém, após certo tempo, grande parte destes iniciantes termina naquela multidão. Quando vejo aquele quadro degradante, sempre me lembro do título de um famoso filme: “Assim caminha a humanidade”. Tal situação acaba misturando os homens e os animais num mesmo modo de viver, onde predomina a sujeira, o vício, a podridão, o mau cheiro – um quadro horrível.
O capítulo no qual está o texto que lemos hoje começa com a ordem de Deus a Noé: “Entre na arca”. Hoje, temos também uma chance de deixar a corrupção que nos envolve se entregarmos nossa vida a Cristo. Ele é a nossa “arca”. Não caminhe como a humanidade corrompida para não ter o mesmo fim desta. E, se você já vive com Jesus, siga seu exemplo e demonstre a todos a diferença que ele fez em sua vida! – MJT

Parar de seguir a humanidade corrupta e optar pelo caminho divino é experimentar nova vida com Cristo.

Reflexão

Crises
Leitura Bíblica: 1 Samuel 19.1-11

Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmo (Fp 2.3).

É comum enfrentarmos problemas de relacionamento. O ambiente de trabalho, por exemplo, pode ser complicado. Ainda jovem, trabalhei numa grande empresa. Por ser cristão, um companheiro de trabalho me odiava gratuitamente. Não perdia nenhuma oportunidade que surgisse para me perturbar.
Davi enfrentou essa mesma situação. Por amar a Deus e sua causa, colocou a vida em risco para defender a glória do Senhor e passou a sofrer com os ciúmes de Saul, o rei. Como administramos os nossos sentimentos quando outro é elogiado em vez de nós mesmos? Foi o problema de Saul. Ele não era capaz de dominar o que sentia a cada vez que Davi era elogiado. A inveja fluía com violência de seu interior.
Jônatas, por sua vez, é o personagem em crise na leitura bíblica de hoje. Amava seu pai, obedecia-lhe, mas ao mesmo tempo tinha grande amizade e admiração por Davi. Quando viu que seu pai tentava matar Davi, começou a elaborar planos para ficar com ambos e não conseguiu. Imagine a crise que Jônatas enfrentou quando descobriu a debilidade emocional de seu pai. Nossa derrota diante de nossos sentimentos é uma grande arma para Satanás. Quando vê o terreno preparado, consegue provocar grandes tragédias, como repetidamente vemos nos noticiários.
Mais adiante (1Sm 20.30-31), a crise de Jônatas culmina com uma grande acusação de deslealdade por parte de seu pai. Saul tenta convencer Jônatas de que estava tentando matar Davi para que mais tarde Davi não tirasse o reino de Jônatas. A história inteira de Saul mostra como seu orgulho acabou por levá-lo à ruína – e esse orgulho e o ciúme resultante destruiu o relacionamento com seu filho e ainda criou sérias dificuldades para Davi, que só lhe fizera bem. O remédio para essas nossas crises é o conselho de Paulo aos filipenses no versículo em destaque. A humildade sempre é mais benéfica que a soberba. – MJT

A humildade é um excelente remédio contra o orgulho e o ciúme.

Estudo 📖

ONDE SEU LAR ESTÁ FIRMADO?

Em Mateus 7;24 lemos que “todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.”

Além dos ataques de Satanás, o lar também tem sofrido as consequências dos nossos pecados. Infelizmente muitos casamentos são feitos com base em valores mundanos e sem o cultivo de princípios bíblicos no dia a dia (Efésios 4:17-32). Somente ouvindo e praticando os ensinos do Senhor, o lar poderá sobreviver a esses ataques (Efésios 6:10-18).

A família é projeto de Deus, não do homem. Em Gênesis 2:24, lemos: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Aí vemos o início da família, do lar.

É impossível compartilhar uma casa, uma família, uma vida em comum, sem disposição a dar. A Bíblia instrui as mulheres a “serem submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor” (Efésios 5:22). Aos homens o Senhor diz: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).

No relacionamento matrimonial é preciso temor a Deus, amor, paciência, tolerância e amizade. Essas coisas são demonstradas no cuidado, carinho, zelo para com a pessoa amada. Muitas vezes significa calar para não ofender, renunciar a si mesmo em benefício do outro, tratar o cônjuge como gostaríamos de ser tratados.

Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores bíblicos, amando um ao outro até o fim; é esse o lar que Deus projetou.

Que Deus abençoe nossos lares!

Equipe do Instituto Bíblico da BBN

Rádio BBN
http://www.bbnradio.org/jwplayer/players/browsers/portuguese.htm

O BBNBI é um ministério da Rede de Radiodifusão Bíblica, PO Box 7300, Charlotte, NC 28241.