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4 de fevereiro
Fraqueza humana

Leitura Bíblica: Ester 1.1-5;10-22  [Pela fé] da fraqueza tiraram força… (Hb 11.34).

Este texto é uma comprovação de que em qualquer época o homem é sempre o mesmo. O argumento usado pelos conselheiros do rei Xerxes mostra o egoísmo presente na decisão. Se até os nobres da corte estavam preocupados com a consequência do fato, que se dirá dos simples súditos? Por outro lado, vemos como cometemos julgamento prematuro a respeito de outros. Será que as mulheres do reino não poderiam, individualmente, fazer suas escolhas de conduta no tocante ao marido? É notável como tais nobres legislavam em causa própria. São parecidos com alguns políticos de hoje, que apenas beneficiam aqueles que pertencem ao mesmo partido.

Vejamos também o que pensavam os nobres. A rainha Vasti deveria ser substituída por outra que aceitasse ser mulher-objeto. Peça de admiração que valesse por sua beleza e não pelo caráter. Isso lembra bem os valores dos dias em que vivemos. Será que somos uma geração mais civilizada? Também há algo invisível aos conselheiros do rei. Se, para ter autoridade em sua casa, os maridos precisassem de um edito real, que líderes fracos seriam! Nem perceberam que o conselho era uma revelação tão vergonhosa para eles. Segundo a Bíblia, a liderança masculina no casamento não se estabelece por meio de ordens, mas por amor à esposa e a Cristo (Ef 5.22-33), e acontece pelo exemplo.

O texto nos mostra que a fraqueza humana é encontrada em todas as gerações. Mas Deus não quer que nos conformemos com isso. Por meio de Cristo, ele oferece seu perdão àqueles que reconhecem sua fraqueza e se arrependem dela. O único modo de libertar-se da necessidade de continuar desobedecendo a Deus é entregando a vida a Cristo, que a torna nova e eterna. Ele transforma não apenas nossa família, mas todos os nossos relacionamentos e valores. – MJT

Quem vive com Deus não precisa forçar a situação, mas ganha uma força que faz bem a todos.

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3 de fevereiro

Esta é a hora!

Leitura Bíblica: Gênesis 41.1-9  Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: “Hoje me lembro das minhas faltas” (Gn 41.9).

É bem frequente alguém ter um encontro com Deus e depois afastar-se dele. Quando José interpretou na prisão o sonho do chefe dos copeiros, ele pediu a este que intercedesse por ele, pois era inocente (Gênesis 40.14). José confiou que a pessoa beneficiada demonstraria gratidão. Enganou-se. O copeiro viu Deus agir ali, mas depois o esqueceu.

É notável como Deus conduz as vidas humanas. Observando toda a história de José, percebe-se que a lembrança da ingratidão do chefe dos copeiros ocorreu por intervenção divina. Apesar dos sofrimentos de José, Deus estava no controle da situação. Como é bom saber que Deus sempre tem cuidado da nossa vida!

O faraó (o rei do Egito) perturbou-se com seu sonho e o chefe dos copeiros sabia o quanto isso era perigoso. Um caso semelhante relatado em Daniel 2 (confira!) mostra o perigo que era contrariar os reis daqueles tempos. Se Daniel não estivesse lá, teria havido um massacre. Quando o chefe dos copeiros percebeu que ninguém era capaz de interpretar o sonho, lembrou-se de José e então teve coragem de confessar sua ingratidão até para o faraó. Ainda agiu a tempo, mas não deveríamos esperar Deus agir para confessarmos nossas faltas. Se esperarmos, Deus ainda assim agirá, mas para nós isso é perigoso. E se não percebermos a ação de Deus nos chamando ao arrependimento? Quais são, portanto, os tempos de arrependimento? São dois: o primeiro quando nós mesmos percebemos que pecamos; o segundo, quando Deus nos lembra do nosso pecado. Na Bíblia temos vários exemplos de arrependimento adiado, e em nenhum deles o resultado foi bom. Um exemplo marcante é o do rico e de Lázaro, contada por Jesus em Lucas 16.19-31. Um dos textos mais enfáticos da Bíblia a respeito disso é Hebreus 4:7, onde lemos: “Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração, como na rebelião”. – MJT

A melhor hora para arrepender-se e voltar a Deus é agora.

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2 de fevereiro

Lealdade

Leitura Bíblica: 1 Samuel 20.42-43. Há amigo mais chegado que um irmão (Pv 18.24b).

Davi teve de fugir muitas vezes do pai de Jônatas, Saul, porque este pretendia matá-lo. Mas ainda assim a história de Jônatas e Davi se destaca pelo exemplo de amizade que deixaram na história. O que você seria capaz de fazer em prol de um amigo? Você pode dizer que é leal a seus amigos, qualquer que seja a situação que precise enfrentar? A lealdade é algo que não está na moda atualmente. Parece que o mundo mostra que é muito mais fácil olhar para si do que fazer algo em favor do próximo ou de um amigo. O exemplo de Davi é muito lindo porque em momento algum ele criticou o pai de Jônatas pela situação vivida. Essa atitude ocorreu porque Davi verdadeiramente respeitava seu amigo e era leal a ele. Nem a promessa que Davi recebeu de que seria rei no lugar de Saul ou mesmo a ameaça de morte o fizeram afastar-se ou brigar com seu amigo. Embora Jônatas relutasse em entender que seu pai fosse inimigo de Davi, quando isso ficou confirmado (1Sm 1.20-40) ele aceitou até mesmo ser o segundo no reinado futuro (1Sm 23.16-18), embora isso nunca tenha ocorrido porque Jônatas morreu em batalha. O texto de hoje relata o último encontro daqueles amigos, uma despedida emocionante em que ambos choraram. O texto diz que Davi chorou muito mais que Jônatas. Possivelmente porque sabia que estava se despedindo de um amigo leal, alguém que, sabendo da verdade, não temeu por sua própria vida nem mesmo diante do rei, seu pai. A palavra de Jônatas deve ter trazido consolo e paz ao coração de Davi: “Vai-te em paz…”. Davi foi embora e passou a viver exilado por cerca de dez anos, enquanto seu amigo voltava para casa. Das muitas experiências que Davi teve, não há dúvida que a lealdade desse amigo, filho do rei, foi algo que marcou a sua vida. E você, como tem agido com seus amigos? Que marcas tem deixado nas suas vidas? – MZK

Os amigos são presentes que Deus nos concede e devem ser cuidados com todo carinho.

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1º de fevereiro

Corrida

Leitura Bíblica: Filipenses 3.10-14  Livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta (Hb 12.1b).

Um corredor se destacou nas Olimpíadas de 1968, na cidade do México. Nenhuma pessoa havia terminado a maratona com tanto atraso. Machucado ao longo do caminho, ele se arrastou para dentro do estádio com o curativo em sua perna cheio de sangue. Chegou mais de uma hora depois do vencedor. Quando lhe perguntaram por que continuou a correr apesar de sua dor, ele respondeu: “O meu país não me enviou para a cidade do México para iniciar a corrida. Ele me enviou para terminá-la”.

Quem vive com Cristo também tem uma corrida proposta. Ao longo do percurso podem surgir muitas dificuldades, mas apesar disso é preciso continuar com perseverança, até alcançarmos a linha final. Aos coríntios, o apóstolo Paulo relatou alguns problemas que enfrentou na vida cristã: “Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos de meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez” (2Co 11.24-27). Apesar de tudo isso, percebemos em Paulo uma firme convicção da necessidade de continuar correndo em direção à linha de chegada. No texto indicado para o dia de hoje você o encontra afirmando: “Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (v 14). Assim é necessário que encaremos nossa corrida, convictos da necessidade de alcançarmos o alvo que nos é proposto. – MP

Para vencer não basta iniciar a corrida, é preciso terminá-la.

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31 de janeiro

Agradeça sempre!

Leitura Bíblica: Colossenses 3.13-17 Sejam agradecidos (Cl 3.15b).

Certa vez, quando estava acamada durante um período de enfermidade, assisti a um filme emprestado por uma amiga. Esse filme ensinava que a felicidade não está em ter bens materiais e que as pessoas poderiam ser felizes e agradecidas mesmo não tendo tudo o que se oferece por aí para comprar. Havia uma música que dizia: “A gratidão alegra o coração!” Foi uma lição muito importante naquele momento. Recebi a visita de pessoas queridas que vinham orar por mim. Em uma dessas visitas, parecia que Deus falava comigo, dizendo que eu não devia reclamar do que estava vivendo, e que mesmo sentindo dor deveria dar graças a ele. É impossível esquecer uma coisa dessas: em momentos de sofrimento, seja agradecido! Podemos lembrar-nos de que ainda não está tão ruim como achamos, que há situações muito piores e que nem tudo está perdido. Precisamos compreender que existem momentos ruins, mas eles passam! Graças a Deus, um dia acabam. Sempre acharemos o que agradecer, mesmo nas piores situações.

O texto de hoje apresenta algumas características que os cristãos devem ter e, entre elas, Paulo nos exorta a sermos agradecidos (veja o versículo em destaque). Devemos ser gratos pelo que somos e temos, lembrando sempre: o que sou não deveria depender do que tenho. Não há dinheiro algum que possa pagar meu caráter, meu amor próprio e minha dignidade. Viver constantemente agradecido transforma completamente o dia a dia: não vai existir dia “ruim”, nem “tempo feio”. Posso aprender a agradecer pelo sol mesmo quando não o quero; pela chuva, mesmo que atrapalhe meus planos; por ter o suficiente para viver, mesmo não tendo tudo o que desejo e também pelo que não tenho, e por nem precisar ter! Simplesmente agradecer, em qualquer situação. – ACS/VS

Sejamos agradecidos, mesmo que…

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30 de janeiro

Renúncia

Leitura Bíblica: João 8.1-11.          Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido (Tg 1.14).

Renúncia parece nome de romance ou de novela, mas às vezes faz parte da nossa realidade e então é dura. Renunciar a alguma coisa da qual esperamos a felicidade é muito difícil. Renunciar à tentação, àquilo que sabemos ir de encontro ao que Deus quer de nós, é custoso. Dói ainda mais quando observamos o versículo em destaque. Então parece que cai a ficha: somos maus mesmo! Somos pecadores. Temos desejos escusos, vontades profanas, pensamentos odiosos com relação a muitas coisas e a inúmeras situações.

Aquela mulher adúltera de que lemos hoje teve de renunciar àquilo que lhe agradava por querer ter paz com Deus, o que pode ter sido muito difícil, mas note a graça de Deus e o amor de Jesus por ela. Somente quem também já passou por uma situação de renúncia por amor a Jesus pode avaliar o quanto isso é difícil. Julgar quem pecou ou quem está sendo tentado é demasiadamente fácil e está sempre à mão. Basta apenas olhar e já emitimos um juízo saído de dentro dos melhores valores que imaginamos cultivar. Sentimo-nos orgulhosos por sermos possuidores da verdade. Jesus, porém, foi paciente com aqueles que viviam junto dele e tem o mesmo procedimento conosco ainda hoje. Ele compreende nossos muitos pedidos de perdão, misericórdia e graça. Compreende como é difícil renunciar.

Saber disso é reconfortante. Não poder avaliar a dimensão desse amor por nós, mas comprová-lo em nosso dia a dia, tem um quê de sobrenaturalidade. Não sei qual é a luta que você enfrenta hoje, qual a renúncia que talvez seja imprescindível colocar em prática – possivelmente enorme – mas Jesus está nela com você. Ele certamente vai lhe dar forças para você confiar em que, colocando-a aos pés dele, esta será a melhor escolha. Jesus está nessa guerra com você. Ele é quem dá vitória a seu povo. – AP

Quem renuncia a algo por amor a Jesus nunca sai perdendo.

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29 de janeiro
União

Leitura Bíblica: Gênesis 10.31-11.9  Acima de tudo … revistam-se do amor, que é o elo perfeito (Cl 3.14).

Você sabe o que aconteceu no mundo nos séculos depois do dilúvio? Noé e sua família estabeleceram-se, cada filho em uma determinada região, e seus descendentes espalharam-se na terra. Os povos voltaram a se afastar de Deus, a exemplo daqueles destruídos no dilúvio. Como indica nosso texto, uniram-se em torno de um alvo: a construção de uma torre para ganhar fama e unir o povo. Desta vez, Deus interferiu de outro jeito: o meio mais fácil seria confundir a língua única que falavam, para que ninguém mais conseguisse se comunicar. Assim, o grandioso plano de construir a torre fracassou e todos se dispersaram. As famílias desenvolveram-se em etnias separadas, cada qual com o seu idioma. Isso continua até hoje, embora a humanidade nunca se tenha conformado com isso. Há 3.000 anos, o rei Davi já observou que “os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido” (Sl 2.2).

Atualmente também há no mundo movimentos que tentam unir os povos e, com as atuais facilidades de comunicação, alcançar objetivos puramente humanos sem consultar Deus. Satanás, o arqui-inimigo de Deus, faz de tudo para confundir os povos e, segundo o Apocalipse, ainda acabará por promover uma união mundial à força.

Por enquanto, porém, ainda vivemos na era da graça. Deus enviou seu Filho para restaurar a comunhão dos homens com ele e entre si por meio da sua vida, morte e ressurreição. Jesus intercedeu diante de Deus especificamente por essa união (Jo 17.11), não mais por meio de um esforço comum, como os descendentes de Noé, nem por imposição, como prevê o Apocalipse, mas pelo amor de Cristo, conforme diz o versículo em destaque. Para isso é necessário que em todo lugar as pessoas se arrependam, crendo em Cristo como restaurador da vida e da união. Agora faça a sua parte em viver para Cristo, a fim de ganhar alguém. – TL

União por esforço é frágil; união à força fere e mata; união pelo amor de Cristo é fonte de contentamento.

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28 de janeiro
Temor a Deus

Leitura Bíblica: Números 1.45-54.    Os israelitas fizeram tudo exatamente como o Senhor tinha ordenado a Moisés (Nm 1.54).

O tabernáculo de que lemos hoje era o santuário do povo de Israel durante o seu tempo de peregrinação. Qual seria a razão de tanto cuidado de Deus com relação a ele? Aquilo fazia parte da primeira lição divina a respeito de santidade. A tribo de Levi possuía uma dignidade especial porque Deus a designou para exercer o sacerdócio – a intermediação entre o povo e Deus. Por isso os levitas acampavam ao redor do tabernáculo e nada lhes acontecia, mas a instrução do Senhor a Moisés, líder do povo, era que o estranho que se aproximasse morreria – uma determinação ao mesmo tempo terrível e gloriosa! Assim, os levitas eram santos, ou seja, separados especialmente para Deus. Também para o cristão a busca de santidade é essencial.

Quando os israelitas perdiam o temor do Senhor (caíam em pecado), Deus manifestava sua indignação com eles. A Bíblia cita vários exemplos, como os casos de Saul (1 Samuel 15), Acã (Josué 7), Davi quando contou os seus exércitos sem ordem do Senhor (2 Samuel 24), além de muitos episódios de reis de Israel que pecavam sem nenhum temor a Deus. O escritor cristão Philip Yancey começa um dos seus livros dizendo: “Trate o pecado como pecado”. O Dr. Thirso Starck, professor de Bíblia, afirmou em uma de suas aulas: “Uma vez que pecamos, liberamos um poder sinistro, destrutivo, sobre o qual não temos mais controle.” Uma advertência dura, mas verdadeira. Em nossa sociedade, o temor ao Senhor é um valor em extinção. A violência que impera em torno de nós é resultado da falta de temor a Deus.

A maioria de nós esquece que nunca pecamos sozinhos. A consequência dos nossos pecados sempre atinge outros. Logo, pecar é sempre falta de amor a Deus e ao próximo, mas santidade é vida, e eis aí um glorioso prêmio. Vida para nós, nossas famílias, nossa comunidade, nossa pátria. Quanta bênção! – MJT

Espalhe vida ao seu redor vivendo em temor e santidade.

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27 de janeiro
Consertos

Leitura Bíblica: 2 Reis 22.1-7.     Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Cristo Jesus (Fp 1.6).

Consertos fazem parte do dia a dia. Às vezes são pequenos e não causam muito incômodo – por exemplo o reparo de uma roupa, um calçado ou um móvel. Outras vezes trazem um pouco mais de transtornos, como o carro que precisa ser levado para a oficina ou reformas da casa que incluem improviso, barulhos, sujeira e desconforto. Consertos são necessários porque algo não está em boas condições e às vezes pode até trazer riscos se nada for feito. Por isso, vale a pena investir tempo, dinheiro e pa­ciência, porque no final o resultado será melhor do que antes, e essa expectativa produz ânimo para suportar esses dias.

Josias assumiu o reinado muito jovem e, diferente de seu pai, manteve um firme compromisso com Deus. Viu que o templo onde o Senhor era adorado estava desleixado e precisava urgentemente de reformas para que o brilho da glória de Deus pudesse resplandecer e o povo se animasse a buscá-lo novamente.

Nós também precisamos diariamente de consertos em nossas atitudes, palavras e personalidade. Para isso, podemos contar com a ajuda de um especialista: Jesus. Ele quer restaurar e arrumar o que está destruído ou em desordem, tornando-nos cada dia mais parecidos com ele. No entanto, não nos força. A transformação que ele opera correrá tanto melhor quanto mais nos dispusermos a obedecer e cooperar, e às vezes pode demorar um pouco mais, tanto que alguém já disse certa vez: “Deus é construtor de vidas e não mágico”. Algumas coisas são fáceis de arrumar, outras custam um preço mais elevado. Todo esse processo pode ser dolorido e exigir bastante trabalho, mas o resultado vale a pena. Quando os ajustes necessários não acontecem, o resultado só pode ser a ruína.

Enquanto estivermos aqui na Terra, sempre haverá algo precisando da ação divina em nossa vida. O que precisa de conserto hoje? – IG

O conserto dos nossos erros por Jesus é parte essencial do nosso compromisso com ele.

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26 de janeiro
Trabalho

Leitura Bíblica: Gênesis 3.1-20.     Com o suor do seu rosto você comerá o seu pão (Gn 3.19a).

Príncipes, cavaleiros, dragões – estamos acostumados com histórias fabulosas; o perigo é ler a Bíblia achando que a tragédia narrada na leitura de hoje é só mais uma delas, mas o episódio é verdadeiro e extremamente grave. A mídia adoça o termo “pecado” (tudo o que desagrada a Deus) e o faz parecer algo gostoso, mas proibido por um deus desmancha-prazeres. Mas o pecado é hediondo! Ódio, egoísmo, abusos, traições, desamores, guerras, pilhagens, devastações, estupros – tudo isso é consequência direta da arrogância de quem acha que sabe o que fazer em vez de sujeitar-se ao que Deus quer.

Adão e Eva foram criados em posição de honra e colocados para viver em um lugar extremamente aprazível. O homem trabalhava no jardim e podemos concluir que a tarefa dada por Deus (Gn 2.15) era fonte de prazer e realização. Mas, devido ao pecado, muitas vezes o trabalho se torna uma fonte de estresse ou uma obrigação apenas. Espinhos e ervas daninhas não crescem só na lavoura, mas também podem surgir no escritório. Muitos relacionamentos profissionais são permeados de pecado: patrões maus exploram empregados, funcionários desonestos fazem “corpo mole”, há gente usando gente. Além disso, o trabalho pode ser prejudicado por dores físicas e emocionais ou pela ocorrência de inundações, estiagens e pragas. O mundo foi corrompido por causa da rebeldia do ser humano contra Deus.

Todo nosso esforço é insuficiente para restaurar o relacionamento com o Criador. Devemos dar graças a Deus pelo seu amor revelado na cruz, onde o sangue de Jesus Cristo foi derramado para que nossos pecados pudessem ser perdoados. O impossível foi feito pelo próprio Deus, que agora oferece gratuitamente, pela fé em Jesus, o caminho de volta a quem quiser parar de tentar ser autoridade em sua própria vida e render-se a ele. Deus transforma nossa vida e pode agir em nosso ambiente de trabalho ou mudar nossa perspectiva sobre ele. – MHJ

Quem vive com Deus trabalha visando glorificá-lo.