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Reflexão

Ester

Leitura Bíblica: Ester 4.12-17
O que se requer dos encarregados é que sejam fiéis (1Co 4.2).

A leitura bíblica de hoje começa no meio de uma narrativa. Trata de uma ameaça grave ao povo judeu, cativo na Pérsia. Ester, judia e esposa do rei persa, deveria interferir para salvar seu povo. Para entender tudo, o melhor será ler o livro de Ester desde o início. Ele é um documento da graça e da sabedoria de Deus que nos avisa dos perigos de sermos volúveis e conduzidos pelas emoções.
Embora o livro tenha o nome da rainha Ester e não mencione a pessoa de Deus, a ação divina é nítida ali. Além de Deus, outro personagem central do livro é o tio de Ester, Mardoqueu. O brilho de Ester é marcante, mas dependeu da iniciativa de Mardoqueu. No seu aviso à sobrinha, ele mostra duas virtudes: coloca seu plano a serviço de Deus, mas sabe que Deus é maior que os seus planos. Reconhece que Deus é quem dispõe dos meios necessários. Revelou também o líder que era ao motivar sua sobrinha, mostrando-lhe a grande oportunidade que tinha. Ao mesmo tempo percebeu o perigo que Ester correria, mesmo sendo rainha.
Ester, por outro lado, vendo a grandeza do desafio, buscou o auxílio de Deus. Também foi sábia ao incluir seus patrícios no desafio. Sua declaração “Se tiver de morrer, morrerei”, é uma das mais eloquentes da Bíblia. Quantos de nós poderíamos, numa hora em que nossa fidelidade a Deus fosse desafiada, repetir essa frase?
Nosso texto termina assim: “Mardoqueu retirou-se e cumpriu todas as instruções de Ester”. Estas sem dúvida faziam parte dos planos que Deus estabelecera para sua vida. Quando alguém cumpre todas as instruções de Deus, ele por certo agirá. Quem poderia imaginar que Deus daria uma noite de insônia ao rei? Com essa providência, o Senhor antecipou-se a Mardoqueu e Ester, mostrando que ele estava no controle dos acontecimentos. Tanto em situações de calmaria como em crises, ele é o todo-poderoso. De nós, ele requer apenas confiança e fidelidade. – MJT

Concentrar-se nas ameaças ou em Deus faz toda a diferença.

Reflexão

Vitória

LEITURA BÍBLICA: 2 Samuel 23.8-17
O Senhor concedeu uma grande vitória a Israel naquele dia
(2Sm 23.10b).

Você já deve ter ouvido pessoas falando de uma vida isenta de problemas e dificuldades. Sendo bem sincero, é o que todos nós buscamos. Talvez seja por este motivo que os propagadores desta ideia tenham tantos seguidores. Algumas pessoas estão dispostas a fazer qualquer coisa que seja para se livrar dos seus problemas. Contudo, não podemos viver num mundo de fantasias. Nosso dia a dia nos mostra que em muitos momentos passamos por situações bem difíceis. Jesus disse aos seus discípulos: “Neste mundo vocês terão aflições” (Jo 16.33a). Mas, ao mesmo tempo em que ele nos fala desta realidade, também nos motiva a ter bom ânimo baseados no fato de que ele venceu o mundo.

O texto bíblico de hoje conta sobre três grandes guerreiros do rei Davi. Estes homens se destacaram em momentos bem complicados pelos quais o povo de Israel passou. Chamo a atenção para um deles, Samá. Mesmo com seu exército em fuga, ele permaneceu e conseguiu derrotar seus inimigos. No entanto, também é preciso lembrar que Samá não venceu esta batalha pelas suas próprias forças, mas “o Senhor concedeu-lhe uma grande vitória” (v 12b).

Com isso, estimado leitor, quero incentivá-lo e motivá-lo a olhar para os seus problemas, dificuldades e desafios com a certeza de que você pode vencê-los. Talvez você não consiga isso do seu jeito, mas com a ajuda de Deus a vitória é certa. Nele somos mais que vencedores (Rm 8.37): nada pode nos separar de seu amor! Mesmo que você se encontre sozinho, como alguns dos guerreiros citados no texto, tenha a certeza de uma coisa: uma pessoa com Deus é maioria. Não há exército que seja maior do que aquele que está com Deus, luta com ele e por ele. Mesmo que aos olhos humanos haja coisas impossíveis, para Deus isso não existe. Nada neste mundo poderá detê-lo quando ele quiser lhe dar a vitória. – MP

Por que lutar sozinho se você pode ter ao seu lado o Senhor dos Exércitos, que vence todas as batalhas?

Reflexão

Amor

Leitura Bíblica: João 13.31-38
Um novo mandamento lhes dou: amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros (Jo 13.34).

Perto do final de sua vida, Jesus tem um encontro muito especial com seus discípulos. Afirma que estaria só pouco tempo com eles. De fato, seria a última noite de sua vida. Pouco depois ele seria preso e julgado, e crucificado no dia seguinte. Isso leva Jesus a tratar algumas coisas importantíssimas com seus seguidores.
Ele afirma ter um novo mandamento para eles: o mandamento do amor. Entretanto, não é algo propriamente novo: já o Antigo Testamento ordenava amar o próximo como a si mesmo (Lv 19.18), e Jesus ratificou esse mandamento em várias ocasiões.
O que então há de novo nele? Talvez a forma como se deveria amar. Primeiramente, poderíamos dizer que não era como Judas amava Jesus, pois naquela mesma noite ele trairia seu Senhor. Com certeza também não era como Pedro, pois pouco depois daquele encontro ele negaria Jesus três vezes. Sem sombra de dúvida também não era como o restante do grupo de discípulos amava, pois no momento mais difícil da vida de Jesus, enquanto estava sendo preso, todos o abandonaram. Como então deveria ser este amor de que Jesus estava falando?
Ele afirma que seus discípulos deveriam amar como ele mesmo amou. Esta é a diferença, a novidade do seu mandamento: amar como Jesus amou. Quando se pergunta como Jesus amou, geralmente nos lembramos de que ele morreu em nosso lugar. Mas vale lembrar que, no momento em que Jesus institui este novo mandamento, ele ainda não havia morrido. Isso só acontece no capítulo 19 de João. Ou seja, Jesus já havia provado seu amor ainda antes de sua morte – buscando por meio de tudo o que dizia e fazia o benefício das pessoas com quem tratava. É a disposição de sempre servir ao próximo sem esperar retorno. Isso nos ensina uma grande verdade: não espere morrer para mostrar seu amor às pessoas que estão ao seu redor! – CK

Ame simplesmente como Jesus amou.

Reflexão

Voz do povo

Leitura Bíblica: Atos 14.8-20
Como é feliz o homem que põe no Senhor a sua confiança, e não vai atrás dos orgulhosos, dos que se afastam para seguir deuses falsos! (Sl 40.4).

“A voz do povo é a voz de Deus” – quantas vezes já ouvimos isso? Se pensarmos no caráter de Deus, logo vamos concluir que a maioria das vezes em que esta frase é usada ela não faz sentido algum. Por exemplo, no texto que lemos hoje temos duas situações que demonstram a falsidade deste ditado.
Na época em que elas ocorreram, a idolatria era muito comum e influenciava muitas atividades. Para os gregos e romanos, os deuses eram semelhantes aos humanos, embora mais poderosos. Quando Paulo curou um paralítico em Listra, as pessoas não tiveram dúvidas: aquilo só podia ser obra divina (e era!). Só que direcionaram a adoração a Paulo e Barnabé. Estes logo se apressaram a apontar quem tinha feito o milagre – o Deus verdadeiro. Como autênticos seguidores de Cristo, não permitiram que a glória devida somente a Deus fosse dada a homens. Estavam ali exatamente para levá-los a deixar a idolatria e seguir o único Deus. Porém, as pessoas queriam uma divindade que pudessem ver e tocar.
Logo depois, os mesmos que chamaram Paulo de deus chegaram ao ponto de apedrejá-lo. Foram influenciados e mudaram de opinião. A “voz do povo” pode ser bem volúvel – e Deus não é assim. Ele não muda, por isso podemos confiar nele.
Apenas com estes exemplos – com pouco tempo de intervalo Paulo foi considerado digno de adoração e depois merecedor de morte – já podemos ver o quanto a “voz do povo” é diferente do que Deus quer. Nenhuma das duas situações agradava a Deus! Ainda bem que Paulo e Barnabé mantiveram sua integridade e não se deixaram levar pela pressão popular!
Muitas vezes, seguir a maioria é um grande erro. Pessoas são falhas e podem mudar de opinião no instante seguinte. Já Deus é perfeito, sabe de todas as coisas e não muda. Somente a ele devemos seguir! – VWR

A quem você dá atenção?

Reflexão

Destruição

Leitura Bíblica: Oseias 4.1-6
Meu povo foi destruído por falta de conhecimento (Os 4.6).

Quando adolescente, eu sentia raiva quando via os noticiários. Diante da injustiça, da humilhação, da violência, meu sentimento de justiça me levava a desejos de vingança. Ao perceber que algo não estava correto e ao mesmo tempo sentir que era impotente, me ocorria o pensamento de que poderia mudar tudo por meio da força. Com o tempo vi que esta solução era ineficaz contra a maldade que há no mundo. Por outro lado, ao conviver com a violência, acostumei-me a ela, tanto que por vezes não senti que aquilo era uma afronta à vontade de Deus.
Quando não identificamos um pecado como algo que desde seu fundamento ataca e agride a honra de Deus, então nos acostumamos a ele de modo que não mais nos incomodamos. Ao ver a injustiça como corriqueira, não acusamos mais. Quando a maldade se torna comum, passamos a saboreá-la diante da televisão como uma simples “notícia”. Péssima notícia! Urge quem diga que isto está errado. Um exemplo: para garantir nosso pequeno conforto suportamos a poluição e destruição do ambiente em que vivemos. Estamos sendo destruídos por falta de conhecimento. Achamos que por herdarmos o céu não precisamos comprometer-nos com a Terra.
No texto da leitura de hoje, os sacerdotes foram duramente repreendidos por Deus por desviarem o povo do foco. Alimentavam uma fé que esperava somente a bênção de Deus, mas cujo conteúdo era vazio de significado. Acreditavam que por serem religiosos Deus tinha obrigação de zelar por eles, mas esqueceram-se do compromisso que Deus havia firmado com o povo, uma aliança na qual Deus concedia suas bênçãos para o povo que em gratidão lhe obedecesse.
Não perca de vista suas responsabilidades. Não permita que o pecado considerado “normal” por aí se torne normal também para você. Deixe o conhecimento de Deus e de sua Palavra transformar sua vida. – AS

Só o conhecimento de Deus transforma más notícias em boas por meio de Cristo!

Reflexão

Degradação

Leitura Bíblica: Gênesis 7.17-24
Todos os seres vivos foram exterminados da face da terra; tanto os homens, como os animais grandes, os animais pequenos que se movem rente ao chão e as aves do céu foram exterminados da terra. Só restaram Noé e aqueles que com ele estavam na arca (Gn 7.23).

Toda semana dirijo-me a uma comunidade cristã situada numa região da capital paulista chamada Cracolândia. A maioria dos frequentadores dos programas religiosos vem daquela área degradada, salvo os voluntários e os missionários (alguns deles também envolvidos com drogas no passado). A caminhada que faço para chegar até ao local, por mais que por lá passe com fre­quência, sempre me choca. Não há como se acostumar com a degradação.
O versículo em destaque fala no extermínio de praticamente todos os seres vivos causado pelo dilúvio. Hoje podemos dizer que a droga é um dos fatores que acaba com o ser humano, mas como faz isto aos poucos, é deprimente para quem acompanha o processo. O vício em geral começa com um gole de bebida alcoólica ou um cigarro, apenas para experimentar. Porém, após certo tempo, grande parte destes iniciantes termina naquela multidão. Quando vejo aquele quadro degradante, sempre me lembro do título de um famoso filme: “Assim caminha a humanidade”. Tal situação acaba misturando os homens e os animais num mesmo modo de viver, onde predomina a sujeira, o vício, a podridão, o mau cheiro – um quadro horrível.
O capítulo no qual está o texto que lemos hoje começa com a ordem de Deus a Noé: “Entre na arca”. Hoje, temos também uma chance de deixar a corrupção que nos envolve se entregarmos nossa vida a Cristo. Ele é a nossa “arca”. Não caminhe como a humanidade corrompida para não ter o mesmo fim desta. E, se você já vive com Jesus, siga seu exemplo e demonstre a todos a diferença que ele fez em sua vida! – MJT

Parar de seguir a humanidade corrupta e optar pelo caminho divino é experimentar nova vida com Cristo.

Reflexão

Crises
Leitura Bíblica: 1 Samuel 19.1-11

Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmo (Fp 2.3).

É comum enfrentarmos problemas de relacionamento. O ambiente de trabalho, por exemplo, pode ser complicado. Ainda jovem, trabalhei numa grande empresa. Por ser cristão, um companheiro de trabalho me odiava gratuitamente. Não perdia nenhuma oportunidade que surgisse para me perturbar.
Davi enfrentou essa mesma situação. Por amar a Deus e sua causa, colocou a vida em risco para defender a glória do Senhor e passou a sofrer com os ciúmes de Saul, o rei. Como administramos os nossos sentimentos quando outro é elogiado em vez de nós mesmos? Foi o problema de Saul. Ele não era capaz de dominar o que sentia a cada vez que Davi era elogiado. A inveja fluía com violência de seu interior.
Jônatas, por sua vez, é o personagem em crise na leitura bíblica de hoje. Amava seu pai, obedecia-lhe, mas ao mesmo tempo tinha grande amizade e admiração por Davi. Quando viu que seu pai tentava matar Davi, começou a elaborar planos para ficar com ambos e não conseguiu. Imagine a crise que Jônatas enfrentou quando descobriu a debilidade emocional de seu pai. Nossa derrota diante de nossos sentimentos é uma grande arma para Satanás. Quando vê o terreno preparado, consegue provocar grandes tragédias, como repetidamente vemos nos noticiários.
Mais adiante (1Sm 20.30-31), a crise de Jônatas culmina com uma grande acusação de deslealdade por parte de seu pai. Saul tenta convencer Jônatas de que estava tentando matar Davi para que mais tarde Davi não tirasse o reino de Jônatas. A história inteira de Saul mostra como seu orgulho acabou por levá-lo à ruína – e esse orgulho e o ciúme resultante destruiu o relacionamento com seu filho e ainda criou sérias dificuldades para Davi, que só lhe fizera bem. O remédio para essas nossas crises é o conselho de Paulo aos filipenses no versículo em destaque. A humildade sempre é mais benéfica que a soberba. – MJT

A humildade é um excelente remédio contra o orgulho e o ciúme.

Reflexão

Satisfação

Leitura Bíblica: Salmo 112
Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita (Sl 16.11).

Lembro-me da seguinte afirmação em um cântico: “Satisfação é ter a Cristo. Não há melhor prazer já visto: sou de Jesus e agora eu sinto satisfação sem fim!” É uma grande verdade: ao conhecer Cristo, encontramos a real satisfação. A alegria que Deus nos dá é incomparável. Nosso texto base começa dizendo isso: “Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!” Agostinho narra esta expe­riência em sua vida dizendo: “Como foi maravilhoso eu ficar repentinamente livre daquelas alegrias infrutíferas que antes eu tinha medo de perder!… Tu as expulsaste de mim; tu, que és a verdadeira e a soberana alegria. Tu as expulsaste de mim e ocupaste o lugar delas… Ó Senhor, meu Deus, minha Luz, minha Riqueza, minha Salvação”.
Sim, quando experimentamos a verdadeira alegria no Senhor, Deus abre os nossos olhos e mostra como é miserável o pecado que nos atrai. Passamos a perceber o vazio das muitas paixões e como a busca de prazer fora de Deus é uma constante decepção. O final do Salmo 112 diz: “O desejo dos ímpios se frustrará”. Conviria refletir sinceramente se realmente temos o nosso prazer nos valores eternos da lei do Senhor, se é realmente ali que buscamos nossa satisfação. Será que nosso prazer está em anunciar as obras que Deus tem realizado em nossa vida? Não estaríamos colocando nossa esperança na incerteza das riquezas deste mundo, em vez de nos firmarmos em Deus, que tudo provê ricamente para a nossa satisfação? John Piper faz uma pergunta: “Não estaríamos escravizados aos prazeres deste mundo, de modo que, apesar de toda a nossa conversa sobre a glória de Deus, amamos a televisão, a comida, o sono, o sexo, o dinheiro e o louvor humano tal como outras pessoas os amam?”
Sejamos sóbrios e não troquemos as delícias perpétuas por prazeres efêmeros. – HSG

Que no íntimo do meu coração eu tenha prazer no Senhor.

Reflexão ✔️

O caminho

LEITURA BÍBLICA: Isaías 30.18-22
Este é o caminho; siga-o (Is 30.21b).

Sem dúvida você já deve ter feito alguma viagem, longa ou curta. Pode ser que tenha viajado a cavalo, de carroça, de ônibus, de automóvel, de trem, de navio ou até de avião. Qual é o elemento mais importante numa viagem? Se quisermos chegar ao destino definido, é necessário tomar o rumo certo. Muitas pessoas nunca chegaram ao destino porque se perderam, tomando o caminho errado. Assim, muitos vivem à procura de um caminho para a eternidade feliz, que alguns chamam de “céu” ou “bem-aventurança” e “vida eterna”. Só que, no meio de tantas religiões e crenças, ou mesmo filosofias de vida, cada qual apontando em outra direção, pode-se ficar confuso sobre qual caminho seguir.

Com tantas placas indicativas, é comum concluir que todos os caminhos levam a Deus, contanto que sejamos sinceros. Você também concorda com essa ideia?

Surpreendentemente, no meio de tantas religiões existem até as que adoram Satanás! Será que Satanás poderia indicar o caminho para Deus? Com certeza não: “o Diabo (Satanás), o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar” (1Pe 5.8).

Já o texto de Isaías que você acabou de ler mostra Deus apontando diretamente o caminho, longe de todas as tentativas religiosas humanas. Isto significa que o caminho para a vida eterna não está nas igrejas, nem na sinceridade, nem nas pessoas que ministram nas igrejas e muito menos em filosofias de vida. Caminho para Deus só existe um, e este é Jesus Cristo. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (Jo 14.6), e o apóstolo Pedro disse a respeito de Jesus: “Não há salvação em nenhum outro, pois debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12).

Portanto, não perca tempo tentando encontrar um caminho para Deus fora de Jesus Cristo. Ele é o único! – MM

Reflexão ✔️

Sem Deus no mundo

Leitura Bíblica: Efésios 2.11-22
Naquela época vocês estavam sem Cristo … sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2.12).

No texto de hoje o apóstolo Paulo fala da nova humanidade em Cristo. Não há prêmio de loteria, mesmo acumulado, que se possa comparar à experiência da conversão a Cristo. Ao escrever este texto, Paulo deve ter tido em mente aquela palavra de Jesus: “Que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mt 16.26). Viver sem Cristo, sem Deus, é mesmo viver sem esperança. O fato de grande parte da humanidade viver ainda hoje sem Deus, diz o apóstolo Paulo, é a razão do curso degradante da imoralidade sexual, da impureza e libertinagem, da idolatria e feitiçaria, de ódio, discórdias, ciúmes, inveja, embriaguez, orgias, corrupção e coisas semelhantes. Pelo diagnóstico de Jesus, um coração (ou seja, uma vida) sem Deus está abarrotado de maus pensamentos, de homicídios, adultérios, imoralidades sexuais, roubos, falsos testemunhos, calúnias que tornam a vida impura e desregrada (Mt 15.19). O autor da carta aos Hebreus diz que para as pessoas que persistem em viver a vida sem Deus só resta uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os seus inimigos (Hb 10.27).
Paulo, entretanto, conclui o seu pensamento dizendo que aqueles que se convertem e passam a viver com Deus já não são mais estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular. Já o Salmo 1 diz que o homem com Deus na vida é semelhante a uma árvore plantada à beira de águas correntes – vivo, verdejante e frutífero, enquanto o homem sem Deus é como a palha levado pelo vento – inútil e perdido por aí. – HM

Ter ou não ter Deus na vida: eis a questão.