19 de Julho
Quem, eu?
LEITURA BĂŤBLICA: 1 JoĂŁo 1.5-10. Quem esconde seus pecados nĂŁo prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericĂłrdia (Pv 28. 13).
Revivemos continuamente a atitude do “NĂŁo fui eu!” Foi assim desde os primeiros dias da humanidade: AdĂŁo transferiu a culpa para Eva, e esta para a serpente (Gn 3.12-13). Uma postura oposta a essa foi a de Neemias quando recebeu a notĂcia da situação ruinosa de JerusalĂ©m sem que ele tivesse estado ali. Ele se inclui no rol dos culpados ao dizer: “Sim, eu e o meu povo temos pecado” (Ne 1.6). Neemias queria reconstruir JerusalĂ©m, mas concentra-se no aspecto espiritual: “pecamos”. Assim Ă© com cada um de nĂłs – pecamos, ou seja, desviamo-nos de Deus, e necessitamos da reconstrução da nossa vida espiritual, devolvendo o comando dela a Deus, o que a BĂblia chama de santificação. Sem esta nĂŁo contemplaremos o Senhor, conforme se lĂŞ em Hb 12.14. NĂŁo podemos dizer “nĂŁo fui eu”, isto Ă©, transferir a nossa culpa para terceiros, pois a Palavra de Deus Ă© clara ao dizer: “Todos pecaram … e nĂŁo há ninguĂ©m que faça o bem” (Rm 3.23; Sl 14.3). Jesus, porĂ©m, ora ao Pai pelos cristĂŁos – aqueles que se arrependeram dos pecados e entregaram a vida ao seu governo – dizendo: “NĂŁo rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do maligno” (Jo 17.15). Continuando, ele se refere “aos que me deste” e depois completa: “Minha oração nĂŁo Ă© apenas por eles. Rogo tambĂ©m por aqueles que crerĂŁo em mim por meio da mensagem deles” (v 18). Quando passamos a nĂŁo transferir mais a culpa, a nĂŁo mais dizer “nĂŁo fui eu”, mas confessamos a Cristo as nossas transgressões e as deixamos, tornamo-nos cristĂŁos e começa a nossa reconstrução ou santificação. E Deus Ă© claro quanto a isso no versĂculo destacado acima, bem como no verso 9 da leitura de hoje. Precisamos parar de transferir as nossas culpas (de dizer “nĂŁo fui eu!”) e iniciar a nossa santificação, pois, como já dissemos, sem ela ninguĂ©m verá o Senhor. – ETA
“Cada um de vocĂŞs deve abandonar a mentira e falar a verdade…” (Ef 4.25a)









