Arquivo do mês: setembro 2015

📖 Palavra de Sabedoria

  

Reflexão 📖

15 de Setembro
Obediência

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 22.14-18 Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos (Jo 14.15).

O texto que você acabou de ler é a parte final de uma narrativa que destaca a obediência de Abraão. Deus não queria que Abraão sacrificasse seu filho, mesmo que tenha pedido isso. Contudo, ele o pôs à prova para ver até onde iria sua obediência. Abraão passou no teste e foi elogiado: “Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho” (Gn 22.12). Também recebeu uma promessa: “Todos os povos da terra serão abençoados, porque você me obedeceu” (v 18).

E se Deus nos provasse? Estaríamos dispostos a obedecer em todas as situações? Esta atitude é uma prova de amor, uma vez que ele nos ama incondicionalmente. Deus não pede que sacrifiquemos nossos filhos, mas deseja que andemos em seu caminho. Quer que abandonemos nossa maneira errada de viver para desfrutarmos uma nova vida na qual ele ocupe o primeiro lugar, agora e na eternidade. Deseja que amemos o nosso próximo como a nós mesmos, sendo ele nosso amigo ou inimigo. No entanto, devemos reconhecer que não é possível viver em obediência a Deus baseados em nossa própria capacidade e força, mas somente com a ajuda divina, por sua graça. Assim como Abraão foi obediente, nós também podemos ser. Contudo, isto só acontecerá se a vontade de Deus for a mais importante para nós.

Temos em Jesus o maior de todos os exemplos do que significa obedecer. Diante da proximidade de sua morte, ele foi orar num lugar chamado Getsêmani, dizendo: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres” (Mt 26.39b).

Obedeça ao Senhor, mesmo que isso exija de você algum sacrifício. Afinal, o maior de todos, Deus já fez em seu favor! Além disso, Jesus deixou esse exemplo para que você ande em seu caminho e receba todas as boas dádivas que Deus lhe preparou. – MP 

Nossa obediência demonstra o quanto amamos a Deus.

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Reflexão 📖

14 de Setembro
Momentos preciosos

LEITURA BÍBLICA: Salmo 119.49-56 Este é o meu consolo no meu sofrimento: a tua promessa dá-me vida (Sl 119.50).

Nossa vida é cheia de altos e baixos; quem nos dera se conseguíssemos ser equilibrados todo o tempo, em todos os sentidos. Todavia, para as pessoas que confiam em Jesus, que se arrependem da sua vida sem Deus e pedem perdão por isso, passando a praticar seus ensinamentos, as crises da vida tomam um sentido não de derrota, mas apenas de barreiras a serem vencidas com a ajuda de Deus e para a sua glória.

Certa vez, um casal de namorados cristãos que obedeciam a Deus marcou a data do casamento; porém, no dia previsto, a noiva tinha acabado de sair do hospital com uma enfermidade que a impedia de se casar naquela data. O casal havia se preservado para o casamento. Os convidados e a festa já estavam prontos, mas houve uma interrupção do sonho de uma vida: poder casar-se com a pessoa amada. Era uma enfermidade passageira, mas a dor de cancelar tudo era sem dúvida grande e perturbadora. Em oração, os noivos aguardaram de Deus a solução e orientação do que fazer a partir daí. Ao ler a Bíblia em casa, o noivo recebeu de Deus o mesmo verso que a noiva encontrou na cama do hospital (Sl 119.50). Quando se encontraram e compartilharam o que Deus lhes havia dito durante aqueles momentos de frustração, animaram-se por Deus confortá-los com o mesmo verso. O casamento aconteceu um mês depois e os momentos preciosos da cerimônia foram de profundo significado para o casal e para todos os que compartilharam da experiência.

Não importa o tipo de sofrimento. É claro que, para uma noiva que precisa adiar o casamento, ele é grande. Mas a Bíblia nos diz especialmente para essas situações de sofrimento que a promessa de Deus nos oferece consolo. – ACS/VS 

Jesus quer fazer de nossas crises momentos preciosos de transformar o mal em bem.

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13 de Setembro
Herança

LEITURA BÍBLICA: Números 26.51-56 A herança que se obtém com ganância no princípio, no final não será abençoada (Pv 20.21).

No texto que você acabou de ler, Moisés recebeu instruções de Deus sobre como o território de Canaã deveria ser dividido entre as tribos de Israel quando fosse conquistado. A terra lhes seria dada como herança – e foi (os capítulos 13 a 21 de Josué explicam como se deu esta divisão).

Partilha, testamento, inventário, propriedade privada, território, limite, advogado, testemunha, medidas (e, muitas vezes, intrigas)… Todas estas palavras fazem sentido quando o assunto é a divisão de propriedades entre as pessoas, sejam elas parentes ou não. Todos têm seus direitos e os reivindicam com veemência – com ou sem razão, de modo justo ou injusto. Quantos casos já ouvimos sobre situações de partilha que tristemente acabam em tragédia ou causam brigas sem fim?

No versículo em destaque, a Bíblia nos faz um alerta. Deus sabe o que é melhor para nós! Além disso, há algumas diretrizes legais para ajudar as pessoas que precisam fazer partilhas de bens a resolver questões de posse. Tais pessoas poderiam pensar na união da família ou no fortalecimento dos relacionamentos e na divisão apenas da herança. Mas muitas vezes o que acontece na realidade é que cada um quer ter mais, mesmo que isto custe a separação entre as pessoas. Surge então a pergunta: vale a pena dividir famílias, grupos ou mesmo nações por falta de consenso sobre as posses?

Como seria bom se os valores e princípios cristãos prevalecessem acima de questões financeiras e políticas!

As pessoas seriam muito mais felizes se os bens materiais não fossem tão importantes para elas. Quantos problemas e brigas seriam evitados! Que possamos manter o foco nas coisas que realmente fazem diferença em nossa vida, como o amor, a união e o perdão. A paz e a felicidade não são resultado da abundância de bens materiais – então por que brigar tanto por eles? – ACS/VS 

Nenhuma herança é mais valiosa do que a união e a manutenção de bons relacionamentos!

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Reflexão 📖

12 de Setembro
Orem

LEITURA BÍBLICA: Marcos 13.26-37 “Por que estão dormindo?”, perguntou-lhes. “Levantem-se e orem para que vocês não caiam em tentação!”(Lc 22.46)

Uma das frases mais bonitas que conheço a respeito da oração diz: “A razão pela qual oramos é que simplesmente não conseguimos evitá-la” (William James). Deus está ao nosso lado o tempo todo. Ele fala conosco e nós podemos falar com ele todo o tempo. Esta é uma oração que não para. Mesmo assim, é possível, por causa das muitas distrações do dia, deixar de lado a oração em favor de coisas que supomos ser mais importantes. Podemos limitar a oração a poucos assuntos, deixando de experimentar o melhor que ela pode nos dar. Mas qual seria a mais importante oração a fazer? A Bíblia diz que devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16). Em vez de só pensar em nós mesmos, precisamos lembrar que podemos ajudar os outros intercedendo por eles. E não só pelos amigos, mas também por aqueles que nos caluniam e nos perseguem. A Bíblia nos diz para amar nossos inimigos, por isso devemos orar também por eles (Mt 5.44). Precisamos também orar pela nossa cidade, pelo país, pelo mundo, pedindo a direção de Deus, paz e prosperidade (Jr 29.7). Devemos orar por aqueles que estão em guerra, por aqueles que passam fome, pelas pessoas que sofrem violência.

Também temos de orar por nós mesmos. Não tanto pelas nossas necessidades, mas principalmente para não cairmos em tentação e para que Deus nos livre do mal. Nossa oração deve ser sempre para que Deus nos dê corações puros e sabedoria nas decisões. Mas o principal motivo para orar é porque não sabemos quando será o tempo do fim. Não sabemos quanto tempo temos de vida, nem quando Jesus voltará. A oração nos prepara para este dia ajudando-nos a aguardá-lo com sobriedade. Devemos ficar atentos, vigiando sempre em oração para que este dia não nos surpreenda, encontrando-nos despreparados. Portanto ore, ore sem cessar, continuamente agradecendo a Deus e pedindo por sua presença abençoadora. – HSG 

Ao falar com Deus, podemos ter certeza absoluta de que ele está ouvindo o que dizemos!

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Reflexão 📖

11 de Setembro
Jesus curandeiro?

LEITURA BÍBLICA: Marcos 1.40-45 [Nos últimos dias] aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão sinais e maravilhas (Mc 13.22a).

No texto de hoje, Marcos registra a cura de um leproso. Alguns detalhes nesta história e no seu contexto nos chamam a atenção quanto à intenção de Jesus com os milagres que realizava:

1. Ele não buscava fama ou prestígio popular. Aos demônios ordenou que se calassem (Mc 1.24- 25,34), ao leproso advertiu que não dissesse nada a ninguém (v 44) e, para evitar a todo custo a publicidade, permanecia fora das cidades, em lugares solitários (v 45).

2. Jesus não era um curandeiro. Sua missão incluía pregar (Mc 1.38), restaurar espiritual, emocional e socialmente (Lc 4.18-21).

3. Ele nunca marcou um horário, dia ou local fixo para agir, mas pregava, expelia demônios e curava em meio às suas andanças (Mc 1.39-40).

4. O leproso não exigiu a cura, mas, de joelhos, clamou: “Se quiseres, podes purificar-me!” E, compadecido, Jesus o curou (v 40-41).

Alguns cristãos recebem o dom de curar (1Co 12.9b), mas há também aqueles que se intitulam profetas com poder de curar em nome de Jesus. Para saber se servem a Deus ou não, podemos fazer um teste: identificar quem recebe a glória após a realização do milagre. Se Deus não receber todo crédito por uma cura, não devemos acreditar em tais pessoas. Elas querem nos confrontar e questionar, mas na verdade são falsos cristos e falsos profetas (veja o versículo em destaque). Jesus advertiu os seus discípulos de que este tipo de prática seria um sinal do fim dos tempos.

Quando estivermos doentes, devemos seguir o exemplo do leproso: clamar com humildade diretamente àquele que tem poder de curar ou de consolar, conforme sua livre vontade: Jesus Cristo, o Filho de Deus. E, se alguma dúvida ainda nos resta quanto a esta questão, que na Palavra de Deus alcancemos resposta. – ALS 

Deus é quem cura – e, se desejar, usa seus servos para isso.