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Seção CRESCIMENTO

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📖 Palavra de Sabedoria
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Arquivo do mês: março 2016
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31 de março
Título – Misericórdia
Leitura Bíblica: Salmo 123. Todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta (Lc 11.10).
O medo é uma das nossas experiências mais comuns. Ele destrói relacionamentos, cria dificuldades, aumenta doenças e produz ansiedades. Temos medo de que nossos filhos se desviem, de perder o trabalho, de que os negócios não deem certo. Ficamos incertos a respeito do futuro porque no momento passamos por um tempo de medo. A quem podemos levantar os olhos e pedir misericórdia? De que tipo de Deus precisamos quando estamos com medo? O salmista, que, como muitos, tinha medo, oferece-nos a resposta adequada. É ao Deus que está entronizado nos céus que devemos pedir misericórdia. Ele é o Pastor que ajuda, que está presente em toda e qualquer circunstância, que se relaciona com as pessoas, que entende o medo de todos nós. Por nós mesmos é impossível resolver situações que nos assustam. Deus, o Senhor, que existia antes de tudo o mais, é a nossa salvação. Talvez o escritor deste salmo tenha sido Davi, que escreveu o tão querido salmo 23, onde ele diz que o Senhor é o seu Pastor. Ele estava com medo, fugindo de seu filho Absalão, que havia usurpado seu reino. Subia chorando pelas encostas do Monte das Oliveiras. Naquela ocasião ele escolheu pensar em seu Deus, que conhece todas as pessoas do mundo: “A ti, ó Senhor, levanto os meus olhos, a ti, que pode compadecer-se de mim, me ajudar, confortar e livrar do medo que quer tomar conta da minha vida”. Fiquemos com os nossos olhos fitos nele até que ele tenha misericórdia de nós. Mas é necessário sermos fiéis como Davi e ter a coragem de dedicar a direção de nossa vida a ele. Então estenderemos nossas mãos para receber dele a sua misericórdia. É nessa posição de dedicação total, de fidelidade, que ele se compadecerá de nós. – JG
Quando Deus está presente em nós, o medo é dissipado.
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30 de março
Título – Incredulidade
Leitura Bíblica: 2 Reis 6.8-23. Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos (Sl 139.1-2).
Ainda que para muitas pessoas isso seja algo estranho de imaginar, os cristãos sabem que Deus vê tudo (Pv 15.3). O episódio narrado no texto de hoje mostra que o Senhor conhecia os planos dos sírios e por meio de Eliseu salvava o povo de Israel dos ataques do exército inimigo. Ben-Hadade, rei da Síria, chegou ao ponto de pensar que havia um traidor em seu grupo que levava a mensagem para os israelitas. Ao mesmo tempo em que a história destaca a soberania do Deus que tudo vê, também mostra o que ocorre com o incrédulo: ele não consegue enxergar o agir do Senhor, mesmo que outros o informem sobre isso. O rei da Síria estava tão cego que não foi capaz de perceber algo que seus subordinados observaram e lhe comunicaram: a ação de Deus por meio de Eliseu. Um deles afirmou que o profeta sabia até mesmo o que ele dizia quando estava em seu quarto – ou seja, não adiantava fazer reuniões secretas. Então, a solução era prender Eliseu. Lendo o restante da história, aprendemos que quando cremos em Deus não precisamos temer o perigo, pois o Senhor já conhece a situação e agirá em benefício dos que nele confiam.
Como são suas atitudes diante deste Deus que tudo vê? Você consegue confiar e descansar em seus braços? Mesmo que o povo de Israel não agisse de forma digna para merecer os cuidados divinos, eles eram protegidos pelo Deus misericordioso. Assim também acontece conosco em muitos momentos. Diante da incredulidade de muitos que dizem crer, ele continua sendo fiel, estendendo sua mão libertadora. Não tente esconder do Senhor aquilo que está em sua mente, pois é impossível – ele já sabe o que é (veja Sl 94.11). Busque o Senhor e peça que ele aumente a sua fé! – MZK
Não há como surpreender Deus!
Reflexão 📖
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29 de março
Título – Críticas? Obrigado!
Leitura Bíblica: Provérbios 15.31-33 Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se (Tg 1.19b).
Será que o título acima não deveria dizer “Críticas? Não, obrigado!”? Seria nossa reação usual. É normal não gostar de críticas. Ou elas intimidam, quando vêm com autoridade, ou parecem intromissão, ou ainda estupidez. Seja como for, incomodam. Por isso, nossa primeira reação a elas costuma ser de defesa. “Veja bem”, dizemos (ou seja: você não enxergou, não sabe nada) e então acrescentamos: “É o seguinte:” – e passamos a explicar por que, afinal das contas, nós é que temos razão. Isso quando não largamos simplesmente um cala-boca ou algo pior; ou, se não pudermos fazer isso, resmungamos qualquer coisa incompreensível, mas similar.
No entanto, o que eu quis dizer no título foi: “Críticas? Ótimo, obrigado!” Será que sou daquele tipo que gosta de apanhar, ou talvez hipócrita – querendo parecer mais nobre do que sou? Sinceramente, não – e agora sou eu que preciso explicar:
Receber críticas pode ser um choque porque mostra que nem todos enxergam o mundo como nós – às vezes (incrível!) até o enxergam melhor. E mesmo quando nos criticam sem razão teremos um alerta para dificuldades no que fazemos, o que nos protege de surpresas ruins. Por isso a leitura bíblica de hoje oferece entendimento a quem escuta a repreensão. Olhe aí a chance de sair ganhando!
Portanto, permita-me uma sugestão: quando vierem críticas, não se defenda: ouça e avalie – se a crítica foi válida, você aprendeu algo que poderá aproveitar depois; se não foi, ganhará firmeza – embora talvez algum ajuste de estilo seja útil. E, a propósito, raramente a razão está apenas em um lado e o erro só do outro – geralmente a verdade está lá pelo meio. Assim, a crítica pode não resolver a questão, mas certamente servirá como ponto de partida para a busca de uma solução. Vale a pena aproveitar. – RK
Ouvir e avaliar sempre ajuda; já falar com pressa é… crítico.
Reflexão 📖
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28 de março
Título – Modelo
Leitura Bíblica: 1 Tessalonicenses 1.2-9. Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo (1Co 11.1).
Vivemos numa época em que as pessoas dão cada vez mais valor à aparência. A imagem é tudo. É talvez por isso que todos procuramos de uma forma ou de outra algum modelo. Alguém no qual possamos espelhar-nos para seguir o seu exemplo em vários aspectos. Um modelo que seja uma referência, alguém que queremos ser ou que tem o que também desejamos. Quem é o seu modelo? Qual é o tipo de pessoa ou personalidade que você considera uma referência? Alguma celebridade do esporte, do cinema ou da música? Ou talvez grandes empresários com seus grandes negócios? Geralmente pessoas famosas e milionárias são as que se tornam referência para milhares de pessoas em qualquer parte do mundo. Mesmo não sendo famosos, quase sempre temos alguém em quem nos espelhamos.
Mas será que Jesus Cristo também é um modelo em quem as pessoas buscam se espelhar? Será que os seus ensinamentos se tornam princípios na vida das pessoas? Creio que para muitos isso seja motivo de riso. Mas quando se fala na vida amorosa, em perdão, paz, esperança e vida eterna, nenhuma das muitas celebridades poderá servir de modelo, pois nenhuma delas sabe como fazer para encontrar tais coisas. Pense nisso: Jesus Cristo é a única referência quando o assunto é perdão de pecados e ressurreição para a vida eterna. No texto de hoje, o apóstolo Paulo escreve que a igreja de Tessalônica se tornou um exemplo, um modelo, uma referência de fé cristã para as outras igrejas da região. Isso porque seus integrantes consideraram o evangelho, os ensinamentos de Jesus Cristo, o modelo a ser seguido. Em outras palavras, Jesus Cristo foi a referência na vida daquela comunidade.
Quem tem sido o meu modelo ou a minha referência de vida? Uma boa forma de responder a esta pergunta é fazer uma outra: será que a minha vida pode ser considerada um modelo, referência ou exemplo de vida cristã para outras pessoas seguirem? – DS
Bom modelo é quem reflete a pessoa de Jesus Cristo.
Reflexão 📖
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27 de março
Título – Felicidade
Leitura Bíblica: Mateus 5.1-12. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus (Mt 5.12a).
Podemos dizer que a felicidade se apoia em três sólidas bases:
1. O perdão. Este consiste na capacidade suprema de superar a agressão. Precisamos aprender que o maior beneficiado com esta atitude é o próprio perdoador. O perdão liberta, cura, restaura relacionamentos e é o maior coadjuvante na superação de traumas. Não é fácil agir assim, mas com o passar do tempo, quando decidimos perdoar, o resultado é uma grande satisfação, a qual não queremos trocar pelos sentimentos que nos trazem tanta dor.
2. A satisfação. “Melhor é contentar-se com o que os olhos veem do que sonhar com o que se deseja” (Ec 6.9a). O insatisfeito tende a resmungar em vez de agradecer. Percebe com clareza o que lhe falta, mas com dificuldade vê o que já possui. A pessoa satisfeita é mais resignada e humilde, aceita com maturidade aquilo que foge ao seu controle e também luta com tranquilidade, pois sabe adaptar-se às variadas situações da vida. Não vive cobrando aquilo que seu desejo egoísta gostaria de receber, mas vive bem com o que possui e com o que é. O satisfeito permanece feliz mesmo passando alguma privação, enquanto o descontente está sempre vazio, ainda que se abasteça do mundo inteiro.
3. A esperança. Note que as beatitudes proferidas por Jesus no texto que lemos hoje não mencionam os ricos, alegres, bravos ou fartos no presente tempo, mas os pobres em espírito, aqueles que choram, os humildes e mansos, pois, a despeito de seu sofrimento, a esperança não permite que se desvaneça a expectativa de sua felicidade vindoura.
Para experimentar a verdadeira felicidade é preciso, em primeiro lugar, entregar a vida a Cristo. Com a ajuda dele podemos buscar aplicar em nosso dia a dia as características descritas por ele como bem-aventuranças. Como resultado, aprenderemos a perdoar e a ser satisfeitos, devido à esperança dada por Jesus. – LFS
Não há como ser realmente feliz longe do Senhor.









