Arquivo do mês: julho 2016

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31 de julho

Título – Aliança

Leitura Bíblica: Gênesis 31.22-36.  Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças (Gn 31.24).

Jacó ou Israel foi o patriarca do povo que Deus escolheu para se revelar à humanidade. Viveu 20 anos com Labão, casando-se com as duas filhas deste – Lia e sua predileta, Raquel. Depois Deus o mandou voltar ao seu antigo lar, longe dali. Foi sem avisar Labão, com quem tinha conflitos. Neste ponto começa a leitura bíblica de hoje.

É confortante ver o cuidado de Deus com sua gente! Ele havia feito uma aliança com Abraão. Esta valia também para seu neto Jacó e sua família. Naquele tempo, as tribos da região viviam ameaçando umas às outras e, com medo, inventavam seus próprios deuses. Cada chefe de família montava seu altar doméstico e era uma espécie de sacerdote ali.

Raquel não deve ter entendido a aliança de Deus com Abraão. Ignorando o poder que esta oferecia, furtou os deuses de seu pai tentando garantir sua segurança na viagem ao desconhecido. Se ela soubesse o que Deus dissera a Labão, jamais agiria assim! Confiou mais em seus próprios artefatos do que nas promessas de Deus, tal como é usual também hoje. Jacó e Raquel passaram um enorme risco por causa dessa atitude dela: ele garantiu que o portador daqueles deuses não ficaria vivo. Já imaginaram se Labão os encontrasse com Raquel?

Labão, porém, recebera duas ordens de Deus: não induzir Jacó ao erro (pois este poderia ser seduzido por promessas a desobedecer à ordem de Deus para voltar à terra de seu pai Abraão) e também preservar a vida física de Jacó. Deus também levou em conta a hipocrisia de Labão, expressa nos versos 27 e 28. Quanta providência da parte de Deus para manter seu povo seguro dentro dos padrões que determinou para ele!

Raquel era herdeira da aliança com Abraão e não se deu conta daquilo, enquanto a nós Deus oferece sua aliança por meio de Jesus Cristo. Nela suas promessas e seu cuidado valem também para nós. Por isso não precisamos de expedientes tortos como o de que Raquel lançou mão. – MJT

Quem vive com Deus e sob seu cuidado não precisa de espertezas tortas.

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30 de julho

Título – Distante

Leitura Bíblica: Salmo 22.14-23.    Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne (Gl 5.16).

Uma história conta que um garoto perguntou ao seu pai qual seria tamanho de Deus. Então, ao olhar para o céu, o pai avistou um avião e perguntou ao filho: “Que tamanho tem aquele avião?” O menino disse: “Pequeno, quase não dá para ver”. Então o pai o levou a um aeroporto e ao chegar próximo de um avião perguntou: “E agora, qual o tamanho deste?” O menino respondeu: “Nossa, pai, este é enorme!” O pai então disse: “Assim é Deus. O tamanho vai depender a que distância você estiver dele. Quanto mais perto você estiver, maior ele será na sua vida.” A que distância você está de Deus neste momento? É interessante que às vezes estamos distantes de Deus e não percebemos. Isso porque nos distraímos com outras companhias. No lugar de ler a Bíblia, seguimos ideologias diversas. No lugar de buscar amizades com pessoas que amam a Deus, andamos com aqueles que não se importam com Deus.

O maior problema é que, quando isso acontece, nos aproximamos do pecado e não percebemos quando fazemos coisas erradas. Também já não nos importamos mais em cometer pecados que achamos necessários. Fazemos o que nos parece bom mesmo sabendo que está errado. Assim, cada vez mais nossa sensibilidade e nosso amor vão desaparecendo e Deus vai sumindo nas nuvens, mas não nos importamos, pois nossa visão só vê o que está aqui na terra.

Mas chega uma hora em que percebemos estar distantes de Deus. Sentimo-nos como o salmista da nossa leitura bíblica, que afirma já não ter mais forças: todo seu vigor desapareceu, derreteu como gelo no calor. Nesta hora ele pede que Deus não se afaste dele. Reconhece que precisa de Deus para vencer tão grande batalha na vida. Ele diz: “Ó Senhor, vem depressa me socorrer, salva-me, livra-me”. Certo do livramento, compromete-se a contar em agradecimento o que Deus fez por ele e a adorá-lo de coração. – HSG

Deus não está distante, nós é que nos afastamos dele.

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29 de julho

Título – Amor

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 13.13.          Se vivemos no Espírito, andemos também pelo Espírito (Gl 5.25).

Fala-se muito de amor, mas pouco se pratica dele. O amor verdadeiro é parte do fruto do Espírito Santo e encontra-se numa lista de 9 características do fruto do Espírito em Gálatas 5.22.

Jesus diz que o amor a Deus e o amor ao próximo são os principais mandamentos e deles depende toda a lei e os profetas (Mateus 22.38). Em Mateus 7.20 Jesus diz que pelos nossos frutos seremos conhecidos. Além deste fruto principal, o Senhor diz em João 15.8 que para glorificar o Pai e tornar-nos discípulos dele precisamos dar muito fruto. Todos estes textos não deixam dúvidas de que produzir o fruto do amor e os outros da relação de Gálatas 5.22 é necessário para apresentarmos ao mundo nossa identidade como cristãos, confirmar o que ensinamos e glorificar o Pai. Um bom discípulo de Cristo ama.

O amor ao Pai é aquele acima de qualquer outra preferência. Amor ao próximo é o amor caridade, que oferece sempre, sem esperar retribuição. Ambos são difíceis para nós, pois o amor ao Pai celestial é um tanto abstrato e há outras oportunidades concretas e presentes de amar, como por exemplo o amor a um filho ou ao cônjuge. Fazemos sacrifícios e inventamos muitas atitudes para demonstrar a estes o nosso amor. Amar a Deus, que nunca vimos, dependerá totalmente de nossa fé e do reconhecimento do seu amor por nós. Será, portanto, um amor de retribuição pela bondade que Deus nos concede continuamente.

O amor ao próximo também enfrenta dificuldades: há os inimigos, os antipáticos, os feios, os aproveitadores e tantos outros que normalmente não conseguimos amar. Jesus, porém, sofreu, cuspiram nele, foi vítima de calúnias e seus próprios amigos o abandonaram. Amou-os assim mesmo? Sim! Ele foi capaz e nós como seus discípulos podemos aprender dele. Procuremos aperfeiçoar-nos nessa prática, tanto em relação ao Pai celestial como também em relação ao próximo. – WK

O amor de Deus nos habilita a beneficiar os outros sem retorno e a ter alegria nisso.

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28 de julho

Título – Errei: e agora?

Leitura Bíblica: Levítico 4.1-12    Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade (Hb 4.16).

“Mas eu tinha certeza de que era ali que deveria entrar”, lamenta o motorista depois de rodar por meia hora e então descobrir que, definitivamente, não era aquela a estrada que o levaria ao destino. Enganou-se. E então? Ele é culpado e merece punição por aquilo? Não – ele não quis errar. Mas errou e, culpado ou não, terá de pagar pelo erro. Neste caso, o preço é baixo: uma hora perdida (meia para ir e meia para voltar) e combustível desperdiçado. Todavia, sabemos que existem enganos bem mais sérios, que no pior caso podem custar a própria vida. O erro mais grave desse tipo – e provavelmente o mais frequente – é tomar decisões e atitudes sem levar em conta o que Deus estabeleceu para nós – e sem perceber. A Bíblia chama isso de pecado e diz também que é mortal (Rm 6.23). É como errar a estrada e, não importa se de propósito ou sem querer, despencar num abismo. No capítulo da leitura bíblica de hoje, Deus instrui seu povo, Israel, sobre o que fazer num caso desses. É claro que o sacrifício de animais a ser oferecido não consertava o erro, mas era para eles um sinal de que alguém sempre teria de pagar por ele: não se pode simplesmente fazer de conta que nada aconteceu. Diante daquele ato como gesto de reconhecimento do pecado, então, o próprio Deus pagava a conta, concedendo seu perdão. Para nós hoje vale algo muito mais eficaz: o versículo em destaque é o resultado da mensagem de que o preço dos nossos pecados – tanto as maldades como os enganos – foi definitivamente pago por Jesus na cruz, de modo que podemos contar com o perdão de Deus simplesmente ao reconhecer nosso erro e confiar nessa oferta divina. A única condição é reconhecê-lo sinceramente (arrepender-se) e pedir o perdão a Deus. – RK

Com erros não se brinca – e como é bom ter solução para eles!

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27 de julho

Título – Reconhecimento

Leitura Bíblica: Gênesis 40.1-23.         O Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição (Sl 1.6).

A vida de José apresenta momentos de tensão e expectativa. Ele agia de forma correta e mesmo assim sofreu com atitudes de pessoas que conviviam com ele. Por meio de sua vida compreendemos que Deus se manifesta de várias maneiras na história. O texto mostra Deus fazendo uso de algo que talvez não seja comum para a maioria: a revelação por sonhos. 

Naquele momento da história, Deus ainda não havia revelado muito de si à humanidade e, por isso, estas formas de manifestação eram necessárias. Ela foi importante porque mostrou que Deus não se esquecera de José. Talvez ao ler sobre José você note que muitos o esqueceram, como seus irmãos e até o copeiro a quem ele interpretou o sonho. Quem sabe você pense que o próprio Deus tenha esquecido José! Mas não foi assim: o texto em momento algum deixa margem para pensarmos desta forma e não dá a entender que José possa ter pensado isso. Sem dúvida José passou por momentos que o fizeram refletir sobre a situação que enfrentava. Entretanto, em tais momentos ele não acusou seus malfeitores e não pensou que Deus o tivesse esquecido. Com José aprendemos que é preciso ter paciência, pois Deus age e dá o devido reconhecimento na hora certa.

Entendemos que, embora nem sempre saibamos como Deus cumprirá o que diz, a realização é precisa, pois Deus é fiel em suas promessas. José esperou anos e então Deus usou os sonhos de seus companheiros para torná-lo livre e reconhecido. Os homens o reconheceram porque primeiro ele foi reconhecido diante de Deus como homem digno e justo. Foi por isso que sua história ficou registrada e o mundo cristão até hoje o admira. – MZK

“Ele é como árvore plantada à beira de águas correntes: dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham” (Sl 1.3).

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📖 Palavra de Sabedoria

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