Arquivo do mĂŞs: fevereiro 2017

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ReflexĂŁo đź“–

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2 de fevereiro

TĂ­tulo – Crianças

Texto – Mateus 19.13-15.    O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram, nĂŁo os esconderemos dos nossos filhos… (Sl 78.3,4a). 

Nossos filhos são abençoados quando contamos a eles histórias da ação de Deus na salvação dos homens. Os pais têm a tarefa de educar seus filhos e de ensiná-los a amar a Deus e a serem cristãos. Talvez os discípulos de Jesus achassem que as crianças não precisavam ir a Jesus, como alguns pais às vezes consideram. Jesus ficou indignado com seus discípulos, suspendeu a discussão sobre o divórcio e pediu que deixassem as crianças ir a ele.

Os discípulos estavam em uma conversa profunda e teológica. Era assunto de “adulto” e pensavam que naquela hora Jesus não deveria ser incomodado por crianças, que para eles eram inferiores e – ao menos ali e então – não mereciam estar com o Mestre. Algumas vezes encontramos por aí líderes religiosos e pais de crianças que pensam como os discípulos: que as crianças são pequenas demais para merecer a atenção e o amor de Jesus. Mas Jesus mostrou que não: os adultos deveriam deixar as crianças ir até ele.

As mães estavam ali procurando Jesus para abençoar seus filhos. Talvez alguns no colo, outros engatinhando. Aquelas pessoas adultas, sim, agiram certo em levar as crianças a Jesus. São pessoas exemplares. As mães levaram suas crianças ao lugar certo, no momento certo! Se esperassem as crianças se tornarem adultas para levá-las a Jesus, talvez fosse tarde demais. Levar as crianças à igreja desde cedo é permitir que tenham um encontro com Jesus. Ler a Bíblia para os filhos, orar com eles, testemunhar do que Deus já fez na vida da família, investir para que a criança cresça espiritualmente é encaminhá-los a Jesus.

As crianças dependem dos pais e de líderes. Se não forem levadas a Jesus, provavelmente não irão por si próprias. – ACS

Deixar as crianças ir a Jesus é abençoá-las!

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đź“– Palavra de Sabedoria

📖 Palavra de Sabedoria​​

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ReflexĂŁo đź“–

ReflexĂŁo đź“–

1 de fevereiro

TĂ­tulo – A realidade do pecado

Texto – Romanos 5.6-12.   Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocĂŞs, anda ao redor como leĂŁo, rugindo e procurando quem possa devorar (1Pe 5.8).

Nossa rebeldia contra Deus, que a Bíblia chama de pecado, é uma tremenda realidade na vida. Na Bíblia ele é tratado como se fosse uma individualidade traiçoeira que exerce um poder mágico. Veja esta história:
Um casal, já idoso, convidou seus dois filhos com suas famílias para um almoço num restaurante.O garçom trouxe o cardápio e foi feito o pedido. Mas não houve unanimidade na escolha dos pratos. Com isso, um dos filhos tornou-se agressivo e acabou acusando o pai, pois segundo ele o pai sempre apoiava o outro filho. Isto turvou o ambiente. Os diversos pratos foram servidos. A comida, embora apetitosa, não foi suficiente para abrandar a irritação que fermentou o ambiente. O pai, que sempre fazia a oração de agradecimento, desta vez não orou. O nervosismo era visível em todos. Nem as crianças conversaram. O que era para ser um almoço alegre e de confraternização, tornou-se lúgubre. Cada um foi saindo sem uma despedida alegre. No caminho para casa o pai comentou com a sua esposa: “Este almoço não aconteceu na presença de Deus e sim na companhia de Satanás”. Os dois começaram a examinar suas vidas. “Onde foi que erramos? Como foi que Satanás achou uma brecha para conturbar o ambiente? O que podemos fazer para consertar essa situação?” É a forma certa de abordar tais situações. Tiago 4.10 responde: “Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará”. Também é necessário reconhecer que, mesmo convertidos a Cristo e perdoados, ainda assim é real o que se lê em Salmo 51.5 “Sou pecador desde que nasci.” Por isso vale recordar o que Deus falou a Caim: “Saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo” (Gênesis 4.7). – HM

Se não quisermos ser humildes, o pecado se encarregará de nos humilhar.