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Reflexão 📖

4 de Outubro
Imitar

LEITURA BÍBLICA: Mateus 23.1-7 Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam (Mt 23.3).

Você já se decepcionou com alguém que se diz cristão, mas age como se não fosse? Aquela pessoa que costuma estar sempre na igreja, gosta até de ensinar, mas durante a semana age conforme lhe agrada, buscando ter vantagem em tudo, mesmo que aquilo comprometa a verdade, ou agindo sem qualquer principio nos negócios, nos relacionamentos interpessoais…?

Lendo nosso texto de hoje, podemos observar que essa situação já acontecia nos tempos de Jesus, que adverte seus discípulos e a multidão que o ouvia a não seguir o exemplo proporcionado pelos fariseus e os mestres da lei. Eles ensinavam os princípios dados por Deus e isso era bom e deveria ser seguido, porém não praticavam o que ensinavam. Agiam segundo aquela conhecida máxima “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.” Além disso, sua motivação era errada. Tudo o que faziam era para serem vistos pelos homens. Viviam de aparências, gostavam dos primeiros lugares e de parecerem pessoas importantes.

Infelizmente podemos encontrar muitas pessoas assim em nossas igrejas. Mas o pior de tudo é quando se tornam um tropeço para pessoas novas na fé, aquelas que querem um relacionamento verdadeiro com Cristo, desejam obedecer aos princípios bíblicos e, ao olharem para estes fariseus, se decepcionam a ponto de alguns até abandonarem a fé.

Jesus diz em Mt 18.6 a qualquer que fizer tropeçar um pequenino que crer nele que seria melhor afogar-se, ou seja, é melhor morrer do que ser tropeço para alguém.

Se você for líder em sua igreja e ensina a Palavra, gostaria de perguntar: você pratica o que tem ensinado?

E se você é uma pessoa nova na fé, continue seguindo a Cristo e guie-se somente pela Palavra de Deus, seguindo os bons exemplos e orando pelos maus. – CTK 

Não deixe que sua decepção com algum cristão o impeça de seguir a Cristo.

Reflexão 📖

3 de Outubro
Relacionamentos sadios

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 23.12-20  O rico domina sobre o pobre: quem toma emprestado é escravo de quem empresta (Pv 22.7).

Depois de lamentar a morte de sua amada esposa, Abraão foi em busca de providências para seu enterro. Embora rico, Abraão não tinha lugar para enterrar seus mortos, pois ele ainda vivia como nômade em terra estranha. É um belo ato de respeito reverenciar a memória de seus entes queridos mortos, e Abraão buscou um meio digno de resolver esse problema. Graças ao bom relacionamento que o patriarca havia mantido com os donos da terra onde peregrinava e o respeito que lhe tinham por sua dedicação ao Deus vivo (veja o versículo 6 do capítulo da leitura de hoje), a questão foi resolvida pacificamente.

Abraão rejeitou a oferta gratuita da terra para a sepultura de Sara. No futuro, os hititas, por terem-na concedido de graça, poderiam julgar-se com direitos a uma terra que lhe seria preciosa por razões emocionais e afetivas. Então, educadamente, insistiu em pagar o preço. Preço e amor andam juntos.

O local é descrito como um lugar bonito. Nem poderia deixar de ser. A beleza do lugar combinava com a beleza de sua esposa. Sua beleza é sempre lembrada com destaque.

Uma das preciosas lições que Abraão nos dá, rejeitando a oferta de gratuidade, é que, quanto maior nossa comunhão com Deus, menos precisamos dos homens. O bom relacionamento com o próximo é consequência de um bom relacionamento com Deus. Quando Abraão visitasse o lugar, desejava relembrar a esposa, não os favores devidos a um homem. Aquele seria o lugar de homenagem exclusiva à sua esposa. É um gesto de carinho que merece consideração em dias tão individualistas como os de hoje. O melhor lugar de guardarmos nossos parentes, família, amigos e vizinhos, é no coração. O coração do homem – dizia um filósofo – é o lugar da sua verdade. – MJT 

Transforme seu coração no lugar em que outros possam habitar.

Reflexão 📖

2 de Outubro
Você ora?

LEITURA BÍBLICA: Romanos 8.14-16 Porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: “Aba, Pai!”(Gl 4.6)

Quando falo em orar, penso em orar de fato, em espírito e verdade, como dizia Jesus. Existem orações ou rezas simplesmente decoradas. Não são essas a que me refiro. Quando a oração não passa disso, ela não chega a Deus e, portanto, é inútil. Mas como farei para falar com Deus de modo que ele me atenda?

Uma das primeiras orações poderia ser esta: “Pai, mostra-me o teu caminho, quero crer em ti, quero fazer a tua vontade, mas não sei como.” A oração é uma conversa com Deus. Se ele é Pai, e nós os seus filhos, devemos falar com ele como filhos falam aos seus pais. Com confiança e intimidade, com todo o respeito, sabendo que o pai tem coisas boas para dar. Mas não é só pedir. Que tal um filho abraçar o pai e lhe dizer: ”Pai, eu te amo muito!” Será que o pai vai gostar? Certamente. Se você for pai, sabe disso. E você que tem um pai, sabe como falar com ele. Na área espiritual não é diferente, mas há um senão: muitos pensam que são filhos de Deus, mas não são. Filho de Deus é somente aquele que adquire essa condição por meio da fé em Jesus. Ele é o intermediário entre nós e Deus, e sem ele nada conseguiremos (veja João 1.12 e Gálatas l3.26).

Se é assim, torne-se filho de Deus e depois chegue a ele para dizer-lhe (não apenas recitando): “Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade” (Mateus 6.9). Seria um bom princípio de oração.

Todavia, se você ainda não sabe se é filho de Deus ou lhe falta a intimidade, será o caso de orar assim: “Senhor, perdoa os meus pecados e ajuda-me a conhecer-te…!”. A esses Jesus diz: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra e àquele que bate a porta será aberta (Mt 7.7-8). – WK 

A oração é a nossa conversa mais importante.

Reflexão 📖

1° de Outubro
Conhece?

LEITURA BÍBLICA: Salmo 90.10 Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis… (Ec 12.1)

Em minha vida pastoral usei muitas vezes o texto da leitura de hoje em visitas a aniversariantes. Mas hoje, quando eu mesmo inicio a vida na casa dos oitenta anos, confesso que este texto começa a ter outro significado. Isto me faz lembrar o amigo Jó, que no final de seus sofrimentos afirmou: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram” (Jó 42.5). Jó está dizendo que no passado ele conhecia Deus teoricamente, mas que agora ele o conhece pela experiência. Falar sobre setenta anos ou até sobre oitenta é uma coisa. Viver setenta a oitenta anos é outra. O Salmo 90 é da lavra de Moisés. Provavelmente ele escreveu esta oração quando já havia cruzado a casa dos oitenta anos. O que ele diz neste verso não é profecia, mas experiência. Ele veio a falecer aos cento e vinte anos de idade, e dele se diz: “nem os seus olhos e nem o seu vigor tinham-se enfraquecido” (Dt 34.7). Isso não se pode dizer de nossa geração, muito menos de mim.

A primeira frase no Sl 90.10 soa poética. “Os anos de nossa vida chegam a setenta”. Há um embalo nessa afirmação. Quem ultrapassa essa idade pode considerar-se um abençoado. Já a segunda parte do versículo: “ou oitenta para os que têm mais vigor”, adiciona algo que não é tão poético – fala de uma reserva de energia. Nem todas as pessoas têm esse vigor, essa saúde, essa força. Moisés termina o versículo com uma afirmação que desmente o slogan que diz “terceira idade é a melhor idade”. Veja bem o que ele diz: “São anos difíceis e cheios de sofrimento”. Isso seria coisa da “melhor idade?”

Melhor, segundo o que diz Eclesiastes 12.1, é lembrar-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e se aproximem os anos em que você dirá: “Não tenho satisfação neles”. Sugestão: combine essas duas passagens da Bíblia e enriqueça sua vida. – HM 

Experiências com Deus ao longo da vida compensam as debilidades da idade avançada.

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30 de Setembro
União indispensável

LEITURA BÍBLICA: João 15.1-8           Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma (Jo 15.5).

Dizem que a união faz a força. Em certa ocasião, participei de uma dinâmica em que tínhamos de quebrar um palito de sorvete, depois dois e assim por diante. A certa altura, não era possível quebrar os palitos sem a ajuda de todos os participantes. Aprendi então que “juntos somos mais”.

Do início ao fim da vida precisamos de outras pessoas. Duas se uniram para que pudéssemos ser gerados, e após nossa morte vamos precisar da união de quatro ou mais para carregar o nosso caixão.

Gosto muito deste texto sobre a videira e os ramos em João 15. Ele ensina muito sobre a união e o relacionamento com Jesus. O Senhor foi bem claro: sem ele não podemos fazer nada – e como isso é verdadeiro! O texto mostra que, se permanecermos em Cristo e obedecermos às suas palavras, seremos frutíferos (versículo em destaque) e nossas orações serão atendidas (v 7).

Todos precisam estar ligados a Jesus, pois só assim terão vida nova e eterna com ele. Não estamos falando apenas de unir-se a uma denominação cristã ou filiar-se a um departamento da igreja, mas o que se espera é a união real com Jesus. Esta acontece no dia em que entregamos nossa vida nas mãos de Deus, reconhecendo que desagradamos a ele de várias formas e pedindo seu perdão. Assim, o Espírito Santo de Deus passa a habitar no cristão. Também é preciso entender a importância de estar diariamente unido a Cristo, por meio de oração, leitura da Palavra, obediência e relacionamento íntimo com Deus e com os outros cristãos.

Para frutificar e ter uma vida agradável ao Senhor, essa união é indispensável. Os cristãos são aqueles que decidiram aceitar o convite de Jesus e agora estão unidos com ele. Glória a Deus! – CPV

Somente unidos a Jesus teremos vida verdadeira e frutífera.

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29 de Setembro

Louve a Deus!

LEITURA BÍBLICA: Salmo 103.19-22 Louvem o Senhor, todas as suas criaturas, em todo lugar onde ele reina! Que todo o meu ser te louve, ó Senhor! (Sl 103.22 NTLH)

O texto de hoje nos leva a constatar que Deus é soberano sobre tudo, inclusive sobre o mundo espiritual. Todo este poder inspira o ser humano a louvar a Deus – especialmente aqueles que são conhecedores de sua obra e sabem que seu poder e benefício atingem todo o universo. Por isso, este texto nos ajuda a compreender que no decorrer da história Deus tem revelado sua grandeza e graça, e que seu governo vai além do espaço terrestre. O salmista faz menção à totalidade do domínio divino, incluindo até os anjos. Ou seja, não somente o povo de Israel ou as outras nações são convidados a louvá-lo, mas todos os seres criados por ele (veja o versículo em destaque).

Quem nunca teve alguma pergunta sobre os anjos? Independentemente do que sabemos sobre eles, o texto mostra que os anjos devem se submeter ao Senhor e são chamados a louvá-lo. Ele é poderoso e estabeleceu seu trono dominando sobre tudo – até mesmo sobre os seres celestiais.

O trecho bíblico lido hoje ainda serve de instrução. Ele revela que, assim como os anjos obedecem à voz do Senhor, nós também devemos obedecer a Deus. No v 21 vemos que os servos de Deus são cumpridores de sua missão, executando a vontade divina. Realizam sua missão com alegria, sempre bendizendo ao seu Senhor. Honrar e agradecer a Deus quando desempenhamos nossas tarefas diárias é algo de extrema importância e nisto deve estar nossa satisfação. Tal louvor e gratidão evidenciam a nossa experiência individual com Deus e permitem que anunciemos a todos o poder divino descrito na Bíblia. Quem não tem motivos para louvar e obedecer ao Senhor? Todo aquele que conheceu seu amor e entregou sua vida a Deus tem infinita gratidão a ele. Em meio a tanto poder somos agraciados e ainda podemos participar deste louvor ao único que o merece. – MZK 

Todos são chamados a juntar-se em louvor a este Deus que reina sobre todo o universo!

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28 de Setembro
Inveja

LEITURA BÍBLICA: 1 Samuel 19.1-17 Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem, e não os amaldiçoem (Rm 12.14).

A inveja é um mau sentimento ligado às emoções, difícil de ser aceita por quem a possui e de ser diagnosticada pela pessoa que dela é vítima. Ela leva o seu portador a julgar-se acima da lei: são sempre os outros os culpados de seus fracassos. Ao mesmo tempo, o invejoso pensa estar livre de julgamento pelas suas atitudes condenatórias com relação aos outros. O “culpado” por seus fracassos não recebe nenhuma piedade: sobre ele é colocado uma carga enorme de imperfeições.

O invejoso controla todos os movimentos e ações de sua “vítima”. Sabe tudo a respeito dela, mas sempre por meio de outras pessoas. Uma vez que não tem nenhuma simpatia por ela, não deseja se aproximar. Jamais menciona algo positivo sobre tal pessoa: ela tem todos os defeitos e nenhuma virtude. Alimenta sua mágoa sempre que o outro recebe algum tipo de vantagem. Acaba envolvendo outras pessoas em seus ataques, pois tem a necessidade de expor seus sentimentos negativos e precisa de apoiadores para suas reclamações.

Movido pela inveja, Saul preparou armadilhas contra Davi, desconsiderando o sentimento que Jônatas e Mical, seus filhos, tinham por ele. Atacou o escolhido pelo Senhor para sucedê-lo no trono, ignorando que com isso estava confrontando o próprio Deus – foi isso que Moisés afirmou para o rebelde Corá (Nm 16.11). O texto que lemos hoje nos traz um dos personagens mais íntegros da Bíblia: Jônatas. Ao mesmo tempo em que foi um bom filho – e não é fácil agir assim com um invejoso como Saul – foi leal com aquele que seu pai, injustamente, via como inimigo. A amizade entre Jônatas e Davi durou até o fim de suas vidas. Quando teve oportunidade, Davi poupou a vida de Saul porque este era o rei ungido por Deus e também o pai de tão querido amigo.

A melhor maneira de enfrentar a inveja, tanto em você mesmo como a que parte de outros, é temer a Deus e amar ao próximo. – MJT 

Quem tem fé em Deus e está contente com o que tem não tem motivos para sentir inveja.

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27 de Setembro
Digno

LEITURA BÍBLICA: Efésios 4.1-3  Todos saberão que vocês são meus discípulos se vocês se amarem uns aos outros (Jo 13.35).

O homem tem evoluído em muitas áreas – na tecnologia, na medicina, nas artes – mas na área relacional parece ter havido uma involução. A internet e o telefone celular, por exemplo, que deveriam aproximar as pessoas, criaram um modo de relacionamento baseado em conversas rápidas e impessoais. Alguns podem ter mil amigos em suas redes sociais, mas não sabem se relacionar com os pais, com os avós e com as pessoas que não utilizam os meios virtuais, com as quais precisam se comunicar face a face. Outro dia recebi uma mensagem que citava “algumas maneiras de saber que você está ficando louco…” e uma delas era “mandar um e-mail para o seu colega de trabalho da mesa ao lado”! Ri, mas acontece, pois para muitos o relacionamento direto aparentemente perdeu sua graça.

Dirigindo-se à igreja de Éfeso, Paulo suplica aos cristãos que vivam de modo digno deste nome. E como fariam isto? Ele aponta para os relacionamentos, destacando a necessidade de humildade, mansidão, paciência, amor que suporta o outro (ou seja, que dá ou é um apoio nas fraquezas do próximo) e o esforço para manter a unidade.

Às vezes, pensar o texto de forma inversa ajuda a entender melhor o seu significado. Assim, estou agindo de modo indigno do nome de cristão se sou orgulhoso, falta domínio próprio, permito a ira e a explosão quando minhas expectativas são frustradas, ajo impulsivamente, sem paciência ou amor e quero que a minha opinião prevaleça, mesmo que isto cause divisão em meu grupo.

Paulo “coloca o dedo na ferida” e mostra que o verdadeiro relacionamento entre os discípulos de Cristo deve ser baseado no amor. Assim, os outros também reconhecerão que você segue a Jesus (veja o versículo em destaque). Pense por um instante: a quem você pode demonstrar o amor de Cristo no dia de hoje? – CTK 

Ser digno do nome cristão inclui demonstrar amor e possuir relacionamentos verdadeiros.

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26 de Setembro
A quem agradarei?

LEITURA BÍBLICA: Êxodo 1.15-17 Pedro e os outros apóstolos responderam: ”É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!” (At 5.29)

Infelizmente vivemos num mundo corrompido e que pouco valor tem dado aos princípios bíblicos. Jesus disse aos seus seguidores que eles não pertenciam a este mundo (Jo 15.19), mas também é verdade que literalmente estamos no mundo e, assim sendo, presenciamos o mal que no mundo existe, embora não precisemos e nem devamos compactuar com ele.

No texto da leitura de hoje vemos duas mulheres que receberam uma ordem que contrariava os princípios de Deus. O que fazer quando nos vemos numa situação como a de Sifrá e Puá? Nosso chefe nos encarrega de uma atividade desonesta, e nós precisamos do emprego. Nossa mãe nos pede para mentir para o credor que bate à porta, e nós não queremos ver nossa mãe ser humilhada uma vez mais. Nosso filho comete um delito e se esconde em nossa casa, mas nós não queremos vê-lo preso.

Não estamos livres de viver situações como essas. Então, o que fazer? A Bíblia diz ser mais importante obedecer a Deus do que aos homens. 

As parteiras colocaram a vontade de Deus acima da do faraó. Talvez estivessem com a vida por um fio ao desobedecerem a uma ordem tão clara quanto a recebida. Mas elas preferiram correr o risco de perder a vida a perder a graça de Deus. E Deus honrou as parteiras pela fidelidade aos seus princípios.

Portanto, precisamos estar dispostos a correr o risco de ficar desempregados, de ver nossos amigos nos virando as costas, de ter nossos familiares contra nós. Pode ser necessário correr o risco de até mesmo perder a vida se for para nos manter firmes no caminho que Deus traçou para nós.

Afinal, de que adiantará ganharmos o mundo inteiro e perder nossa alma? (Mc 8.36) – CPB 

Correr riscos para herdar a vida eterna vale a pena.

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25 de Setembro
A Bíblia – um amuleto?

LEITURA BÍBLICA: Neemias 8. Leram no livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia (Ne 8.8).

O que é um amuleto ou talismã? É uma figura gravada em pedra ou metal a que se atribui alguma virtude sobrenatural. Popularmente, o amuleto é tido como objeto de sorte – a pessoa agarra-se a ele e deposita sua esperança ali.

Estranha-me observar o que estão fazendo com a Bíblia, a própria Palavra de Deus. Estão transformando-a em amuleto! A moda é deixar a Bíblia aberta no Salmo 90 ou 23, achando que isso resolverá algo. Engano, sabe por quê? Porque a Bíblia aberta em cima de um apoio qualquer não fará diferença nenhuma. Será apenas mais um livro aberto: ela não tem poder nem de purificar o ambiente, nem de guardar a sua casa – a Bíblia não é mágica.

Gosto do texto em destaque, que mostra a importância de entender o que está escrito na Palavra de Deus. Esse texto registra um momento importante em que Neemias convoca o sacerdote Esdras para ler o livro da lei de Deus diante de todo o povo.

A Bíblia precisa ser lida. Simplesmente aberta ela não fará nenhuma diferença em sua vida. Todavia, mudará tudo se você a ler e entender a leitura, fazendo como o autor do Salmo 119.11: “Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti.” Só terei consciência do meu erro quando ler a Bíblia e a entender.

Aquele povo entendeu a explicação da leitura, e o verso 9 diz que todas as pessoas choravam ao ouvir a palavra da lei. Quando lemos a Bíblia, quando ela é explicada e a entendemos, nós reagimos. Qual tem sido a sua reação ao ouvir a leitura e a explicação da palavra de Deus?

Ela não é um amuleto, um objeto de sorte. É a Palavra de Deus e você só conhecerá Deus se a ler e entender. – CPV 

Melhor manter a Bíblia aberta na mente do que numa prateleira.