Arquivo da categoria: Estudos

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25 de Junho

Olhos fixos

LEITURA BÍBLICA: Mateus 14.22-33 Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me!(Mt 14.29b-30)

     Os discípulos de Jesus tinham passado por uma experiência maravilhosa: testemunharam a primeira multiplicação dos pães feita por Cristo. Imagino que ainda comentavam tão grande acontecimento à medida que iam mar adentro. Foi um milagre! Mas aos poucos a situação foi mudando. O vento começou a soprar contra o barco. As ondas se agitavam com força. E, num momento, toda aquela alegria do que haviam presenciado se foi. Estavam agora com medo e correndo risco de morte. O pânico era tamanho que ao verem Jesus pensaram ser um fantasma.

     Assim pode acontecer na nossa vida. Vivemos momentos nos quais tudo dá certo e vai bem. Mas de repente passamos por situações difíceis, que nos são como fortes ondas agitadas pelo vento. Como gostaríamos de não precisar enfrentá-las! Contudo, Jesus mesmo afirmou que no mundo teríamos aflições e nos encoraja dizendo: “Tenham ânimo!” (Jo 16.33). Aos discípulos assustados ele disse: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!” (v 27).

Nesses momentos difíceis podemos lembrar-nos do versículo em destaque. Se repararmos nas “ondas que se agitam ao nosso redor”, começaremos a submergir e seremos engolidos por elas. Mas Jesus nos motiva a confiar nele. Nossos olhos devem estar fixos naquele que é maior do que as ondas do mar.

Se você está passando por aflições, quero convidá-lo a parar por um momento e a fixar seus olhos em Jesus. Ouça o que ele lhe diz: “Não tenha medo! Eu estou com você! Coragem!” Não importa qual o seu problema, o Senhor é maior do que ele. Quando Pedro começou a afundar por ter reparado no vento, imediatamente Jesus lhe estendeu o braço, e o mesmo ele fará por você: não permitirá que você afunde. Tão somente creia e não tenha medo! – MP

“Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando tira os olhos do alvo.” – Henry Ford

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24 de junho

Rejeição

Leitura Bíblica: João 1.1-12.             Veio para o que era seu, e os seus não o receberam (Jo 1.11).

Um dos objetivos do Evangelho de João, cujo início fornece a leitura bíblica para hoje, é demonstrar a divindade de Jesus. Com ele, Deus se fez fisicamente presente entre nós. Tal presença de Deus sempre provoca crises. O versículo em destaque mostra uma delas.

Vejamos o cenário que a passagem nos oferece. Ela sempre se refere a Deus como “o Verbo” ou “a Palavra”. Até o verso 9, o apóstolo descreve a grandeza do Verbo. Ele era, e é, e para sempre será. Ele fez e sustenta o Universo; tudo e todos lhe pertencem. Enfim, é uma ampla descrição de sua grandiosidade.

Em seguida, porém, afirma-se que, apesar de tudo isso, ele foi rejeitado quando veio para o que era seu. Em particular, isto pode referir-se ao povo de Israel, em que Jesus nasceu. Entre Deus e Israel havia uma aliança, e esta Deus sempre honrou, embora fosse continuamente quebrada por Israel. A própria vinda do Verbo era cumprimento da aliança. Todavia, como toda a Criação é dele, ele veio também para a humanidade inteira, tanto daquela geração como das posteriores. Portanto, ele veio para cada um de nós também. Deus veio na pessoa de seu Filho para nos resgatar porque estávamos perdidos sem ele. Apesar disso, o texto diz que o mundo não o conheceu. De fato, esta é a postura da maioria das pessoas: rejeição de Jesus. Agora, a pergunta: que temos nós feito dele? Afinal, se por criação lhe pertencemos, que outra coisa seria correto fazer senão submeter-nos a ele? Dada a sua onipotência, não seria loucura rejeitá-lo? Eis aí a crise. Recebê-lo é uma gloriosa bem-aventurança; rejeitá-lo é uma desastrosa infelicidade, pois com seu poder infinito ele pode responder como desejar a essa nossa rejeição. A Bíblia sempre qualifica esta escolha como vida ou morte. A decisão cabe a cada um de nós pessoalmente. – MJT

Que privilégio ter sido feito filho de Deus! Agradeça-lhe sempre.

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23 de Junho

Construindo…

LEITURA BÍBLICA: Mateus 7.24-27.      …é como um homem… que construiu a sua casa…(Mt 7.24,26).

Durante minha infância, uma das coisas que eu gostava muito de fazer era acompanhar meu pai nas construções (casa, galpão, garagem, etc). Eu não sabia muita coisa, e provavelmente mais atrapalhava do que ajudava, mas gostava de aprender com ele sobre o que podia ou não podia ser feito numa construção.

Isso me fazia lembrar uma conhecida parábola da Bíblia, que Jesus contou ao encerrar o Sermão da Montanha (Mateus 5 a 7). Sabendo que nem todos os seus ouvintes aplicariam tudo o que ele ensinou, Jesus arrematou sua exposição com uma história na qual aparecem dois homens: um que construiu sua casa sobre a rocha e outro que construiu a sua casa sobre a areia. Na parábola, quase tudo é igual: ambos construíram uma casa, e em ambos os casos o texto relata que “caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa” (v 25 e 27). Por que uma caiu, sendo grande a sua queda, enquanto a outra permaneceu intacta, sem cair? O texto é bem claro: dependia do alicerce. Ambos os casos falam de pessoas que ouviram as palavras de Jesus. A diferença não estava no ouvir, mas no fato de que um praticou o que ouviu, enquanto o outro não colocou em prática o ensino de Jesus.

A lição é clara e não há como não compreendê-la. Mas, o que quero destacar é que muitas vezes esquecemos que essa história está falando da nossa vida. Talvez você nunca tenha construído uma casa, materialmente falando. Isto não faz diferença, pois a lição do texto não é sobre arquitetura ou construção, mas sobre estilo de vida. Lembre-se que você está construindo a “casa da sua vida”.

Ainda quero lhe fazer algumas perguntas: sobre qual alicerce você está construindo? Você apenas ouve as palavras de Jesus, ou também – e principalmente – as pratica? O que você faz com a mensagem diária que você lê neste devocional? – CK

Construa! Mas construa sobre a base certa!

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22 de Junho

Amigas

LEITURA BÍBLICA: Rute 1.1-22.              O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! (Rt 1.16c)

Fome, seca, famílias migrantes – uma realidade conhecida entre os habitantes do Nordeste brasileiro. Quantos deixam para trás parentes e bens para se aventurar em outras terras? Seja na capital ou em outros estados, o migrante brasileiro busca, como a família de Elimeleque, uma nova oportunidade de vida.

A história que lemos hoje começa trágica: residindo no exterior, o homem cujo nome significa “Deus é (meu) rei” falece sem deixar esperança para esposa e filhos. Estes se casam com mulheres do povo de Moabe, mas também logo falecem. É provável que os nomes Malom e Quiliom significassem “doente” e “destruição, esgotamento”, respectivamente.

Qual será o fim da “retirante” Noemi e suas duas noras, Rute e Orfa? Noemi recomenda que elas voltem a seu povo, procurem novos maridos e assim reconstruam suas vidas, pois ela já não tem mais idade para ajudá-las. Orfa se vai, Rute fica. Provavelmente seu nome significa “graciosa, amizade” e Noemi, “doçura, amável, agradável”. Será então que a história de desgraça se converterá numa agradável amizade?

Sim! Aquela que antes adorava um falso deus agora chama o Todo-Poderoso de Noemi de “meu Deus”. Ela se identificou profundamente com as origens da sogra, a ponto de dizer que faria parte de seu povo. É assim que Noemi encontra amparo para sua alma ressequida na amizade de Rute. E mesmo em meio a tantas dificuldades da vida, podem juntas rumar de volta para o “sertão” de Judá, onde agora é tempo de colheita (v 22).

A história de Rute e Noemi nos faz pensar em todos aqueles que, em meio às dificuldades da vida, buscam em um amigo a esperança no Senhor. E mesmo que não experimentem sucesso financeiro ou em sua profissão, não serão desamparados nem ficarão sozinhos, pois “Deus dá um lar aos solitários” (Sl 68.6a). – AS

Uma amizade verdadeira nos faz enfrentar a aridez da vida com esperança renovada.

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21 de Junho

Mais alto

LEITURA BÍBLICA: Salmo 18.1-6            O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta (Sl 18.2).

Conta-se que durante a 2ª Guerra Mundial um piloto empreendia uma perigosa missão de reconhecimento noturno com seu avião de caça. Cumpria uma ordem que poderia custar-lhe a vida, mas não tinha alternativa, pois era o melhor entre os pilotos. Pouco depois de levantar voo, ouviu um estranho ruído que vinha de trás de seu assento. A princípio pensou tratar-se de algo solto, mas o barulho foi aumentando e era um som estranho. Percebeu que havia algum pequeno animal a bordo. Procurou e viu um rato que poderia roer a fiação e comprometer seu voo, provocando até a queda do avião.

O piloto poderia ter retornado, mas pensou no curto tempo que tinha, lembrou-se que tinha uma missão e que daquilo poderia resultar a vitória ou a derrota de sua esquadrilha. Recordou-se então que o rato não resistiria a grandes alturas. Morreria por falta de oxigênio. Assim, começou a voar cada vez mais alto e, pouco a pouco, percebeu que os ruídos cessavam à medida que subia. Continuou subindo até o ruído parar completamente. Pronto: sua viagem estava salva!

Mas o que isso tem a ver com a vida cristã, com projetos, sonhos e realizações? Respondo: tudo! Você já percebeu que inimigos – quase sempre ocultos – conspiram contra você, suas metas, seus ideais e visões? Sim, o propósito deles, ao subirem a bordo, impregnando a sua mente, seus ouvidos, seus olhos e o seu coração é fazer com que o seu voo seja curto, ou até mesmo que você volte à base, abortando a missão. Mas é isso que você quer? Quantas vezes você ficou com medo desses “roedores de sonhos” e desistiu? Deus tem um plano lindo e maravilhoso para cada um de nós. E se nessa jornada forças do mal quiserem destruir a sua vida, não se intimide e voe mais alto: corra para Deus, o seu “Alto Refúgio”. – NND

“Procurem as coisas do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus” (Cl 3.1b).

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20 de Junho 

Assertividade

LEITURA BÍBLICA: Provérbios 25.15.   As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos (Pv 16.24).

A assertividade é uma qualidade que nos ajuda a evitar ou resolver situações embaraçosas e conflituosas. Ser assertivo é falar com franqueza, porém em tom amigável e sem ofensa; é ser educado e polido sem deixar de falar aquilo que precisa ser dito. É saber repreender sem criticar, dar ordens sem impor, dizer “não” sem ser grosseiro, expor sua opinião sem desrespeitar a do próximo. Quem desenvolve esta qualidade possui a arte de combinar franqueza e compreensão. Sei que parece ser algo bem difícil, sobretudo quando temos de lidar com pessoas intratáveis, como as descritas pelo apóstolo Paulo em 2 Timóteo 3.2-5, mas é possível quando estamos determinados a manter nosso comportamento independente da atitude dos outros.

Há pessoas para as quais ser franco e verdadeiro parece significar sair por aí falando de qualquer maneira tudo o que pensam, e que então acabam interferindo, criticando, impondo e desrespeitando. Podemos e devemos defender nossas posições, negar uma condição ou expressar nossos sentimentos e convicções, mas de forma apropriada, sem impulsividade ou agressividade.
Aquilo que precisamos falar não pode ser reprimido. Para que certos conflitos e problemas sejam resolvidos, é necessário que haja uma exposição da situação. Esconder a insatisfação ou se omitir tentando evitar uma indisposição também não é aconselhável e está longe de ser o ideal, até porque quando a situação se torna insustentável, a emoção toma conta e acaba sendo exposta da maneira errada, com ofensa e irritação.
Não é preciso ser omisso: basta falar a verdade sem ter a voz carregada pela ira. Agindo assim, você melhorará sua capacidade de resolver conflitos, promovendo a paz. – LFS 

A assertividade é uma porta que se abre para o acordo e para a paz.

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19 de Junho

Água viva

LEITURA BÍBLICA: João 4.5-14.          Com alegria vocês tirarão água das fontes da salvação (Is 12.3).

O teólogo John S. Dunne conta que na época das descobertas marítimas um grupo de marinheiros espanhóis alcançou o continente sul-americano depois de uma viagem árdua. As caravelas começaram a subir o rio Amazonas, uma extensão de água tão imensa que todos pensaram ser a continuação do Oceano Atlântico. Em momento nenhum lhes ocorreu beber daquela água, uma vez que imaginavam ser salgada e, por isso, alguns deles morreram de sede. Parece inacreditável que pessoas possam ter morrido de sede estando tão perto de tanta água. Nos dias de hoje não é muito diferente. Por todo lado vemos pessoas falando de Deus, pregando, cantando, distribuindo livros, mas mesmo assim diariamente há pessoas morrendo sem a salvação. Estão tão próximas do Deus da água viva, mas estão morrendo de sede.

Isso ocorre porque muitos estão tentando matar sua sede em cisternas rachadas, que não conseguem reter água, como diz Jeremias (Jr 2.13). Pessoas abandonam a Deus e buscam satisfação para seus anseios em coisas passageiras, como que tentando matar a sede com água salgada. Pensam que distrações momentâneas serão suficientes, não se importam de agir de forma que desagrada a Deus. Muitas vezes até percebem que não encontram a satisfação desejada, mas, por desconhecimento ou teimosia, continuam procurando no lugar errado.
Jesus diz para a mulher samaritana: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede”. Jesus declara que só ele é capaz de satisfazer de forma definitiva os nossos anseios mais profundos. Se estivermos navegando por este mundo como marinheiros sedentos em busca de água, devemos saber que há rios de água viva correndo ao nosso alcance. No lugar de tristeza, do medo de morrer sem água, podemos com alegria tirar água da fonte de salvação – Jesus. Com ele é assim: basta pedir, que ele sacia nossa sede, para sempre. – HSG 
Você já sentiu essa sede que só Jesus pode saciar?

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18 de Junho

Olhando para trás

LEITURA BÍBLICA: Filipenses 3.2-14.     O que para mim era lucro, passei a considerar como perda, por causa de Cristo (Fp 3.7).

Frequentemente olhamos para trás e tentamos adivinhar o que vem pela frente. Como foi o nosso passado? Para muitos que se tornaram famosos, ele foi modesto e é disso que muitas vezes se orgulham: nada possuíam, mas com garra, capacidade e persistência conseguiram alcançar o sucesso. Com isso estão tentando dizer: “Vejam como sou competente!” No entanto, observe o que Paulo afirma nos versículos 13 e 14 da leitura bíblica de hoje. Ali há dois momentos: esqueço-me do passado e avanço para diante.

Quando ele fala em deixar para trás o que passou, faz isso por causa da fé num futuro glorioso com Deus. Antes de seu encontro com Cristo, sua vida foi de grande prestígio e possibilidades, conforme a cultura e a crença judaicas nas quais foi educado: ele era um fariseu zeloso, de boa linhagem, e tinha cumprido o que a lei ordenava (v 4-7). Sim, o passado para Paulo era extremamente valioso, mas por causa do conhecimento de Cristo ele o rejeitou como se fosse esterco (v 8).
Seguindo o exemplo de Paulo, deveríamos também considerar nosso prestígio, riqueza ou posição social como tendo pouco valor ou até mesmo importância nenhuma se comparados com a vida com Deus. A essa posição, todavia, só podemos chegar se conhecermos Cristo e entregarmos nossa vida a ele. Para isso, recomendo a leitura do evangelho de João – pode ser um grande auxílio nesse processo. Quando entendemos o que Jesus fez por nós e quais são os seus propósitos para a nossa vida, somos capazes de considerar sem valor todos os nossos ganhos do passado e partimos em busca da riqueza maior (a vida completa com Deus, agora e na eternidade). Ou seja, podemos passar para o próximo passo e olhar para frente. – WK 
Para quem conhece Jesus, outros valores perdem a importância.

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17 de Junho

Gratidão

LEITURA BÍBLICA: Salmo 92.1-5     Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus (1Ts 5.18).

Hoje contemplei um belo dia ao acordar. A manhã estava esplendorosa, com o céu limpo e o sol brilhando. No mesmo instante meu coração encheu-se de alegria e não tive como deixar de elevar meus pensamentos a Deus, dando-lhe graças por mais um dia de vida, por ter permitido uma vez mais o meu levantar. Agradeci-lhe por constatar que a sua misericórdia se renova a cada manhã (Lm 3.22-23) sobre minha vida.

Pensei nas pessoas que dormiram na noite anterior e não viram o novo dia chegar. Além disso, quantas estão em um leito de hospital e os dias sucedem um ao outro sem que elas notem? Outras, prisioneiras, veem todos os dias da mesma maneira: cinzentos. Enquanto isso, tenho saúde, liberdade e alegria, e posso desfrutar de mais um presente do Senhor – um novo dia! Reconheci que se eu estava viva era porque Deus havia me guardado em todo o dia anterior e, ao perceber essa verdade, meu coração explodiu em louvor e gratidão a Deus!
Precisamos admitir nossa total dependência do Senhor e ser gratos por tudo quanto ele nos tem feito. Afinal, é Deus quem nos permite acordar, levantar, trabalhar para que possamos adquirir o pão de cada dia, retornar para casa e repousar. Devemos agradecer a ele pelo sol que brilha no céu, aquecendo a Terra e nos fornecendo calor, mas também pela chuva que cai, regando o solo e fazendo germinar as sementes que se transformarão em frutos que nos alimentarão. Principalmente, devemos louvar a Deus por seu amor incondicional e por sua fidelidade, benignidade e misericórdia, que se estendem dia após dia sobre nós. Temos infinitos motivos para expressar nossa gratidão a Deus. Então, sejamos gratos ao Senhor, porque dele depende tudo que somos e temos! – CPB 
A gratidão ao Senhor expressa nossa dependência dele.

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16 de Junho

Incontáveis
LEITURA BÍBLICA: Apocalipse 7.9-12   Deus os abençoou e lhes disse: Sejam férteis e multipliquem-se. Encham e subjuguem a terra (Gn 1.28).

Parece que desde o início o plano de Deus era que o ser humano enchesse a terra: é o que se deduz de uma das primeiras ordens que ele deu (ver versículo em destaque). E, ainda que outras ordens de Deus sejam insistentemente ignoradas pelo homem, esta foi cumprida ao pé da letra. Projeções da ONU indicam que em outubro de 2011 a população mundial passou dos 7 bilhões de pessoas.

No entanto, como vive toda essa gente? Há pessoas morrendo de fome e sede, das mais variadas doenças e em guerras. Inúmeros adultos são analfabetos. Há perseguições de ordem política, social e religiosa. O ser humano perdeu o controle da multiplicação e não sabe como conviver com tantas outras pessoas. Onde nós nos encontramos? Fazemos parte dos mais de 7 bilhões de seres humanos. Em nosso país não fazemos parte dos perseguidos por causa da fé. Pessoalmente, não estou no grupo dos milhões que sofrem fome ou sede, nem dos inúmeros analfabetos. Sou, pois, uma pessoa privilegiada.
Mas o meu privilégio se estende para além do bem-estar físico. Conheço também a mais importante mensagem para este mundo, aquela que pode acabar com guerras e ódio: a boa notícia do amor de Deus. Para esta mensagem também vale a ordem de multiplicar. Jesus mesmo a deu: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações” (Mt 28.19a). Os primeiros discípulos seguiram esta ordem. Espalharam-se por todo o mundo conhecido na época: Europa, Ásia, África… Como resultado, o evangelho rapidamente se espalhou. Hoje há cristãos em todo o globo.
Mas a tarefa ainda não terminou: ainda há tempo de proclamar o amor de Deus aos quatro ventos. Há povos que ainda não ouviram sobre Deus. E há vizinhos meus que ainda não o conhecem. A ordem para multiplicar discípulos vale para cada cristão. Só assim se formará aquela multidão incontável dos redimidos do Senhor da qual lemos no Apocalipse. – HM/DK 
Posso não conseguir falar com milhões de pessoas, mas posso falar com uma delas sobre o amor de Deus.