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Reflexão ✅

As escolas de Jesus

Leitura Bíblica: Lucas 2.39-52
Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lc 2.52).

Temos hoje no Brasil um grande debate sobre educação. Todos os problemas que o País enfrenta costumam ser lançados sobre a deficiência na educação. É comum ouvirmos que a violência, a pobreza, a corrupção, tudo seria devido a falhas de educação. Quando vamos a um colégio, tanto particular como da rede pública (principalmente), ficamos assustados com o procedimento dos alunos. O ambiente é de desrespeito com os colegas e com qualquer autoridade presente.
O texto da leitura de hoje aponta algumas escolas frequentadas por Jesus. Ele passou com notas altas na escola do lar: era obediente aos pais, diz o texto. Teve também excelente proveito no estudo da Palavra de Deus, conforme demonstram seus conhecimentos em muitos episódios narrados nos evangelhos. Foi aprovado em termos sociais – sabia como relacionar-se com as pessoas, tanto que seu primeiro milagre se deu num casamento. Jamais desrespeitou as leis do governo, pagando devidamente seus impostos (Mt 17.14-25; Lc 20.22-25), e as regras do convívio social. Tirou nota alta na escola da solidão – há muitos registros de retiros para a oração. Na escola da sinagoga instruía o povo. Na escola da providência, do cuidado com o próximo, sua nota era altíssima.
Uma escola em que Jesus se destacou como poucos foi a da tentação. Se tentação tivesse graduações, Jesus seria doutor. Que aula ele deu em Mateus 4! Tudo favorecia o inimigo, mas Jesus foi quem saiu vitorioso. Por fim podemos citar a escola da experiência. No texto de hoje vemos que ela começou cedo. Aos doze anos impressionou os mestres do templo.
Poderíamos então perguntar a nós mesmos: Jesus tirou nota máxima em todas as matérias – quais têm sido minhas notas? – MJT

Se a vida é uma escola, devemos aproveitá-la para tornar-nos como Jesus.

Reflexão

Impressão reversa

Leitura Bíblica: Miqueias 7.14-20
Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus (Ef 1.7).

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, estão trabalhando em um método de “impressão reversa”, que permite remover a tinta impressa em uma folha de papel para reutilizá-lo. A solução pode revolucionar a forma atual de reciclagem de papel. Os pesquisadores afirmaram que criaram uma maneira de evaporar a tinta de páginas que tenham sido impressas com toner, permitindo a impressão de novo conteúdo nelas.
Quando ouvi esta notícia, logo veio à minha mente o que Deus faz conosco. Deus nos limpa perdoando nossos pecados. Ele faz evaporar as manchas do pecado escritas nas páginas das nossas vidas e nos dá a possibilidade de escrever uma nova história a cada dia. Muitos pensam ser impossível Deus transformar tão intensamente nossa vida. Acreditam que seus pecados são tantos que não existe mais esperança de mudar. Saiba então que perceber muita coisa errada em nós já é um bom começo. É exatamente naqueles que reconhecem isso que Cristo realiza sua obra de restauração. Miqueias faz a pergunta retórica: quem é comparável a ti, ó Deus? Ele mostra que Deus é diferente de qualquer outro justamente por nos perdoar. Deus nos ama e mostra seu amor por meio da sua misericórdia. Esquece as transgressões, lança nossos pecados nas profundezes do mar. Ele tem prazer em mostrar seu amor.
Esse amor misericordioso nos acompanhará sempre. Quando pecamos, mas depois reconhecemos nosso pecado e o confessamos, ele nos perdoa. Podemos viver de consciência limpa diante de Deus e dos homens. Com a ajuda de Deus podemos viver de maneira honrosa, praticando o que lhe agrada. Abandone os maus pensamentos e os caminhos ruins. Volte para o Senhor – ele terá misericórdia de você e lhe dará o seu perdão. – HSG

Não duvide de Deus, ele pode mudar sua vida.

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Purim

Leitura Bíblica: Ester 9.1-2; 20-28
Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça nenhuma de suas bênçãos! (Sl 103.2).

No texto de hoje vemos como surgiu a Festa do Purim. O livramento do povo judeu, descrito no livro de Ester, foi tão impressionante que se criou uma comemoração anual para relembrá-lo. Deus já tinha estabelecido algumas festas – a Páscoa é um exemplo – como forma de não apagar da memória do povo o que Deus tinha feito por ele. Desde que foi estabelecido por Mardoqueu e Ester, o Purim é comemorado para lembrar que havia uma grande ameaça de extermínio dos judeus que foi revertida: foi o povo de Deus que destruiu seus inimigos. O Senhor mudou a situação de uma forma inesperada, usando a rainha para interceder junto ao rei e impedir a tragédia. A festa ainda é celebrada até hoje, voltada à alegria e despreocupação; as pessoas se fantasiam, presenteiam seus amigos com comidas típicas e fazem doações a pelo menos duas pessoas carentes. Todavia, pode ser que para muitos ela tenha deixado de ser um memorial da ação divina por seu povo.
É exatamente porque temos a tendência de nos esquecer do que Deus já fez por nós que tais comemorações são importantes. Precisamos, de vez em quando, deixar nossos afazeres e refletir nos rumos que nossa vida tomou. É assim que perceberemos a direção de Deus a cada passo, sua proteção, seu cuidado e amor demonstrados todos os dias. Da mesma forma que comemoramos nosso aniversário e o ano novo, poderíamos fixar nossas próprias “festas” relembrando os feitos do Senhor em nossas vidas. Mas, se você não quer ter mais uma data a lembrar, faça isso hoje mesmo. Tire um tempo para pensar em tudo o que Deus já fez e está fazendo em sua vida. Quando relembramos tais fatos, o sentimento só pode ser de gratidão. Você já agradeceu hoje por sua vida? Por ter conhecido Jesus? Pela vida eterna que ele lhe deu? Por sua família, sua saúde, seu trabalho? Tenha o cuidado de não esquecer o que Deus fez por você e louve-o constantemente por isso! – VWR

Festejar é bom, e as melhores festas são as de gratidão a Deus.

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Nosso tempo

Leitura Bíblica: Daniel 2.20-22
Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem; pois foi ele quem fundou-a sobre os mares e firmou-a sobre as águas (Sl 24.1-2).

No texto de hoje, o profeta Daniel glorifica a Deus diante da revelação que o Senhor lhe dá sobre o sonho de Nabucodonosor, o rei da Babilônia. Em seu louvor, menciona o poder divino sobre tudo o que existe no universo – inclusive sobre o tempo, declarando que “ele muda as épocas e as estações”.
Se pensarmos no tempo atual­mente, lembramos da falta que temos dele. O corre-corre diário e os finais de semana tão cheios de afazeres contribuem para nos sufocar, angustiar e deixar ansiosos. Porém, em sua onisciência, Deus conhece a realidade de cada um de nós: nossas limitações de tempo, os compromissos com a família, os horários que temos de cumprir rigorosamente, e por aí vai. E se ele permite que tudo isso nos aconteça é porque sabe até onde vão as forças e nos oferece uma nova forma de vida, onde “em verdes pastagens [nos] faz repousar e [nos] conduz a águas tranquilas; restaura[-nos] o vigor” (Sl 23.2-3a).
Chega um momento em que é importante parar um pouquinho diante desse turbilhão de acontecimentos e conversar intimamente com Deus. Assim conheceremos as suas promessas e sentiremos o seu poder sobrenatural, não somente sobre o nosso tempo, mas em todas as áreas da nossa vida.
Deus tornará possível, se assim o permitirmos, a realização de tarefas diárias de modo que elas não nos angustiem. Para isso, busque reservar diariamente um momento único para estar com ele. A oração pessoal é um dos meios que temos para adorá-lo e também para sabermos qual a sua vontade sobre a condução da nossa vida, inclusive do nosso tempo. Agora é o momento de nos voltarmos para Deus, na busca pelo seu Reino em primeiro lugar. Então é só esperar pela realização de sua promessa de que tudo que nos for necessário nos será acrescentado (Mt 6.33)! – CBS

Os momentos que passamos com Deus não são tempo perdido.

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Litoral

Leitura Bíblica: Sofonias 2.5-11
As nações de todos os litorais, cada uma na sua própria terra, o adorarão. (Sf 2.11b ECA).

Nas férias visitei uma irmã que mora no litoral. Ao longo da estrada, uma grande placa me chamou a atenção: “Ai dos que habitam no litoral!”. Sabia que se tratava de um versículo bíblico, mas não consegui ver a referência. A placa divulgava algum programa, mas chamou-me atenção a forma como aquelas palavras soam ameaçadoras justamente por serem da Bíblia. Pensei: será que as pessoas que moram aqui estão condenadas? Afinal o que há de errado em morar no litoral? Procurei o texto na Bíblia e encontrei-o no início da leitura indicada para hoje. O profeta Sofonias traz uma mensagem sobre o “Grande Dia do Senhor” ao povo de Judá. Na época prestava-se muito culto a Baal e a outros deuses. O povo estava totalmente fora dos caminhos de Deus, e o que mais assustava é que os líderes, que deveriam ser exemplo para o povo, estavam totalmente corrompidos (Sf 3.7). O profeta dizia que o Dia do Senhor viria e a justiça prevaleceria. Todos aqueles “ais” desabariam sobre aqueles que não deram ouvidos aos profetas e aos sinais de Deus para o arrependimento. Muitos daqueles povos moravam próximos ao litoral, o que explica a direção daquele “ai”. Algum paralelo com os dias atuais? Infelizmente. Muitas tragédias que acontecem são lembretes do Senhor para que nos arrependamos e mudemos de atitude, mas às vezes fazemos de conta que não é conosco. O dia em que o julgamento de Deus acontecer, quando nossos pecados serão expostos e comparecermos perante o tribunal de Deus, chegará. Quem foi lavado pelo sangue de Jesus, ou seja, admitiu o sacrifício dele na cruz em seu favor, já tem o pleno perdão de Deus para os pecados. Já quem o rejeita experimentará o castigo eterno.
Não faz diferença se você mora no litoral ou não: a única diferença consiste em saber se Deus olhará para você e dirá “servo bom e fiel” (Mt 25.21), ou “não o conheço” (Mt 25.12). – GHS

No litoral ou longe dele, o que importa é ser reconhecido como filho de Deus!

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Deus está presente!

Leitura Bíblica: Gênesis 21.2-3;8-21
O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido (Sl 34.18).

Ao lermos a história de Abraão, Sara e Hagar, nossas opiniões podem ser várias. Alguns pensarão que Sara tinha razão em mandar sua escrava embora; outros diriam que esta deveria permanecer, já que foi obediente dando à luz o filho do seu senhor, e que não poderia ser descartada como foi. São comentários sobre o assunto. Comentar a vida da família dos outros é sempre mais fácil do que ouvir palpites sobre a nossa!
Deus, porém, estava presente naquela situação. Uma mãe foi mandada embora (para fora de casa: a rua) com seu filho nos braços, um pouco de pão e água. Caminhando sem rumo pelo deserto, ela vai até onde suas forças aguentam e enquanto tem mantimento. Se já foi difícil sair, agora está pior: não há esperança, tudo está terminado. Hagar pensou que seu filho morreria ali. Houve choro. Tristeza da mãe devido ao abandono, à impotência, à fraqueza, à amargura – uma mistura de sentimentos pesarosos demais. Choro da criança devido ao desconforto de estar no deserto, à fome e à sede, ao desamparo e desespero. O menino via sua mãe ali sem tomar nenhuma atitude para resolver seu lamento, e não havia nada mais a fazer a não ser chorar e chorar. Uma situação terrível, que ninguém gostaria de viver.
Deus se manifestou: ouviu o choro da criança, mostrou uma saída milagrosa para a mãe em agonia e, além de resolver a situação que mãe e filho passavam no momento, ainda deu as coordenadas e a esperança para o futuro, para que continuassem sua jornada!
Deus estava presente ali. Deus está com você, aí. Se você for mandado embora, seja de casa, do trabalho ou do convívio com outras pessoas, a solução é clamar a Deus para receber a ajuda certa, a esperança e também a direção quanto ao rumo a seguir. – ACS/VS

Pessoas despedem; Deus acolhe.

Reflexão

Traição

Leitura Bíblica: 1 Samuel 23.1-14
Cantarei para sempre o amor do Senhor, com minha boca anunciarei a tua fidelidade por todas as gerações (Sl 89.1).

Sentir-se traído é, de fato, uma das piores sensações que podemos ter. Não somente pelo sofrimento causado pelo impacto da traição, mas pelas marcas que ficam para sempre.
Na Bíblia encontramos vários exemplos de traição. José foi vendido por seus irmãos (Gn 37.12-20); Corá, Datã e Abirão incitaram outros líderes contra Moisés (Nm 16); os chefes dos sacerdotes e líderes religiosos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo (Mt 26.3-4); Judas entregou seu Mestre (Mt 26.14-16;47-49) e o povo voltou-se contra aquele que curava e operava milagres (Mt 27.20-21). Como se não bastasse, os próprios discípulos de Cristo o deixaram, como já havia sido predito pelo profeta Zacarias (Zc 13.7).
O texto de hoje descreve a traição de uma cidade inteira, Queila, após ter sido libertada por Davi das mãos dos filisteus. Cinicamente, o povo intentou entregá-lo nas mãos do rei Saul, que o perseguia. Se não fosse o auxílio do Senhor, ele teria sucumbido. Esta não foi a única traição que Davi sofreu. Saul por diversas vezes tentou matá-lo e até seu próprio filho, Absalão, quis tomar o seu trono por meio de uma conspiração.
A traição não vem sozinha. Na verdade, ela faz parte de um conjunto de atitudes que denotam uma fraqueza de caráter por parte do traidor. Ele tem de enganar, mentir, roubar, representar – tudo isso para sustentar sua duplicidade. E o pior de tudo é que o traidor é, geralmente, uma pessoa próxima, por quem nutrimos afeto: pode ser um filho, o cônjuge, um amigo, um irmão. Somos traídos por aqueles em quem confiamos.
Mas o que realmente importa é que consigamos agir sempre de acordo com nossos valores. Ainda que sejamos traídos pelo mundo inteiro, que jamais façamos isso conosco mesmos! – LFS

Trair é falsidade – e o que é falso não gera nada de bom.

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Um só

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 12.12-20
Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual vocês foram chamados é uma só (Ef 4.4).

Quando falamos em comunhão precisamos pensar em relacionamentos – relacionamento com Deus e com outras pessoas que têm a mesma fé em Jesus Cristo. Não há como ter comunhão sem uma relação com Deus e com outros cristãos. Existe uma só fé no único Deus, mas existem muitas pessoas que buscam e compartilham esta mesma fé. Assim sendo, falar de comunhão é falar de unidade na diversidade. Unidade porque cremos no mesmo Senhor e diversidade porque há diferentes pessoas que compartilham esta mesma fé. Por causa da unidade, a comunhão é um elemento que não pode faltar na vida cristã. Na comunhão reunimos forças contra as tentações. Juntamos consolo em meio ao sofrimento. Unimos orações em meio ao desespero. Na comunhão rendemos graças pelas boas dádivas que Deus nos concede. Mas, por causa da diversidade, sabemos que compartilhar o mesmo momento com outras pessoas nem sempre é fácil. Na comunhão encontramos pessoas com pensamentos diferentes, com personalidades e temperamentos que podem ser opostos aos nossos. Encontramos diversas vontades e comportamentos. Na comunhão encontramos pessoas com diferentes dons.
É sobre isso que fala o texto da leitura de hoje. Somos um só corpo porque cremos, pertencemos e servimos ao mesmo Senhor. Mas ao mesmo tempo somos muitos membros que recebem de um mesmo Senhor variados dons para realizar diferentes funções. É por isso que o apóstolo Paulo fala que todos os que creem em Jesus Cristo formam um só corpo. E sabemos que um corpo somente pode ser corpo porque é formado por membros com funções diferentes. É por isso que não dá para falar de comunhão sem pensar em unidade e diversidade. Portanto, se você quer ficar firme na fé em Jesus Cristo, compartilhe momentos de comunhão com outros cristãos. Afinal, é na diversidade que se aprende o que é unidade. – DS

No Corpo de Cristo, a unidade produz a força e a diversidade a executa.

Reflexão

Recursos

Leitura Bíblica: Ester 5.1-8
Ester vestiu seus trajes de rainha e colocou-se no pátio interno do palácio… (Et 5.1).

Este livro de Ester tem algumas características muito interessantes. Curiosamente, em todo o texto do livro o nome de Deus não é mencionado, mas a sua atuação é inegável, como que por trás dos panos. O texto narra um episódio agudo na história de Israel, o povo de quem deveria nascer o Messias e que, portanto, precisava ser preservado para cumprir o propósito divino. Uma armadilha maldosa havia sido estabelecida para seu extermínio, e a rainha Ester, judia, era a única que podia fazer algo – e é desafiada a agir. Eram tempos difíceis e perigosos. Registros nos capítulos anteriores dão conta de um rei um tanto quanto instável, e aquele monarca absoluto tinha pleno direito de vida e morte sobre seus súditos. Nem mesmo a rainha podia comparecer diante ele sem ser convidada, sob o risco de ser morta.
O texto de hoje mostra dois aspectos desta mulher: o mais óbvio, sua ousadia em nome da fé e o compromisso com seu povo, expondo-se ao risco (real) de morrer. Mas por outro lado é interessante observar que ela não foi armada apenas de sua fé e coragem, mas tratou de vestir suas roupas de rainha. Imagino que nunca Ester caprichou tanto no visual; ela deveria ser muito bonita e esmerou-se para estar deslumbrante. O rei estava “coincidentemente” de bom humor e derreteu-se: “O que você quer? Dou-lhe nem que seja metade do meu reino!”
Creio que há algo a aprender neste texto: nossos esforços nada valem se Deus não for por nós: diz o salmista que se o Senhor não edificar a casa, de pouco adianta o empenho dos edificadores. No entanto, o fato de se fazer algo aprovado por Deus não nos exime de fazer o nosso melhor – muito pelo contrário. É dele que vêm a capacidade e os recursos, e é sábio empenhar o melhor que temos. – MHJ

Esforçar-se como se tudo dependesse de nós, mas sempre dependendo de Deus.

Reflexão

Estratégia maligna

Leitura Bíblica: 1 Pedro 5:8 – Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;

Satanás é real como a mentira. A Bíblia diz que ele é o pai da mentira. Mas existe também a verdade. E Jesus diz que ele mesmo é a verdade. Temos então o poder de Satanás e também a onipotência da verdade.
A principal estratégia do diabo consiste em semear a dúvida. No texto bíblico que você acabou de ler, ele se disfarça em serpente para ter o primeiro encontro com a criatura humana. Astuto, confronta Eva com o que Deus havia falado. Deus fez nascer árvores frutíferas agradáveis aos olhos e boas para alimento. E no meio do jardim ele fez crescer duas árvores especiais. O fruto de uma conferia vida eterna, e o da outra, o conhecimento do bem e do mal. Deus disse a Adão que poderia comer livremente de qualquer fruto das diversas árvores do jardim, menos o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. E deixou bem claro que ele morreria se comesse dela. Esta informação Adão passou para Eva: ela sabia disso. Certo dia, então, Eva se defronta com o diabo junto àquela árvore crítica, e Satanás aproveita para lançar seu veneno. “Foi isto mesmo que Deus disse: Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim?” Eva ainda o corrige: não todas as árvores – apenas aquela uma era proibida. Mas Satanás continua desafiando Eva, dizendo que Deus queria mantê-los ignorantes. Seriam iguais a Deus se comessem, disse. Aquilo foi muito atraente! E lá foi Eva, apanhou a fruta proibida e deu-a também a Adão. Satanás festejou seu triunfo. E continua festejando suas vitórias. Ele é a causa dos divórcios, das famílias destroçadas, das igrejas estraçalhadas, do amor que some da vida e da imoralidade que triunfa. Em Ap 12.12 Jesus prenuncia o fim dos tempos e diz que o diabo, por ter pouco tempo, está furioso. Você vai fazer como Eva e continuar dando ouvidos a ele? – HM

Esperteza não é sabedoria. A primeira é perigosa; a segunda é fonte de vida quando vem de Deus.