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3 de julho

Título – Recuperação

Leitura Bíblica: 1 Samuel 30.1-19.     Nada faltou: nem jovens, nem velhos, nem filhos, nem filhas, nem bens, nem qualquer outra coisa que fora levada. Davi recuperou tudo (1Sm 30.19).

A vida tem para cada um de nós essas surpresas que aconteceram com Davi e seus companheiros. Tal como hoje, por trás das guerras sempre havia o interesse material. Quando os amalequitas viram que a cidade de Ziclague estava sem segurança, aproveitaram e fizeram um “rapa”. Levaram tudo que puderam e ainda incendiaram a cidade. A perda foi total, mas o que mais doeu para Davi e seus companheiros foi a perda dos filhos e das esposas, ou seja, das famílias.

Nesses momentos precisamos consultar o Senhor. Foi o que Davi fez. Recebeu resposta positiva. Deus estaria com ele na luta. Os amalequitas eram insensíveis. Só levaram com vida os habitantes de Ziclague porque poderiam ser escravizados. Aquele pobre coitado egípcio de que o texto relata havia sido deixado para trás por estar doente. Ele só valia algo com saúde. Foi abandonado para morrer. Deus é surpreendente. Esse egípcio abandonado seria usado por Deus para dirigir Davi e seus seguidores aos saqueadores de Ziclague e de suas famílias.

Em contraste com o procedimento dos amalequitas, é notável observar aqui a sabedoria de Davi. Além de certificar-se do apoio divino, usou a inteligência: aproveitou as informações do egípcio abandonado. Respeitou seus companheiros: não quis homens exaustos nas fileiras dos seus soldados e esperou que descansassem, para só atacar na manhã seguinte. Evitou desgaste inútil e não saiu ao encalço dos que fugiram. Aquela era hora de celebração genuína, de recuperação espiritual, moral e emocional. Temos perdas nesta vida, mas se começarmos a recuperação com o auxílio divino, certamente ela acontecerá. – MJT

A orientação de Deus é o primeiro passo para transformar perdas em benefícios.

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2 de julho

Título – Esperteza

Leitura Bíblica: Salmo 24.3-4.        Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus (Mt 5.8).

Dias atrás fui ao mercado comprar pão. Quando entrei, a dona do estabelecimento conversava com um cliente, que comentou: “O mundo é dos espertos!”. Terminaram a conversa e segui meu caminho. Confesso que fiquei pensando naquela frase e meditei sobre a mentalidade que há neste mundo. Infelizmente a maioria pensa dessa forma e é prática corrente as pessoas quererem tirar proveito das outras, buscando seu próprio benefício. A Palavra de Deus nos dá pistas de como uma pessoa deve agir para se achegar a Deus. A leitura bíblica de hoje mostra dois elementos necessários para nos apresentarmos diante de Deus.

No versículo 4, o salmista dá a primeira pista: Aquele que é correto no agir, ou o que é limpo de mãos. O que seria agir corretamente nos dias de hoje? Na escola, quando seria tão vantajoso colar na prova, ou quando dá aquela vontade de “ficar” com uma garota ou um garoto? No trabalho, às vezes uma mentirinha cairia tão bem, não é verdade? Mas temos de ser corretos no nosso agir. Deus nos recompensará depois.

A segunda pista, ainda no verso 4, diz: aquele que é correto no agir e limpo no pensar. Outra tradução diz: puro de coração. O salmista está falando de não ficar pecando com o pensamento, por exemplo quando você tem a oportunidade de acessar certos sites ou quando lhe mostram revistas que sabe não serem convenientes, ou ainda quando alguém lhe faz mal e você cria tanto ódio ou rancor que não consegue nem olhar para a pessoa. No versículo em destaque, Jesus diz que os puros de coração verão a Deus! A melhor opção é fugir das coisas que desagradam a Deus. Façamos como José quando a esposa de Potifar quis dormir com ele: fujamos!

Que nos aproximemos de Deus com uma vida correta, um pensamento puro, um coração rendido e integridade em nossas palavras! A vida com Deus traz mudança de atitudes! Que Deus nos abençoe nesta busca! – GHS

Este mundo pode até ser dos espertos, mas o céu é dos puros de coração!

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1º de julho

Título – Quem decide?

Leitura Bíblica: Efésios 6.1-4.                 É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens (At 5.29).

O relacionamento entre pais e filhos sempre foi assunto complicado – às vezes a justiça e a obediência têm seus conflitos. Certa ocasião, um menino de 14 anos se preparava para o batismo. Na véspera do dia festivo, o pai do menino, que não era cristão, proibiu que o filho fosse batizado. Magoado, o menino veio falar com o pastor, já com a sua conclusão firmada no versículo em destaque aqui. Serenamente, o pastor apontou para o texto em Efésios 6.1 “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo.” O jovem, muito esperto, respondeu: “O meu ‘pai no Senhor’ é o senhor, pastor. Foi por sua pregação e o seu apelo que decidi receber Jesus como meu Senhor e Salvador.” “Pois bem, disse o pastor, se você me tem como o seu pai espiritual, então lhe aconselho a atender ao pedido do seu pai físico de não se batizar. Diga, pois, a ele: ‘Pai, em obediência à Palavra de Deus vou lhe obedecer e não vou me batizar. A responsabilidade, entretanto, ficará sobre a sua vida.’”

O jovem foi e transferiu a responsabilidade ao pai. E este, como não gostou muito, castigou o filho, obrigando-o a ler alguns livros anticristãos. Todavia, foi essa leitura que fez crescer no filho a confiança em Cristo e a convicção dos erros da religião na qual vivia o seu pai. Passou então a argumentar com o pai com calma e muito amor. Passados alguns meses, o pai concordou não só que o filho fosse obediente ao mandamento de Cristo, como compareceu ao batismo. Anos depois, Deus chamou o filho para o ministério sagrado. Este informou seu pai a respeito, que prontamente concordou e participou do sustento do seu curso teológico. Depois de formado e consagrado como pastor, eis que o pai também se decide a favor de Cristo – e agora é o filho que tem o privilégio de ver seu pai descendo às águas do batismo. – HM

Deixar Deus decidir é decidir bem.

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30 de junho

Título – Critérios

Leitura Bíblica: Esdras 2.61-63.         Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz (Cl 3.15a).

E agora, como decidir o que posso/devo fazer? Qual é o critério apropriado? A solução mais agradável? A mais barata, mais útil, mais segura? Às vezes, seria mais simples ter uma autoridade para nos dar ordens. Bastaria obedecer, e as consequências ficariam por conta de quem mandou. Fácil, mas nem por isso muito satisfatório.

No texto bíblico de hoje, um grupo de judeus estava numa situação assim, e a solução para eles seguiu essa linha. Diziam que eram sacerdotes – aqueles que faziam a ponte entre as pessoas e Deus – mas as regras sobre quem poderia exercer essa função eram muito rígidas: deveria pertencer à tribo de Levi (Dt 10.8), e o líder (o sumo sacerdote) precisava ser descendente de Arão (Êx 29.44 e outros). Na ocasião, o grupo tinha acabado de voltar de um longo exílio em terra estranha e havia perdido seus documentos – não tinham como provar se eram qualificados. A única maneira de ter certeza era se o próprio Deus os credenciasse. Para isso, havia um recurso que Deus estabelecera há muito tempo: o “urim e tumim”, um sistema de sorteio por meio do qual o sumo sacerdote descobria a vontade de Deus. Eles ficariam dependendo de outra pessoa para esclarecer a situação.

Séculos depois, Deus estabeleceu uma linha direta de contato para todas as pessoas – não só os judeus – quando ele se fez homem na pessoa de Jesus Cristo. Ele próprio quer conduzir nossa mente e nossos sentimentos de um modo que tomemos decisões de acordo com os seus bons propósitos para nós. O versículo em destaque nos oferece como critério para isso a “paz de Cristo”, uma tranquila certeza de estar em sintonia com o Salvador naquilo que fizermos. A “receita”, portanto, é confiar a vida a Cristo, que ressuscitou dos mortos e vive, cultivar a convivência com ele e crescer nela para ganhar cada vez mais firmeza nas decisões que a vida nos impõe. – RK

A paz de Cristo supera os conflitos que as decisões nos impõem.

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29 de junho

Título – Limites

Leitura Bíblica: Juízes 16.23-31.   Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância (1Pe 1.14).

Existem vários tipos de limites, entre eles o físico e o moral. Muitas pessoas têm problemas com o significado da palavra limites. Uns acham, por exemplo, que não se devem impor limites aos filhos, pois eles podem crescer traumatizados, principalmente se ouvirem repetidamente o “não”. Outros pensam que eles estão fora de moda, que os tempos mudaram e que não é preciso colocá-los em prática, ainda mais quando se trata de limite moral. Essas pessoas pensam que são livres para fazer o que bem entendem. Porém, os que permanecem firmes na palavra de Deus ainda percebem a importância da ação provocada pelo uso de limites e não se deixam levar por modismos ou achismos. Na história de Sansão podemos observar como ele ultrapassou os limites estabelecidos por Deus. No início da história, vemos que era um homem agraciado por Deus com uma força inigualável. Além disso, era um líder do povo de Israel. Todavia, Sansão cometeu um deslize fatal. Ele se esqueceu de Deus e se deixou enredar pelos tentáculos da sedução. Não respeitou os limites estabelecidos e teve de arcar com as desastrosas consequências do seu erro.

A falta de limites nos afasta de Deus. No entanto, é preciso lembrar que não é o limite físico que nos impede de chegar a Deus, mas o limite moral. O desvio da nossa conduta para longe da vontade divina é uma afronta à santidade de Deus. Todas às vezes que ultrapassamos os limites de Deus para a nossa vida, ou seja, quando pecamos, corremos sério risco de nos afastar de Deus a tal ponto que não conseguimos mais retornar. Apesar de Deus ser misericordioso, não podemos brincar com a sua bondade. Por isso precisamos respeitar os limites de Deus, lembrando sempre que para pecar não é preciso odiar a Deus, basta esquecê-lo. – JSD

Quem ignora os limites perde o caminho.

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28 de junho

Título – Caminho

Leitura Bíblica: Salmo 119.25-40.       Conduze-me, Senhor, na tua justiça, por causa dos meus inimigos; aplaina o teu caminho diante de mim (Sl 5.8).

Em 1992, um contêiner caiu no mar em seu caminho da China para os EUA, deixando cair 29 mil animais de borracha no Oceano Pacífico. Dez meses depois, o primeiro desses brinquedos foi levado à costa do Alasca. Desde então, eles vão aparecendo em diversas praias do planeta. Calcula-se que cerca de 2 mil desses bichinhos ainda estejam circulando pelos mares, em grande parte presos em correntes marítimas como o Giro Subártico, um redemoinho de correntes. Itens pegos pelo giro geralmente ficam presos nele, condenados a viajar no mesmo caminho, circulando pelas mesmas águas. Mas nem sempre: o trajeto pode ser alterado por uma mudança no clima, uma tempestade no mar, um encontro casual com um grupo de baleias. O número de animais de borracha no giro diminuiu, mostrando que é possível se libertar. Mesmo após anos circulando nas mesmas águas, dá para encontrar um caminho para a costa.

Na viagem pelo mar da vida, há quem caia no mar antes de chegar ao porto seguro. Quando isso acontece, a viagem se torna muito mais difícil. Alguns conseguem nadar rapidamente e se livrar do perigoso mar, mas para muitos esta luta pode demorar longos anos, a ponto de já não restar esperança. São pegos pelos redemoinhos dos problemas, das tentações e dos erros, como que condenados a viajar sempre pelo mesmo caminho. No entanto, não existe prisão que não possa ser aberta por Deus. Ele muda o clima, manda tempestades, providencia alguém ou alguma coisa que ajude a encontrar o verdadeiro caminho. Deus cuida dos seus filhos. No Salmo 32.8 Deus diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você”. Deus é quem dá força a seus filhos e torna perfeito o seu caminho.

Entregue o seu caminho ao Senhor com confiança, e ele agirá. Ele é o Deus poderoso que nos arranca dos redemoinhos e nos leva para a praia. – HSG

Corro pelo caminho que agrada a Deus e ele me levará ao destino seguro.

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27 de junho

Título – Que começo!

Leitura Bíblica: Romanos 1.1-8.      Por meio dele (de Cristo), e por causa do seu nome, recebemos graça e apostolado para chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé (Rm 1.5).

Paulo começa a carta aos Romanos anunciando-se a si mesmo como comissionado para a pregação do evangelho. Ele afirma que esse evangelho foi prometido no Antigo Testamento e que o grande objetivo deste foi preparar a vinda de Jesus Cristo. Jesus foi humano como filho de Davi e divino como Filho de Deus. Foi esse divino ser que lhe outorgou seu apostolado para levar sua mensagem a todas as nações – os romanos e todos os demais povos ao redor. A estes Paulo deseja graça e paz. Agradece a Deus porque os romanos conheceram o evangelho e por ver sua fé. Por isso também ora constantemente por eles. Alegra-se porque o evangelho não é meramente um sistema de valores morais, mas eficaz para reconciliar com Deus (“salvar”) todo aquele que crê, seja judeu ou de outras raças e povos. Essa eficácia está no modo como Deus nos justifica.

Que começo! Daqui por diante ele introduz o grande objetivo da carta: expor o plano de Deus para nos salvar e mostrar as pessoas a quem esse plano pode ser oferecido. Quem são essas pessoas? Todas! Note como é ampla a base em que se assenta a mensagem do amor e da graça de Deus por nós. Ela abraça o mundo inteiro e com isso inclui também a você e a mim, com toda a nossa vida e para além da morte. Se você ainda não iniciou sua vida de cristão, repare que grande campo está aí aberto à sua espera para ser explorado ao longo de uma vida de paz e comunhão com Deus! A carta aos Romanos inicia-se com uma abertura que promete grandes coisas. Não seria o caso de continuar a ler para descobri-las, a fim de que a vida passe realmente a valer a pena? A primeira confirmação disso está logo ali, no versículo 16 do capítulo indicado: “O Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.” – MJT

Desafio: se você ainda não começou, comece já a viver o Evangelho e veja o resultado.

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26 de junho

Título – Servir?

Leitura Bíblica: Lucas 6.32-36.         [Jesus disse:] Se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros (Jo 13.14).

Qual o valor de servir a pessoas educadas, que sabem reconhecer o seu valor e lhe dizem “muito obrigado”?

Creio que é a satisfação pessoal de se sentir reconhecido. Porém, às vezes nos deparamos com situações em que não é esse o público com o qual temos de nos relacionar – muito pelo contrário: convivemos com pessoas que não aprenderam o “por favor” e o “muito obrigado”, talvez por ignorância ou até mesmo insensibilidade quanto ao próximo.

Olhando para Jesus, Filho de Deus e legítimo herdeiro do seu reino, observamos que ele se fez humilde para se sacrificar em nosso lugar. Conviveu com os pobres, pecadores e marginais e ainda lavou os pés de seus discípulos, um trabalho de escravo, para lhes dar uma demonstração bem concreta de humildade, e com certeza sem resmungar nem de cara feia, mas com coração submisso em obediência ao Pai.

Nossa tendência é sempre nos colocar no centro das situações e achar que precisamos de total atenção, enquanto nem percebemos que ao nosso lado com certeza deve haver pessoas precisando mais de ajuda do que nós. Outras vezes comparamos o nosso sofrimento ao de Cristo, mas esquecemos que Jesus sofreu de forma totalmente gratuita, sem nenhum motivo nem pecado, enquanto nós, além de pecadores, somos muitas vezes os causadores dos nossos próprios sofrimentos.

Seguindo o exemplo do mestre Jesus, que não vacilou em cumprir a vontade do Pai, podemos deixar os problemas na mão de quem resolve, que é Deus, e aproveitar mais o nosso tempo para ser úteis ao nosso próximo, confiando que as tribulações são os agentes que Deus usa para trabalhar o nosso caráter de acordo com sua perfeita e boa vontade. – APS

Servir é um exercício muito gratificante, ainda mais com a orientação e o sustento de Deus.

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25 de junho

Título – Necessitados

Leitura Bíblica: Mateus 25.31-46    Quem despreza o próximo comete pecado, mas como é feliz quem trata com bondade os necessitados! (Pv 14.21).

Quantas necessidades existem ao nosso redor! Em qualquer lugar por onde caminhamos encontramos pessoas pedindo a nossa ajuda. No texto de hoje, Jesus alerta para o fato de que ao segui-lo devemos auxiliar os outros. Como cristãos não podemos deixar de responder às necessidades urgentes que nos são apresentadas. Temos a tendência de pensar que, para servir a Deus, temos de fazer alguma coisa muito importante ou difícil. Porém, Jesus sugeriu aos discípulos algumas tarefas simples que todos podemos fazer: dar um prato de comida, oferecer um copo d’água, hospedar, doar roupas ou calçados, visitar doentes e muitas outras coisas do dia a dia. Quando agimos assim não servimos à comunidade, à cidade, à igreja, mas a Deus – e isso será reconhecido quando chegarmos à presença do Senhor. O cristão não tem outra alternativa senão servir. As pessoas mencionadas no texto ajudaram sem pensar que estavam fazendo isso para Jesus. Elas entendiam que, como seus seguidores, era simplesmente normal auxiliar os “pequeninos”. Assim deve ser a vida do cristão. Servir torna-se parte integrante da sua vida diária. As ações que serão aceitas por Deus são aquelas realizadas por cristãos fiéis que servem não para serem vistos ou receberem recompensas terrenas. Um exemplo é a história de um soldado cristão chamado Martin de Tours, tida por alguns como lenda. Conta-se que quando entrava numa cidade num dia de inverno, um mendigo, tremendo de frio, pediu-lhe uma esmola. Como não tinha mais nada para lhe dar, Martin tirou sua capa, rasgou-a em duas partes e deu uma metade ao pobre homem. Naquela noite ele teve um sonho no qual viu anjos e Jesus entre eles, usando a metade da capa do soldado. Jesus teria dito, agradecido, que Martin tinha lhe dado aquele manto. – JG

Devemos ajudar quem precisa não para receber algo, mas por amor a Deus!

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24 de junho

Título – Votos para Deus

Leitura Bíblica: Gênesis 28.10-22.    Clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei e você me honrará.(Sl 50.15).

O que você entende pela palavra “voto”? Não o voto em um candidato numa eleição, mas aquele que pode também ser chamado de promessa, juramento, intenção, propósito ou proposta.

Voto é uma promessa feita a Deus de modo deliberado e livre. Pode ser também um gesto de adoração e ação de graças. Foi o que fez Jacó segundo a leitura de hoje, quando fugia de seu irmão Esaú. Esse voto de Jacó após a visão dos anjos descendo e subindo uma escada e de Deus se revelar a ele e confirmar a aliança que fizera com seus pais Abraão e Isaque, é o primeiro registrado na Bíblia. O que foi mesmo que ele prometeu a Deus, e em resposta a quê? Confira.

Passados cerca de 20 anos, Deus cobrou aquele voto e disse: “Sou o Deus de Betel, onde você ungiu uma coluna e me fez um voto. Saia agora desta terra e volte para sua terra natal” (Gn 31.13).

Mais tarde, no tempo de Moisés, o voto foi reconhecido como uma prática espiritual, conforme está escrito: “Quando alguém trouxer um animal do gado ou do rebanho de ovelhas como oferta de comunhão para o Senhor, em cumprimento de voto, ou como oferta voluntária, para ser aceitável o animal terá de ser sem defeito e sem mácula” (Lv 22.21). Aqui observamos que o voto seria cumprido mediante a oferta de um sacrifício.

A Bíblia também ensina que ninguém é obrigado a oferecer votos a Deus, mas, se o fizer, deve cumprir o seu voto: “Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a Deus; cumpra o seu voto. É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir” (Ec 5.4, 5). Na maioria dos casos a ideia por trás dos votos parece ser a de querer comprar o favor de Deus, o que de qualquer modo não é possível. Deus quer ser honrado pela nossa confiança em sua graça e – claro – também por atos de gratidão por seu amor. Nada mais do que isso. – MM

Deus não precisa dos nossos votos; nós é que precisamos da sua graça.