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4 de abril

Título – Temor

Leitura Bíblica: Deuteronômio 6.1-2.  Como é feliz o homem que teme o Senhor e que tem grande prazer em seus mandamentos! (Sl 112.1).

Ao ler a história do povo de Israel, percebemos que várias passagens fazem referência ao temor que o povo tinha e deveria ter em relação a Deus. Mas o que significa temer e que diferença isso faz na nossa vida?

Vivemos em uma época em que se prega a “liberdade”. Em nome da felicidade, cada um deveria e poderia fazer o que bem entendesse. As pes­soas são incentivadas a viver sem se preocupar com as consequências, pois não acreditam que há um Deus atento a tudo o que acontece na face da terra, e que esse mesmo Deus, apesar de ainda assim amar aquela gente que pensa poder desprezá-lo (e que a Bíblia chama de pecadores), odeia o pecado. E assim desfruta-se da vida sem temor algum. Se você pensa dessa forma, cuidado!

Voltemos à nossa pergunta inicial: o que significa temer a Deus e que diferença isso faz na nossa vida? Em primeiro lugar devemos temer a Deus porque ele é o criador de todas as coisas. O salmista diz que toda a terra deve temer o Senhor; e não só isso; devem tremer diante dele todos os habitantes do mundo, pois “ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.8,9). Em segundo lugar devemos temê-lo porque ele é santo e não suporta o pecado. Além disso, é justo e avalia as nossas atitudes, tanto as boas como as más, e um dia teremos de prestar contas do que fizemos ou deixamos de fazer. Porém, o fato de temermos a Deus não nos deve tornar pessoas medrosas, que tenham medo da reação de Deus, mas precisamos aprender a respeitá-lo e, principalmente, a obedecer-lhe. Salomão também ensinou que aquele que teme ao Senhor se desviará do mal (Pv 16.6). Assim, aquele que teme a Deus terá paz e segurança, pois a sua alma espera tranquila o encontro final com o Senhor. – JSD

Quem teme a Deus não precisa temer mais nada.

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3 de abril

Título – Notícia boa

Leitura Bíblica: Romanos 10.8-15

Como água fresca para a garganta sedenta é a boa notícia que chega de uma terra distante (Pv 25.25).

Somos ávidos por informação. Não basta saber as notícias do dia anterior, queremos saber o que aconteceu no último segundo. Buscamos informação nos jornais, na internet e nas redes sociais, e ainda assim nos sentimos desinformados. Mas, na maioria das vezes, só vemos más notícias: assaltos, acidentes, violências domésticas. Encontramos também notícias fúteis sobre celebridades, propagandas consumistas, etc.

Enquanto isso, o evangelho, que é a boa notícia, fica às vezes esquecido. Sua importância fica em segundo plano, não é divulgada. Você sabe qual é a boa nova que a Bíblia nos ensina?Acompanhe as principais manchetes da Bíblia. Veja a notícia assustadora de Romanos 3.23 – Todos os seres humanos são pecadores, “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Veja também como Deus deu a solução para este problema da humanidade na notícia que está registrada em João 3.16: “Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Também encontramos registrada em João 1.12 a notícia de que você pode tornar-se um filho de Deus: “Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”.

Como podemos ver, a Bíblia não é um amontoado de notícias ruins que nos trazem preocupações, ansiedade e medo. Pelo contrário, na Palavra de Deus encontramos vida e paz. Boa nova de grande alegria. A grande notícia da Bíblia é que em Jesus temos a salvação e a vida eterna. É preciso saber que salvação vai muito além do perdão de nossos pecados. O mesmo Deus que nos salvou é o que nos chamou para uma nova vida de santidade. “Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1Ts 4.7).

Compartilhe esta notícia com outras pessoas. Abençoado é aquele que é usado por Deus como seu mensageiro. – HSG

Procurando boas notícias? Leia a Bíblia.

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2 de abril

Título – Aflições

Leitura Bíblica: João 16.32-33.     Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo (Jo 16.33b).

Há alguns anos eu estava numa reunião com alguns cristãos de Blumenau, Santa Catarina. Era um encontro alegre, pois tínhamos em mente um trabalho inovador na comunidade, que visava a levar a literatura cristã para mais perto do público em geral. De repente, o telefone de uma das participantes da reunião tocou. Ela retirou-se e após alguns minutos voltou com o semblante triste. Disse ao marido que precisavam ir com urgência para outra cidade, pois acabara de receber a notícia de que seus pais tinham sido vítimas de um assalto. Ladrões invadiram a casa, tomaram o carro da família e levaram a mãe, de 72 anos, no banco de trás. Não conseguiram ir muito longe com o veículo, pois provocaram um acidente no qual aquela senhora veio a falecer. Os ladrões, praticamente ilesos, fugiram a pé.

No dia seguinte fui ao velório. Lá chegando, uma pergunta não calava em meu coração: “Por que, Senhor?” Foi então que me lembrei das palavras de Jesus registradas no versículo em destaque. No mundo em que vivemos há aflições. Elas são reais e fazem parte do nosso cotidiano, embora às vezes nos pareçam tão distantes. De repente, porém, somos surpreendidos: num abrir e fechar de olhos, as dificuldades estão aí. Surgem sem avisar na vida de cada um de nós. Jesus não disse “Talvez vocês tenham aflições” – ele foi taxativo: ninguém está livre de situações adversas. Sim, isso é fato: em algum momento elas virão. Então, no restante do texto ele nos consola. É como se dissesse: “Eu quero que vocês tenham a certeza de que, venha o que vier, eu vivo. Eu estou presente. Eu quero ser aquele que dá forças, consolo e amparo”.

Como você enfrenta seus problemas – sozinho ou com Cristo? Entregue sua vida a ele. Suas dificuldades e aflições não desaparecerão, mas você contará com a ajuda de Jesus para viver apesar delas. – LSch

A presença de Jesus torna possível viver também em meio às aflições.

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1º de abril

Título – Primogênitos

Leitura Bíblica: Números 3.1-13.  Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores (Rm 5.8).

O texto que você acabou de ler mostra o cuidado e o amor que Deus tem com seu povo. À primeira vista, parece ter apenas uma porção de exigências: “Todos os primogênitos são meus!”, diz o Senhor ali. No entanto, aquilo era uma grande e boa novidade para aquela gente. Até hoje, o nascimento do primogênito (o primeiro filho) de um casal é um acontecimento extraordinário, em geral celebrado mais do que os seguintes. Nos tempos bíblicos, aquilo era ainda mais importante. O primogênito era o sucessor do pai, o futuro chefe e o orgulho da família. Naquela época, a maioria dos povos não conhecia o Deus vivo – adoravam uma porção de deuses criados por sua imaginação e dos quais muitas vezes tinham medo. Assim, talvez receassem que aquelas divindades poderiam ter ciúmes do amor e do orgulho que aquele primeiro bebê dava aos pais, e então era melhor logo dedicá-lo a elas. Em muitos casos, chegava-se então ao cúmulo de sacrificar aquela criança (sim, matá-la mesmo!) para satisfazer os falsos deuses. O herdeiro seria então o filho seguinte. Quando Deus se revelou aos israelitas, ele também requereu que os primogênitos fossem totalmente dedicados a ele – não que tivesse ciúmes, mas porque queria conduzi-los a uma vida feliz e isso só funcionaria se eles permanecessem submissos à orientação divina. Assim, Deus lhes falou da forma como entendiam: deveriam dedicar-lhe o primeiro filho. Ao mesmo tempo, porém, facilitou as coisas: poderiam ficar com o primogênito e, em lugar dele, uma tribo inteira de Israel (a de Levi) seria dedicada a Deus para cuidar do seu contato com o povo. Muito melhor para todos. Mais tarde, Deus demonstrou ainda mais enfaticamente seu amor por todos nós ao – ele sim – entregar seu filho Jesus para morrer em nosso lugar. Boa razão para submetermos toda a nossa vida a ele! – RK

O relacionamento com o Deus verdadeiro não é baseado no medo, mas no amor a ele e na gratidão por tudo o que ele fez por nós.

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31 de março

Título – Misericórdia

Leitura Bíblica: Salmo 123.              Todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta (Lc 11.10).

O medo é uma das nossas experiências mais comuns. Ele destrói relacionamentos, cria dificuldades, aumenta doenças e produz ansiedades. Temos medo de que nossos filhos se desviem, de perder o trabalho, de que os negócios não deem certo. Ficamos incertos a respeito do futuro porque no momento passamos por um tempo de medo. A quem podemos levantar os olhos e pedir misericórdia? De que tipo de Deus precisamos quando estamos com medo? O salmista, que, como muitos, tinha medo, oferece-nos a resposta adequada. É ao Deus que está entronizado nos céus que devemos pedir misericórdia. Ele é o Pastor que ajuda, que está presente em toda e qualquer circunstância, que se relaciona com as pessoas, que entende o medo de todos nós. Por nós mesmos é impossível resolver situações que nos assustam. Deus, o Senhor, que existia antes de tudo o mais, é a nossa salvação. Talvez o escritor deste salmo tenha sido Davi, que escreveu o tão querido salmo 23, onde ele diz que o Senhor é o seu Pastor. Ele estava com medo, fugindo de seu filho Absalão, que havia usurpado seu reino. Subia chorando pelas encostas do Monte das Oliveiras. Naquela ocasião ele escolheu pensar em seu Deus, que conhece todas as pessoas do mundo: “A ti, ó Senhor, levanto os meus olhos, a ti, que pode compadecer-se de mim, me ajudar, confortar e livrar do medo que quer tomar conta da minha vida”. Fiquemos com os nossos olhos fitos nele até que ele tenha misericórdia de nós. Mas é necessário sermos fiéis como Davi e ter a coragem de dedicar a direção de nossa vida a ele. Então estenderemos nossas mãos para receber dele a sua misericórdia. É nessa posição de dedicação total, de fidelidade, que ele se compadecerá de nós. – JG

Quando Deus está presente em nós, o medo é dissipado.

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30 de março

Título – Incredulidade

Leitura Bíblica: 2 Reis 6.8-23. Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos (Sl 139.1-2).

Ainda que para muitas pessoas isso seja algo estranho de imaginar, os cristãos sabem que Deus vê tudo (Pv 15.3). O episódio narrado no texto de hoje mostra que o Senhor conhecia os planos dos sírios e por meio de Eliseu salvava o povo de Israel dos ataques do exército inimigo. Ben­-Hadade, rei da Síria, chegou ao ponto de pensar que havia um traidor em seu grupo que levava a mensagem para os israelitas. Ao mesmo tempo em que a história destaca a soberania do Deus que tudo vê, também mostra o que ocorre com o incrédulo: ele não consegue enxergar o agir do Senhor, mesmo que outros o informem sobre isso. O rei da Síria estava tão cego que não foi capaz de perceber algo que seus subordinados observaram e lhe comunicaram: a ação de Deus por meio de Eliseu. Um deles afirmou que o profeta sabia até mesmo o que ele dizia quando estava em seu quarto – ou seja, não adiantava fazer reuniões secretas. Então, a solução era prender Eliseu. Lendo o restante da história, aprendemos que quando cremos em Deus não precisamos temer o perigo, pois o Senhor já conhece a situação e agirá em benefício dos que nele confiam.

Como são suas atitudes diante deste Deus que tudo vê? Você consegue confiar e descansar em seus braços? Mesmo que o povo de Israel não agisse de forma digna para merecer os cuidados divinos, eles eram protegidos pelo Deus misericordioso. Assim também acontece conosco em muitos momentos. Diante da incredulidade de muitos que dizem crer, ele continua sendo fiel, estendendo sua mão libertadora. Não tente esconder do Senhor aquilo que está em sua mente, pois é impossível – ele já sabe o que é (veja Sl 94.11). Busque o Senhor e peça que ele aumente a sua fé! – MZK

Não há como surpreender Deus!

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29 de março

Título – Críticas? Obrigado!

Leitura Bíblica: Provérbios 15.31-33         Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se (Tg 1.19b).

Será que o título acima não deveria dizer “Críticas? Não, obrigado!”? Seria nossa reação usual. É normal não gostar de críticas. Ou elas intimidam, quando vêm com autoridade, ou parecem intromissão, ou ainda estupidez. Seja como for, incomodam. Por isso, nossa primeira reação a elas costuma ser de defesa. “Veja bem”, dizemos (ou seja: você não enxergou, não sabe nada) e então acrescentamos: “É o seguinte:” – e passamos a explicar por que, afinal das contas, nós é que temos razão. Isso quando não largamos simplesmente um cala-boca ou algo pior; ou, se não pudermos fazer isso, resmungamos qualquer coisa incompreensível, mas similar.

No entanto, o que eu quis dizer no título foi: “Críticas? Ótimo, obrigado!” Será que sou daquele tipo que gosta de apanhar, ou talvez hipócrita – querendo parecer mais nobre do que sou? Sinceramente, não – e agora sou eu que preciso explicar:

Receber críticas pode ser um choque porque mostra que nem todos enxergam o mundo como nós – às vezes (incrível!) até o enxergam melhor. E mesmo quando nos criticam sem razão teremos um alerta para dificuldades no que fazemos, o que nos protege de surpresas ruins. Por isso a leitura bíblica de hoje oferece entendimento a quem escuta a repreensão. Olhe aí a chance de sair ganhando!

Portanto, permita-me uma sugestão: quando vierem críticas, não se defenda: ouça e avalie – se a crítica foi válida, você aprendeu algo que poderá aproveitar depois; se não foi, ganhará firmeza – embora talvez algum ajuste de estilo seja útil. E, a propósito, raramente a razão está apenas em um lado e o erro só do outro – geralmente a verdade está lá pelo meio. Assim, a crítica pode não resolver a questão, mas certamente servirá como ponto de partida para a busca de uma solução. Vale a pena aproveitar. – RK

Ouvir e avaliar sempre ajuda; já falar com pressa é… crítico.

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28 de março

Título – Modelo

Leitura Bíblica: 1 Tessalonicenses 1.2-9.              Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo (1Co 11.1).

Vivemos numa época em que as pessoas dão cada vez mais valor à aparência. A imagem é tudo. É talvez por isso que todos procuramos de uma forma ou de outra algum modelo. Alguém no qual possamos espelhar-nos para seguir o seu exemplo em vários aspectos. Um modelo que seja uma referência, alguém que queremos ser ou que tem o que também desejamos. Quem é o seu modelo? Qual é o tipo de pessoa ou personalidade que você considera uma referência? Alguma celebridade do esporte, do cinema ou da música? Ou talvez grandes empresários com seus grandes negócios? Geralmente pessoas famosas e milionárias são as que se tornam referência para milhares de pessoas em qualquer parte do mundo. Mesmo não sendo famosos, quase sempre temos alguém em quem nos espelhamos.

Mas será que Jesus Cristo também é um modelo em quem as pessoas buscam se espelhar? Será que os seus ensinamentos se tornam princípios na vida das pessoas? Creio que para muitos isso seja motivo de riso. Mas quando se fala na vida amorosa, em perdão, paz, esperança e vida eterna, nenhuma das muitas celebridades poderá servir de modelo, pois nenhuma delas sabe como fazer para encontrar tais coisas. Pense nisso: Jesus Cristo é a única referência quando o assunto é perdão de pecados e ressurreição para a vida eterna. No texto de hoje, o apóstolo Paulo escreve que a igreja de Tessalônica se tornou um exemplo, um modelo, uma referência de fé cristã para as outras igrejas da região. Isso porque seus integrantes consideraram o evangelho, os ensinamentos de Jesus Cristo, o modelo a ser seguido. Em outras palavras, Jesus Cristo foi a referência na vida daquela comunidade.

Quem tem sido o meu modelo ou a minha referência de vida? Uma boa forma de responder a esta pergunta é fazer uma outra: será que a minha vida pode ser considerada um modelo, referência ou exemplo de vida cristã para outras pessoas seguirem? – DS

Bom modelo é quem reflete a pessoa de Jesus Cristo.

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27 de março

Título – Felicidade

Leitura Bíblica: Mateus 5.1-12.    Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus (Mt 5.12a).

Podemos dizer que a felicidade se apoia em três sólidas bases:

1. O perdão. Este consiste na capacidade suprema de superar a agressão. Precisamos aprender que o maior beneficiado com esta atitude é o próprio perdoador. O perdão liberta, cura, restaura relacionamentos e é o maior coadjuvante na superação de traumas. Não é fácil agir assim, mas com o passar do tempo, quando decidimos perdoar, o resultado é uma grande satisfação, a qual não queremos trocar pelos sentimentos que nos trazem tanta dor.

2. A satisfação. “Melhor é contentar-se com o que os olhos veem do que sonhar com o que se deseja” (Ec 6.9a). O insatisfeito tende a resmungar em vez de agradecer. Percebe com clareza o que lhe falta, mas com dificuldade vê o que já possui. A pessoa satisfeita é mais resignada e humilde, aceita com maturidade aquilo que foge ao seu controle e também luta com tranquilidade, pois sabe adaptar-se às variadas situações da vida. Não vive cobrando aquilo que seu desejo egoísta gostaria de receber, mas vive bem com o que possui e com o que é. O satisfeito permanece feliz mesmo passando alguma privação, enquanto o descontente está sempre vazio, ainda que se abasteça do mundo inteiro.

3. A esperança. Note que as beatitudes proferidas por Jesus no texto que lemos hoje não mencionam os ricos, alegres, bravos ou fartos no presente tempo, mas os pobres em espírito, aqueles que choram, os humildes e mansos, pois, a despeito de seu sofrimento, a esperança não permite que se desvaneça a expectativa de sua felicidade vindoura.

Para experimentar a verdadeira felicidade é preciso, em primeiro lugar, entregar a vida a Cristo. Com a ajuda dele podemos buscar aplicar em nosso dia a dia as características descritas por ele como bem-aventuranças. Como resultado, aprenderemos a perdoar e a ser satisfeitos, devido à esperança dada por Jesus. – LFS

Não há como ser realmente feliz longe do Senhor.

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26 de março

Título – Incompleto

Leitura Bíblica: Atos 8.26-40.       Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus, e todo aquele que ama o Pai ama também o que dele foi gerado (1Jo 5.1).

Se fizermos uma pesquisa sobre fé, muitos dos entrevistados responderão que creem em Deus. Porém, para muitas pessoas isso é apenas uma afirmação sem qualquer relevância real em sua vida. Elas acreditam que Deus existe, possuem uma Bíblia e até leem um trecho de vez em quando, mas nada disso afeta seu dia a dia. Não são religiosos fervorosos, mas têm lá seus rituais e consideram-se “cristãos”.

Pensando no texto que lemos hoje, gostaria de refletir sobre um de seus personagens, o eunuco etíope. Aquele homem também acreditava em Deus e, ao contrário das pessoas citadas acima, era bem devoto, tanto que foi adorar em Jerusalém (v 27). Quando Filipe o encontrou, ele estava lendo uma porção da Palavra de Deus. Lia, mas não compreendia. Apesar de temer sinceramente a Deus, sua fé era incompleta. Faltava-lhe algo – ou melhor, Alguém. Ele precisava conhecer Jesus! Sua situação é justificada pelo contexto histórico em que vivia: a compreensão do significado da obra redentora de Cristo era recente e ele não tinha a Bíblia completa à disposição. Imagino que muitos em sua época tenham se surpreendido ao constatar que acreditar em Deus não bastava.

A Bíblia nos diz que até os demônios creem que há um só Deus (Tg 2.19), o que obviamente não os torna cristãos. Infelizmente, muitas pessoas ainda não entenderam que o cristianismo trouxe “algo mais”. Lendo o Novo Testamento, compreendemos que por amor o Pai enviou seu Filho, Jesus, ao mundo para que morresse em nosso lugar. É somente por meio de Cristo que podemos ter um relacionamento com Deus agora e também na eternidade (Jo 3.36). É o Filho que nos leva ao Pai (Jo 14.6). É preciso confiar nessas verdades e entregar a vida a Cristo para se tornar um autêntico cristão e fazer parte da família de Deus, a igreja. E você, já conhece Jesus? – VWR

Jesus é o acesso à família de Deus. Você aceita o seu convite?