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26 de Dezembro
Perdoar?!?

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 45.1-15. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira (Rm 12.19a)

Perdoar não é tarefa fácil: quando isso é necessário, é porque algo nos feriu e afetou profundamente. Sofremos muito quando as ofensas vêm daqueles que mais amamos. Temos certas expectativas em relação a estas pessoas, e quando elas não são correspondidas, nos sentimos traídos. Mas, seja quem for o causador da situação, sofremos quando nossos sentimentos são feridos e isso é inevitável. O que pode mudar é a nossa reação. É fácil alimentar a mágoa, transformando-a em ódio, em vez de resolver logo a questão. Quando a ofensa é intencional, julgamos que o causador não merece perdão – afinal, somos “vítimas”. Não nos damos conta de que quando não perdoamos somos nós que mais sofremos. Nossa vida fica “amarrada” à pessoa que nos ofendeu, pois estamos alimentando sentimentos ruins em relação a ela.

José teve todos os motivos possíveis para ficar com raiva de seus irmãos, pois eles causaram muito sofrimento quando o venderam como escravo. Mas é impressionante como José tratou dessa situação. Resolveu perdoar seus irmãos e, quando os reencontrou, não demonstrou ódio pelo que fizeram. Ao contrário, viu que Deus esteve presente, dirigindo toda a situação a fim de que agora ele fosse um instrumento para salvar o povo e sua própria família das consequências de uma grande seca. O perdão reaproximou-os e proporcionou-lhe o privilégio de reencontrar seu pai e viver com ele novamente.

Não perdoar, nunca trará a paz. É preciso deixar Jesus agir em nossa vida e entregar a ele nosso problema, pedindo que ele cure nossas feridas e traumas. Derrame sua vida diante dele e deixe que ele cuide de seus sentimentos. Nem sempre conseguimos esquecer o que aconteceu, mas lembraremos do fato sem odiar quem o causou. Não espere sentir vontade de perdoar, pois ela nunca virá. O perdão é uma decisão. Custa bastante esforço, mas é recompensador. – IG

O perdão elimina a distância entre as pessoas.

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25 de Dezembro
Celebre!

LEITURA BÍBLICA: Mateus 2.1-12 Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado … e ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (Is 9.6)

Num final de ano recente levei meus dois filhos para a abertura das comemorações de Natal em um shopping center. Havia uma multidão de famílias naquela festividade. Confesso que minha expectativa era de que pelo menos uma característica de Jesus fosse destacada. Infelizmente a celebração ao menino Jesus ficou bem longe.

Os coordenadores da festa estavam comemorando o Natal, mas nem ao menos pronunciaram o nome do aniversariante, quanto menos ressaltaram suas características. Para decepção maior, um senhor de barba branca, roupa vermelha e com um saco cheio de caixas de presente vazias saiu de um baú enorme, afirmando que daria presentes para todas as crianças. Minha filha voltou frustrada, pois o “bom velhinho” prometeu e não cumpriu. Diante das promessas não cumpridas pelo papai-noel, e também por tentar tomar o lugar de Jesus, passei a chamá-lo de “mau velhinho”.

Vale destacar que naquele Natal até tínhamos um “bom velhinho”, digo “mau velhinho” na decoração da casa. Quando percebi, meus filhos o estavam considerando como o papai-noel vindo do céu. Imediatamente resolvi encaixotá-lo para não tomar mais o lugar de Jesus: afinal, nunca é tarde para reconhecer o verdadeiro significado do Natal.

Precisamos fazer do Natal uma comemoração marcante à luz da Palavra de Deus. A leitura bíblica de hoje nos apresenta a verdadeira celebração dos magos do Oriente no Natal de Jesus. Prostraram-se, adoraram com alegria e entregaram ouro, incenso e mirra. No Natal deste ano, o nosso “mau velhinho” não vai ficar conosco, mas ficará novamente preso no quarto de bagunça, sem nenhum valor. Jesus será novamente homenageado por toda minha família. Faça o mesmo você também neste Natal. Retire de sua vida e de sua casa tudo aquilo que ofusca o Natal de Cristo! – DMS

Celebre o Natal por causa de Jesus, não apesar dele!

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24 de Dezembro

Reconciliação

LEITURA BÍBLICA: 2 Coríntios 5.17-21.               Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação. (2 Co 5.18)

Reconciliar-se com o cônjuge, com outros familiares, com algum amigo, um vizinho ou alguma outra pessoa sempre é bom e necessário. Há quem carregue mágoas, rancor, ira e amargura por toda a vida porque algum dia foi ofendido e não quer perdoar, não quer conversar, não quer acertar a situação errada que aconteceu entre ele e alguém outro. Quem age assim sofre, mas não quer se humilhar e nem perdoar ou ser perdoado. É importante que as pessoas se reconciliem entre si, pois uma vida isolada, sem família e sem amigos, não é o ideal. Deus nos criou para vivermos em comunhão, não isolados.

Existe mais uma reconciliação supernecessária e mais importante do que qualquer outra. É a reconciliação com Deus. Todos nós vivemos por natureza rompidos com Deus (condição chamada de “pecado”) e só existe um meio para voltar à comunhão com ele: crer em Jesus Cristo como Salvador e recebê-lo como Senhor da nossa vida. No Natal relembramos o nascimento de Jesus. Ele nasceu para nos reconciliar com Deus! Isaías 59.2 diz que os nossos pecados nos separam de Deus e por isso ele também não nos ouve. É importante nos reconciliarmos com Deus – não podemos dar-nos ao luxo de ficar separados de Deus e nem de ele não ouvir as nossas orações. Jesus Cristo veio a este mundo para nos conduzir de volta a Deus! Em 1 Pedro 3.18 lemos que Jesus Cristo sofreu pelos nossos pecados de uma vez por todas, o justo pelos injustos, para nos conduzir a Deus.

Deus nos reconciliou consigo por meio de Jesus Cristo, mas também nos encarregou de promover a reconciliação uns com os outros, por isso reconcilie-se com Deus e também com as pessoas com quem tiver conflitos. Leve também os outros a se reconciliarem com Deus e mutuamente. – HK

Não guarde rancor, reconcilie-se com Deus e com o próximo!

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23 de Dezembro
Divisão

LEITURA BÍBLICA: Atos 6.1-7           [A escolha de ajudantes] tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. (Êx 18.22c)

No texto de hoje, vemos que a igreja crescia a cada dia, mas este aumento no número de fiéis trouxe problemas. Alguns se queixavam que o “departamento de ação social” não estava sendo eficiente. A questão é que os apóstolos eram os responsáveis por todo o trabalho. Muitas vezes, em nossas comunidades cristãs, pensamos que isso seria o correto – afinal, os líderes estudaram e se prepararam para isso. Alguns destes também preferem centralizar o poder, e assim não permitem que ninguém interfira em sua área. Fazem tudo sozinhos e depois se admiram por estarem cansados e estressados. Assim, nem sempre há o incentivo para que outros participem da obra de Deus. Mas o que a Bíblia ensina sobre isso?

Observamos que, diante da reclamação, os apóstolos tiveram de definir suas prioridades. Eles escolheram a oração e a proclamação da Palavra de Deus. Acertadamente, decidiram dividir as tarefas e responsabilidades. Não as delegaram a qualquer um, mas a homens escolhidos por seu bom caráter e sua vida com Deus. Como na matemática divina este tipo de divisão resulta em multiplicação, lemos que isso auxiliou na difusão do evangelho.

Em Êxodo 18.13-26, lemos que este princípio de liderança também foi aplicado por Moisés. Ele seguiu o conselho de seu sogro, Jetro, que alertou: “O que você está fazendo não é bom. Você e seu povo ficarão esgotados, pois esta tarefa lhe é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho” (Êx 18.17-18). Tal princípio não se restringe à igreja, pois pode ser utilizado em nosso trabalho, em casa, na escola… É confortante lembrar que Deus não deseja que façamos tudo sozinhos. Ele deu diversos dons e talentos às pessoas – e fez isso para que fossem usados! Além disso, contamos com sua ajuda. Assim, nossas tarefas não precisam ser cansativas: podemos dividi-las com pessoas responsáveis e aptas. – VWR

No trabalho para Deus, dividir esforços multiplica resultados!

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22 de Dezembro
Recompensa

LEITURA BÍBLICA: Colossenses 3.18-25 É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. (Cl 3.24b)

Quantas vezes fazemos algo simplesmente pelo fato de esperar alguma coisa em troca? Até nos esforçamos e fazemos tudo bem feito, mas o objetivo é receber alguma recompensa. A pergunta mais frequente nestes casos é: “O que eu vou ganhar com isso?” Parece que a sementinha do egoísmo insiste em brotar dentro de nós, levando-nos a fazer as coisas sempre do nosso jeito (e em nosso benefício).

No texto de hoje, o apóstolo Paulo está orientando os cristãos da cidade de Colossos sobre as responsabilidades sociais. Ele fala dos relacionamentos e das responsabilidades entre marido e mulher, entre pais e filhos e também entre servos e senhores. Ao concluir as orientações, ele exorta seus leitores a que “tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (v 23). Esta é a perspectiva que devemos ter: quando servimos alguém, não estamos fazendo isso apenas para essa pessoa, mas para o Senhor.

Deus já fez tanta coisa em nosso favor, que nem por toda eternidade conseguiremos retribuir-lhe por isso e sempre estaremos em débito com ele. Assim, a pergunta “o que eu ganho com isso?” não faz mais nenhum sentido. Tudo passa a ser gratidão ao Senhor, que nos deu todas as coisas. Servimos uns aos outros por sermos gratos pelo que Deus fez por nós. Como disse Paulo: “É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (v 24b). Esta é a perspectiva correta. E, de quebra, ainda afirma que o Senhor nos recompensará como a seus herdeiros (v 24a). Tudo pertence a Deus; até mesmo nós somos dele. O que fazemos aos outros, fazemos como gratidão ao Senhor.

Que motivação o leva a servir ao seu próximo? O que você espera em troca? Será que ficar sempre esperando alguma recompensa não é egoísmo da nossa parte? Será que isso não está acontecendo pelo fato de não percebermos suficientemente o que o Senhor já fez por nós? – CK

Gratidão e expectativa de recompensa não combinam.

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21 de Dezembro

Mudar

LEITURA BÍBLICA: 1 Tessalonicenses 4.1-8   Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas. (2Co 5.17)

Se você tivesse a oportunidade de mudar algo em sua vida, o que escolheria? Muitos com certeza melhorariam a sua situação financeira. Outros mudariam literalmente de casa ou localidade. Ou talvez o curso da faculdade ou a área profissional. Mas o que todos precisamos mudar é a forma como vivemos. O modo de tratar nossos pais, cônjuges ou filhos. Mudar o respeito, ou melhor, a falta de respeito por colegas, professores e outras autoridades. Mas para que isso ocorra, precisamos em primeiro lugar mudar a nossa vida de fé ou, quem sabe, adquirir uma vida de fé. Devemos mudar nosso comportamento diante de Deus, abandonando a descrença e o deboche, e cultivar respeito, adoração, temor e humildade. No texto da leitura de hoje, o apóstolo Paulo destaca que, quando fazemos algo ruim, estamos em primeiro lugar desagradando a Deus. Não é o seu pai que você vai ofender, nem o seu professor, nem o líder da sua igreja, mas Deus. Quando o apóstolo Paulo escreve que em Cristo somos novas criaturas, ele se refere a uma nova maneira de viver. Cristo nos dá uma nova esperança, uma nova vida, uma nova chance. Portanto, devemos lutar para que a nossa nova vida não volte a ser como a antiga. Quando cremos em Jesus Cristo, entendemos que podemos deixar de lado tudo aquilo que ofende a Deus, aos outros, e a nós mesmos. Paulo ainda destaca no texto da leitura que Deus nos chamou para viver em santificação e não na impureza. Isso significa buscar, a cada dia, mudar aquilo que não agrada a Deus. Em outras palavras, um cristão precisa combater o pecado. É verdade que ainda pecamos, mas não devemos mais aceitar o pecado como estilo de vida. Portanto, se existe algo que você pode e deve mudar em sua vida, é a própria maneira de viver – e essa mudança somente ocorre quando deixamos Deus agir em nós por meio de Jesus Cristo. – DS

Ser nova criatura é mudar nossa forma de viver.

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20 de Dezembro
Retrato divino

LEITURA BÍBLICA: Daniel 9.4-19 Senhor, tu és justo, e hoje estamos envergonhados. (Dn 9.7a)

Quando eu tinha apenas dois anos, fui com meu pai e minhas duas irmãs mais velhas a uma pequena cidade que distava 18 quilômetros do sítio onde morávamos. Ali tiramos uma fotografia. Hoje, 73 anos depois, vejo que a mudança foi tanta que jamais diria sermos a mesma pessoa.

O texto que lemos hoje é um retrato fiel do nosso Deus. Só alguém que o amou e lhe obedeceu tanto poderia fazer uma descrição tão verdadeira do ser divino. Em tempos tão turbulentos como os nossos, encontramos em Daniel um profundo ensino: por mais perigosos que sejam nossos dias, Deus está no controle. É bom lembrarmos que nós mudamos com o passar dos tempos, enquanto Deus é imutável. Ele foi, é e sempre será o mesmo.

Em sua oração, Daniel começa dizendo que Deus é fiel. Ao mesmo tempo, reconhece como os homens são diferentes de Deus, pois são infiéis (v 5). Era por este motivo que estavam naquela situação, longe de sua terra. O profeta também diz que Deus é justo. Por pensar assim de Deus, Daniel não se queixa, embora tenha passado por muitos sofrimentos. Ele sabe que Deus tem razão em afligir o povo, cumprindo assim a palavra proferida contra eles.

No v 9, Daniel afirma que Deus é misericordioso e perdoador. Hoje mesmo observei duas pessoas conversando. Uma delas ouvia as mágoas que a outra tinha de um antigo amigo. A primeira perguntou à outra se ela conhecia a oração ensinada por Jesus aos discípulos – o Pai Nosso (Mt 6.9-13). Como a resposta foi afirmativa, ela completou: “Deus espera que você sempre perdoe, pois a toda hora você é perdoado por ele. Aja com os outros como Deus age com você!” A pessoa que estava magoada ficou estupefata e disse: “Nunca imaginei que o perdão a outrem significasse isso!” Ela tinha um retrato errado de Deus em sua mente! – MJT

O retrato que temos de Deus influencia nosso relacionamento com ele e com os outros.

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19 de Dezembro

Oração

LEITURA BÍBLICA: Marcos 1.35-39 Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando. (Lc 6.12)

Não sei em qual momento do dia você está lendo esta mensagem. Antes de continuar, permita-me fazer-lhe uma pergunta: você já orou hoje? Orar é talvez uma das práticas bíblicas mais simples que Deus nos deu. Contudo, nem sempre o mais simples é o mais fácil. Mesmo que não haja grandes segredos para conversarmos com Deus, é necessário ter disposição e disciplina. A disposição é importante para que possamos abrir mão de alguns minutos das 24 horas que temos durante o dia. Para isso, talvez seja preciso dedicar um pouco menos tempo a assistir à televisão, navegar em sites da internet ou redes sociais, trabalhar ou até dormir. Já a disciplina é fundamental para que eu, de fato, ocupe com oração o tempo separado para ela. Muitos não conseguem ser perseverantes em seu bom propósito de orar porque não são disciplinados. Isso depende, evidentemente, da força de vontade. Qual é a sua vontade de orar?

O texto que você acabou de ler descreve algo comum na vida de Jesus. Apesar da sua agenda cheia, ele sempre encontrava um tempo para orar. Aqui ele se levantou de madrugada, em outros momentos a Bíblia fala que ao final do dia retirou-se para orar (como em Mc 6.46), ou buscou o Pai à noite (Mt 26.36 e versículo em destaque). A pergunta que faço a você e também para mim é: qual é o momento que estamos separando para conversar com nosso Deus? A oração é muito importante se quisermos ter um relacionamento íntimo com ele. Assim como ouvia Jesus, Deus sempre está à disposição para nos ouvir e fortalecer.

Hoje quero convidá-lo a pensar sobre seus hábitos de oração. Você tem demonstrado disposição para orar? Tem sido disciplinado? Que tal separar agora alguns minutos e falar com aquele que pode ajudá-lo em todos os demais compromissos da sua agenda? – MP

Tempo “gasto” em oração é investimento no nosso relacionamento com Deus.

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18 de Dezembro
Fé forte

LEITURA BÍBLICA: 1 Tessalonicenses 3.1-6.        Se você vacila no dia da dificuldade, como será limitada a sua força! (Pv 24.10)

A leitura de hoje fala sobre um episódio que envolveu o apóstolo Paulo e a igreja da cidade de Tessalônica. Paulo chegou àquela cidade e foi pregar na sinagoga (o local de culto dos judeus), como era seu costume (At 17.1-10). Muitas pessoas aceitaram a palavra que pregava e se juntaram a ele. Mas um grupo de judeus alvoroçou a cidade, tentando prender Paulo e seus companheiros, gerando grande tumulto, obrigando-os a sair da cidade às pressas. Ele deixou os irmãos no meio do tumulto e por isso ficou muito preocupado nos dias seguintes. Quando estava em Atenas, tentou voltar para Tessalônica, mas não conseguiu. Enviou então seu colaborador Timóteo para ver como estavam as pessoas com quem ele havia tido contato ali. Ao enviá-lo, sua preocupação era com a fé daqueles irmãos que haviam permanecido com a lembrança do tumulto e de Paulo indo para outra cidade.

O verso 5 deixa muito claro que Timóteo é enviado para se informar a respeito da fé daquelas pessoas. Por que essa preocupação de Paulo? As pessoas precisavam ter fé. Do contrário, o tentador poderia seduzi-las para um mau caminho e todo o trabalho de pregação de Paulo estaria perdido. Portanto, o meio de resistir às tentações é ter fé em Deus. O tumulto depois da pregação de Paulo poderia ter sido motivo de desistência da fé, mas, pelo contrário, quando Timóteo volta, ele relata que os tessalonicenses tinham boa fé e amor (1Ts 3.6).

Podemos concluir que nada precisa abalar a nossa fé em Deus. Nem problemas financeiros, nem conjugais e nem mesmo os tumultos ou escândalos, como foi no caso de Paulo em Tessalônica. Como está a sua fé? Ela tem sido suficiente para resistir às tentações? Às pressões? Aos problemas? Passamos por muitas dificuldades, mas com fé no amor, no cuidado e no poder de Deus todas serão enfrentadas e resolvidas. – VS

Tenha fé em Deus e viva seguro com ele.

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17 de Dezembro
Vitória

LEITURA BÍBLICA: 2 Timóteo 2.23-26 A tranquilidade evita grandes erros. (Ec 10.4b)

Melhor do que vencer uma guerra é não precisar guerrear. Não é sem motivo que a Bíblia recomenda esforço para viver em paz com todos (Hb 12.14).

Não são raras as vezes em que acabamos brigando por discussões até de assuntos irrelevantes. A falta de respeito, fruto de uma postura orgulhosa, em que cada uma das partes quer ter completa razão, faz com que as pessoas acabem criando dissensões por não admitirem perder a questão. Alguns preferem abster-se, evitando assuntos polêmicos, dizendo até que alguns temas nem devem ser discutidos. Creio que qualquer questão possa ser discutida, desde que por pessoas com o mesmo nível de conhecimento sobre ela e que tenham como base da discussão o respeito pelo conhecimento e a opinião do outro. Continuar lendo