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18 de Julho
Deus faz mais

LEITURA BÍBLICA: Êxodo 17.1-7.  Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém! (Ef 3.20-21)

O texto que você acabou de ler relata um pedaço da história do povo de Israel. Não fazia muitos dias que haviam saído do Egito, onde viviam como escravos, mas houve tempo suficiente para que os israelitas presenciassem grandes feitos de Deus. Atravessaram pelo meio do mar em terra seca, tendo uma parede de água à direita e outra à esquerda (Êx 14.22). Depois, o Senhor enviou carne e maná (uma espécie de pão) para saciar a fome do povo (Êx 16). Agora estavam com sede. Seria normal pensar naquele momento que Israel, após presenciar os milagres mencionados, confiava que Deus providenciaria também a água. Contudo, não foi o que aconteceu. O povo mostrou-se extremamente ingrato, reclamando a Moisés. Disseram que seria melhor terem ficado no Egito. Olharam para trás e pensaram naquilo que estavam perdendo, sem perceber o que Deus faria por eles. Confesso que havia um tempo em que eu olhava para a história desse povo e não conseguia entender tanta incredulidade. Porém, percebi que também ajo como os israelitas. Muitas vezes presenciei a atuação maravilhosa de Deus e diante da primeira dificuldade entrei em desespero, perguntando: “Onde está Deus? Esqueceu-se de mim? Não vai agir novamente?”

Apesar da falta de fé do povo, Deus orientou Moisés a bater numa rocha e dela saiu água. Ele também vem ao nosso encontro, mesmo quando nos queixamos ou duvidamos de sua presença. Quero levá-lo a olhar para Deus não com reclamações e lamentos, mas com gratidão. Se analisarmos nossa vida, vamos perceber que Deus fez – e faz – por nós infinitamente mais do que esperamos, como diz o versículo em destaque. Não há motivo para reclamar, mas há muitos para agradecer. – MP 

Como não louvar a Deus por tudo o que ele fez e fará em nossa vida?

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17 de Julho
Dor

LEITURA BÍBLICA: 2 Coríntios 12.7-10 Não diga: “Por que os dias do passado foram melhores que os de hoje?” (Ec 7.10a)

Quando Jesus curou um cego de nascença, seus discípulos questionaram: “Quem pecou? Ele ou seus pais?” Esse episódio é contado em João 9.1-6 – vale a pena procurar e ler. De acordo com a cultura deles, a dor viria sempre associada à punição. Daí a dúvida: poderia um inocente já nascer castigado? Sofreria porventura pela culpa de seus antepassados?

A dor, porém, é algo muito mais profundo e ao mesmo tempo sublime. Ela tem funções que vão além do que pensamos. Certamente uma delas é punir os erros para corrigi-los, mas Deus sempre a associa a um plano de redenção de quem a sofre. É também um alarme que alerta quando algo está errado. Se não doer, como saber? Se não souber, como tratar? Ela também desperta empatia. Quando já experimentamos a mesma dor, nossa solidariedade e nosso consolo são mais profundos e mais verdadeiros. Por isso Cristo sofreu nossas dores. O sofrimento também quebra o nosso orgulho e produz arrependimento, fazendo-nos sentir nossa condição de humanos, pois viveríamos em extrema arrogância se não sofrêssemos dentro de um mundo que grita de dor. Entretanto, seu propósito maior é fazer com que o nome de Deus seja glorificado, seja por meio de uma cura, como a do cego de nascença mencionado acima, seja pela força que encontramos na graça de Jesus quando a cura ou o alívio da dor não vem. A dor é tão difícil quanto necessária. Esteja pronto para sofrer, pois isso é melhor que conformismo, dissimulação ou comodismo. Jesus sofreu, os apóstolos sofreram, sejamos também participantes de suas aflições.

Portanto não tenha medo da dor – ela é um dos maiores privilégios do ser humano. Somente sentindo com intensidade a dor sentiremos de igual forma os momentos felizes. Quem não sabe chorar, não sabe sorrir. Viver é sentir tudo isso de modo profundo e inteiro. – LFS

Punição não é o único propósito da dor.

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16 de Julho

Retorne!

LEITURA BÍBLICA: 1 Pedro 4.7-8.            A vida de pecados dos ímpios se vê no olhar orgulhoso e no coração arrogante (Pv 21.4).

Eram um casal apaixonado, casaram-se e tiveram filhos. Os filhos começaram a crescer, o cansaço e a rotina começaram a pesar no relacionamento. O marido sempre chegava do trabalho cansado e estressado, pois pedira demissão do emprego para iniciar uma nova empresa com um conhecido – e toda vez era a mesma coisa: a esposa não o beijava mais, não perguntava como havia sido o seu dia e começava a reclamar das traquinagens dos filhos. Ele entendia a esposa e pedia paciência a ela, dizendo que todo início de uma empresa era complicado e difícil, mas que ela esperasse que logo as coisas melhorariam gradativamente. A esposa não aguentou e pediu a separação. Não adianta dizer que numa separação os dois ficam amigos: diante de tal situação, no mínimo um dos dois fica ferido. A esposa ficou com a casa e as crianças e ele foi morar na casa da mãe até se recuperar do choque, e ainda tinha uma empresa para administrar. Como se não bastasse a separação, seu sócio o traiu. Até hoje ele guarda mágoas dessas pessoas que foram tão importantes em sua vida. É uma pena, mas ele ainda não consegue perdoá-las. No entanto, depois de quinze anos de separação, a ex-esposa ainda o ama, só que a vergonha e o orgulho a impedem de pedir perdão e restaurar o casamento. Ele também ainda a ama e sofre muito por ela, mas também o seu orgulho tolo não o deixa perdoá-la para voltarem a formar um lar. Quantos casais estão vivendo assim? Maridos visitam seus filhos, conversam com a esposa, mas nem um nem o outro têm a humildade de reconhecer seus erros, perdoarem-se e buscarem a reconciliação. Deus não quer a separação dos casais, mas a união e a reconciliação no casamento. Se essa história parece familiar a você, comece a procurar a Deus e entregue sua vida nas mãos dele para que o Senhor tome providências nessa situação e vocês possam voltar a ser felizes novamente. – ETS 

O amor de Deus não acaba como o nosso, e sempre está disponível.

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15 de Julho
Nossa esperança

LEITURA BÍBLICA: Salmo 130.1-8  Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, pois no Senhor há amor leal e plena redenção (Sl 130.7).

Quando você ler esta meditação, talvez muitas coisas já tenham acontecido para deixar o mundo pior do que estava no dia em que a escrevi. A Europa estava numa ebulição econômica terrível. Por mais de uma semana, as bolsas caíram vertiginosamente. Em vários países, tanto no Oriente como no Ocidente, houve manifestações de protesto, com grande número de feridos. Há violência, promiscuidade dos costumes, corrupção financeira, desemprego e tantos outros males que a mídia nem se preocupa mais em informar todos. As notícias deixam de despertar atenção, pois, por piores que sejam os fatos, todos já se acostumaram com eles.

O autor do Salmo 130 vivia momentos como este. Suas palavras – profundezas, clamor, súplicas, ouvidos atentos, temor – mostram que não eram dias tranquilos. É um linguajar muito diferente do Salmo 23, por exemplo, que diz “nada me faltará”, mas acentuando a pessoa do “Senhor, meu pastor”, que cuidará de mim. Não se trata da certeza de que terei abundância de coisas, mas de que o Senhor, como meu maior bem, não me deixará em falta. É exatamente esta a petição do Salmo 130. O verso 6 fala do anseio pelo Senhor, de cuja presença o Salmo 23 fala com tanta certeza. Tendo o Senhor, de que preciso mais? O apóstolo Paulo experimentou isso e por isso afirma: “Posso todas as coisas [ou seja: ter abundância ou também carência material] naquele que me fortalece”.

Os dias turbulentos que vivemos precisam de esperança, e a única que não falhará é a esperança em Deus. O salmista esperou em Deus e, sentindo-se seguro, agora recomenda no versículo 7 aos outros o mesmo remédio. Ele fala de experiência própria, e falar da experiência que vivemos dá autoridade. Com essa segurança, ele avisa seu povo de que em Deus há plena redenção. – MJT 

Não se esqueça: Deus, nossa esperança, jamais falhou no passado.

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14 de Julho
Renda-se ao amor de Deus

LEITURA BÍBLICA: 1 João 4.7-21.       Nós amamos porque ele nos amou primeiro (1Jo 4.19).

Não há melhor sensação para o ser humano do que a de ser amado. O prazer de sentir-se amado não há de se comparar com o da aquisição de qualquer bem material. Todo ser humano tem não somente esta necessidade, mas também este desejo. E isto vem do próprio Deus.

O amor tem a capacidade de influenciar nosso caráter, de reafirmar nossa autoestima.

Quando somos amados, temos consciência de que temos algum valor para alguém. O amor denota admiração e afeto. Até mesmo os animais e toda e qualquer obra da criação respondem muito bem ao amor recebido.

O amor desperta a vontade de estar junto, entregar o que é necessário para que se concretize a felicidade daquele que é amado. Mas muitos perdem-se procurando o caminho desta graça. Querem receber amor por imposição, um amor que satisfaça seus desejos egoístas; ou por admiração, querendo sempre mostrar-se perfeitos e dignos de receber esta glória.

O amor não é um troféu, embora recebê-lo nos faça sentir-nos recompensados. O amor também não é um objeto que possamos comprar com recursos concretos, nem tampouco um escravo de nossos desejos mesquinhos, de nossos caprichos.

Muitos acabam por confundir-se, pois muitos falsos prazeres mascaram-se de amor. O amor verdadeiro apresenta frutos de bondade envolvidos em misericórdia. O verdadeiro amor não teme render-se, pois não busca nada para si. Ele sabe perdoar e portar-se com cordialidade e discrição.
O amor não é encontrado em qualquer lugar. Quem reconhece que precisa receber amor só poderá encontrá-lo na fonte correta, somente ela poderá supri-lo de forma a preencher os vazios corações dos sedentos por ele. Mas, para chegarmos a esta fonte, há somente um caminho. A fonte é Deus e o caminho é Jesus Cristo. – LFS 

Deus nos oferece o seu amor à vontade para que o passemos adiante.

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13 de Julho
Celebrando

LEITURA BÍBLICA: Filipenses 4.10-20 Vocês fizeram bem em participar de minhas tribulações (Fp 4.14).

Muitos leitores da Bíblia têm preferência pelo verso que diz “Tudo posso naquele que me fortalece”, que aparece na nossa leitura de hoje.

Ao dizer isso, o apóstolo Paulo não estava praticando alguma técnica de autoajuda, como muitos fazem. Não. Ele estava sendo muito transparente, confessando o que ele era. Era um homem que já experimentara o que estava dizendo.

Vá ao capitulo 11 de 2 Coríntios. Açoitado (havia fragmentos metálicos na ponta das tiras dos chicotes), apedrejado, náufrago (três vezes – numa delas passou a noite inteira no mar). Já pensou? Mas ele não celebra a fortaleza que ele mesmo seria, e sim a piedade cristã de seus leitores. Vejam o que menciona em sua celebração:

Ele descreve com alegria o que os filipenses fizeram por ele. Finalmente vocês conseguiram fazer chegar a mim os seus donativos! Só um coração grato e cheio de amor pode fazer isso.

Ele celebra a vitória sobre as dificuldades e sua liberdade diante das circunstâncias. Boas ou más, elas não alteravam seu ânimo, ele era livre. Os romanos ameaçavam de morte os povos que queriam subjugar. Quando fizeram isso com Cristo e os cristãos, o método não funcionou. Foi a maior derrota que sofreram. Paulo aprendera com seu Senhor. Isso é andar sobre as nuvens, enquanto outros andam por baixo delas. E como se queixam!

Paulo celebra a presteza com que os filipenses o ajudaram. Eles foram os primeiros a socorrê-lo, e mais, continuaram a socorrê-lo outras vezes! Paulo consegue transformar ajuda em um ato de adoração. Ele afirma que a oferta que recebera era uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus. Quanta grandeza havia no caráter do apóstolo! Ele transformou sua vida num culto contínuo. Podemos dizer que Paulo não subiu aos céus para adorar ao Senhor: ele continuou sua adoração que já havia começado na terra. – MJT 

Tome a mais gloriosa das decisões. Transforme sua vida em uma celebração a Deus.

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12 de Julho
Doença espiritual

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 3.6-10.       Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (1Jo 1.9).

Quando uma pessoa adoece, ela deve se tratar com medicamentos, alimentação adequada e outros cuidados recomendados pelo médico para que possa restabelecer-se e ficar curada. Se não agir dessa maneira, seu sistema imunológico ficará cada vez mais frágil, deixando assim uma porta aberta para novas enfermidades, infecções e viroses.

Na vida cristã não é diferente. O pecado é uma grande enfermidade que pode levar um indivíduo à morte espiritual. Quando esse mal entra na vida do cristão, é preciso buscar tratamento imediato: oração de confissão e obtenção do perdão de Deus. Se a pessoa não se tratar confessando suas faltas em oração ao Senhor, a tendência é seu sistema imunológico espiritual ir-se fragilizando, deixando-a ainda mais suscetível a novos ataques do maligno, e consequentemente a novas recaídas.

Entretanto, o Espírito Santo nos alerta e fornece o diagnóstico de como anda nossa vida com Deus. Se houver pecado presente, ele o mostra, trazendo incômodo ao nosso coração. Nessas horas, muitas vezes o homem tende a se esconder por vergonha ou medo, como fizeram Adão e Eva ao ouvirem a voz de Deus após desobedecerem. Assim, ao tomar consciência do pecado em sua vida, confesse-o ao Senhor. Não deixe que o mal se alastre de maneira que o conduza para longe do Pai, a ponto de não ter mais volta.

Não tenha vergonha de expor suas feridas diante daquele que é o único que pode e quer nos curar. Não deixe que seu coração se endureça e se faça de surdo à voz de Deus quando o Espírito Santo trouxer à tona o seu erro. Pois, qualquer que seja o tamanho do seu pecado, se você se humilhar diante do Senhor e confessar a ele suas faltas, certamente ele será justo e fiel para perdoar, conforme lemos no versículo em destaque. – CPB 

O pecado nos traz morte espiritual, mas Jesus nos traz vida.

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11 de Julho
Conselhos

LEITURA BÍBLICA: 1 Reis 12.1-15.        Os planos do Senhor permanecem para sempre; os propósitos do seu coração, por todas as gerações (Sl 33.11).

Ouvi falar de um jovem que estava pronto para se jogar do alto de uma grande ponte. Ao notar aquilo, um voluntário bem intencionado subiu até lá e iniciou uma conversa no sentido de convencer o jovem suicida a descer em segurança. O voluntário conselheiro pede ao “suicida” que espere apenas alguns minutos antes de qualquer atitude precipitada. Os dois chegam a um acordo: o jovem desesperado explicaria em 15 minutos os motivos que o levavam ao suicídio e o voluntário conselheiro apresentaria em 15 minutos bons motivos para viver. O jovem suicida, no tempo que lhe cabia, falou acerca de todos os problemas sentimentais e emocionais que passava na família, na escola, no trabalho. O voluntário, impactado com tantos problemas do jovem desesperado, informou no prazo que lhe cabia que passava por situações semelhantes. Enfim, após os 30 minutos, qual não foi a surpresa: os dois pularam da ponte.

O texto da leitura de hoje fala de um rei chamado Roboão, filho e sucessor de Salomão. Ele desprezou os bons conselhos dos sábios e tomou conselho com os mais jovens que haviam crescido com ele, causando assim a grande divisão da nação de Israel.
A Palavra de Deus nos aponta no Salmo 1 a felicidade daquele que tem o prazer nos conselhos vindos do Senhor. Conselhos sábios são fundados na Lei do Senhor e não em “achismos” de ímpios, pecadores ou escarnecedores. Muitas vezes ficamos tão perturbados com as circunstâncias da vida que acabamos dando ouvidos a maus conselhos. Lembremos que o nosso Senhor Jesus, além de tantos atributos, é também o Maravilhoso Conselheiro prometido em Is 9.6, que está sempre pronto para nos ajudar nos momentos de crise. Na verdade, os conselhos do Senhor são bons e duram para sempre. São esses os que merecem ser seguidos. – DMS

O bom conselheiro não dá ênfase aos problemas, mas às soluções vindas de Deus.

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10 de JulhoSenhores

LEITURA BÍBLICA: 2 Crônicas 12.1-8.  Se o Filho [Jesus, o Filho de Deus] os libertar, vocês de fato serão livres (Jo 8.36).

Quando Jesus pronunciou as palavras do versículo em destaque, alguns reclamaram: “Nunca fomos escravos de ninguém! Como você pode dizer que seremos livres?” (Jo 8.33)

Muito provavelmente reagiríamos da mesma maneira se alguém questionasse nossa liberdade. Ninguém quer ser escravo, nem mesmo de Deus. Até aqueles que dizem crer em Deus muitas vezes não o entendem. Acham que servir a Deus é cumprir alguns rituais religiosos e por isso fazem sua parte para tentar “contentá-lo”. A Bíblia chama essa atitude de pecado e afirma algo chocante: que todos – isso mesmo: todos nós – somos pecadores que não servem a Deus (Rm 3.23) – mesmo quando achamos que estamos lhe servindo. Servir a Deus significa fazer a vontade dele e não agir do jeito que nós imaginamos ser o certo. Depois, a Bíblia diz outra coisa chocante: quem peca, é escravo do pecado (Jo 8.34)! Ou seja, toda essa liberdade alardeada não é nada daquilo. É por isso que, mesmo vivendo em suposta liberdade, continuamos enfrentando medo, falta de paz, angústia com o futuro, conflitos internos e externos. Ou você já não passou pela situação de ser empurrado de um lado para o outro pelos seus impulsos, e não conseguir ficar satisfeito porque sempre parece faltar mais algo? Por que isso acontece? Quem nos empurra desse jeito?

A história contada na leitura bíblica de hoje fala de um rei de Judá que achava não precisar mais de Deus – era forte e se julgava livre. Quando Deus enviou contra ele o exército egípcio, ele rapidamente percebeu seu engano. Deus o perdoou, mas também providenciou um jeito de lhe mostrar a diferença entre servir a um Deus amoroso ou a um tirano qualquer. No lugar de Roboão, você escolheria o Senhor ou Sisaque? O “Sisaque” é você mesmo, com seus desejos nunca satisfeitos. A outra opção é Jesus, o único capaz de nos libertar da escravidão que nós mesmos nos impomos. – RK 

A única liberdade que temos de fato é a de escolher a quem servir.

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9 de Julho
A canção da vinha

LEITURA BÍBLICA: Isaías 5.1-7.            Ele esperava que desse uvas boas, mas só deu uvas azedas (Is 5.2b).

Acabamos de ler o cântico da vinha, que fala de um viticultor que, com toda dedicação e carinho, preparou a terra fértil, escolheu as melhores mudas e plantou, esperando colher boas uvas. Tanto é que até investiu em instalações para produzir o vinho que deveriam fornecer.

Depois de todo esse trabalho e expectativa, a grande decepção: as uvas eram azedas! Por causa disso, o viticultor resolveu transformar aquela plantação em um terreno baldio e abandonado.

Bem, essa história se refere à nação de Israel, o povo de Deus. Aquele povo era descendente do pai da fé, Abraão, portanto da melhor semente. Fora transplantado em Canaã, terra famosa por sua fertilidade. Deus esperava que o seu povo desse bons frutos, mas só deu prejuízo e decepção.

O desagrado de Deus está bem claro nas seguintes palavras: “Pois bem, a vinha do Senhor dos Exércitos é a nação de Israel, e os homens de Judá são a plantação que ele amava. Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição” (Is 5.7).

Por causa da desobediência do povo de Deus, os habitantes do reino de Israel foram levados como cativos para a Assíria e, posteriormente, os habitantes do reino de Judá para a Babilônia, ficando a terra de Canaã em completa desolação.

Com a vinda do Senhor Jesus Cristo ao mundo, todos nós podemos fazer parte do povo de Deus como cristãos, e o propósito de Deus para estes é que deem frutos, muitos frutos, como o “cacho de uvas” espiritual descrito em Gálatas 5.22-23. Confira! Diante disso, a pergunta é: que tipo de frutos estamos produzindo? Aquilo que eu e você fazemos têm agradado a Deus? Se o seu fruto não coincidir com aquele “cacho”, será que você é realmente cristão? Já submeteu sua vida a Cristo para que ele a leve de volta a Deus e faça o fruto crescer? – MM 

Sua vida produz frutos espirituais? Seus frutos fazem bem aos outros?