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Coragem!

LEITURA BÍBLICA:  Hebreus 10.19-25    Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo (1Ts 5.11).

Quando fez sete anos, meu filho ganhou do avô materno uma linda bicicleta como presente de aniversário. A alegria e a euforia estampadas em seu rosto eram óbvias. Mas outro momento estava por vir: aprender a andar naquela bicicleta. Minha esposa, então, treinou com ele durante dias. Colocava-o no banco, ele mal conseguindo alcançar os pedais. Ela segurava a bicicleta na frente e atrás, acompanhando-o, enquanto ele, feliz da vida, “andava” em seu novo brinquedo. Quando ele conseguia pedalar mais rápido, ela corria. Mas, quando soltava a bicicleta, ele caía. Então ela o levantava, enxugava suas lágrimas, acalmava-o e o ajudava a recomeçar. Isso se repetiu várias vezes, até que num determinado dia ele saiu pedalando sozinho. Com o encorajamento constante da mãe, ele superou as quedas e acabou aprendendo a andar de bicicleta.

O texto de hoje, principalmente nos versos 24 e 25, nos convida a incentivar uns aos outros. Há momentos na vida em que outras pessoas precisam do nosso incentivo. Talvez você conheça ou às vezes veja pessoas tristes, desanimadas, decepcionadas, desiludidas, com sonhos frustrados ou fracassados. Mesmo quando não podemos fazer algo prático por essas pessoas, Deus quer e pode nos usar para encorajá-las. Como bem disse Salomão: ”Dar resposta apropriada é motivo de alegria; e como é bom um conselho na hora certa!” (Pv 15.23). Refletindo sobre a história da bicicleta, vejo que Deus age conosco da mesma forma como minha esposa trabalhou com meu filho naquele momento de aprendizado. Deus é a nossa rocha, refúgio e proteção. Nele temos um guia firme; além disso, é seu desejo aproximar-se das pessoas, erguer-lhes a cabeça, enxugar as lágrimas a fim de confortar e animar. E ele quer contar conosco. Quero convidá-lo a ser um encorajador, sempre pronto a falar do amor e do auxílio de Deus a quem estiver precisando. – KCB


Deus usa pessoas para encorajar outras pessoas: você topa ajudar?

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Espertezas

LEITURA BÍBLICA:  Números 22.1-35
A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes (Sl 19.7).

O texto bíblico de hoje apresenta Balaão como um profissional competente e de fama internacional na sua especialidade. Esta consistia em invocar o mundo espiritual para beneficiar ou prejudicar os seus alvos. Ao que parece, funcionava, o que lhe permitia cobrar altos preços dos que contratavam seus serviços. Curiosamente, ele se reporta ao Senhor, o Deus vivo, do qual tinha noção e que respeitava, embora o conhecesse de forma um tanto confusa. De qualquer modo, reconhecia que precisava do apoio de Deus para o projeto em questão aqui. Assim, procura obter orientação da fonte correta. Para sua frustração, Deus lhe proíbe aceitar o serviço porque suas vítimas seriam o próprio povo de Deus – e Balaão obedece. Até aí, nada a criticar em sua postura.

Todavia, comércio é comércio, e seu cliente Balaque interpreta a resposta da forma usual: conversa piedosa para aumentar o preço. “Tudo bem, Balaão, eu pago mais” – bem mais, por sinal. Balaão encena uma pose indignada, insinua um preço ainda maior diante do tremendo obstáculo representado pelo próprio Deus, mas…

Ora, Balaão, por favor, Deus já não disse que não? Ah, mas, afinal, perguntar não ofende, não é mesmo? Quem sabe? Não custa tentar. Resposta de Deus: “Pois então vá – e aprenda no que dá ser teimoso!” A história continua com Deus mostrando a Balaão de forma muito drástica que, embora o deixe seguir, não aprova nem um pouco o que ele faz. Assustado, Balaão tenta voltar atrás, mas agora é tarde: terá de ir até o fim – e este é o que Deus determinou, contra todas as manobras do espertalhão.

Conclusões: (1) Pedir instruções a Deus é justo e correto; (2) Deus é Senhor, não negociante; (3) querer ser mais esperto que o Senhor é dar vexame até na frente de um burrico. Agora só falta aplicar a lição na prática, mas isso é com você. – RK

 Tentar ser esperto com Deus é insensatez.

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Grandeza

LEITURA BÍBLICA:  Salmo 8.1-9  Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. Salmos 8:1

Este salmo ressalta a grandeza de Deus e celebra sua glória. As cenas descrevem vários aspectos da criação, como a grandiosidade de uma noite estrelada, e a insignificância do homem quando comparado a tudo isso. Quem consegue enxergar essa grandeza fica maravilhado com ela. A excelência de Deus aparece em todos os lugares da terra, trazendo à luz a sua infinidade. Não existe lugar que Deus não alcance. E, apesar de tudo isso, ele faz questão de colocar o ser humano, tão pequeno e falho, acima das outras coisas criadas. Este salmo ensina que a grandeza da criação nos permite reconhecer a Deus de forma pessoal, a ponto de descrevê-lo como “Senhor nosso” (v 1). A criação revela um dos atributos de Deus, a sua onipotência. Diante deste poder, tudo e todos, inclusive o mal, silenciam. Não é possível contemplar este poder sem calar diante dele, nem que seja por um instante, pois ele revela nossa insignificância.

Por outro lado, a criação evidencia de tal forma o poder de Deus que o ser humano se sente impelido a proclamar a grandeza deste Deus – até mesmo as criancinhas se juntam a este louvor (v 2). Quem reconhece o poder de Deus na natureza não consegue ficar calado, mas age como diz a canção: “… tua beleza me leva a adorar-te”. O texto mostra que todos nos céus e na terra são movidos a isso.

Aprendemos com este salmo que Deus deve ser exaltado, pois ele não se oculta, mas se revela na criação. A grandiosidade desta criação também revela a perfeição de Deus. Ela é tão maravilhosa que se torna difícil de descrever – por isso, no verso 4 só resta ao salmista humilhar-se profundamente diante do Senhor. Ainda que tal perfeição não possa ser totalmente compreendida, ela pode ser sentida: diante dela percebemos como somos pequenos e, por outro lado, quanto Deus nos valorizou neste processo criativo. – MZK


A grandeza de Deus é refletida pela harmonia de sua criação.

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Sem medo de falar

LEITURA BÍBLICA:  Atos 6.8-15; 7.51-60   Não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos (At 4.20).

O Novo Testamento contém vários relatos de como os cristãos eram perseguidos por causa da sua fé em Jesus Cristo, mas não deixavam de falar sobre ela. Textos como esses deveriam nos inquietar. Vivemos num país onde, por enquanto, não existe perseguição religiosa. Mesmo assim, quantas vezes ousamos proclamar a mensagem de Cristo como fizeram os seus primeiros seguidores? Lembro-me que no início da minha caminhada de fé era difícil andar nas ruas segurando uma Bíblia. Mesmo sabendo que estava indo para um culto ou para uma reunião de jovens, sentia-me como um estranho entre as pessoas. Sempre que me lembro dessa situação, penso em como deixamos de aproveitar as oportunidades para falar de Jesus. Se não é devido à perseguição ou ao perigo de prisão e morte, por que então deixamos de falar das coisas que temos visto e ouvido da Palavra de Deus? Penso que é por vergonha, por medo de ser ridicularizado ou de ser visto de maneira diferente. Isso é o que nos impede hoje de sermos ousados como os cristãos do primeiro século foram.

É interessante que quando ouvimos ou presenciamos alguma novidade, não conseguimos parar de falar aos outros a respeito do novo acontecimento. Por que não somos assim em relação a Jesus Cristo? São tantas as maravilhas que a Palavra de Deus nos anuncia, que deveríamos agir com a mesma empolgação. Hoje lemos que, como tantos outros cristãos de sua época, Estêvão não se intimidou e proclamou sua fé em Cristo, mesmo quando estava perante o tribunal e prestes a ser apedrejado. Quando falamos de Jesus, o Espírito Santo nos dá coragem e a certeza de que Deus estará conosco. Então, reflita: o que impede você de anunciar a mensagem cristã para as outras pessoas? – DS


Falar de Cristo sem medo é a melhor maneira de mostrar ao mundo que Cristo vive em você!

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O fim do mundo

LEITURA BÍBLICA:  2 Pedro 3.11-13    Aquele que dá testemunho destas coisas diz: “Sim, venho em breve” (Ap.22.20).

Muito se fala em nossos dias sobre o aquecimento do nosso planeta Terra. Os governos das nações se reúnem e estudam como se há de bloquear esse aquecimento, mas não têm chegado a um denominador comum que possa desacelerar o processo. Cientistas preveem que, em seguindo-se o atual ritmo, a vida no nosso planeta poderá desaparecer dentro de um prazo não muito longo. Com isso chegaríamos aos dias do fim do mundo quando, em conformidade com a profecia do apóstolo Pedro, “os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão”. Embora não haja certeza sobre a verdadeira extensão e os reais efeitos do aquecimento observado, o que ainda há pouco tempo parecia absurdo e impossível já pode pelo menos ser imaginado.

E se isto puder ser o fim do mundo, surge a pergunta: quando esse desastre começou? Pois o começo da degradação se deu num dia e num lugar muito aprazível, chamado Jardim do Éden. Deus havia concluído a sua obra criadora. Formou então aquele maravilhoso jardim, onde instalou a coroa da sua criação: o homem e a mulher, Adão e Eva. E Deus formou o ser humano com a capacidade de fazer escolhas e livre para tomar decisões. Infelizmente, os pais da raça humana foram iludidos pelo diabo, o inimigo de Deus. Esqueceram que liberdade exige responsabilidade e sempre tem as suas consequências. E até hoje continua assim. Com a desobediência, o pecado se instalou na vida do ser humano. Foi aí que começou a decadência que nos leva ao fim do mundo.

Para nos livrar desse terror infernal, Deus providenciou o escape por meio de Jesus Cristo. E agora, “se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo” (Rm 10.9). – HM

 

Jesus veio para nos dar vida eterna e não acabarmos junto com o mundo.

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Elo perfeito

LEITURA BÍBLICA:  Colossenses 3.12-14       Revistam-se do amor, que é o elo perfeito (Cl 3.14).

Ao tomar as alianças nas mãos nas cerimônias de casamento, usualmente o ministro cristão diz que aqueles anéis representam o amor que não tem fim. A aliança é um elo: um objeto circular que não tem começo nem fim. Representa assim a eternidade, a união, a perfeição.

O apóstolo Paulo nos ensina que, quando somos chamados por Deus para a fé em Cristo, Deus derrama o seu amor em nós (Rm 5.5) e nos santifica, tornando-nos mais semelhantes a ele. Ao aceitarmos a obra de Cristo em nossa vida, Deus nos transforma à imagem do seu Filho (Rm 8.29) e passamos a ser santificados pela habitação do Espírito de Deus em nós (1Co 3.16). Apesar disso tudo, ainda não somos totalmente santos, justos e puros, e com frequência fazemos coisas que nos envergonham, que não eram da nossa vontade e muito menos o que Deus queria (Rm 7.19).

Por isso Paulo nos recomenda que nos revistamos de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Precisamos receber tais qualidades de Deus como se fossem uma vestimenta, porque naturalmente não as possuímos em nós mesmos. Essas qualidades são fruto do Espírito Santo quando este habita em nós (Gl 5.22-23) e capacitam-nos a uma vida reconciliada com nosso próximo.

Amor não é só uma palavra, um sentimento, mas antes de tudo uma forma de viver. A pessoa transformada por Deus ama seu próximo. Pelo amor, Deus celebra uma aliança entre nós e ele, que depois se estende de nós para o nosso próximo. Somos chamados por Deus para nos ocupar com a vida das pessoas à nossa volta: suportar aqueles que passam por momentos difíceis, perdoar os que nos decepcionaram, ter paciência com quem nos importuna, ter compaixão daqueles que o mundo despreza. Deus é amor e nos capacita para amar, portanto vá e pratique o que Deus já lhe concedeu fazer. – AS


Quem não ama seu próximo, certamente não ama a Deus.

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Guardar
LEITURA BÍBLICA:  Provérbios 4.1-13
Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti (Sl 119.11).

Meu pai tinha o hábito de guardar todo e qualquer objeto que pudesse servir para pequenos consertos. Quando precisava deles, afirmava: “Quem guarda tem”. Acho que herdei esse costume dele e hoje tenho uma gaveta cheia de parafusos, pequenos arames, pregos, etc. que já me foram muito úteis em emergências.

A Bíblia também nos aconselha a guardar. Em nosso texto de hoje, ela se refere a guardar no coração, ou seja, em nossa mente, a Palavra de Deus. Nossa mente é fantástica e tem uma capacidade enorme de guardar informações, tanto boas como más. Já aconteceu com você de ver um filme e alguma cena não sair de sua mente no dia seguinte? Nossa memória é assim. Mas ela só pode lembrar o que antes inserimos nela. No texto de hoje lemos que nossa vida depende de buscarmos a sabedoria e a instrução que a Bíblia nos dá e de guardá-la bem. Mas guardar para quê? Para não pecar contra Deus. Muitas vezes minimizamos a extensão dos nossos pecados e achamos que eles só atingem a nós mesmos. Mas a verdade é que todo pecado, seja uma “pequena” mentira ou um homicídio, volta-se em primeiro lugar contra Deus. Davi entendeu isso muito bem: quando Natã o confrontou com seu pecado, ele declarou: “Pequei contra Deus” (2Sm 12.13). Aparentemente ele havia pecado contra Urias, marido de Bate-seba, por haver adulterado com ela e depois, não conseguindo encobrir aquele pecado, mandado Urias para a frente de batalha para morrer. Mas note que Natã afirma que Davi havia desprezado a palavra do Senhor, fazendo o que ele reprova (2Sm 12.9). Quanto mais conhecermos uma pessoa, mais saberemos o que lhe agrada ou desagrada. Com Deus também é assim e, para sabermos o que lhe agrada, precisamos estudar a sua Palavra. Assim, quando vier a tentação de desagradá-lo, teremos a arma certa para vencê-la: a própria Palavra de Deus bem guardada e gravada em nosso coração. – CTK


Deus se agrada em nos fazer bem, e guardar sua Palavra ensina a agradá-lo.

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Eu sei

LEITURA BÍBLICA:  Apocalipse 2.2-3, 9, 13, 19; 3.1, 8, 15

Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim (Sl 139.5). 

“Eu sei” significa ter certeza de algo. Quando o “eu sei” ou “eu conheço” é dito pelo Senhor, isto se torna consolador, confortante e uma afirmação de alguém que sabe todas as coisas e está acima de tudo.

Quando Deus nos diz “eu sei”, isto também quer dizer que ele sabe tudo a nosso respeito. Para mim, significa que ele pode me livrar de qualquer coisa e me orientar naquilo que devo fazer, e o melhor é que posso me entregar e confiar totalmente nele.

Há momentos na vida em que Deus parece nem se ocupar conosco, que não se importa com o que está acontecendo, que está longe. Porém, se estamos passando por algum momento difícil, por uma situação que não entendemos e que achamos insuportável, precisamos lembrar que Deus permanece do nosso lado. Sua Palavra nos garante isso. Portanto, faz todo sentido entregarmos a ele toda a nossa vida, confiando plenamente em que ele nos ajudará a sair de qualquer situação, seja livrando-nos do mal que está sobre nós, seja confortando e fortalecendo-nos na nossa situação.

É preciso pedir, clamar, suplicar por sua ajuda, mas uma vez isto feito, temos de seguir as suas orientações, obedecendo à sua vontade.

Como se faz isso? Vivendo em íntima comunhão com ele, cultivando a leitura da Bíblia e um tempo diário em oração. Pela intimidade com o Senhor é que o conheceremos cada vez melhor e também passaremos a entendê-lo cada vez mais. É a mesma coisa que acontece quando duas pessoas mantêm convívio diário: quanto mais estiverem juntas, tanto mais se conhecerão, até chegar ao ponto de um simples olhar já mostrar o que o outro quer ou está pensando, ou mesmo mantendo a mesma forma de pensar ainda que longe um do outro por algum tempo. A intimidade com o Senhor nos dá certeza que ele está conosco e de que cuida de nós em cada detalhe. – HK


Quanto mais intimidade com o Senhor, tanto mais intensa sua presença e paz em nossa vida.

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Ele não mente

LEITURA BÍBLICA:  Números 23.16-26    Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Acaso ele fala, e deixa de agir? Acaso promete, e deixa de cumprir? (Nm 23.19)

Quando o povo de Israel estava a caminho de Canaã, a terra que Deus lhe prometeu, acamparam nas campinas de Moabe, além do Jordão, perto de Jericó. Vendo o enorme povo, os moabitas ficaram com medo. Seu rei mandou chamar Balaão, para que este amaldiçoasse os israelitas. Ele foi, mas somente pôde pronunciar o que Deus lhe pôs na boca. E em todas as ocasiões, Balaão pronunciou palavras de bênção e não de maldição sobre o povo.

Em Gênesis encontramos o início da história de Israel. Deus fala a Abrão: “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (Gn 12.2-3). No texto de hoje fica evidente que Deus estava cuidando de seu povo e cumprindo sua palavra. Ao longo de toda a história, aquilo que prometeu ele realizou.

Vivemos numa época em que nos são feitas muitas promessas, principalmente em anos eleitorais. Já estamos acostumados com o fato de que a maioria delas não se cumprem. E essa realidade faz com que muitas vezes nos tornemos incrédulos em relação ao que nos é prometido. O versículo em destaque mostra que nosso Deus é diferente. Quando ele fala, também age. Quando promete, ele cumpre.

Na Bíblia encontramos muitas promessas divinas. Teremos dificuldade em crer nelas se não confiarmos plenamente em Deus, achando que ele é falho como o ser humano. Contudo, assim como Deus cumpriu todas as suas promessas para com o povo de Israel, ele cumprirá as que fez a nós. Quero desafiá-lo a encontrar algumas delas na Bíblia e a crer firmemente que elas se cumprirão. Lembre-se: Deus não é homem para que minta. Ele é fiel. – MP


Quando Deus promete, ele não deixa de cumprir.

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Ressurreição

LEITURA BÍBLICA:  Mateus 28.1-10.  Ele não está aqui; ressuscitou! (Mt 28.6a)

Estamos comemorando a Páscoa. Esta época tem gosto de chocolate, mas seu verdadeiro sentido é a ressurreição de Cristo. Sem ter culpa, ele morreu em lugar dos verdadeiros culpados: nós. Mas não permaneceu morto: ressuscitou, ou seja, passou da morte para a vida. Quando cremos nisso e entregamos nossa vida nas mãos de Deus nosso Pai, esvaziando-nos de toda nossa vontade própria, morremos para a vida antiga e recebemos uma nova. Isso implica morrer para o ódio e ressuscitar para o perdão, deixar a mentira para dizer a verdade, abandonar o pessimismo e revestir-se de coragem.

Se alguém diz que vive com Cristo, não vai esperar a chegada da Páscoa para se reconciliar com alguém: tem de agir assim todos os dias. Confesso que sou falho como esposo, pai de família, líder na igreja, profissional e amigo, mas faço o possível para viver bem com todos, melhorando a cada dia e praticando os princípios bíblicos. Vejo muitas pessoas sofrendo porque não querem pedir perdão ou concedê-lo; muitos ficam doentes e buscam apoio psicológico por viverem com culpas e ressentimentos. Pessoas assim precisam “ressuscitar” para uma nova vida! Você também precisa? Procure investigar em qual área da vida você precisa “renascer” – ou seja, o que você ainda precisa entregar a Deus. Não adianta viver carregando coisas mortas – como vícios, mesmices, reclamações, orgulho, fofocas… pessoas com essa “bagagem” vivem querendo “puxar o tapete” dos outros e se esquecem que estão à beira de um abismo… Coisas mortas exalam mau cheiro, e este afasta as pessoas. Temos de morrer para tudo isso e ressuscitar para uma nova vida junto com Jesus. Afinal, você prefere o mau cheiro das coisas que dominam e escravizam sua vida ou o perfume da vida nova com Jesus, que nos liberta da escravidão às coisas mortas e conduz à vida eterna? – ETS


A nova vida que Jesus oferece elimina o mau cheiro da morte que deixamos para trás.