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20 de outubro

Título – A casa é sua

Leitura Bíblica: Romanos 5.1-11.           O homem é justificado pela fé, independente da obediência à lei (Rm 3.28).

Como é bom chegar à casa de um amigo depois de uma longa viagem e ouvir: “Entre, a casa é sua”. Paulo nos ensina no texto de hoje que fomos reconciliados com Deus porque Cristo morreu por nós. É o mesmo tipo de fé como a de Abraão, que confiou em Deus até as últimas conse­quências (Gn 22). Assim, o cristão, por fé em Jesus Cristo, achega-se a Deus, que lhe oferece a sua casa. Então entramos e nos alegramos, nos regozijamos e passamos a ter um relacionamento familiar com ele. Compartilhamos nossa vida com ele e ele nos ouve. Há, portanto, uma intimidade entre o cristão e o Senhor Jesus Cristo. Estamos em sua casa. Tal como Abraão foi justificado pela fé (Rm 4) assim também é o cristão quando aceita sua oferta. Ele o justifica, dá-lhe paz e derrama o seu amor em seu coração: por isso ele sabe que está em sua casa e se alegra. Essa alegria tem sua base em Jesus Cristo, naquilo que ele fez pelo cristão na cruz do Calvário. Não é, portanto, uma alegria superficial baseada nas coisas transitórias da vida. Certo cristão escreveu uma canção na qual reflete sobre sua própria experiência de vida. Ele fala do tempo quando vivia afastado do Senhor Jesus. Um dia, contudo, vivendo longe da casa do Senhor, pensou, tomou a decisão de voltar e então escreveu: “Aqui não é o meu lugar: meu lugar é a casa do Senhor” e no refrão diz “Minha casa é a casa do Senhor”. Nessa casa vou me alegrar na presença de Jesus. Quem é cristão já vive espiritualmente na casa do Senhor. A sua casa é a nossa casa. Somente nela, em relacionamento diário com ele, poderemos alegrar-nos até mesmo nas tribulações e na esperança da glória de Deus porque fomos reconciliados com ele, por meio do sangue do Senhor Jesus derramado na cruz. A casa é sua! – JG

A casa é sua, alegre-se nela.

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 19 de outubro

Título – Humildade

Leitura Bíblica: Filipenses 2.1-11.        Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus (Fp 2.5).

Parece que todo ser humano tem uma certa necessidade de autoafirmação. Precisamos sentir-nos valorizados, importantes e até mesmo necessários. Sentimo-nos bem quando fazemos algo e as pessoas reconhecem o que fazemos. Até certo ponto, enquanto não há exageros, não há nada de errado com esta questão. O problema começa quando isso vira uma obsessão: “Só farei algo se valer a pena para ser reconhecido”. Há certas pessoas que passam a vida planejando estrategicamente o que farão, com o propósito único de receberem reconhecimento dos que estão ao seu redor. E isto acontece inclusive em ambientes cristãos.

Paulo contrasta esse desejo ambicioso com a seguinte exortação: “Humildemente considerem os outros superiores a si mesmos” (v. 3b). Alto lá! Paulo não pode estar falando sério. E como fico eu nesta história? Que Deus está em primeiro lugar até é possível assimilar (e às vezes nem tanto), mas se eu considerar os outros superiores a mim mesmo, ficarei então por último? Como fica minha autoestima? Diante de pensamentos assim, Paulo é taxativo: “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus” (v. 5).

Vejamos bem: Cristo estava com o Pai desde a eternidade, cercado de toda glória possível. No tempo apropriado ele se torna um ser humano como eu e você, para vir a este mundo, morrer numa cruz por pessoas pecadoras (como eu e você), sabendo que muitas delas não lhe corresponderiam. Para que tudo isso? Com que propósito? Por necessidade de autoafirmação? Para receber mais glória? Com certeza não, pois sendo Deus já estava exaltado sobre tudo, mesmo que o texto afirme que Deus o tenha exaltado à mais alta posição. Sua atitude foi movida por amor e não por ambição. Sua missão foi inspirada por humildade e não por egoísmo. Quais são as reais motivações das coisas que você faz? – CK

“Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros” (Jo 13.34).

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📖 Palavra de Sabedoria

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18 de outubro

Título – Oração

Leitura Bíblica: Salmo 5.1-3.                  O Senhor ouviu a minha súplica; o Senhor aceitou a minha oração (Sl 6.9).

Vivemos num mundo cada vez mais barulhento e agitado. As informações que vêm até nós são inúmeras. Temos acesso a rádio, televisão, internet, celular, e tudo isso nos parece indispensável. Nossas agendas estão cada vez mais repletas. As crianças têm compromissos cada vez mais cedo, o que faz os adultos correr ainda mais. Será que ainda temos tempo para nós? Há também nosso trabalho e a carreira profissional, que é cada vez mais exigente. Temos de fazer cursos, especializações, pós-graduações, doutorados. E a família? Bem, ao observar a realidade, penso que ela muitas vezes fica em segundo ou terceiro plano, mas também exige nosso tempo. Também não posso esquecer-me dos inúmeros compromissos que alguns têm na sua igreja.

E assim, enquanto o mundo se torna cada vez mais agitado, o ser humano torna-se cada vez mais quieto. Milhares de pessoas sofrem silenciosamente com a carga que está sobre os seus ombros. Há poucas pessoas dispostas a ouvir ou ajudar a carregar a carga. Na igreja o sofrimento pode ser visto como falta de fé ou opressão demoníaca. Diante disso, muitos acabam silenciando e recorrendo à ajuda de medicamentos ou de outras drogas, o que também não é a solução.

O texto da leitura bíblica de hoje é de um salmo escrito por Davi. Ele viveu numa época diferente da nossa, mas nem por isso tinha uma vida mais fácil. Passou por muitos momentos difíceis na sua vida. E como ele enfrentava aquelas situações? O maior recurso usado por ele era a oração. Ao amanhecer ele apresentava seu clamor a Deus. Isso nem sempre diminuía seu fardo ou o livrava dos problemas que tinha para enfrentar, mas tornava-o capaz de seguir em frente.

Quero motivá-lo, diante do agito desse mundo e das cargas que pesam sobre você, a fazer como Davi. Apresente seu clamor a Deus. Ele o ouvirá, lhe dará atenção e o ajudará. Não sofra em silêncio, conte com a ajuda de Deus. – MP

Louvado seja Deus que não rejeitou a minha oração nem afastou de mim o seu amor! (Sl 66.20).

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17 de outubro

Título – Incredulidade

Leitura Bíblica: Marcos 6.1-6.          Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida (Jo 3.36a).

Na adolescência, quando morava na cidade de Mogi das Cruzes, residia num bairro de periferia chamado Caputera. Naquela época, quem morava naquele bairro era visto por outras pessoas da cidade com muita suspeita de ser algum delinquente – o que não correspondia aos fatos! Pois, como na maioria das periferias brasileiras, temos ali muitas pessoas honestas, gente de bem, que vivem com dignidade. Mas o pior é que eu tinha vizinhos que não acreditavam nisso e não viam a hora de mudar de bairro e melhorar sua qualidade de vida.

No texto que lemos, Jesus retorna ao lugarejo de Nazaré, sinalizando que para Deus não há excluídos, e na sinagoga da pequena cidade ele anuncia o evangelho do reino de Deus, lendo do livro de Isaías. Os nazarenos ficaram admirados com tamanha sabedoria e eloquência, mas não foram capazes de acreditar que aquele seu conhecido pudesse ser também o enviado de Deus ao povo de Israel. Em vez de fé, a palavra de Jesus gerou incredulidade. Como esse carpinteiro poderia ter aprendido na oficina o que normalmente requeria uma formação dada pelos rabinos? O espanto de Jesus diante da incredulidade dos nazarenos mostra a gravidade dessa atitude. Para Jesus, as dúvidas dos nazarenos não eram problema, mas a incredulidade sim. Para o incrédulo e duro de coração não haverá milagres que lhe bastem. As pessoas de Nazaré não eram diferentes das de hoje. Quem lhes quer ensinar algo precisa vir de longe, ter um título, uma experiência deslumbrante e uma mensagem impactante. Sendo Jesus um simples carpinteiro de Nazaré, sem formação ou título reconhecido, eles não quiseram aceitar como verdade que Deus estava com ele e que o elevou acima deles. Acredite, Deus usa as coisas mais simples para revelar seu poder! Lembre-se que nosso Salvador nasceu numa manjedoura e cresceu como um carpinteiro! – RF

A mensagem de Deus para nós é simples para que todos tenham acesso a ela.

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16 de outubro

Título – Está esfriando!

Leitura Bíblica: Mateus 24.6-14.    Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará (Mt 24.12).

Enquanto o mundo físico se aquece (segundo alguns pesquisadores), o espiritual esfria. Tal frieza é quase sempre efeito, raramente é causa. A sociedade que nos rodeia valoriza muito a exposição pessoal: aquele que não se destaca, não existe. A busca de sucesso causa um frenesi completo. Ao mesmo tempo, ela cria um estresse total nos que ocupam o segundo plano. Julgando-se derrotados, começam a entrar em pânico, fazendo tudo para serem vistos. Alguém já mudou a famosa frase “Penso, logo existo” em “Apareço, logo existo”. Começam até a surgir cidadãos promovendo carnificinas humanas para saírem do anonimato.

O homem do nosso tempo senta-se numa poltrona e controla a televisão com um aparelhinho na mão. Mal percebe que, muitas vezes, ele é que está sendo controlado! Fazendo parte da sociedade do espetáculo, mesmo muitas comunidades evangélicas elaboram celebrações públicas que fogem da reflexão e do enriquecimento advindo da experiência da prática dos princípios bíblicos. Evitam-se mensagens em que se é levado a pensar, pois muitos acham que isso cansa e vão à igreja querendo descansar. Para estes, o culto tem de funcionar apenas como uma terapia.

À medida que nos vamos alimentando apenas das informações divulgadas pela mídia, mais a maldade vai se tornando comum, banal. Também, mais próximos estaremos da advertência de Cristo no versículo em destaque. Quando menos percebemos, nosso amor a Deus, à comunidade a que pertencemos e às pessoas que precisam de Cristo esfriou.

Será que tudo o que vem acontecendo ainda nos deixa dúvidas de que o fim dos tempos está próximo? O que mais é preciso para nos servir de aviso do perigo a que estamos expostos – viver longe de Deus eternamente? Hoje é, mais do que nunca, tempo de buscar a Deus e vigiar! – MJT

Se o amor a Deus esfriou, precisamos voltar à fonte do calor.

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15 de outubro

Título – Ensine!

Leitura Bíblica: Salmo 127.3-5.    Ensine… com persistência a seus filhos. Converse… quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar (Dt 6.7).

Sempre levava meus dois filhos de bicicleta à escola. Poderia tê-los levado de carro, mas a distância era curta e o trânsito, ruim – sem falar que desta forma ajudávamos a natureza. Lembro-me como se fosse hoje: nos primeiros dias de aula, o mais velho queria chegar bem cedo. Com o passar dos dias, notei que ele pulava do veículo antes do destino final. Percebi que ele estava com vergonha de chegar à escola de bicicleta, visto que a maioria dos amiguinhos do colégio chegava de automóvel – era cada “carrão”!

Com carinho e amor, aproveitei a oportunidade para ensinar-lhe alguns valores que eu considerava importantes (Pv 22.6). Ele aprendeu rapidamente, perdeu a vergonha, e os amigos acabaram aderindo à ideia. Hoje sou conhecido como o “pai da bike”!

“Os filhos são como flechas na mão do valente”, diz o v. 4 da leitura de hoje. Para atirar bem, o arqueiro precisa conhecer seu arco e as flechas que vai usar. Ele precisa escolher o alvo desejado e mirar com cuidado. Para atirar bem, é preciso muito treino e preparo. Cada filho é único, com temperamento e características distintas, que devem ser observadas, avaliadas e incentivadas. Uns precisam de ajuda para ler mais, outros, para se exercitarem. Uns precisam de incentivo para fazer amigos, outros, para escolher melhor com quem andam. É tarefa dos pais detectar as necessidades de cada filho, pois assim influenciarão a direção para onde seus filhos “voarão”. E, para que eles aprendam bem, os pais precisam se dedicar sempre, como diz o versículo em destaque: qualquer hora é hora de ensinar, especialmente no que se refere a amar a Deus. Cada filho deve ser tratado como único, de forma individual, não comparativa. E, acima de tudo, precisamos educar os nossos filhos nos caminhos do Senhor. – DMS

Faça de seus filhos flechas que atinjam o alvo que é Cristo.