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7 de junho

Título – Arrogância

Leitura Bíblica: Oseias 2.2-8.          Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes (Tg 1.17).

“Não é esta a grande Babilônia que EU construí … para a glória da MINHA majestade?” exclamou o rei Nabucodonosor (Dn 4.30) – para logo depois enlouquecer e passar um longo tempo vivendo ao relento como um animal.

Pois bem: e o que tem isso a ver com a leitura bíblica de hoje? Aliás, bastante estranha essa leitura, não? Deu para entender? Oseias fala ali do seu povo (Israel) e o compara a uma mulher devassa que foge de casa para cair na farra com seus amantes e ainda diz que tudo de bom que ela possuía vinha deles – uma falsidade que Deus corrige por meio do profeta, mostrando a ilusão daquilo: na verdade, todos os benefícios da “mulher” (Israel, o povo de Deus) vinham do “marido” (o próprio Deus).

Em geral, nós também desfrutamos de muitos benefícios: saúde, alimento, abrigo, formação e sucesso profissional… e é muito fácil atribuir tudo isso a quaisquer circunstâncias favoráveis, a uma política inteligente, ao nosso dinheiro; enfim, ao nosso próprio mérito – bom dia, Nabucodonosor!

Sem dúvida é elogiável usar bem a inteligência que se tem e esforçar-se para vencer na vida, mas permita-me perguntar: de onde veio sua inteligência? Foi você que a criou?

Nabucodonosor teve de passar por um vexame grande e longo para reconhecer que não estava com aquela bola toda e para poder ser restaurado (confira na Bíblia, em Daniel 4). Oseias mostra o esforço de Deus para restaurar sua “esposa” infiel – que também precisou passar por um bocado de atribulações por causa do seu procedimento. E agora seria bom examinarmos a nossa posição à vista disso: de onde vêm nossas realizações – da nossa própria capacidade, sorte ou fontes externas (limpas ou nem tanto)? Ou seria mesmo do Criador e do seu amor por nós? Não seria o caso de dar uma reposta adequada a ele por isso? – RK

Inteligência mesmo é reconhecer que o Criador é maior que a criatura – e agir de acordo.

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6 de junho

Título – Fugir

Leitura Bíblica: Jonas 1.1-3.            Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis (Jn 1.3).

O que é fugir? Muitos acham que fugir é sinônimo de fracasso, perda, derrota, incapacidade.

Vou mostrar na Bíblia que em certas ocasiões fugir é necessário e não significa fracasso, pelo contrário.

A história de José, filho de Jacó, é um exemplo clássico. Você pode conferi-la em Gênesis 39. Ele tinha sido vendido pelos seus irmãos, foi levado ao Egito e agora estava morando na casa de Potifar (o comandante da guarda do faraó). Na casa de Potifar, José tornou-se mordomo (administrador da casa). A Bíblia diz que “o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor a José”. José foi tentado pela esposa de Potifar, e qual foi a sua reação? Fugiu. A história bíblica registra que, por sua fidelidade a Deus, mais tarde ele se tornou governador do Egito.

A Palavra de Deus deixa instruções claras: fuja dos desejos da mocidade, fuja da prostituição, fuja do amor ao dinheiro.

Geralmente, porém, quando buscamos algo sobre fugas na Bíblia, pensamos no livro de Jonas, e este é um exemplo negativo que jamais devemos seguir. Jonas recebe a incumbência de Deus de ir à cidade de Nínive a fim de pregar contra ela, e o que ele faz? Simplesmente vai em outra direção, fugindo do seu chamado. Enxergo três atitudes erradas que Jonas tomou e que deveríamos sempre evitar.

1ª Fugiu do seu compromisso – Deus deu uma ordem e ele desobedeceu.

2ª Desperdiçou seu tempo e seus recursos, dos quais Deus lhe pediria contas.

3ª Não levou a sério a situação dos ninivitas. Deus tem um propósito quando nos dá uma tarefa, que não se pode simplesmente ignorar.

Sempre que fugirmos dos nossos deveres, com certeza haverá perdas para nós e aqueles que precisam de nós. Assim, fugindo ou não, é preciso dar valor ao reino de Deus e buscar uma vida de comunhão com ele, obedecendo-lhe. – CPV

Fuja sempre em direção a Deus e não para longe dele.

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5 de junho

Título – Brigas

Leitura Bíblica: Atos 15.35-41.    Façam todo o possível para viver em paz com todos (Rm 12.18).

Brigas entre irmãos são comuns. Na Bíblia, temos os casos de Caim e Abel, Esaú e Jacó, os filhos de Davi… Quando minha irmã mais nova nasceu, tive ciúmes da atenção que ela passou a receber. A situação ficou tão complicada que meus pais tiveram de contratar duas babás – uma para cada filha. Fomos crescendo, brigando e fazendo as pazes. As brigas só pararam quando amadurecemos. Agora que estamos casadas e moramos em cidades diferentes, não há nem tempo de pensar em brigar quando nos encontramos – o amor prevaleceu!

E quando a briga é dentro de outra família, a de Deus? O texto de hoje trata de uma situação assim. Dois cristãos que chegaram a um impasse tão grande que tiveram de se separar. Será que esse episódio foi registrado para mostrar que Deus aprova brigas? Não! A Bíblia enfatiza o amor e a unidade entre os cristãos. Mas, infelizmente, muitos agem como Paulo e Barnabé: cada um defende sua opinião até o rompimento do relacionamento. No caso deles, Deus usou este fato para a expansão missionária, já que cada um foi para um lado para proclamar a boa notícia da possibilidade de vida eterna por meio de Cristo. Mas nem sempre as brigas entre cristãos resultam em situações boas. Na maioria das vezes, pessoas são feridas e os conflitos atingem famílias e comunidades inteiras.

Precisamos lembrar que o que nos une – o sangue de Cristo – é muito maior do que o que nos separa – nossas ideias. Deus nos transforma a tal ponto que conseguimos continuar amando quem não concorda conosco. Afinal, relacionamentos são mais importantes que nossas opiniões, por mais corretas que sejam. Então, quando estivermos com os outros, em especial em nossa comunidade cristã, sejamos mais tolerantes e pacíficos. Deixemos o amor prevalecer sobre qualquer desejo de defender uma posição. Cristo morreu para formar essa família cristã – não sejamos nós os responsáveis por dividi-la. – VWR

Ter a aprovação de Deus para o que somos importa mais do que ter razão no que fazemos.

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4 de junho

Título – Lembrete

Leitura Bíblica: Levítico 19.1-4.       Aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou (Rm 8.30).

O presidente Jânio Quadros ficou conhecido pelos bilhetes que enviava aos seus comandados. Tipicamente vinham em um português rebuscado, apesar de sua brevidade. Não deixavam dúvidas sobre o autor.

As ordens divinas dadas a Moisés também eram identificadas – vinham sempre com este lembrete: “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. Deus será Senhor sempre, mesmo que os homens não o queiram e não o reconheçam como tal. Quem não crê em Deus, ainda assim lhe serve sem o saber. Por exemplo: um médico ateu pode contribuir para restituir a saúde a alguém dedicado justamente a divulgar o nome de Deus. Pois é. Sem o saber, foi servo de Deus ao cuidar de um servo dele!

Nosso primeiro filho é autista. Diante disso, quando nasceu sua irmã, veio a dúvida. Se viesse outro filho, também poderia ser autista. Se não, se Deus nos chamasse, a filha ficaria só, aos cuidados do irmão. Após oito anos de oração, Deus enviou-me ao coração um lembrete bem claro. “Se eu sou o seu Deus, quem escolhe se você terá um filho sadio ou autista sou eu”. Fiquei envergonhado com esse lembrete. No curto texto bíblico que lemos hoje, Deus passou três vezes o lembrete: “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. Assim que Deus me deu o lembrete, eu disse à minha esposa: “Vamos planejar ter outro filho”. Antes que ela se assustasse, falei-lhe sobre o lembrete. No primeiro vestibular dessa outra menina que Deus nos deu, ela foi a segunda entre 110.000 candidatos. É por isso que uma versão bíblica inglesa traduz o Salmo 23 assim: “O Senhor é o meu pastor e ele não me faltará”. Ele é que importa. Suas bênçãos são importantes, mas não mais que ele próprio.

Fico encantado com o que Deus fez por mim antes de eu ter nascido quando leio o lembrete que ele me enviou por meio do versículo em destaque. Esse lembrete ele deixou também para você, meu amado leitor. – MJT

Deus quer que sejamos santos, parecidos com ele, e para isso cuida de nós.

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3 de junho

Título – Oração e persistência

Leitura Bíblica: Lucas 18.1-8.          Orem continuamente (1Ts 5.17).

Jesus era extremamente didático – transmitia profundas verdades espirituais através de pequenas histórias chamadas de parábolas. A parábola que ele conta na leitura bíblica de hoje fala sobre a perseverança na oração. Ela nos incentiva a sempre continuar orando, mesmo que às vezes seja difícil ou ainda pareça que o Senhor não está nos ouvindo.

Esta é a história de uma viúva que clama a um juiz corrupto, um juiz que não sentia a menor vergonha de suas maldades, nem mesmo nesse caso, em que ele está negando o direito de uma pobre mulher desamparada. O mundo todo poderia gritar: “Que vergonha!” – ele não se importaria. Estamos falando de um homem com quem era extremamente difícil lidar. A viúva, por sua vez, estava do lado correto da lei, e seus direitos estavam sendo negados. Por alguma razão o juiz não atendia à sua causa, provavelmente faltava suborno. Temos de lembrar que essa parábola se passa em um mundo de cultura masculina, no qual as mulheres não iam aos tribunais. No entanto, como a viúva não tinha ninguém para apoiá-la, ela mesma clamava por uma audiência. A figura usada por Jesus é de desamparo total. Ainda assim, a certa altura o juiz começa a considerar a causa daquela mulher e por fim lhe provê seu direito. A insistência diária dela o irritou tanto que ela conseguiu ser ouvida.

Com isso o Senhor quer nos mostrar que, se até em condições tão adversas as demandas da viúva foram atendidas, muito mais as necessidades dos filhos de Deus o serão. Nós não clamamos a um juiz corrupto, mas a um pai amoroso. Os filhos de Deus não dependem de propinas para que seu caso seja atendido. Todos enfrentamos situações difíceis, mas diante de Deus nenhuma delas será como a da viúva desamparada que só tinha um juiz corrupto a quem clamar. – CMW

Deus garante seu amor e sua justiça mesmo se sua resposta demorar.