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Seção CRESCIMENTO

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📖 Palavra de Sabedoria
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Reflexão 📖
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23 de maio
Título – A glória da fé
Leitura Bíblica: Jó 19.23-24. Quem me dera minhas palavras fossem registradas (Jó 19.23).
Milhares de anos são passados, e estas palavras estão registradas. E ficarão registradas até a volta do Grande Redentor, que Jó profetizou logo a seguir.
Todas as obras dos fiéis servos do Senhor ficarão registradas. Hebreus 11.4 diz a respeito de Abel, filho de Adão: “Embora esteja morto, pela fé ainda fala”. Esta é a glória da fé. As obras feitas para a glória de Deus ficarão registradas no Livro da Vida. Quantas vezes nos sentimos desanimados pensando que, quando fazemos o bem, aquilo passará em branco. Essa suposição nos causa desânimo em continuar. Mal sabia Jó que suas obras ficariam registradas de forma muito mais sólida do que o material que ele desejou! Muitos benefícios já se perderam por causa dessa visão errada e do desânimo em que resulta.
Outra coisa que nos traz desânimo é a grande visibilidade dos nossos erros, muitas vezes maior do que nossas boas obras. A observação dos nossos pecados proporciona muito maior prazer aos olhos dos que nos cercam do que as virtudes. Isso derruba nosso ânimo na prática do bem. O evangelho tem promessas de prêmio na eternidade para os que levam com fidelidade sua vida com Deus nesta terra. Infelizmente se enfatiza muito por aí a recompensa aqui e agora, o que é falso e pode causar grandes frustrações. O grande ensino dessas palavras está no fato de Deus ter feito muitíssimo mais do que o anseio de Jó. E ele não fez isso só com aquele seu servo, mas fará o mesmo também conosco. Leitor, veja a promessa que Cristo nos fez: “Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus” (Mateus 5.12). – MJT
A busca de riqueza celestial é uma das poucas ambições justificadas pela Bíblia.
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22 de maio
Título – Incêndio
Leitura Bíblica: Provérbios 26.17-28 A língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida (Tg 3.6b).
Recentemente presenciei um incêndio que destruiu totalmente uma casa de madeira. Os proprietários não estavam no local e, quando os vizinhos ao lado perceberam o que estava acontecendo, gritaram pedindo ajuda. Logo foram ligadas mangueiras às torneiras para tentar combater o desastre, mas nada parecia adiantar. O fogo estava tomando proporções cada vez maiores. Mais pessoas foram chegando e todos tentavam ajudar como podiam, mas a casa toda já estava em chamas. Não chovia há tempo na região e a madeira seca era um combustível ideal. O medo era que o incêndio se alastrasse ainda mais e passasse para a casa ao lado. É impressionante como o fogo tem força para devorar tudo o que encontra pela frente, tornando-se incontrolável, ainda mais quando encontra um bom combustível.
Assim também é com a língua quando esta profere maledicências ou verdades distorcidas, um tanto aumentadas (fofocas). Dificilmente alguém precisa se esforçar para falar mal dos outros ou concordar com uma crítica. Às vezes nem é preciso falar: basta emprestar nossos ouvidos – que geralmente estão prontos para escutar comentários da vida alheia – para colocar ainda mais combustível e alimentar fofocas e intrigas. Não fazemos ideia das consequências maléficas que isso pode gerar até que aconteça o pior – e depois ainda questionamos qual foi a causa do desastre. Que nossa língua e nossos ouvidos possam ser usados para apaziguar e amenizar os conflitos ao redor, seja em casa, no trabalho, com nossos amigos ou na igreja. Se mal-empregadas, nossas palavras podem destruir relacionamentos como o incêndio destrói o que houver pela frente. Por isso, fale apenas aquilo que agrada a Deus e que possa levar as pessoas a crescer em sua vida espiritual. – IG
Fogo e língua são um grande bem quando controlados. Caso contrário…
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21 de maio
Título – Celebrai
Leitura Bíblica: Salmo 100.1-5. Alegrei-me com os que me disseram: Vamos à casa do Senhor (Sl 122.1).
Tenho observado a animação bastante antecipada de muita gente para um certo evento musical. Os ingressos foram comprados com antecedência e já estão esgotados. Há quem venha guardando dinheiro para esse fim há pelo menos um ano; afinal, além dos ingressos há necessidade de hospedagem, alimentação, roupas e transporte. Pessoas se deslocarão de toda parte do país e do mundo para assistir a esse megashow.
Aqueles que participarão comentam com empolgação a oportunidade de estar face a face com seu ídolo. Outros se contentarão em apenas presenciar o show, mesmo que a muitos metros de distância do palco. Os que irão esperam com ansiedade e só falam disso.
Em contraste, alguns cristãos parecem ter perdido a esperança ou se esqueceram da promessa da volta de Cristo. Não se preparam para esse dia. Não demonstram empolgação alguma em ir à casa do Senhor louvar e adorar o nosso Deus que nos fez. É triste perceber que muita gente vai à igreja ou a eventos cristãos como se estivesse indo a um velório ou para cumprir uma obrigação maçante. E muitos desses se empolgavam e se preparavam para os shows e eventos mundanos antes de conhecer Deus.
Agora, porém, lhes falta empolgação para falar de Jesus e de sua volta. E talvez poucos desejem intensamente a chegada do dia em que verão seu Rei face a face.
Precisamos lembrar-nos da maravilhosa graça de Deus sobre nós. Do seu imenso amor e cuidado conosco, demonstrado principalmente pelo seu plano de salvação da nossa vida. Fomos feito por ele e, portanto, pertencemos-lhe.
Não há Deus como nosso Criador. Temos todos os motivos para apresentar-nos a ele com amor e alegria, com um coração verdadeiramente grato, com tudo que há de melhor em nossa vida, nosso mais perfeito louvor e adoração, nossas primícias, pois ele merece infinitamente mais do que o melhor que podemos oferecer. – CPB
Um círculo virtuoso: adorar a Deus por nos alegrar alegra mais e faz adorar mais e…
Reflexão 📖
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20 de maio
Título – Medo
Leitura Bíblica: João 6.16-21. Os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que ele tenha misericórdia de nós (Sl 123.2b).
O medo é uma das características da vida humana. É a ideia ou sentimento de que alguma desgraça esteja iminente. Nem mesmo aqueles que conviviam diariamente com Jesus deixaram de sentir isso, como vimos no texto de hoje. Eles já deviam estar bem preocupados por estar num barco em meio à agitação do mar da Galileia. Jesus não estava com eles e o vento soprava mais forte. De madrugada (Mt 14.25), eles ficaram realmente apavorados ao ver alguém andando sobre as águas. Os discípulos, aterrorizados, pensaram que fosse um fantasma (Mt 14.26). Jesus teve de se identificar: “Sou eu! Não tenham medo” (v 20). Em Mt 14 lemos que quando Cristo entrou no barco o vento cessou.
Desde o dia em que Adão e Eva desobedeceram a Deus, o ser humano passou a ter medo. Ele pode destruir relacionamentos, criar dificuldades no dia a dia, agravar uma doença e produzir ansiedade. As pessoas constantemente falam do receio de que os negócios não deem certo ou que os filhos façam escolhas erradas. Para elas, o futuro é incerto. Falhamos quando queremos afastar nossos temores por nossas próprias forças: acabamos criando outros problemas para aqueles que estão ao nosso redor. Então, a quem podemos levantar os nossos olhos para vencer o medo? Que tipo de ajuda buscamos? O autor do versículo em destaque era um homem que provavelmente também tinha seus temores. Não sabemos exatamente quais eram eles. O salmo era cantado enquanto os fiéis enfrentavam os perigos durante a viagem a Jerusalém. Ele sugere a todos os peregrinos que estão a caminho da eternidade que levantem os seus olhos para o Senhor, que é o nosso Deus. Ele é o Pastor que nos conduz, está presente e se relaciona conosco, sabe que todos temos medos e entende que não podemos caminhar sozinhos. Devemos, portanto, passar a ele a direção completa da nossa vida. – JG
Quando Jesus está presente, não há motivo para medo.
Reflexão 📖
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19 de maio
Título – Diversão
Leitura Bíblica: 1 João 5.9-12. Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo (Lc 2.10).
Stanley Jones pergunta no seu livro de meditações diárias “O Caminho” se tornar-se cristão seria mais divertido. A pergunta foi muito oportuna na minha vida.
Quem viveu boa parte de sua vida acorrentado aos prazeres da “carne” (ou seja, a uma vida por sua própria conta, sem a participação de Deus) achando que aquilo seria liberdade, pode mesmo ter a impressão de que a porta e o caminho que conduzem à vida eterna são muito estreitos, tal como Jesus alertou (Mt 7.13-14). Não parece nada divertido. As pessoas não percebem que a alegria proporcionada pela carne é falsa, escravizante e as deixa cegas para a verdade salvadora do evangelho de Cristo.
Consta que, segundo um levantamento estatístico feito anos atrás, entre cem pessoas acima de 45 anos de idade, apenas seis se convertem a Cristo. Por que será? Uma das razões é que, observando os que se dizem cristãos, não veem alegria neles. Concluem que a vida cristã não é alegre e divertida. E realmente há cristãos que vivem amargurados, lúgubres, macambúzios. Não há dúvida que o cristão enfrenta situações de sofrimento. Mas em Cristo ele é mais do que vitorioso. Ele tem por que se alegrar e divertir. Certa ocasião surgiu na igreja que eu pastoreava um casal de bolivianos. Contaram que haviam encontrado o caminho para Deus por meio do missionário Waldomiro Motta. O que lhes chamou atenção foi que, mesmo sofrendo alguma perseguição, o missionário sempre se mostrava alegre e otimista. É inesquecível o testemunho de um jovem que por ocasião do seu batismo disse: “Estou certo de que seguir a Cristo é sempre mais divertido do que ficar preso nas garras de Satanás.” O fato é que, com Jesus, sempre teremos algum motivo para expressar alegria, o que abre campo para um divertimento genuíno. Sem ele, os divertimentos são tentativas toscas de gerar uma alegria que na verdade não temos. – HM
Na vida cristã encontramos amabilidade, jovialidade e segurança mesmo entre tormentas.









