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Reflexão 📖

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8 de fevereiro

Título – Engano

Texto – Gênesis 4.17-26.   Que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado (Hb 3.13b).

Você já se sentiu enganado alguma vez? A dor e até mesmo a vergonha advindas desse sentimento são estressantes e desestimulantes. Quem vivencia uma situação assim passa à defensiva e desconfia de todo mundo. Nega-se a crer novamente, desiste de realizar seus sonhos e às vezes até de sair de casa. É a paralisia total! 

No texto de hoje podemos observar um fato interessante na vida de Adão e Eva. Após serem enganados pela serpente, desobedeceram a Deus e foram expulsos do jardim do Éden, onde se relacionavam com Deus. Então ficaram paralisados por muito tempo. Somente depois do nascimento de seu neto Enos é que se começou a invocar (ou proclamar) o nome do Senhor. O engano do pecado (tudo o que desagrada a Deus) torna o ser humano endurecido, perverso e incrédulo. O texto também mostra o quanto a maldade cresce pelo afastamento de Deus. Lameque orgulha-se em dizer que cometera assassinato e que seria vingado muito mais vezes que seu ancestral (ou seja, apesar de desagradar a Deus, esperava a sua proteção!). 

Quanto mais longe se vive de Deus, mais maldade é praticada – e o pecado segue causando mais e mais enganos na vida da pessoa. Porém, há como interromper este ciclo de enganos! Quando nos aproximamos do Senhor e o buscamos com fé, admitindo nossos maus caminhos, ele nos perdoa e limpa todo mal. Isso é possível porque Cristo já pagou o preço pelos nossos pecados quando morreu na cruz; por meio dele podemos ter um relacionamento com o Pai e nossa vida é transformada. 

Qual é a sua situação? Quando você é ofendido por palavras ou ações de seus semelhantes o sentimento que prevalece é o perdão ou o desejo de vingança? Você tem resistido à Palavra de Deus ou é sensível aos seus ensinos? Não permita que o pecado endureça sua mente: se você está longe de Deus, aproxime-se dele! Aos seus filhos, Deus dá vida verdadeira e eterna. – VK

Deus nunca nos engana – pelo contrário, nos liberta pela Verdade!

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3 de fevereiro

Título – Diferença

Texto – João 1.10-14.  Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu (Jo 1.10).

Este texto fala da vinda de Jesus Cristo e tem uma declaração devastadora: o mundo não o reconheceu. Nem sequer os israelitas, o povo escolhido por Deus para recebê-lo, e que dispunha das profecias que apontavam para ele. 

Cristo veio em primeiro lugar para Israel. Em tudo ele cumpriu as Escrituras, desde o seu nascimento em Belém até sua morte na cruz, quando tomou sobre si a nossa culpa (Is 53.5). Que fizeram com ele? Crucificaram-no por não o reconhecerem. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para cumprir a profecia a seu respeito. Hoje Cristo se manifesta entre nós por meio do seu Espírito, mas o mundo continua a não reconhecê-lo. Quando ele vier de novo visivelmente, será reconhecido por todos, mas então será tarde demais (Ap 6.12-17). 

Agora vejamos a grande diferença: Os que reconheceram Jesus e creram nele receberam o direito de serem mais que o povo de Israel era. Tornaram-se filhos de Deus, adquirindo uma nova mente. Tudo se tornou novo neles. Em certo sentido, tornaram-se outros. Têm agora novo sentido de vida, novos ideais, nova conduta, novos sonhos. O apóstolo Paulo chega a dizer: “As coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas” (2Co 5.17). Em João 3, Jesus afirma que “aquele que nasceu de novo” torna-se um ser imprevisível. É como o vento. Após o novo nascimento – sua conversão a Cristo – ele surpreende no melhor sentido. Não vive mais cotejando o que é certo ou errado. Não segue regras, mas supera estas pelo amor. Nem vai pela onda da moda, dos comportamentos, dos costumes. Não é moderno nem pós-moderno. Seu comportamento é inédito. Não se importa em fazer, mas em ser um filho de Deus vivendo entre os filhos dos homens. Esta união com Deus por meio de Cristo é a grande diferença do cristão e um mistério que o mundo não consegue entender (Ef 5.32). – MJT

Faça deste texto um teste: você se enquadra entre os filhos de Deus?

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2 de fevereiro

Título – Crianças

Texto – Mateus 19.13-15.    O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram, não os esconderemos dos nossos filhos… (Sl 78.3,4a). 

Nossos filhos são abençoados quando contamos a eles histórias da ação de Deus na salvação dos homens. Os pais têm a tarefa de educar seus filhos e de ensiná-los a amar a Deus e a serem cristãos. Talvez os discípulos de Jesus achassem que as crianças não precisavam ir a Jesus, como alguns pais às vezes consideram. Jesus ficou indignado com seus discípulos, suspendeu a discussão sobre o divórcio e pediu que deixassem as crianças ir a ele.

Os discípulos estavam em uma conversa profunda e teológica. Era assunto de “adulto” e pensavam que naquela hora Jesus não deveria ser incomodado por crianças, que para eles eram inferiores e – ao menos ali e então – não mereciam estar com o Mestre. Algumas vezes encontramos por aí líderes religiosos e pais de crianças que pensam como os discípulos: que as crianças são pequenas demais para merecer a atenção e o amor de Jesus. Mas Jesus mostrou que não: os adultos deveriam deixar as crianças ir até ele.

As mães estavam ali procurando Jesus para abençoar seus filhos. Talvez alguns no colo, outros engatinhando. Aquelas pessoas adultas, sim, agiram certo em levar as crianças a Jesus. São pessoas exemplares. As mães levaram suas crianças ao lugar certo, no momento certo! Se esperassem as crianças se tornarem adultas para levá-las a Jesus, talvez fosse tarde demais. Levar as crianças à igreja desde cedo é permitir que tenham um encontro com Jesus. Ler a Bíblia para os filhos, orar com eles, testemunhar do que Deus já fez na vida da família, investir para que a criança cresça espiritualmente é encaminhá-los a Jesus.

As crianças dependem dos pais e de líderes. Se não forem levadas a Jesus, provavelmente não irão por si próprias. – ACS

Deixar as crianças ir a Jesus é abençoá-las!

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1 de fevereiro

Título – A realidade do pecado

Texto – Romanos 5.6-12.   Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando quem possa devorar (1Pe 5.8).

Nossa rebeldia contra Deus, que a Bíblia chama de pecado, é uma tremenda realidade na vida. Na Bíblia ele é tratado como se fosse uma individualidade traiçoeira que exerce um poder mágico. Veja esta história:
Um casal, já idoso, convidou seus dois filhos com suas famílias para um almoço num restaurante.O garçom trouxe o cardápio e foi feito o pedido. Mas não houve unanimidade na escolha dos pratos. Com isso, um dos filhos tornou-se agressivo e acabou acusando o pai, pois segundo ele o pai sempre apoiava o outro filho. Isto turvou o ambiente. Os diversos pratos foram servidos. A comida, embora apetitosa, não foi suficiente para abrandar a irritação que fermentou o ambiente. O pai, que sempre fazia a oração de agradecimento, desta vez não orou. O nervosismo era visível em todos. Nem as crianças conversaram. O que era para ser um almoço alegre e de confraternização, tornou-se lúgubre. Cada um foi saindo sem uma despedida alegre. No caminho para casa o pai comentou com a sua esposa: “Este almoço não aconteceu na presença de Deus e sim na companhia de Satanás”. Os dois começaram a examinar suas vidas. “Onde foi que erramos? Como foi que Satanás achou uma brecha para conturbar o ambiente? O que podemos fazer para consertar essa situação?” É a forma certa de abordar tais situações. Tiago 4.10 responde: “Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará”. Também é necessário reconhecer que, mesmo convertidos a Cristo e perdoados, ainda assim é real o que se lê em Salmo 51.5 “Sou pecador desde que nasci.” Por isso vale recordar o que Deus falou a Caim: “Saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo” (Gênesis 4.7). – HM

Se não quisermos ser humildes, o pecado se encarregará de nos humilhar.

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31 de janeiro

Título – O passo decisivo

Texto – Lucas 7.24-33.    Eu os batizo com água para arrependimento. Mas depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu (…). Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo (Mt 3.11).

A declaração no versículo em destaque é de João Batista. No texto da leitura bíblica de hoje, Jesus fala do mesmo João de forma parecida: um mensageiro anunciando a chegada de alguém importante. Em outra ocasião, Jesus comparou a si mesmo com uma porta (Jo 10.9) – aquela que abre o acesso a Deus. Por meio de Jesus obtemos nossa reconciliação com Deus. Ao confiar nossa vida a ele, entramos aonde Deus está e passamos a conviver em amor com ele. 

Juntando os dois textos, ocorre-me que, se Jesus é como a porta, João Batista foi como a maçaneta dessa porta ou, talvez, a dobradiça. A mensagem que João pregou aos judeus um pouco antes de Jesus entrar em cena foi um instrumento para abrir aquela porta pela qual precisamos entrar. Ele dizia às pessoas que deveriam arrepender-se da sua rebeldia contra Deus e, quando alguém demonstrava estar disposto a isso, ele batizava a pessoa como sinal e testemunho público de que ela tinha a sincera intenção de agora mudar de vida e passar a viver de acordo com o que Deus quisesse. 

Não há dúvida de que isso era muito bom, mas o próprio João advertiu que era preciso dar um passo adiante, e que o batismo que ele ministrava não bastava – era apenas uma declaração de boas intenções, como girar a maçaneta para abrir a porta. No entanto, isto não resolve nada se não atravessarmos a porta. Foi o que muitos dos ouvintes e “fãs” de João Batista fizeram: ouvir, aplaudir, submeter-se a uma cerimônia – tudo bem, mas dar o passo decisivo e ingressar de fato numa vida com Deus, submetendo-a a Jesus, não queriam. Assim, escancararam a porta, mas ficaram do lado de fora: a porta aberta não basta – é preciso atravessá-la e passar a viver com Deus! – RK

Jesus em pessoa é que restaura nossa vida; não nossa admiração por ele.

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30 de janeiro

Título – Raio de luz

Texto – Ezequiel 20.39-44.  Saberão que eu sou o Senhor quando eu tratar com vocês por amor do meu nome e não de acordo com seus caminhos maus e suas práticas perversas, ó nação de Israel. Palavra do Soberano, o Senhor (Ez 20.44).

O livro de Ezequiel é bem agressivo. A maioria das suas profecias consiste de severas advertências. Todavia, esta passagem mostra como um raio de luz a paixão de Deus pelo seu povo, prometendo-lhe restauração após o exílio na Babilônia em que vivia por causa da sua impiedade.

As ameaças divinas tinham sua razão de ser. Não havia explicação senão a maldade inata no coração humano para que um povo a quem foram apresentados todos os atributos divinos em manifestações milagrosas em favor dele frequentasse os santuários pagãos para corromper-se com cultos sensuais dedicados a deuses de pau e pedra! 

A frase “por amor do meu nome” é a expressão do infindável amor de Deus para conosco. Depois que Deus conduziu Israel de volta à sua terra, as promessas que ele lhe deu por meio do profeta Ezequiel na leitura de hoje cumpriram-se plenamente com a vinda de Cristo. É por meio dele que realmente conhecemos a Deus. O amor de Deus pelo seu nome e por nós pecadores foi a causa da vinda de Cristo. Pela vitória na realização desse plano, Jesus recebeu um nome que está acima de todo nome (Fp 2.9). O homem jamais mereceria o que Deus fez por ele, mas isso foi feito por amor de seu nome. 

Como responder a essa atitude senão da mesma forma? Tudo que fizermos devemos fazer por amor a ele e ao seu nome. Não há razão maior do que essa. Se Deus não nos amasse, nossos caminhos maus e nossas práticas perversas destruiriam toda a humanidade. 

A manifestação do amor de Deus em Cristo é o quadro mais glorioso que se oferece aos nossos olhos. – MJT

Tire os olhos da miséria humana e contemple as riquezas do amor e das misericórdias de Deus.

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29 de janeiro

Título – Justiça

Texto – 1 João 3.7-10.    O Senhor é justo em todos os seus caminhos e é bondoso em tudo o que faz (Sl 145.17).

“Se a escada não estiver apoiada na parede correta, cada degrau que subimos é um passo a mais para um lugar equivocado.” Se nossa vida não estiver apoiada na parede da justiça, podemos até subir, mas não chegaremos a um bom lugar.

“Que ninguém os engane”, diz o texto de 1 João. É um engano não dar a devida atenção à necessidade da prática de boas obras, da santidade e da justiça. Estaremos enganados se essas boas coisas se tornarem um fardo pesado para nós, chato e sem graça, e quando ao mesmo tempo somos atraídos por práticas nada louváveis, quando achamos bom o egoísmo, nos divertimos na malícia e chamamos vingança de justiça. 

O ensino do texto é claro: “Aquele que pratica a justiça é justo”. Ser justo é andar em conformidade com o que é direito. Justo não é alguém que de vez em quando faz uma boa ação, ajuda um necessitado, vai à igreja. Justo é aquele que tem como prática fazer o bem. Uma busca diária de tornar seus pensamentos, decisões e palavras agradáveis a Deus. 

Temos um padrão perfeito de justiça – a justiça de Deus: “Assim como ele é justo”. É fácil ser rei com um olho só quando a terra é de cegos. Em meio a tanta corrupção e maldade, parece que até não estamos tão mal. Contudo, nosso padrão não deve ser aquilo que vemos os outros fazendo. Se assim fizermos, logo limitaremos nossa atuação. Precisamos ter Deus como padrão de justiça. Como filhos de Deus, devemos almejar a sua santidade. Buscamos espelhar-nos em nosso Pai. Um bom filho, mesmo não sendo perfeito, está sempre atento ao ensino de seu pai. Ao crescer, a cada dia fica mais parecido com ele. 

Grande é nossa responsabilidade de ser perfeitos como perfeito é nosso pai que está nos céus. Também este é um grande privilégio dado por Deus a nós homens pecadores. O justo, embora ainda peque, não vive na prática do pecado. Precisamos rever nossas prioridades. – HSG

Minha busca constante deve ser apenas o que é justo.

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28 de janeiro

Título – A morte

Texto – 1 Coríntios 15.12-26.  O último inimigo a ser destruído é a morte (1Co 15.26).

Certa vez recebemos um e-mail com um relato, não sei se verdadeiro ou não, mas o fato é que nos faz refletir sobre algo muito sério: fala de uma moça que foi para uma festa, não bebendo bebida alcoólica, seguindo as recomendações de sua mãe, que a orientou para não beber, para depois poder dirigir o seu carro. A moça estava voltando para casa quando um rapaz bêbado provocou um acidente envolvendo o carro da moça, que ficou estirada no chão, morrendo. Enquanto estava morrendo, ela ditou para um repórter presente ali palavras de despedida para sua mãe. Aquela moça se cuidou, fez tudo certinho, mas acabou morrendo pela imprudência de outra pessoa. 

A morte de alguém sempre nos surpreende. Não importa se a pessoa estava doente, desenganada pelos médicos, se foi por acidente, ou por outras razões. Na maioria dos casos, a morte é algo que vem muito rápido. Para quem continua vivo começa o tempo de dor, de saudade, sofrimento, tristeza, etc.

Mas a morte também faz todos refletirem sobre o fato de que todos morrerão algum dia. Por mais que se tente prolongar a vida, por mais que a ciência ache curas para tantas doenças, hora mais, hora menos a pessoa morre. É inevitável! E aí vem a pergunta: se você morrer, você de fato vai passar a viver com Deus? Infelizmente, todos acham que sim, mas a verdade é que se a pessoa não tiver Jesus Cristo como Salvador e Senhor de sua vida, ela não está preparada para a morte e não terá a vida eterna ao lado de Deus. Esta preparação precisa ser feita em vida, pois após da morte não há mais jeito (Hebreus 9.27,28). 

Reflita sobre a sua situação e prepare-se para o momento em que chegar a sua vez de morrer. É melhor estar preparado para a morte e viver muito do que pensar que viverá muito e morrer repentinamente e não ir para junto de Deus. – HK

A morte física vem para todos. A morte espiritual, só para aqueles que não creem em Jesus Cristo.

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27 de janeiro

Título – Porco ou passarinho?

Texto – 2 Pedro 2.20-22.   Vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus (1Co 6.11).

Quero contar uma história que ouvi de um amigo. Na fazenda, uma família tirou um porquinho do chiqueiro e o levou para dentro de casa. Deram um belo banho nele e colocaram até roupinha! Que fofura! Mas sempre que havia uma oportunidade, o porquinho ia rolar na lama. Havia lá também um passarinho. Em um de seus voos rasantes, ele esbarrou uma das asas na lama. Interessante que ele ficou desesperado e voou imediatamente até um rio para limpar aquela sujeira. Era sempre assim: toda vez que se sujava, o passarinho voava para a água. tinha de estar limpo para sentir-se bem. Nós também podemos comportar-nos como porcos ou passarinhos. Muitos preferem andar em caminhos tortuosos, com valores distorcidos e, como o porco, sempre correm para a sujeira. Existem também pessoas como o passarinho, que querem viver de forma honesta, sendo justos, fazendo o bem. Vez ou outra, quando caem na lama e se sujam, logo procuram se limpar e seguir em frente. Deus nos possibilita isso. Quando resolvemos segui-lo e obedecer-lhe, somos como passarinhos: por vezes cairemos na lama, na sujeira do pecado, mas logo voltaremos ao mestre, pedindo-lhe perdão. Ele sempre nos perdoa, nos dá um banho por sua graça e nos deixa limpos novamente! 

Mesmo assim, porém, alguns são passarinhos vivendo vida de porco. Vão se sujando, não se limpam e deixam que o pecado lhes tire a alegria da vida! Conhecem o bom caminho, mas acabam abandonando-o e voltando para a lama, assim como diz o provérbio citado em nossa leitura. Vale a pena refletir sobre qual é a nossa situação. O que eu sou? Um porco que corre para a lama? Um passarinho que vai se sujando e não se limpa ou um passarinho que anda limpo, sempre ansiando pela purificação? – FAA

O que eu tenho sido? Um porco, um pássaro encardido ou um pássaro limpo?

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26 de janeiro

Título – Amor de Deus

Texto – Romanos 5.1-5.  Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele (1Jo 4.16).

O amor de Deus está derramado em nossos corações. O cristão deve sempre se lembrar de que, graças a Jesus Cristo, ele pertence a Deus porque este lhe derramou amor no coração. O amor de Deus está dentro do cristão: foi o Espirito Santo quem o implantou ali e o selou com esse amor. Portanto, ele pertence a Deus. E a maior prova de que o amor de Deus está presente em sua vida é que Jesus deu sua própria vida para possibilitar isso. 

Quando falamos do amor derramado em nossos corações, não pensamos no amor humano – aquele que alguém expressou como”eu quero, eu preciso, eu desejo você, pois sem você eu não sou completo”. Não é a esse amor que Paulo se refere, mas o amor cuja origem é o próprio Deus. Ele ama o mundo, as pessoas, a mim e a você. Ele é a fonte do amor que dá a si mesmo e o Espírito Santo àquele que crê em Jesus Cristo. E quando o cristão entende que tem esse amor derramado em seu coração, ele passa a amar sem depender da resposta da outra pessoa. Cada um que experimenta o amor de Deus é capaz de ser amoroso com aqueles que estão ao seu redor. O amor de Deus derramado em nossos corações significa que não precisamos esperar que a outra pessoa se encha de pensamentos de amor em relação a nós. Nós tomamos a decisão de pensar e agir com amor na direção do próximo. Rompemos o círculo de nossa preferência para demonstrar amor a todos, mesmo aos inimigos. Conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nele. Deus é amor, e quem permanece em amor permanece em Deus e Deus nele. No amor, portanto, há essa reciprocidade. E é nessa condição que vamos alcançar o próximo. Devemos, então, ser gratos a Deus por essa dádiva maravilhosa derramada em nossos corações pelo Espírito Santo. – JG

Nós amamos porque ele nos amou primeiro (1Jo 4.l9).