Arquivo do mĂŞs: abril 2016

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ReflexĂŁo đź“–

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5 de abril

TĂ­tulo – Consolação

Leitura BĂ­blica: 2 CorĂ­ntios 1.1-7.  Assim como os sofrimentos de Cristo transbordam sobre nĂłs, tambĂ©m por meio de Cristo transborda a nossa consolação (2Co 1.5).

Não resta nenhuma dúvida que o apóstolo Paulo está preocupado com as consequências que o sofrimento daqueles dias poderia trazer para seus leitores. Sofrimento é assunto que sempre apareceu na literatura ao longo da história. Um amigo nosso despertou bastante atenção na universidade pública com o tema que escolheu para sua tese de mestrado: “O problema do mal no livro de Habacuque”. O livro bíblico do profeta Habacuque levanta amargas queixas contra o mal e o sofrimento que causa. É um tema que jamais envelhecerá. Sempre permanecerá atual.

Na leitura bíblica de hoje, Paulo afirma que Deus nos consola em toda tribulação, chamando-o por isso de “Deus de toda consolação”. As palavras consolo ou conforto trazem em sua raiz a ideia de companheirismo. Sofrer com, sentir com, trabalhar com – é sempre uma ação a dois ou mais. A palavra original grega também contém a ideia de chamar de lado ou de se colocar ao lado de alguém. Paulo primeiro diz que Deus age assim conosco, inclusive fazendo-nos participar dos sofrimentos de Cristo. Consolando-nos nessa condição, capacita-nos a fazer o mesmo com os outros. Assim, Paulo diz que está feliz porque seus sofrimentos estão sendo uma bênção para os coríntios. Quem sofre e é consolado poderá chamar as pessoas que estão sofrendo para o seu lado, para se ajuntarem a ele e dividirem o sofrimento. Todos estamos sujeitos a sofrer, e aqui se aponta o caminho para transformar esse sofrimento em algo benéfico. Vale a pena exercitar esse recurso. – MJT

Deus nos oferece o seu consolo para podermos passá-lo adiante.

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đź“– Palavra de Sabedoria

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ReflexĂŁo đź“–

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4 de abril

TĂ­tulo – Temor

Leitura BĂ­blica: DeuteronĂ´mio 6.1-2.  Como Ă© feliz o homem que teme o Senhor e que tem grande prazer em seus mandamentos! (Sl 112.1).

Ao ler a história do povo de Israel, percebemos que várias passagens fazem referência ao temor que o povo tinha e deveria ter em relação a Deus. Mas o que significa temer e que diferença isso faz na nossa vida?

Vivemos em uma época em que se prega a “liberdade”. Em nome da felicidade, cada um deveria e poderia fazer o que bem entendesse. As pes­soas são incentivadas a viver sem se preocupar com as consequências, pois não acreditam que há um Deus atento a tudo o que acontece na face da terra, e que esse mesmo Deus, apesar de ainda assim amar aquela gente que pensa poder desprezá-lo (e que a Bíblia chama de pecadores), odeia o pecado. E assim desfruta-se da vida sem temor algum. Se você pensa dessa forma, cuidado!

Voltemos à nossa pergunta inicial: o que significa temer a Deus e que diferença isso faz na nossa vida? Em primeiro lugar devemos temer a Deus porque ele é o criador de todas as coisas. O salmista diz que toda a terra deve temer o Senhor; e não só isso; devem tremer diante dele todos os habitantes do mundo, pois “ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.8,9). Em segundo lugar devemos temê-lo porque ele é santo e não suporta o pecado. Além disso, é justo e avalia as nossas atitudes, tanto as boas como as más, e um dia teremos de prestar contas do que fizemos ou deixamos de fazer. Porém, o fato de temermos a Deus não nos deve tornar pessoas medrosas, que tenham medo da reação de Deus, mas precisamos aprender a respeitá-lo e, principalmente, a obedecer-lhe. Salomão também ensinou que aquele que teme ao Senhor se desviará do mal (Pv 16.6). Assim, aquele que teme a Deus terá paz e segurança, pois a sua alma espera tranquila o encontro final com o Senhor. – JSD

Quem teme a Deus nĂŁo precisa temer mais nada.

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📖 Palavra de Sabedoria 

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3 de abril

TĂ­tulo – NotĂ­cia boa

Leitura BĂ­blica: Romanos 10.8-15

Como água fresca para a garganta sedenta é a boa notícia que chega de uma terra distante (Pv 25.25).

Somos ávidos por informação. Não basta saber as notícias do dia anterior, queremos saber o que aconteceu no último segundo. Buscamos informação nos jornais, na internet e nas redes sociais, e ainda assim nos sentimos desinformados. Mas, na maioria das vezes, só vemos más notícias: assaltos, acidentes, violências domésticas. Encontramos também notícias fúteis sobre celebridades, propagandas consumistas, etc.

Enquanto isso, o evangelho, que é a boa notícia, fica às vezes esquecido. Sua importância fica em segundo plano, não é divulgada. Você sabe qual é a boa nova que a Bíblia nos ensina?Acompanhe as principais manchetes da Bíblia. Veja a notícia assustadora de Romanos 3.23 – Todos os seres humanos são pecadores, “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Veja também como Deus deu a solução para este problema da humanidade na notícia que está registrada em João 3.16: “Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Também encontramos registrada em João 1.12 a notícia de que você pode tornar-se um filho de Deus: “Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”.

Como podemos ver, a Bíblia não é um amontoado de notícias ruins que nos trazem preocupações, ansiedade e medo. Pelo contrário, na Palavra de Deus encontramos vida e paz. Boa nova de grande alegria. A grande notícia da Bíblia é que em Jesus temos a salvação e a vida eterna. É preciso saber que salvação vai muito além do perdão de nossos pecados. O mesmo Deus que nos salvou é o que nos chamou para uma nova vida de santidade. “Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1Ts 4.7).

Compartilhe esta notícia com outras pessoas. Abençoado é aquele que é usado por Deus como seu mensageiro. – HSG

Procurando boas notĂ­cias? Leia a BĂ­blia.

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đź“– Palavra de Sabedoria

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2 de abril

TĂ­tulo – Aflições

Leitura BĂ­blica: JoĂŁo 16.32-33.     Neste mundo vocĂŞs terĂŁo aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo (Jo 16.33b).

Há alguns anos eu estava numa reunião com alguns cristãos de Blumenau, Santa Catarina. Era um encontro alegre, pois tínhamos em mente um trabalho inovador na comunidade, que visava a levar a literatura cristã para mais perto do público em geral. De repente, o telefone de uma das participantes da reunião tocou. Ela retirou-se e após alguns minutos voltou com o semblante triste. Disse ao marido que precisavam ir com urgência para outra cidade, pois acabara de receber a notícia de que seus pais tinham sido vítimas de um assalto. Ladrões invadiram a casa, tomaram o carro da família e levaram a mãe, de 72 anos, no banco de trás. Não conseguiram ir muito longe com o veículo, pois provocaram um acidente no qual aquela senhora veio a falecer. Os ladrões, praticamente ilesos, fugiram a pé.

No dia seguinte fui ao velório. Lá chegando, uma pergunta não calava em meu coração: “Por que, Senhor?” Foi então que me lembrei das palavras de Jesus registradas no versículo em destaque. No mundo em que vivemos há aflições. Elas são reais e fazem parte do nosso cotidiano, embora às vezes nos pareçam tão distantes. De repente, porém, somos surpreendidos: num abrir e fechar de olhos, as dificuldades estão aí. Surgem sem avisar na vida de cada um de nós. Jesus não disse “Talvez vocês tenham aflições” – ele foi taxativo: ninguém está livre de situações adversas. Sim, isso é fato: em algum momento elas virão. Então, no restante do texto ele nos consola. É como se dissesse: “Eu quero que vocês tenham a certeza de que, venha o que vier, eu vivo. Eu estou presente. Eu quero ser aquele que dá forças, consolo e amparo”.

Como você enfrenta seus problemas – sozinho ou com Cristo? Entregue sua vida a ele. Suas dificuldades e aflições não desaparecerão, mas você contará com a ajuda de Jesus para viver apesar delas. – LSch

A presença de Jesus torna possível viver também em meio às aflições.

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đź“– Palavra de Sabedoria

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1Âş de abril

TĂ­tulo – PrimogĂŞnitos

Leitura BĂ­blica: NĂşmeros 3.1-13.  Deus demonstra seu amor por nĂłs: Cristo morreu em nosso favor quando ainda Ă©ramos pecadores (Rm 5.8).

O texto que você acabou de ler mostra o cuidado e o amor que Deus tem com seu povo. À primeira vista, parece ter apenas uma porção de exigências: “Todos os primogênitos são meus!”, diz o Senhor ali. No entanto, aquilo era uma grande e boa novidade para aquela gente. Até hoje, o nascimento do primogênito (o primeiro filho) de um casal é um acontecimento extraordinário, em geral celebrado mais do que os seguintes. Nos tempos bíblicos, aquilo era ainda mais importante. O primogênito era o sucessor do pai, o futuro chefe e o orgulho da família. Naquela época, a maioria dos povos não conhecia o Deus vivo – adoravam uma porção de deuses criados por sua imaginação e dos quais muitas vezes tinham medo. Assim, talvez receassem que aquelas divindades poderiam ter ciúmes do amor e do orgulho que aquele primeiro bebê dava aos pais, e então era melhor logo dedicá-lo a elas. Em muitos casos, chegava-se então ao cúmulo de sacrificar aquela criança (sim, matá-la mesmo!) para satisfazer os falsos deuses. O herdeiro seria então o filho seguinte. Quando Deus se revelou aos israelitas, ele também requereu que os primogênitos fossem totalmente dedicados a ele – não que tivesse ciúmes, mas porque queria conduzi-los a uma vida feliz e isso só funcionaria se eles permanecessem submissos à orientação divina. Assim, Deus lhes falou da forma como entendiam: deveriam dedicar-lhe o primeiro filho. Ao mesmo tempo, porém, facilitou as coisas: poderiam ficar com o primogênito e, em lugar dele, uma tribo inteira de Israel (a de Levi) seria dedicada a Deus para cuidar do seu contato com o povo. Muito melhor para todos. Mais tarde, Deus demonstrou ainda mais enfaticamente seu amor por todos nós ao – ele sim – entregar seu filho Jesus para morrer em nosso lugar. Boa razão para submetermos toda a nossa vida a ele! – RK

O relacionamento com o Deus verdadeiro nĂŁo Ă© baseado no medo, mas no amor a ele e na gratidĂŁo por tudo o que ele fez por nĂłs.