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Seção CRESCIMENTO

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📖 Palavra de Sabedoria
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Arquivo do mês: junho 2016
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Reflexão 📖
10 de junho
Título – Perdão
Leitura Bíblica: Isaías 55.1-7. Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão (Is 55.7).
“Misericórdia, Senhor!” Todo ser humano um dia pronunciará estas palavras. Porque perto ou distante de Deus, dele dependemos. Ninguém pode querer conhecer a vontade divina sem estar disposto a ouvir sua Palavra e a obedecer-lhe. Obedecer a Deus significa estar voltado para ele. Por isso não há como buscá-lo se mantivermos escondidos em nossa mente atitudes e pensamentos que o desagradam. Quem se achega a Deus tem consciência de que sua vida precisa ser mudada, renovada e transformada por seu poder, e logo percebe que jamais teria condições pessoais de encontrar o perdão com suas próprias forças. Isto porque, ao contrário do que muitos pensam, o perdão não vem de nós mesmos, mas de Deus. Por isso é preciso pedi-lo ao Senhor, demonstrando arrependimento e disposição de abandonar tudo o que lhe desagrada.
Pare um pouco para pensar no seguinte: quanto tempo você tem dedicado a atividades que nunca trarão satisfação? Tem gasto dinheiro naquilo que não é necessário? Trabalha naquilo que não satisfaz plenamente? Você já fez planos que nunca deram certo? Já começou um empreendimento, projeto ou curso e não chegou ao fim? Apesar de todos os seus esforços, você ainda pensa que Deus não gosta de você?
Por meio de Isaías, Deus revela a situação humana de maneira muito simples. Sempre que vivemos distantes de Deus, buscamos satisfação e investimos o nosso suor em metas passageiras e que não nos levam a lugar algum. Você foi criado para fazer a vontade de Deus e nesta tarefa você encontrará plena satisfação. Somente quando vivemos com Deus compreendemos que diariamente ele derrama sobre nós a sua maravilhosa misericórdia. – CM
A intimidade com Deus faz-nos perceber a maravilhosa realidade do seu perdão.
Reflexão 📖
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9 de junho
Título – De quem cuidar?
Leitura Bíblica: Romanos 2.17-29 Judeu é quem o é interiormente, e circuncisão é a operada no coração, pelo Espírito (Rm 2.29).
Formulamos a pergunta do título desta mensagem porque estamos sempre envolvidos em cuidados. Cuidamos da saúde, das finanças, dos bens, da família e, em grande medida, da vida dos outros.
O excesso ou o foco errado desses cuidados são um perigo, e Paulo deseja que os seus leitores judeus aprendam a evitá-lo. Se Paulo estivesse entre nós hoje, escreveria aos cristãos a mesmíssima coisa.
Assim sendo, perguntamos: em vez de querer cuidar da vida dos outros, por que não nos preocupamos em cuidar da nossa própria condição? Isso é o que Paulo está recomendando a nós também. Devemos cuidar da nossa interioridade. Do nosso coração. O afastamento de Deus, que chamamos de pecado, levou-nos a tal nível de baixeza que, mesmo se passássemos uma eternidade neste mundo, ainda não aprenderíamos a cuidar devidamente do nosso interior. Basta observar o que a mídia nos apresenta cada dia. Mágoas não tratadas, egoísmos não cuidados, sensualidade descontrolada e outros tantos sentimentos acabam por levar pessoas a grandes catástrofes pessoais.
Paulo afirma que o verdadeiro judeu – ou seja, aquele que afirma pertencer ao povo de Deus – o é interiormente. O mesmo vale para os cristãos. Jesus disse a Nicodemos que o nascido da carne é carne (João 3.6). O homem natural não consegue ser outra coisa senão homem natural, e suas reações são previsíveis. Quem é nascido do Espírito é diferente. Ele pode ser prejudicado e, quando todos esperam que ele se vingue, ele perdoa. E assim age em todas as suas atitudes. Vai sempre surpreendendo. Como nos diz o texto, ele é o que é por meio do Espírito de Deus, não pela carne – sua natureza humana. Aquele que tiver cuidado de sua interioridade conforme a vontade de Deus, receberá louvor de Deus. Não seria isso o que importa, afinal? – MJT
Se cuidar de nossa interioridade é tão importante, por que não começar agora mesmo?
Reflexão 📖
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8 de junho
Título – Revelação
Leitura Bíblica: Lucas 10.21-24. Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado (Lc 10.21).
Neste mundo existem muitas pessoas inteligentes, com enorme capacidade de assimilar ideias, elaborar conceitos, explicar fenômenos e descobrir novas coisas. São admiráveis pelo seu potencial. Até as coisas mais difíceis de compreender parecem ser simples para elas.
Entretanto, quando falamos acerca de Deus, há um elemento que transcende qualquer capacidade humana. Deus é tão grande, além da nossa capacidade de compreensão, que nenhum ser humano, por mais inteligente que seja, pode definir ou explicá-lo. No livro de Jó vemos a incômoda pergunta: “Você consegue perscrutar os mistérios de Deus?” (Jó 11.7). E a resposta lógica tem de ser: não! Deus é criador, nós somos simples criaturas; Deus é onisciente e onipotente, nós somos limitados em conhecimento e capacidade; Deus é totalmente livre e exaltado sobre todas as coisas, nós somos totalmente dependentes dele. Há, portanto, uma enorme diferença de essência. Assim sendo, todo esforço e inteligência humanos não seriam suficientes para chegar a Deus. Por isso, Deus, na sua infinita sabedoria, decidiu revelar-se ao ser humano, decidiu tornar-se conhecido até aos mais simples e humildes. Paradoxal e profundamente verdadeiro: o que o mais sábio e culto não pode descobrir por conta própria, Deus revela até ao mais pequenino, porque assim é do seu agrado.
Quando lemos os Evangelhos, observando os encontros de Jesus com diferentes tipos de pessoas, percebemos esta verdade ilustrada. Não eram os doutores da lei que entendiam o que Jesus pronunciava, mas as pessoas simples que se dispunham a estar com ele, a ouvir e aceitar as suas palavras. Isto não significa que ser inteligente e capacitado seja um problema, mas que, quando se trata das coisas de Deus, todos nós precisamos depender dele e da sua revelação. – CK
Para entender Deus, é preciso ser simples como uma criança.
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7 de junho
Título – Arrogância
Leitura Bíblica: Oseias 2.2-8. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes (Tg 1.17).
“Não é esta a grande Babilônia que EU construí … para a glória da MINHA majestade?” exclamou o rei Nabucodonosor (Dn 4.30) – para logo depois enlouquecer e passar um longo tempo vivendo ao relento como um animal.
Pois bem: e o que tem isso a ver com a leitura bíblica de hoje? Aliás, bastante estranha essa leitura, não? Deu para entender? Oseias fala ali do seu povo (Israel) e o compara a uma mulher devassa que foge de casa para cair na farra com seus amantes e ainda diz que tudo de bom que ela possuía vinha deles – uma falsidade que Deus corrige por meio do profeta, mostrando a ilusão daquilo: na verdade, todos os benefícios da “mulher” (Israel, o povo de Deus) vinham do “marido” (o próprio Deus).
Em geral, nós também desfrutamos de muitos benefícios: saúde, alimento, abrigo, formação e sucesso profissional… e é muito fácil atribuir tudo isso a quaisquer circunstâncias favoráveis, a uma política inteligente, ao nosso dinheiro; enfim, ao nosso próprio mérito – bom dia, Nabucodonosor!
Sem dúvida é elogiável usar bem a inteligência que se tem e esforçar-se para vencer na vida, mas permita-me perguntar: de onde veio sua inteligência? Foi você que a criou?
Nabucodonosor teve de passar por um vexame grande e longo para reconhecer que não estava com aquela bola toda e para poder ser restaurado (confira na Bíblia, em Daniel 4). Oseias mostra o esforço de Deus para restaurar sua “esposa” infiel – que também precisou passar por um bocado de atribulações por causa do seu procedimento. E agora seria bom examinarmos a nossa posição à vista disso: de onde vêm nossas realizações – da nossa própria capacidade, sorte ou fontes externas (limpas ou nem tanto)? Ou seria mesmo do Criador e do seu amor por nós? Não seria o caso de dar uma reposta adequada a ele por isso? – RK
Inteligência mesmo é reconhecer que o Criador é maior que a criatura – e agir de acordo.
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6 de junho
Título – Fugir
Leitura Bíblica: Jonas 1.1-3. Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis (Jn 1.3).
O que é fugir? Muitos acham que fugir é sinônimo de fracasso, perda, derrota, incapacidade.
Vou mostrar na Bíblia que em certas ocasiões fugir é necessário e não significa fracasso, pelo contrário.
A história de José, filho de Jacó, é um exemplo clássico. Você pode conferi-la em Gênesis 39. Ele tinha sido vendido pelos seus irmãos, foi levado ao Egito e agora estava morando na casa de Potifar (o comandante da guarda do faraó). Na casa de Potifar, José tornou-se mordomo (administrador da casa). A Bíblia diz que “o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor a José”. José foi tentado pela esposa de Potifar, e qual foi a sua reação? Fugiu. A história bíblica registra que, por sua fidelidade a Deus, mais tarde ele se tornou governador do Egito.
A Palavra de Deus deixa instruções claras: fuja dos desejos da mocidade, fuja da prostituição, fuja do amor ao dinheiro.
Geralmente, porém, quando buscamos algo sobre fugas na Bíblia, pensamos no livro de Jonas, e este é um exemplo negativo que jamais devemos seguir. Jonas recebe a incumbência de Deus de ir à cidade de Nínive a fim de pregar contra ela, e o que ele faz? Simplesmente vai em outra direção, fugindo do seu chamado. Enxergo três atitudes erradas que Jonas tomou e que deveríamos sempre evitar.
1ª Fugiu do seu compromisso – Deus deu uma ordem e ele desobedeceu.
2ª Desperdiçou seu tempo e seus recursos, dos quais Deus lhe pediria contas.
3ª Não levou a sério a situação dos ninivitas. Deus tem um propósito quando nos dá uma tarefa, que não se pode simplesmente ignorar.
Sempre que fugirmos dos nossos deveres, com certeza haverá perdas para nós e aqueles que precisam de nós. Assim, fugindo ou não, é preciso dar valor ao reino de Deus e buscar uma vida de comunhão com ele, obedecendo-lhe. – CPV
Fuja sempre em direção a Deus e não para longe dele.









