Reflexão 📖
13 de julho
Título – Adversário
Leitura Bíblica: Provérbios 6.6-9. O caminho do preguiçoso é cheio de espinhos, mas o caminho do justo é uma estrada plana (Pv 15.19).
Muitas coisas são tidas como adversárias do ser humano por poder causar destruição em várias áreas da vida: profissional, relacional ou espiritual. Quando falamos nisso, talvez você logo pense nas muitas obrigações ou em algum pecado específico pelo qual você foi ou é tentado. Possivelmente preguiça não seja algo no topo da sua lista de perigos destrutivos. Entretanto, a Palavra nos alerta por meio do comportamento de um pequeno animal – a formiga – a observar este adversário agir. A preguiça às vezes é subestimada, pois parece ser tão insignificante como uma formiguinha, que pode ser liquidada com um pequeno aperto dos dedos.
Mas ela é um sério problema, pois leva à acomodação. É aí que se torna um adversário. É claro que temos consciência de que tudo o que temos vem de Deus, mas não podemos ignorar que ele vai abençoar nosso trabalho e que concederá bênçãos materiais e espirituais a partir do nosso esforço. A preguiça também se torna um adversário porque afasta as pessoas umas das outras. Para o trabalhador, a inércia do preguiçoso torna-se um incômodo e causa irritação ao ambiente em que se faz presente. Para os que convivem mais frequentemente com o preguiçoso e estão mais próximos dele, ele se torna um peso por sempre precisar de auxílio nas tarefas mais básicas a realizar. Este inimigo não permite ao ser humano agir, mas faz com que somente fique à espera de ser servido. É preciso tomar a decisão de lutar contra ele, mas isso exige disciplina. Entretanto, tal decisão vale a pena, as recompensas são certas. Com as pessoas que tomam esta decisão o Senhor se alegrará, pois sabe que pode entregar tarefas em suas mãos. É preciso ficar alerta contra a preguiça: seu ataque é sutil e o indivíduo atingido não percebe sua ação, correndo assim o risco deixar a vida escapar. – MZK
“A preguiça pode competir de igual para igual com os pecados mais subestimados”. (Ronald Sailler e David Wyrtzen).








