Arquivo do mês: outubro 2016

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📖Palavra de Sabedoria

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Reflexão 📖

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26 de outubro

Título – Alegria

Leitura Bíblica: Filipenses 4.1-9.            O choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria (Sl 30.5).

Um provérbio afirma que “se você quiser ter alegria por uma hora, embriague-se. Se quiser ter alegria por três dias, case. Se quiser ter alegria por oito dias, mate um porco e coma. Se quiser ter alegria por toda a vida, vá pescar”. Infelizmente, na sociedade em que vivemos a preocupação de muitos tem sido procurar alegria por esses meios. Na vida há somente dois tipos de alegria: (1) aquela produzida pelos prazeres que o mundo oferece, que dura muito pouco, é temporária; (2) a alegria que não depende daquilo que fazemos, mas da nossa espiritualidade. Esta é o resultado de um relacionamento com Deus. É alegria produzida por Deus, e é duradoura. Na vida do cristão ela tem o poder de dissipar as tristezas, os suspiros, as mágoas, as frustrações, os desapontamentos, os sofrimentos e as lágrimas. O choro pode durar até uma noite, mas tudo passa e um novo tempo surge porque a alegria do Senhor é a força daquele que crê em Deus e o segue por meio do Senhor Jesus Cristo. Um cântico expressa isso dizendo que “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus”. Foi o que Paulo escreveu da prisão aos filipenses, dizendo que deveriam alegrar-se sempre, mesmo nas circunstâncias mais difíceis da vida.

O cristão deveria ser uma pessoa possuída inteiramente dessa alegria permanente. Mesmo em tempos de sofrimento ele tem dentro de si uma alegria que ultrapassa as coisas da vida. Ela está além de tudo o que se pode ver ou tocar. Um comentário da leitura de hoje diz que “a alegria cristã é independente de todas as coisas terrenas”. Jesus já havia ensinado aos seus discípulos que ninguém pode tirar essa alegria do cristão (Jo 16.22). Paulo disse que é fruto do Espírito (Gl 5.22). É a satisfação interior que temos na certeza de que Jesus faz parte integrante do nosso ser. Ele nós dá vida no presente e esperança real e concreta para o futuro. – JG

A alegria do Senhor se mantém real mesmo em meio às tormentas da vida.

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25 de outubro

Título – 

Leitura Bíblica: Marcos 5.25-34.   Quando o Filho do Homem vier, encontrará fé na terra? (Lc 18.8b).

Este texto é surpreendente. Jesus está no meio da multidão, muitas pessoas o tocam e o apertam, mas ele sente um toque especial de uma mulher. O que aquele toque tinha de diferente? Fé. A mulher ouvira falar de Jesus e pensava consigo mesma que, se apenas tocasse em suas vestes, seria curada. Ela não esperava a atenção de Jesus ou uma palavra específica dita com firmeza ou poder, nem uma explicação de Jesus sobre a sua situa­ção, mas apenas um toque. Sua fé se resumia a um mero toque. Quando Jesus sente esse toque, procura a pessoa que o tocou. A mulher sente medo, pois sabia o que havia acontecido naquele momento: sua cura. Era o que ela mais queria na vida; será que Jesus o tiraria dela? Jesus, porém, a abençoa e confirma sua fé, dando a ela, além da cura física, também a cura para sua alma: a paz com Deus.

Deus ainda procura homens e mulheres que tenham fé. Ele não procura por pessoas perfeitas, pois nos conhece muito bem, melhor que nós mesmos, e sabe que todos somos pecadores e sofremos por isso. Mas Deus procura pessoas que busquem um relacionamento com ele por meio da fé. Fé nele, que com um simples toque aceita, cura e salva. Hebreus 11.1 nos dá a definição clara do que é fé: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” E o versículo 6 completa: “Quem se aproxima de Deus precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”.

Ao contemplar a miséria do coração humano, Deus estende em sua misericórdia sua mão e está sempre ao alcance de um toque. O toque da fé. – CTK

“O justo viverá pela fé” (Rm 1.17).

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24 de outubro

Título – Imitação

Leitura Bíblica: Atos 19.11-17.       Muitos dirão [a Cristo] naquele dia: Senhor, Senhor … em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres? Então [ele lhes dirá] claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal (Mt 7.22-23).

Desde pequenos tentamos identificar-nos com aqueles que admiramos, imitando seu modo de ser ou sua aparência. Se um jogador de futebol corta o cabelo de um jeito, logo milhares de garotos fazem o mesmo. Se uma celebridade usa determinada roupa ou acessório, logo o item vira moda.

No texto de hoje vemos que, de certa forma, Paulo fazia sucesso. Logo surgiram imitadores: alguns homens tentaram usar seu nome e o de Jesus num exorcismo, mas fracassaram. Descobriram que não há como tomar o poder divino emprestado. Provavelmente eles sequer conheciam o Deus que invocavam. Queriam ser engrandecidos; mas quem recebeu glória foi o único que é digno dela. Além disso, o episódio foi tão impressionante que levou muitos a deixar suas práticas erradas para seguir a Cristo (v 18-20). Eles buscaram o Deus verdadeiro, pois não aceitaram cópias fajutas. Podemos – e devemos – imitar bons exemplos de pessoas que temem a Deus. Na Bíblia e na atualidade há diversos deles. Mas tenhamos cuidado: nossa fé não pode ser uma imitação. Quando chegarmos diante de Deus, não poderemos pegar emprestada a fé dos nossos pais – interessante notar que aqueles falsos cristãos eram filhos de um dos chefes dos sacerdotes. Também não será por frequentar uma igreja ou por boas obras que seremos considerados filhos de Deus – isso vai depender de nossa resposta a Cristo. Não adiantará citar nomes de cristãos conhecidos, milagres realizados ou versículos bíblicos decorados. Para ter vida eterna com Deus é preciso entregar a vida a ele – ou seja, a fé é pessoal e é prática, consistindo na imitação da vida de Cristo. Precisamos ter fé verdadeira no Deus verdadeiro; conhecer Jesus e ser conhecidos por ele (veja os versículos em destaque)! – VWR

O que importa não são nossas realizações, mas se somos filhos de Deus.

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23 de outubro

Título – Impiedade

Leitura Bíblica: Salmo 82.1-8.             Até quando vocês vão absolver os culpados e favorecer os ímpios? (Sl 82.2).

Caminhando pelo centro de Berlim notei alguns monumentos em memória das vítimas do holocausto. Marcam de forma flagrante o genocídio de judeus, ciganos, eslavos, homossexuais, deficientes físicos e fiéis de diversas linhas religiosas. A dureza do coração humano levou uma nação a seguir líderes que os conduziram cegamente para um fim trágico: a destruição da sua própria pátria, a Alemanha, bem como o extermínio de vidas de milhões de inocentes.

O autor do salmo que lemos hoje nos remete a alguém que ora fervorosamente a Deus por livramento. A crueldade humana é tão grande que há quem se pergunte: “Onde está Deus neste momento?” Alguns dirão que ele se ausentou do mundo. Outros dirão que ele nem mesmo existe. E ainda há os que acreditarão que o próprio ser humano é uma espécie de deus.

Entretanto, o testemunho bíblico, bem como a História, mostram claramente que confiar no ser humano nos conduz à ruína. Mesmo quando não percebemos a ação de Deus e o seu poder, ainda assim ali ele age. Pode ser por meio de desconhecidos que dobram seus joelhos em oração em favor dos que sofrem ou mediante os que se opõem à injustiça e assumem as consequências por buscar o bem de todos. Age por meio dos que têm a coragem de continuar anunciando a gravidade do pecado. Exemplos assim também vi em Berlim: gente que morreu em oração dentro da igreja. Daqueles que morreram em campos de concentração, até mesmo tomando o lugar de outros na fila da morte. Ali vejo a ação de Deus, seu amor, sua graça e misericórdia atuando. Nesses momentos, a presença do Espírito Santo mostra novamente a face de amor do Cristo crucificado, que toma nosso lugar de pecador e assume nossa condenação à morte. Não nos basta perguntar até quando o sofrimento por causa da maldade perdurará. Precisamos compreender que junto ao clamor se insere o chamado para seguirmos a Cristo e não o negarmos. – AS

Só o amor de Cristo vence a impiedade humana.

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22 de outubro

Título – Cicatriz

Leitura Bíblica: Mateus 18.21-22.                  Se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas (Mt 6.15).

O ato de perdoar não é fácil mesmo. Concordo quando as pessoas dizem que mesmo perdoando fica a cicatriz, mas precisamos refletir: antes dela há a ferida, e esta precisa ser tratada. Quando nos ferimos com algum objeto, surge o corte e precisamos cuidar do machucado para que ele não infeccione ou surjam outras complicações. Depois disso é que se forma a cicatriz, indicando que houve cura, mas ficou a marca. Se as pessoas reclamam que a cicatriz incomoda, é porque ainda existe a ferida física ou emocional e esta não foi resolvida. Sempre que a pessoa olhar para o sinal vai lembrar-se do que o causou. Esquecer é difícil, mas não podemos deixar o ocorrido virar uma sombra em nossa vida. E quando usarmos novamente o objeto que nos cortou, tomaremos mais cuidado, não é mesmo?

Da mesma forma acontece em relação às pessoas que nos machucam. Elas nos deixam com a ferida aberta e precisamos de tempo, tratando-a para que seja curada e surja uma cicatriz. Sempre que olharmos para a pessoa, vamos lembrar-nos do fato e da dor que ele trouxe, mas se guardarmos ressentimentos, eles vão nos corroer por dentro e até causar doenças. Devemos tomar cuidado para não repetir a situação que causou o problema. Refleti muito numa frase que li: “Somente os fortes perdoam”. Porém, a realidade é que sozinhos não conseguimos abrir mão de nossos direitos e do desejo de vingança. É preciso pedir forças a Deus e confiar que a sua justiça será feita.

Lembrei-me das palavras de Jesus registradas no versículo em destaque. Somos imperfeitos e necessitamos do perdão de Deus e que as pessoas nos perdoem. Agora, como seremos perdoados se não perdoarmos também? O texto de hoje nos ensina que não há limites para o perdão. Quando o praticamos, aprendemos a ser humildes, agradamos ao nosso Deus e restauramos nossos relacionamentos. – ETS

Uma cicatriz nos lembra que houve dor, mas também que a ferida foi curada.