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Seção CRESCIMENTO

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📖 Palavra de Sabedoria
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Arquivo do mês: dezembro 2016
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31 de dezembro
Título – Seco?
Leitura Bíblica: Jeremias 17.5-8. [O homem que confia no Senhor] será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro (Jr 17.8).
Mais um ano chega ao seu final e, ao olhar para trás, principalmente após um mês intenso de confraternizações, encerramentos de atividades e festejos diversos, nos sentimos cansados, por vezes vazios e, em alguns casos, como uma árvore seca.
Nesta época muitos colocam uma árvore de Natal em casa. Em geral ela é bem vistosa, cheia de folhas verdes que demonstram vitalidade e de enfeites vermelhos e dourados que expressam força e vitória. Uma árvore natalina com galhos secos e sem decoração não será tão bonita como as outras. Da mesma forma, não queremos que nossa vida seja seca, sem cor e sem graça.
No texto da leitura de hoje fica claro que se alguém deposita a sua esperança em primeiro lugar em seres humanos e não em Deus, acaba tendo uma vida seca e deserta. Pessoas nada podem fazer por nosso futuro eterno. Como os homens desagradam constantemente a Deus, não há ninguém em quem possamos confiar plenamente, a ponto de nunca nos decepcionarmos. Quem conduz sua vida apenas com base nas opiniões e dicas de pessoas não conseguirá encontrar algo que seja duradouro, eterno e que preencha o vazio existencial. Por outro lado, aqueles que colocam sua esperança em Deus e nele confiam são como uma bela árvore à beira de um riacho. Sendo bem regada, ela é vistosa e repleta de verde, e dá bons frutos. Pássaros fazem seus ninhos nela e seus frutos alimentam até os peixes do riacho. Quem coloca sua fé em Deus, além de ter alguém confiável para todos os momentos encontra um Pai gracioso. É ele que alimenta, sustenta e preenche o vazio da nossa vida. Ele faz com que vidas secas passem a ser abundantes de graça, paz, amor e frutos que beneficiam a todos que as rodeiam. – AS
Uma vida nas mãos de Deus é frutífera como uma árvore à beira de um rio.
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30 de dezembro
Título – De volta ao lar
Leitura Bíblica: Gênesis 33.1-15. Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti; não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados. A seguir, levantou-se e foi para seu pai (Lc 15.18-20).
Tanto no texto bíblico que narra a volta de Jacó para sua terra como nos versículos em destaque, em que o filho pródigo resolve retornar para seu pai, podemos ver que, por mais difícil que seja a convivência com nossa família, ela não merece nosso desprezo.
A duas histórias são marcadas por arrogância, ambição e competição, além de desrespeito aos pais. Jacó deixou-se manipular por sua mãe, mas, depois de sair da casa do pai, nunca mais a reviu. Sofreu nas garras de um homem muito mais ardiloso que ele, e aprendeu a valorizar os seus. O filho pródigo, por sua vez, passou maus bocados nas mãos de estranhos e reconheceu que lesara e entristecera o pai.
É possível deixar de valorizar nossa família, desprezando os conselhos dos pais e a companhia dos irmãos. Ao olhar para fora, avistamos um mundo tão repleto de possibilidades que aquilo que temos parece pouco. No entanto, uma vez lá fora, tentando encontrar nosso lugar, as pessoas que antes nos pareciam tão receptivas começam a manifestar sua insatisfação com nossas deficiências, pois a convivência tem o poder de nos tornar transparentes. Ficamos com a sensação de que nada mais nos resta, pois escapou assim de nossas mãos tanto o que deixamos para trás quanto o que pensávamos ter conquistado. Surge então o desejo de voltar para casa, e o que julgávamos serem defeitos intoleráveis em nossos familiares agora parece-nos perfeitamente possível de conviver. No entanto, para que esse retorno seja possível, é necessário arrepender-se, perdoar e pedir perdão, como fizeram Jacó e o filho pródigo.
Conviver com a família não significa ausência de discordância e conflito, mas vale a pena persistir. – LFS
Agradeça a Deus pela sua família. Foi ele quem a escolheu para você.
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29 de dezembro
Título – Lições de oração
Leitura Bíblica: Efésios 1.15-21. Não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações (Ef 1.16).
Após mencionar o que Deus tinha feito por seus leitores, Paulo louva o Senhor por tudo isso. Agora ele dá graças a Deus pela resposta que deram ao Senhor pelos benefícios. Paulo menciona duas virtudes fundamentais no cristão. Fé no Senhor e amor pelos irmãos.
Ele não só dá graças, mas também intercede por eles. Não pede coisas relativas a este mundo material. Ele pede a Deus que dê aos seus leitores espírito de sabedoria e revelação para que conheçam cada vez mais o Senhor Jesus. No mundo em que vivemos, cercados de novidades a cada instante chamando nossa atenção e ocupando nossa mente, fica difícil levantar os olhos para a esperança e a herança que Cristo nos outorgou. Paulo lembra-nos de não esquecermos que Cristo nos reservou coisas melhores ainda do que as já recebidas.
Ele fortalece ainda mais a fé dos efésios lembrando-lhes o poder que Deus manifestou ao ressuscitar Cristo, colocando tudo aos seus pés.
A oração de Paulo pelos efésios enquadra-se no padrão de oração do Pai Nosso. Tudo em sua oração concentra-se no espiritual e não no material. A oração foi a alavanca que os apóstolos usaram para mover o mundo de seus dias na direção de Deus. Quem dera possamos ver isso, também em nossos dias! De quem depende isso se não de nós mesmos? Tempos atrás ouvi um jovem falar da forte pressão que sofrera da parte de alguns amigos para acompanhá-los em práticas pecaminosas. Naquele instante, os badalos de um relógio anunciaram a hora. Ao ouvi-las, disse: “Não insistam; agora mesmo está acontecendo um culto de oração na casa de meus pais, e tenho absoluta certeza de que estão orando por mim”. Seus amigos pediram perdão e eles mesmos também mudaram seu programa. Os recursos da oração ainda não se esgotaram. – MJT
Oração é respiração espiritual.
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28 de dezembro
Título – Sabedoria
Leitura Bíblica: Mateus 2.1-12. Vão informar-se com exatidão sobre o menino. Logo que o encontrarem, avisem-me, para que eu também vá adorá-lo (Mt 2.8).
Dois grupos de estudiosos empreenderam separados uma pesquisa. Os do primeiro parecem ter sido algo como astrônomos. O outro grupo era de historiadores, especialistas em religião e nas antigas escrituras judaicas. Tema da pesquisa: encontrar o Messias, o recém-nascido rei dos judeus, que Deus prometera. Como e para que o procuram?
Os estudiosos do céu estrelado utilizaram um meio estranho, mas que conheciam: uma estrela mais brilhante que as demais. Receberam uma revelação de que aquela estrela os guiaria até o filho de Deus. Os doutores da religião judaica não precisavam saber mais sobre o Messias, mas o rei Herodes mandara que pesquisassem de onde viria aquele novo soberano. Foi fácil: da cidade de Davi, Belém! Está escrito, é a história. Mas por que Herodes queria certificar-se de algo tão óbvio? Porque tinha medo de perder seu trono para o outro. Afinal, ele não recebera seu reino das mãos de Deus. Para fazer boa figura, então, posou de santo para os estudiosos das estrelas (“Quero adorá-lo”) e de judeu devoto para os mestres da lei judaica.
Os sábios do Oriente não buscavam algum mapa astral. Queriam adorar o Senhor e Salvador deste mundo – e foi o que fizeram. Herodes, porém, não queria só saber onde estava o menino! Ele não era nenhum judeu devoto, mas um político interesseiro e corrupto, preocupado em não perder sua posição e honra.
Duas pesquisas, dois métodos, dois objetivos, um só resultado: o verdadeiro rei dos judeus, o filho do Deus Altíssimo, nascera em Belém da Judeia! E você, lê as Escrituras Sagradas para quê? Para buscar algo que lhe traga benefícios? Ou quer conhecer a simplicidade do amor de Deus em Cristo Jesus e adorá-lo? Deus não é um objeto de pesquisas, mas ele se deixa achar por todo aquele que o busca por meio do seu filho Jesus Cristo, de coração sincero, com o fim de adorá-lo. – AS
Ser sábio é buscar a Deus enquanto se pode achá-lo.
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27 de dezembro
Título – Promessa
Leitura Bíblica: Lucas 2.25-35. Agora, Senhor, cumpriste a promessa que fizeste… (Lc 2.29, NTLH).
Simeão talvez não fosse alguém muito visível na sociedade nem ocupasse um cargo importante, mas destacou-se por sua devoção a Deus, o que vale muito mais. Não sabemos o que fazia, de que família procedia, se tinha filhos. Mas a Bíblia diz o principal: andava com Deus e era dirigido pelo seu Espírito. Procurava acima de tudo a vontade de Deus para cumpri-la em sua vida. E nessa comunhão com Deus havia recebido a promessa de que não morreria sem ver o Messias (Jesus) enviado por Deus para reconciliar o povo com ele. Não é possível saber há quanto tempo havia recebido essa promessa – talvez já fizesse alguns anos, mas o fato é que Simeão continuava firme e confiando em Deus. Seu estilo de vida era de fidelidade ao Senhor, e assim ele pôde ver cumprir-se a promessa que recebera.
O que está dirigindo a sua vida? Seriam seus próprios desejos, seus prazeres, sua vontade de conquistar, de se destacar na área profissional ou social, ou realmente você está sendo dirigido pelo Espírito de Deus? Toda vez que deixamos de consultar a vontade de Deus numa decisão, já somos dirigidos por nós mesmos. Deus tem grandes promessas para sua vida, mas para saber quais são você deve buscá-lo, assim como Simeão buscava e perseverava em viver segundo a direção divina para ele.
Por tratar de viver desta maneira, Simeão vivia sintonizado com o Senhor. Seu maior desejo era ver aquele que restauraria o favor de Deus para seu povo. Qual tem sido seu sonho e anseio mais profundo? Qual a promessa que você deseja que Deus lhe faça? Algo que satisfaça o seu ego ou ver Jesus operando e agindo na sua vida e nas pessoas ao seu redor? Se você quer receber promessas de Deus e deseja que elas se cumpram, ajuste seu foco em Jesus, seja dirigido pelo Espírito Santo, anseie por aquilo que importa para Deus e persevere na fé no Senhor. – IG
Reconhecer os bons propósitos de Deus e dedicar-se a eles dá sentido à vida.
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26 de dezembro
Título – Desejos
Leitura Bíblica: Mateus 7.7-11. Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração (Sl 37.4,ARA).
Todos nós temos desejos. Desejamos saúde, prosperidade, conquistas e muitas outras coisas. Uns buscam alcançar o objeto de seus desejos por meio de seu próprio trabalho e esforço; outros recorrem a meios ilícitos ou ainda a seres espirituais ou forças cósmicas.
Ter desejos e anseios não é errado – é humano. O próprio Jesus sentia liberdade para dizer ao Pai o que desejava (p.ex. Mateus 26.39, quando pede que seja poupado da morte). Ele sabia que podia abrir seu coração para Deus e que não seria rejeitado por isso. É o que ele ensina aos seus discípulos no texto da leitura. O que diferencia a atitude de Jesus é sua completa submissão ao Pai, e é aí que entra o versículo em destaque: ele deixa claro que a sua prioridade era a vontade de Deus, e não a sua própria. Essa é a chave: ser feliz no Senhor.
No entanto, como somos humanos, nossos desejos muitas vezes se destinam a satisfazer nosso egoísmo. Por isso, a Bíblia nos diz em Tiago 4.3: “Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres”. Isso quer dizer que nossos desejos devem estar em harmonia com os princípios de Deus. Deus sempre tem o melhor para os seus filhos, e não nos dará nada que prejudique a nossa vida espiritual, nada que venha interromper nosso relacionamento com ele. Nosso Deus é nosso Pai eterno e é fiel às suas promessas, mas requer de seus filhos fidelidade, exclusividade na adoração e obediência aos seus mandamentos. Quem assim procede pode estar certo de que tem um relacionamento bom com o Pai celestial, e que este o ajudará a direcionar e alcançar seus desejos. Neste caso, experimentaremos que ele não somente satisfaz nossos desejos, mas tem poder para fazer ainda muito mais do que conseguimos imaginar (cf. Ef 3.20)! – MNL
Seus desejos aproximam ou afastam você de Deus?








