ReflexĂŁo đź“–
22 de dezembro
TĂtulo – Porta aberta
Leitura BĂblica: Apocalipse 3.7-12. Todos odiarĂŁo vocĂŞs por minha causa; mas aquele que perseverar atĂ© o fim será salvo (Mc 13.13).
O dicionário define a palavra “perseverar” como “continuar, persistir, durar, ser constante, nĂŁo mudar de intenção ou orientação, permanecer”. Quem nĂŁo gostaria de perseverar no trabalho para crescer e se firmar profissionalmente? Quem nĂŁo quer perseverar nos estudos para criar mais oportunidades? Que nĂŁo busca perseverar no casamento para criar um relacionamento saudável na famĂlia? Quem nĂŁo quer perseverar naquilo que planeja e sabe ser bom para a sua vida e sua famĂlia? Todos gostarĂamos de ser pessoas perseverantes. Mas será que queremos perseverar na nossa fĂ© em Jesus Cristo? Ou, de acordo com o dicionário, vocĂŞ está disposto a continuar, persistir, nĂŁo mudar de intenção, permanecer na fĂ© em Jesus Cristo mesmo que isso possa trazer consequĂŞncias desagradáveis? Em Mt 26.35, Pedro disse que se fosse preciso ele morreria por Cristo. Foi fácil dizer aquilo quando tudo ia bem. Ainda no mesmo capĂtulo vemos como a prática foi outra.
A perseverança tambĂ©m deve ter sido difĂcil para os cristĂŁos de FiladĂ©lfia, sobre quem lemos no texto de hoje. Uma pequena comunidade cristĂŁ em meio a uma cidade com grandes influĂŞncias contrárias ao Evangelho certamente traz uma perseguição contra quem confessa a sua fĂ© em Jesus Cristo. E de fato aquele grupo passou por muitas perseguições que trouxeram várias dificuldades. Mesmo assim, os cristĂŁos de lá nĂŁo negaram o nome de Jesus Cristo. É por isso que no texto bĂblico está escrito que Jesus Cristo abriu para eles uma porta que ninguĂ©m poderia fechar. Quando perseveramos na fĂ©, Jesus abrirá a porta da salvação que nos dá acesso Ă comunhĂŁo com Deus. Uma porta que ninguĂ©m, nem os nossos inimigos, nem Satanás e nem mesmo a morte podem fechar. Quando Deus abre a porta da sua salvação em nosso coração, encontramos forças para perseverar e guardar a fĂ© em Jesus Cristo. – DS
Cristo nos promete um destino glorioso – mas é preciso andar até lá.









