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Reflexão 📖
9 de janeiro
Título – És tu?
Título – Mateus 3.1-6 e 13-17. João, ao ouvir na prisão o que Cristo estava fazendo, enviou seus discípulos para lhe perguntarem: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Mt 11.2-3)
Nos últimos meses tenho vivido momentos especiais com Deus, agarrando-me às palavras antigas e voltando à minha fé simples. Foi essa palavra acerca de João Batista que marcou minha volta. Assim como ele, eu apenas precisava saber que Cristo havia de fato chegado. Fico imaginando como João se encontrava quando recebeu essa revelação. Provavelmente sentia-se sozinho, sem saída, sem recursos, sem família.
E a única coisa que ele ouve como resposta é sobre as obras que Jesus realizava naquele momento. Como se dissesse: “Ei, amigo veja o que estou fazendo!” Por quê? Porque as obras sempre apontam para a pessoa.
Talvez para muitas pessoas a vida de João e o modo como ela estava terminando não parecia muito coerente. Como filho de pai sacerdote, possuía a melhor educação, uma casa confortável, poderia exercer influência não só religiosa como política, poderia ter as roupas mais bonitas e a melhor comida. E, ao ir para o deserto, parecia estar abrindo mão disso tudo. Mas na verdade estava cumprindo a sua missão, exercendo o legado que recebera. Como um bom sacerdote, ele apresentaria diante de todos o Cordeiro Santo.
O fato de nos encontrarmos em desertos em alguns momentos da nossa vida não quer dizer que algo de muito errado esteja acontecendo. Passar por eles faz parte de quem somos e para que fomos chamados.
Apenas fico pensando o que levou João a esquecer-se da declaração que fez no deserto sobre o Messias, a ponto de ter de mandar seus discípulos confirmar se era mesmo Jesus o Cristo que haveria de vir. Talvez, como ele, precisemos lembrar-nos das palavras antigas a ponto de torná-las verdades inegociáveis. – AB
Se você duvida da sua fé, isso pode ser sinal de que alguma verdade caiu no esquecimento.
Reflexão 📖
8 de janeiro
Título – Veracidade
Texto – Romanos 12.9-21. Nossa boca encheu-se de riso, e a nossa língua de cantos de alegria. Até nas outras nações se dizia: “O Senhor fez coisas grandiosas por este povo” (Sl 126.2).
Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram…
Chorar com os que choram geralmente é fácil. Pelo momento, pela emoção e comoção, como, por exemplo, em um velório, onde estão todos em dor pela perda de um ente querido. Ali muitos choram e lamentam, e a situação acaba contagiando a todos. Mesmo que em graus diferentes, todos se compadecem da tristeza alheia.
Alegrar-se com os que se alegram é que se torna um pouco mais difícil. O ser humano muitas vezes se pergunta: por que ele e não eu? E eu? Por exemplo: na conquista de um carro novo ou de uma casa própria, alguns amigos até demonstram algum sorriso, porém nem sempre com sinceridade de coração. Numa empresa, então, a situação torna-se ainda pior: alegrar-se com um colega de trabalho de temperamento difícil que recebeu uma promoção? Como?
Situações como estas são bem complicadas para lidar e, acima de tudo, para se ter um sentimento sincero em relação a elas. Mas quem tem um coração moldado por Deus, regenerado por Jesus Cristo, pensa diferente. Alegra-se de coração com as bênçãos do próximo – sente-se verdadeiramente feliz e grato pela conquista do outro. Coração amável, sincero e verdadeiro só é possível para quem tem Deus no controle total de sua vida.
Deus vê o coração e sabe o que pensamos. Ele é onipotente, onisciente e onipresente; logo, não adianta fingir os sentimentos perante ele. Deus fez, faz e fará grandes coisas a todos nós. Ele sabe o momento certo e nos prepara para receber cada uma delas, sejam boas ou ruins. Deus é bom e podemos confiar que ele fará o melhor em nossa vida.
Todos que entregaram o coração a Jesus Cristo pensam de modo verdadeiramente diferente. – LG
Domine o amor de Cristo em nosso coração e não sejamos fingidos.
Reflexão 📖
7 de janeiro
Título – Pecado e perdão
Romanos 8.28-31. Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia (Pv 28.13).
Deus, ao nos criar, traçou planos para nossa vida, mas às vezes insistimos em fazer a nossa vontade. Se a palavra “pecado” originalmente significa “errar o alvo”, então pecamos quando fazemos aquilo que nós queremos em vez de fazer o que Deus quer.
Em Romanos podemos ler que o pecado traz consequências para nós. A primeira delas é que perdemos a comunhão com Deus (Rm 3.23). Sendo ele santo, é contra sua própria natureza conviver com o que é impuro. Logo, não podemos viver em sua companhia se estivermos em pecado (1Jo 3.5-6). Até mesmo Jesus se viu afastado de Deus quando, na cruz, levou sobre si todos os pecados da humanidade (leia em Mateus 27.46). Outra consequência que o pecado nos trouxe foi a própria morte (Rm 6.23).
Porém, nós podemos ser perdoados por meio de Cristo. Em 1 João 1.9 lemos que, se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça. Mesmo que tenhamos ofendido a Deus e mereçamos ser condenados por isso, já não seremos mais alvo de sua punição, pois, ao olhar para nós, Deus verá a pena cumprida por seu Filho.
É importante lembrar que, embora Deus nos perdoe, sofreremos as consequências dos nossos atos. Ainda assim, não devemos esquecer que “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito” (Rm 8.28). Para quem foi salvo desse modo, até mesmo a morte é usada para um fim glorioso, pois o unirá a Deus eternamente. Portanto, quando você pecar, reconheça humildemente seu erro e sujeite-se a Deus, que, além de nos purificar, também opera com poder para o nosso crescimento até mesmo em nossos erros. A melhor decisão que você pode tomar é entregar sua vida a Deus e seguir Jesus de perto. – BB
Por meio de Cristo, Deus nos perdoa e nos dá uma nova vida.
Reflexão 📖
6 de janeiro
Título – Fortaleza
Salmo 27.1-14. Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá, e que resposta eu terei à minha queixa (Hc 2.1, ara).
O que você faz quando se sente sozinho na multidão? Quando parece estar abandonado por todos – amigos, familiares – sozinho e desesperado, cercado por inimigos que querem derrubar você? Parece ser esta a experiência de muitos homens de Deus. Neste salmo, Davi expressa sua confiança no Senhor, pois mesmo se todos os abandonarem, até seu pai e sua mãe, ele tem a certeza de que Deus o acolherá (v 10). Chama o Senhor de minha luz, minha salvação, fortaleza e auxílio (vv 1 e 9). O versículo 8 diz o que ocorre no coração do salmista nestas situações: a lembrança de buscar a presença do Senhor. Habacuque também passa por essa experiência e, ao sentir-se perplexo com a situação, coloca-se na sua “torre de vigia”, um lugar separado onde ele pode encontrar-se com Deus e receber dele a resposta para toda sua queixa.
Tanto Davi como Habacuque buscaram a Deus e apresentaram a ele tudo que estava em seu coração, suas decepções e ansiedades e até mesmo suas queixas. Deus nos conhece no mais profundo do nosso coração, por isto não precisamos esconder nada dele e podemos derramar-nos aos seus pés. Para isto o melhor será encontrar-se com Deus em um lugar separado, seja um jardim, um quarto, uma igreja vazia, uma “torre” onde podemos aquietar-nos, buscar sua presença sem pressa, dizer o que está no nosso íntimo sem reservas, onde ninguém irá nos interromper ou constranger, para assim esperar com calma a resposta de Deus, que certamente virá em nosso auxílio. Davi termina o salmo com esta certeza de que quando esperamos pela resposta de Deus, ele mesmo fortalecerá nosso coração e veremos a sua bondade. – CTK
Quem busca a presença de Deus nunca fica sem resposta.