Arquivo do mĂŞs: abril 2017

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đź“– Palavra de Sabedoria

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ReflexĂŁo đź“–

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27 de abril

TĂ­tulo – Falhas humanas

Texto – JuĂ­zes 1.16-27

Disse-lhe Jesus: “Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (Jo 11.40)

Ă€ primeira vista, a leitura de nosso texto em JuĂ­zes parece fria e sem sentido, mas nĂŁo Ă© assim. De pronto podemos notar quatro senões, ou, quatro mas. Essa adversativa está oculta, mas presente no contexto. Judá destruiu, mas nĂŁo totalmente. A tribo de Benjamim permitiu aos jebuseus continuar morando em JerusalĂ©m. A tribo de JosĂ© precisou de ajuda humana, e o ajudador construiu uma cidade em Israel. A passagem oferece ricos ensinos. FĂ© genuĂ­na e vitoriosa Ă© fĂ© em Deus e em uniĂŁo com Deus. Por outro lado, fĂ© pequena ameaça a vitĂłria. Vemos tambĂ©m que, quando a fĂ© sucumbe a alguma prova dura, algumas promessas deixam de ser alcançadas. Quando juntamos a promessa com nossa experiĂŞncia pessoal, ela tende a ser uma fĂ© mais duradoura. Todavia, nĂŁo podemos colocar nossa experiĂŞncia acima da pessoa de Deus – ele Ă© soberano e a nossa experiĂŞncia sĂł tem valor debaixo do comando divino – e mesmo com promessas e experiĂŞncia, ainda Ă© possĂ­vel darmos lugar Ă  dĂşvida. 

A garantia para essas ações das tribos de Israel está em DeuteronĂ´mio 20.1. Deus disse ali o seguinte ao povo, pela boca de MoisĂ©s: “Quando vocĂŞs forem Ă  guerra contra os seus inimigos e virem cavalos e carros, e um exĂ©rcito maior que o seu, nĂŁo tenham medo, pois o Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, estará com vocĂŞs”. Vemos que os fatos comprovaram que os lĂ­deres e as tribos ou esqueceram essas palavras ou nĂŁo creram nelas. 

Todos os percalços na vida espiritual têm como origem as falhas humanas. Eis o ensino que pode passar despercebido nas entrelinhas. Como é difícil admitir isso. Se Deus não falha, quando somos derrotados a falha foi nossa. Ainda bem que Jesus jamais falha e sempre nos revela a glória de Deus.

A falha é originada na desconfiança, e esta sempre parte do homem. – MJT

Inclua Deus em todas as suas ações, e verá sua glória.

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26 de abril
TĂ­tulo – Foco Ăşnico

Texto – Mateus 6.19-24

Escolham hoje a quem irĂŁo servir (Js 24.15).

Um estudante de artes marciais aproximou-se do professor e disse: “Gostaria muito de ser um grande lutador de aikidô. Mas penso que devia também me dedicar ao judô, de modo a conhecer muitos estilos de luta; só assim poderei ser o melhor de todos”. O professor disse: “Se um homem vai para o campo e começa a correr atrás de duas raposas ao mesmo tempo, vai chegar um momento em que cada uma correrá para um lado, e ele ficará indeciso sobre qual deve continuar perseguindo. Enquanto decide, ambas já estarão longe e ele terá perdido seu tempo e sua energia. Quem deseja ser um mestre, tem de escolher apenas uma coisa para aperfeiçoar-se. O resto é filosofia barata”.

Esta história serve muito bem para ilustrar a necessidade de especialização na vida profissional, mantendo um foco bem específico para assim podermos nos destacar naquilo que fazemos. Mas ela também me lembrou a passagem da leitura bíblica de hoje sobre a impossibilidade de servir a dois senhores.

Parece uma opção atraente buscar a Deus e ao mesmo tempo ir atrás dos meus interesses e paixões. John Stott diz: “Diversos arranjos e ajustes possíveis parecem atraentes. Servir a Deus aos domingos e às riqueza nos dias úteis, ou a Deus com os lábios e às riquezas com o coração, ou a Deus na aparência e às riquezas na realidade, ou a Deus com a metade de sua vida e às riquezas com a outra.” É loucura viver correndo para adorar a Deus e, com os mesmos pés apressados, correr em busca do mal: servir a dois senhores, uma hora adorando a Deus, outra adorando a própria criação.

Como um escravo não pode ter dois senhores, pois não poderia agradá-los ao mesmo tempo, não poderemos agradar a Deus se o foco de nossa vida não for servi-lo exclusivamente. – HSG

Que sentido faria dedicar a vida a algo menor que o Criador?

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13 de abril

TĂ­tulo – Descanso

Texto – ĂŠxodo 33.12-17

Quem dera eu tivesse asas como a pomba; voaria até encontrar repouso! (Sl 55.6)

Moisés fora chamado para conduzir o povo de Israel à terra prometida. Para aceitar tal responsabilidade, precisava saber quem o ajudaria. Seria um grande risco liderar sozinho aquela multidão de homens, mulheres, crianças e animais que saíram do Egito. Tinham sido libertados de lá há pouco, estavam acampados em frente ao monte Sinai, e a terra prometida ainda estava muito distante. Deus o estava chamando para uma tarefa árdua. Então teve um diálogo com Deus e perguntou-lhe quem iria com ele. E Deus respondeu que ele mesmo o acompanharia e lhe daria descanso. Uma maravilhosa promessa! Assim Moisés liderou o povo sentindo sempre a presença de Deus. Ele nunca o abandonou.

Mas essa promessa seria cumprida na medida em que o povo vivesse segundo as orientações de Deus. EntĂŁo atingiriam o descanso, ainda que passando por lutas e dificuldades. O povo foi chamado a aplicar os princĂ­pios ditados por Deus por intermĂ©dio de MoisĂ©s que, no fim da vida, descansou de todas as lutas e adversidades da caminhada pelo deserto. O seu descanso chegou quando Deus o mandou subir no monte Nebo, defronte a JericĂł, para entĂŁo levá-lo Ă  sua presença eterna (Dt 34.1-5). 

Muito do que acontece na sociedade na qual vivemos nos cansa, e às vezes nos sentimos como o salmista, que no versículo em destaque diz que desejava ter asas como pomba para voar em busca de repouso. É o desejo de fuga dos problemas que se acumulam. Depois da jornada terrena na qual enfrentamos tantas lutas, adversidades e tristezas, teremos um descanso eterno na presença do Senhor Jesus. Os cristãos sabem que o único descanso verdadeiro que há na vida é resultado da presença do Senhor na caminhada em direção à vida eterna. – JG

O homem não tem descanso até que descanse em Deus (citado seg. Agostinho de Hipona).

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12 de abril

TĂ­tulo – FĂ© prática

Texto – Esdras 8.21-23

Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram (Jó 42.5).

Aprendemos e sabemos muitas coisas, mas elas só terão significado se forem colocadas em prática, principalmente em se tratando da relação com Deus. Posso saber tudo e falar acerca de como se dirige um carro, mas isso só fará sentido se eu me sentar nele e dirigi-lo. Sem a prática, a mera teoria de nada adiantará. Assim, é possível estudar e falar muito acerca de Deus, mas é preciso colocar em prática tais ensinos, abrindo a vida para que ele possa agir de acordo com sua vontade.

Esdras reuniu um grupo de judeus que estavam exilados na Babilônia para voltar à sua terra natal com o fim de reconstruí-la, porque anos atrás fora destruída pelos babilônios. Enquanto Esdras esteve na Babilônia, com certeza deve ter testemunhado ao rei sobre o Deus a quem ele e seu povo serviam.

Agora, para a viagem de volta, chegou um momento decisivo: uma oportunidade de colocar em prática tudo aquilo que ele acreditava que Deus fosse. A estrada em que viajariam era muito perigosa e os riscos de serem assaltados eram enormes. Todo o povo orou e jejuou pedindo que Deus os protegesse. Nesse caso, Esdras não pediu ajuda para o rei não por orgulho, mas pelo testemunho do nome do Senhor – precisamos enxergar isso corretamente, porque às vezes Deus também nos dá chances de avançar por meios naturais e nós os desprezamos, achando que ele tem de intervir sobrenaturalmente.

A questão é que naquele momento ele e o povo tiveram de colocar em prática sua fé, eles dependeram do Senhor e ele atendeu à oração. Quando dependemos do Senhor, às vezes ele nos ajuda por meios sobrenaturais, outras vezes provê meios naturais para responder à oração – por isso esteja atento. É nos momentos de adversidade e crise que temos a oportunidade de crescer em intimidade com o Senhor e de experimentar facetas de seus atributos que de outra forma não perceberíamos. – IG

Quando vierem as adversidades, encare-as como oportunidades de crescimento no relacionamento com Deus e em maturidade.

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10 de abril

TĂ­tulo – Tudo novo

Texto – Apocalipse 21.2-5

Aquele que estava assentado no trono disse: “Estou fazendo novas todas as coisas!” (Ap 21.5a)

A maldade tem imperado na histĂłria humana. Desde tempos imemoriais, os mais fortes prevalecem sobre os mais fracos; Ă© impossĂ­vel quantificar o rio de lágrimas que já correu de olhos indefesos neste mundo… e que ainda hoje, neste exato momento, corre. Esperava-se que a civilização seria capaz de domar o espĂ­rito humano, mas quanto maior o progresso, mais depravado fica o “bicho gente”. Olha-se para o futuro, e as perspectivas nĂŁo sĂŁo animadoras: cada vez mais o vĂ­cio Ă© considerado virtude e a virtude, vĂ­cio; faltará água, energia e atĂ© mesmo alimentos para sustentar tantas pessoas. Vemos aquecimento global, derretimento de geleiras, aumento do nĂ­vel do mar e inundação das cidades costeiras, mudanças climáticas que parecem querer expulsar a praga (humana?) que infesta o planeta, que deixou de ser sustentável.

A causa de todo mal no mundo é a queda do homem, que em sua rebelião contra o Criador traçou um caminho para cada vez mais longe de todo o bem. Encarregada de cuidar da criação, o que a raça humana fez foi destruí-la. Como ter esperança? Leia o texto de hoje.

Haverá um dia… É esta promessa que me dá ânimo, apesar do que vejo ao redor! O versĂ­culo 2 da leitura de hoje descreve a nova JerusalĂ©m a descer dos cĂ©us: emblema de que o Eterno entĂŁo viverá entre nĂłs, devidamente reverenciado e obedecido por todos como Autoridade Ăšnica. O profeta Habacuque descreve assim esse dia: “a terra se encherá do conhecimento da glĂłria do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Hc 2.14), isto Ă©, haverá rendição absoluta ao Criador. EntĂŁo, diz o Senhor, ele enxugará toda lágrima. Fará novas todas as coisas e nĂŁo mais existirĂŁo morte, tristeza, choro e dor. Aleluia! A antiga (atual) ordem terá passado! Tudo será novinho em folha, do jeito que Deus sempre quis que fosse. Vem, Senhor Jesus! – MHJ

Esta é a ardente expectativa dos que se rendem a Jesus como Senhor e Deus: ele fará novas todas as coisas.

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4 de abril

TĂ­tulo – Cristo, o foco

Texto – Mateus 17.1-13

É necessário que ele cresça e que eu diminua (Jo 3.30).

Ser evangélico no Brasil de hoje é muito fácil. Ninguém é perseguido ou discriminado por isso como nos primórdios da nossa história, quando se tinha de pagar um alto preço para ser evangélico. Hoje é até fácil demais.

Com isso, muitos buscam uma igreja evangélica a fim de tirar proveito para si; dirigem-se a Cristo para receber cura, prosperidade financeira ou uma garantia de bênçãos divinas. Há uma falsa compreensão de que Deus seria obrigado a cobrir de tudo isso aqueles que lhe são fiéis. No entanto, a mensagem bíblica é outra.

Por exemplo, na leitura de hoje, os discípulos de Jesus estavam perplexos com o aparecimento de Elias naquele monte. O profeta Malaquias havia profetizado que Elias viria antes do Messias (Ml 4.5-6). Com ele viria uma grande avivamento espiritual. Jesus explicou que João Batista cumpriu o papel de Elias, mas ele não foi reconhecido; foi morto. O mesmo destino agora esperava o próprio Messias. Aquela profecia tinha como propósito apontar para Jesus. O incrível é que, apesar de todas as mensagens declaradas ou ocultas, claras ou misteriosas, poucas pessoas conseguem enxergar Jesus. Querem os benefícios de Cristo, mas não estão dispostas a pagar o preço de segui-lo. Querem as bênçãos de Deus, mas não querem o Deus que abençoa.

Jesus não veio trazer uma nova religião, mas um novo estilo de vida; uma nova forma de ver e viver. Ele disse: “Eu vim para que vocês tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10.10).

Portanto, a vida que Cristo propõe para os seus discípulos é a que focaliza o seu senhorio, e não as bênçãos para quem o segue. É a que exalta a Cristo, e não o cristão. É centrada em Cristo como o Senhor da nossa vida, e não nos bens que ele nos dá. João Batista entendeu essa verdade quando disse que “é necessário que ele cresça e que eu diminua”. Você também já entendeu? – HS

Melhor que pedir coisas a Deus Ă© ter o prĂłprio Deus em nossa vida.

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