Arquivo da categoria: Estudos

Reflexão 📖

14 de Setembro
Momentos preciosos

LEITURA BÍBLICA: Salmo 119.49-56 Este é o meu consolo no meu sofrimento: a tua promessa dá-me vida (Sl 119.50).

Nossa vida é cheia de altos e baixos; quem nos dera se conseguíssemos ser equilibrados todo o tempo, em todos os sentidos. Todavia, para as pessoas que confiam em Jesus, que se arrependem da sua vida sem Deus e pedem perdão por isso, passando a praticar seus ensinamentos, as crises da vida tomam um sentido não de derrota, mas apenas de barreiras a serem vencidas com a ajuda de Deus e para a sua glória.

Certa vez, um casal de namorados cristãos que obedeciam a Deus marcou a data do casamento; porém, no dia previsto, a noiva tinha acabado de sair do hospital com uma enfermidade que a impedia de se casar naquela data. O casal havia se preservado para o casamento. Os convidados e a festa já estavam prontos, mas houve uma interrupção do sonho de uma vida: poder casar-se com a pessoa amada. Era uma enfermidade passageira, mas a dor de cancelar tudo era sem dúvida grande e perturbadora. Em oração, os noivos aguardaram de Deus a solução e orientação do que fazer a partir daí. Ao ler a Bíblia em casa, o noivo recebeu de Deus o mesmo verso que a noiva encontrou na cama do hospital (Sl 119.50). Quando se encontraram e compartilharam o que Deus lhes havia dito durante aqueles momentos de frustração, animaram-se por Deus confortá-los com o mesmo verso. O casamento aconteceu um mês depois e os momentos preciosos da cerimônia foram de profundo significado para o casal e para todos os que compartilharam da experiência.

Não importa o tipo de sofrimento. É claro que, para uma noiva que precisa adiar o casamento, ele é grande. Mas a Bíblia nos diz especialmente para essas situações de sofrimento que a promessa de Deus nos oferece consolo. – ACS/VS 

Jesus quer fazer de nossas crises momentos preciosos de transformar o mal em bem.

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13 de Setembro
Herança

LEITURA BÍBLICA: Números 26.51-56 A herança que se obtém com ganância no princípio, no final não será abençoada (Pv 20.21).

No texto que você acabou de ler, Moisés recebeu instruções de Deus sobre como o território de Canaã deveria ser dividido entre as tribos de Israel quando fosse conquistado. A terra lhes seria dada como herança – e foi (os capítulos 13 a 21 de Josué explicam como se deu esta divisão).

Partilha, testamento, inventário, propriedade privada, território, limite, advogado, testemunha, medidas (e, muitas vezes, intrigas)… Todas estas palavras fazem sentido quando o assunto é a divisão de propriedades entre as pessoas, sejam elas parentes ou não. Todos têm seus direitos e os reivindicam com veemência – com ou sem razão, de modo justo ou injusto. Quantos casos já ouvimos sobre situações de partilha que tristemente acabam em tragédia ou causam brigas sem fim?

No versículo em destaque, a Bíblia nos faz um alerta. Deus sabe o que é melhor para nós! Além disso, há algumas diretrizes legais para ajudar as pessoas que precisam fazer partilhas de bens a resolver questões de posse. Tais pessoas poderiam pensar na união da família ou no fortalecimento dos relacionamentos e na divisão apenas da herança. Mas muitas vezes o que acontece na realidade é que cada um quer ter mais, mesmo que isto custe a separação entre as pessoas. Surge então a pergunta: vale a pena dividir famílias, grupos ou mesmo nações por falta de consenso sobre as posses?

Como seria bom se os valores e princípios cristãos prevalecessem acima de questões financeiras e políticas!

As pessoas seriam muito mais felizes se os bens materiais não fossem tão importantes para elas. Quantos problemas e brigas seriam evitados! Que possamos manter o foco nas coisas que realmente fazem diferença em nossa vida, como o amor, a união e o perdão. A paz e a felicidade não são resultado da abundância de bens materiais – então por que brigar tanto por eles? – ACS/VS 

Nenhuma herança é mais valiosa do que a união e a manutenção de bons relacionamentos!

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12 de Setembro
Orem

LEITURA BÍBLICA: Marcos 13.26-37 “Por que estão dormindo?”, perguntou-lhes. “Levantem-se e orem para que vocês não caiam em tentação!”(Lc 22.46)

Uma das frases mais bonitas que conheço a respeito da oração diz: “A razão pela qual oramos é que simplesmente não conseguimos evitá-la” (William James). Deus está ao nosso lado o tempo todo. Ele fala conosco e nós podemos falar com ele todo o tempo. Esta é uma oração que não para. Mesmo assim, é possível, por causa das muitas distrações do dia, deixar de lado a oração em favor de coisas que supomos ser mais importantes. Podemos limitar a oração a poucos assuntos, deixando de experimentar o melhor que ela pode nos dar. Mas qual seria a mais importante oração a fazer? A Bíblia diz que devemos orar uns pelos outros (Tg 5.16). Em vez de só pensar em nós mesmos, precisamos lembrar que podemos ajudar os outros intercedendo por eles. E não só pelos amigos, mas também por aqueles que nos caluniam e nos perseguem. A Bíblia nos diz para amar nossos inimigos, por isso devemos orar também por eles (Mt 5.44). Precisamos também orar pela nossa cidade, pelo país, pelo mundo, pedindo a direção de Deus, paz e prosperidade (Jr 29.7). Devemos orar por aqueles que estão em guerra, por aqueles que passam fome, pelas pessoas que sofrem violência.

Também temos de orar por nós mesmos. Não tanto pelas nossas necessidades, mas principalmente para não cairmos em tentação e para que Deus nos livre do mal. Nossa oração deve ser sempre para que Deus nos dê corações puros e sabedoria nas decisões. Mas o principal motivo para orar é porque não sabemos quando será o tempo do fim. Não sabemos quanto tempo temos de vida, nem quando Jesus voltará. A oração nos prepara para este dia ajudando-nos a aguardá-lo com sobriedade. Devemos ficar atentos, vigiando sempre em oração para que este dia não nos surpreenda, encontrando-nos despreparados. Portanto ore, ore sem cessar, continuamente agradecendo a Deus e pedindo por sua presença abençoadora. – HSG 

Ao falar com Deus, podemos ter certeza absoluta de que ele está ouvindo o que dizemos!

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11 de Setembro
Jesus curandeiro?

LEITURA BÍBLICA: Marcos 1.40-45 [Nos últimos dias] aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão sinais e maravilhas (Mc 13.22a).

No texto de hoje, Marcos registra a cura de um leproso. Alguns detalhes nesta história e no seu contexto nos chamam a atenção quanto à intenção de Jesus com os milagres que realizava:

1. Ele não buscava fama ou prestígio popular. Aos demônios ordenou que se calassem (Mc 1.24- 25,34), ao leproso advertiu que não dissesse nada a ninguém (v 44) e, para evitar a todo custo a publicidade, permanecia fora das cidades, em lugares solitários (v 45).

2. Jesus não era um curandeiro. Sua missão incluía pregar (Mc 1.38), restaurar espiritual, emocional e socialmente (Lc 4.18-21).

3. Ele nunca marcou um horário, dia ou local fixo para agir, mas pregava, expelia demônios e curava em meio às suas andanças (Mc 1.39-40).

4. O leproso não exigiu a cura, mas, de joelhos, clamou: “Se quiseres, podes purificar-me!” E, compadecido, Jesus o curou (v 40-41).

Alguns cristãos recebem o dom de curar (1Co 12.9b), mas há também aqueles que se intitulam profetas com poder de curar em nome de Jesus. Para saber se servem a Deus ou não, podemos fazer um teste: identificar quem recebe a glória após a realização do milagre. Se Deus não receber todo crédito por uma cura, não devemos acreditar em tais pessoas. Elas querem nos confrontar e questionar, mas na verdade são falsos cristos e falsos profetas (veja o versículo em destaque). Jesus advertiu os seus discípulos de que este tipo de prática seria um sinal do fim dos tempos.

Quando estivermos doentes, devemos seguir o exemplo do leproso: clamar com humildade diretamente àquele que tem poder de curar ou de consolar, conforme sua livre vontade: Jesus Cristo, o Filho de Deus. E, se alguma dúvida ainda nos resta quanto a esta questão, que na Palavra de Deus alcancemos resposta. – ALS 

Deus é quem cura – e, se desejar, usa seus servos para isso.

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10 de Setembro
Prazer em servir

LEITURA BÍBLICA: Salmo 100.1-5 Servi ao Senhor com alegria (Sl 100.2a ARA).

Em geral, as empresas gostam de afirmar que servir ao cliente é sua maior alegria. Contudo, sabemos que não é bem isso – o prazer de uma empresa é mesmo ganhar dinheiro, e o serviço ao cliente é apenas um meio para esse fim. É natural que seja assim e, descontando a falta de sinceridade, não há mal nenhum no procedimento delas. De fato, ter prazer ou alegria em servir parece contraditório. Normalmente preferimos ser servidos a servir.

Quando o Salmo 100 fala em servir ao Senhor, o serviço em que o autor pensa antes de tudo é o ato de culto a Deus, mas este não deixava também de ser uma obrigação e, nesse sentido, não era muito diferente de quaisquer outros serviços, que sempre custam algo – no caso, os sacrifícios materiais oferecidos na ocasião.

De onde viria então a alegria em servir? Não podemos fabricar alegria, decidindo estar alegres. É verdade que muitos tentam isso, mas essas tentativas não passam de casca sem conteúdo. Apenas como exemplo, a maior dessas tentativas é o carnaval. Ruim ou não, é uma alegria no mínimo vazia. E então?

O texto lido fala em gratidão pelo cuidado de Deus conosco, como um pastor zela pelo seu rebanho (v 3). O salmo também louva o amor e a fidelidade de Deus (v 5). São razões para ser grato e se alegrar. Portanto, a origem de tudo é o “serviço” que primeiramente Deus presta a nós ao nos conceder todos os bens da nossa vida. Pelo fato de Deus ser a fonte de tudo que é bom (Tg 1.17), a Bíblia afirma que a verdadeira alegria provém de convivermos com Deus (Ne 8.10c; Fp 4.4) – e ela será tanto maior e mais estável quanto mais íntima for essa convivência.

Quando isso acontecer, qualquer coisa que fizermos será prazerosa. Assim, quem vive desse modo pode dar-se ao luxo de ter alegria mesmo naquelas atividades que não parecem atraentes – como prestar serviços mesmo sem remuneração! – RK 

Servir à Fonte da alegria só pode resultar em prazer!

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9 de Setembro
O melhor

LEITURA BÍBLICA: 1 Tessalonicenses 2.1-6 Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens (Cl 3.23).

Temos tantos afazares e compromissos que nem sempre conseguimos fazer tudo com perfeição, por mais que nos esforcemos. Querer ser melhor, fazer melhor e não conseguir muitas vezes nos traz frustração e angústia. Pior é quando as pessoas ao nosso redor reparam em nossas falhas, mas não reconhecem o quanto nos dedicamos. Elas criticam nossas atuações e ações, mas não nos ajudam a fazer melhor e, menos ainda, se propõem a fazer em nosso lugar.

Quando situações como essas ocorrem, temos vontade de gritar: “Dei o máximo de mim, você não vê?” Dá vontade de “chutar o balde”, não fazer mais nada para ninguém e por ninguém. De largar compromissos, responsabilidades, cargos. “Quem quiser assumir, que assuma!” “Quem puder fazer melhor, que faça!” Pensamos e falamos assim, no auge da amargura por não termos nossos esforços reconhecidos.

Mas a Bíblia diz que tudo que fizermos deve ser feito para agradar a Deus. Temos um compromisso com Deus, com a família, a sociedade. Precisamos fazer a parte que nos cabe, mesmo que ninguém veja o nosso trabalho, mesmo que as pessoas só consigam ver as imperfeições, mesmo que não recebamos elogio algum. Não importa! O que importa é que nosso Deus tudo vê. Ele conhece nossos corações e nossa sincera intenção de ajudar, colaborar, fazer melhor. Ele também conhece nossas limitações e sabe que nem sempre conseguiremos ser os melhores em tudo.

No mundo em que vivemos, é muito difícil viver assim. As pessoas vivem buscando os seus direitos, o que inclui reconhecimento por realizações e conquistas. No texto da leitura, Paulo demonstra que já tinha aprendido a viver de forma diferente: “[Não] buscamos o reconhecimento humano” (v.6). Em vez de seguir o exemplo do nosso mundo competitivo, sigamos o exemplo de Paulo, dedicando todas as nossas forças para agradar a Deus. – CPB 

Faça o melhor que pode e Deus se alegrará com você.

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8 de Setembro
Sabedoria

LEITURA BÍBLICA: 1 Reis 10.1-9        [A rainha disse a Salomão:] Tu ultrapassas em muito o que ouvi, tanto em sabedoria como em riqueza (1Rs 10.7c).

Salomão não era o tipo de homem bem-sucedido dos dias de hoje. Ele não estudou numa universidade famosa, não fez um MBA no exterior nem foi um prodígio nas ciências. O que, então, fez de Salomão um rei tão habilidoso, famoso, sábio e poderoso em sua época? Com certeza, não foi devido à sua própria capacidade, mas à sua grande humildade. No começo do seu reinado, ele tivera a chance de escolher o que quisesse, sabendo que Deus lhe daria, mas o seu pedido foi simples: discernimento para governar (leia esta história em 1Rs 3.5-15). Isto agradou a Deus, que além de sabedoria deu-lhe também fama e riqueza. E foi buscando a “chave para o sucesso” que a rainha de Sabá foi a Jerusalém. Como ela, muitos ainda hoje compram pilhas de livros buscando as fórmulas que milionários e famosos usaram para ser bem-sucedidos na vida.

Salomão não tinha nenhum segredo a revelar à nobre visitante, apenas mostrou que tudo o que possuía era presente de Deus – graça imerecida e favor gratuito vindos do Senhor. Que lição foi dada à rainha de Sabá sem o uso de palavras! Ela, que resolutamente não acreditava no que as pessoas diziam sobre Salomão, agora podia ver pessoalmente tudo o que Deus fizera na vida dele. O impacto do testemunho vivo do rei de Israel fez com que ela confessasse que foi por causa do amor de Deus que Salomão fora escolhido para reinar e manter a justiça e a retidão (v 9). Infelizmente, a sabedoria não impediu que ele cometesse erros e acabasse seu reinado longe do Senhor.

Hoje, nós necessitamos encontrar mais líderes que sejam servos, governantes humildes e cristãos sinceros: pessoas que vivem e agem com a sabedoria e o temor do Senhor! Precisamos pedir a Deus a sabedoria que vem do alto (Tg 1.5-6; 3.17), aquela que é acompanhada da humildade e da fé sincera, que se mostra nas atitudes, e não somente em palavras. – AS 

Verdadeira sabedoria é a que vem de Deus, e que demonstramos sem perceber.

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7 de Setembro
Desigualdade

LEITURA BÍBLICA: Lucas 7.36-50 Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as com parcialidade (Tg 2.1).

Apesar de vivermos numa época tão avançada tecnologicamente, ainda hoje há desigualdades sociais – seja entre ricos e pobres ou homens e mulheres. Vejamos este último caso. Nos tempos bíblicos, as mulheres não tinham voz nem vez. Seu valor era apenas reprodutivo (por isso as estéreis sofriam tanto). Eram tratadas como seres inferiores, condição que perdurou por séculos. Mas e Deus, o que acha disso?

Em At 10.34b lemos que “Deus não trata as pessoas com parcialidade”. Diante dele, todos são iguais. A história de seu povo inclui personagens femininos. Elas não foram figurantes; muitas se destacaram. Chama a atenção o fato de que dois livros bíblicos possuem nomes femininos: Rute e Ester. A primeira era estrangeira, mas foi incluída na genealogia de Jesus; a outra se tornou rainha e salvou seu povo do genocídio. Além delas, podemos destacar a importância de Eva, Sara, Joquebede (a mãe de Moisés), Raabe, Ana, Maria (a mãe de Jesus),as irmãs Marta e Maria, Priscila e tantas outras que ajudaram Jesus e os apóstolos e outros cujos nomes nem conhecemos… Deus se importava com cada uma delas, e também se importa conosco.

No texto de hoje, vemos como Jesus dava a mesma atenção a qualquer pessoa. Ele foi jantar com um religioso, da mesma forma como compartilhava refeições com homens simples. Quando a mulher se aproximou e lavou os pés de Jesus, o fariseu a desprezou. Para ele, ela era um incômodo. Jesus, porém, tratou-a com amor e recebeu o que ela fazia como um presente. Ao contrário dos homens de sua época, Jesus respeitava as mulheres, conversava com elas, curava e perdoava da mesma forma que fazia com os homens. Ele também morreu por elas, e foi com uma mulher (sua mãe) que ele se preocupou na cruz. Sigamos seu exemplo, tratando todas as pessoas da mesma forma. – VWR 

Você já se sentiu discriminado alguma vez? Se sim, teria coragem de fazer outra pessoa passar por isso?

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6 de Setembro
Voltarei!

LEITURA BÍBLICA: Apocalipse 22.16-21. Este mesmo Jesus … voltará da mesma forma como o viram subir (At 1.11).

Quando alguém diz que voltará, precisa considerar os limites físicos e mentais humanos, suas condições e circunstâncias. Mas quando Jesus diz que voltará, quem fala é o Todo-Poderoso! Parte da nossa leitura se compõe de dizeres diretos de Jesus ao escritor, identificando-se: “Eu, Jesus”. Muitos anos depois da sua vida na terra, ele confirma sua promessa de voltar, com a qual encerra a Bíblia toda. Sua palavra final requer que vivamos com os olhos fitos nele, o Cristo ressuscitado e vivo no céu. Não que esqueçamos sua morte – damos graças por ele ter morrido por nós. Mas agora nos alegramos no Salvador vivo à direita do Pai (Hb 12.2) – e ainda mais porque promete voltar em breve! Logo depois de subir ao céu, um anjo declarou que Jesus voltaria, como diz o versículo em destaque, “da mesma forma como o viram subir.”

Desde a vinda do Espírito Santo (At 2) até hoje, os cristãos servem ao Senhor Jesus Cristo, que iniciou a igreja e a sua missão mundial. A maioria das cartas que constam do Novo Testamento, bem como a mensagem do Apocalipse, foram dirigidas a igrejas. Se você é cristão, receba com todos os destinatários desta revelação também a mensagem final da Bíblia na promessa de Cristo: “Sim, venho em breve!” Responda com João e todos os cristãos: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” Quando fecho os olhos à noite, muitas vezes me vem à mente a sua vinda e penso: talvez esta noite!

Prepare-se como um atleta espiritual que corre para ganhar o prêmio (1Co 9.24). Procure diariamente “as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus” (Cl 3.1). Como muitos, crie o hábito de consultar diariamente a Bíblia, nosso mapa espiritual. Procure meios e oportunidades de compartilhar com parentes e amigos como você chegou a crer em Cristo, seu Salvador. Ore para que também vivam na esperança da volta breve de Cristo! – TL 

Na escuridão deste mundo, a volta de Cristo será como o nascer do sol.

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5 de Setembro
Felicidade

LEITURA BÍBLICA: Romanos 4.1-12 Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa (Rm 4.8).

Para a Organização das Nações Unidas (ONU), a busca da felicidade é um direito humano fundamental. Mas o que é a felicidade? Na antiguidade grega, a filosofia hedonista ensinava a busca da felicidade por meio do prazer. O prazer era a norma suprema da ética. Para eles, ser feliz seria desfrutar prazer pelo máximo de tempo possível e por tantas vezes quantas fosse possível.

O texto da leitura de hoje apresenta a felicidade como resultado do perdão que Deus concede. Feliz é aquele que vive a partir da liberdade que Cristo provê. Por outro lado, o pecado (a quebra do nosso relacionamento com Deus) aprisiona o ser humano. Por causa do pecado, a pessoa passa a viver orientada para as próprias vontades e desejos, marcados por excluírem a presença de Deus. Por causa dessa separação, definida também como inimizade (Ef 2.14), toda busca humana da felicidade se resume a uma procura egoísta do prazer. Assim, a satisfação da vida da pessoa é buscada longe de Deus, mesmo quando se traduz em praticar o bem, como doar recursos para obras sociais. Pode consistir em construir algo para si, constituir família, apreciar uma boa refeição, cultivar amizades. São essas ações que o texto chama de obras. Elas não são ruins, nem erradas em si mesmas. Porém não trarão a felicidade. Isto porque a felicidade está ligada à paz com Deus (Mt 5.9), que só é possível por meio da justiça que Deus mesmo concede a nós (vs 5, 7).

Pela fé recebemos a justiça de Deus que nos é dada de graça, não por causa de algo bom que fizemos, nem por nossos esforços ou desejos. Encontramos a felicidade na fé em Jesus Cristo, ao sermos por Deus perdoados e aceitos como seus filhos. Somos felizes porque não há mais barreiras entre nós e Deus. A felicidade não é uma conquista nossa. Foi conquistada por Cristo na cruz e concedida a nós de graça por meio da fé. – AS 

A felicidade é gratuita e sua fonte está na fé em Cristo.