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24 de Agosto
Sentimentos

LEITURA BÍBLICA: Filipenses 1.3-11  Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus(Fp 1.6).

Nosso cérebro pode nos lembrar de muitas emoções do passado. Podemos recordar boas atitudes que outros tiveram conosco e assim voltar a sentir a alegria que essas boas ações despertaram em nós. No texto de hoje, Paulo afirma que é justo que ele se lembre dos filipenses com alegria e sinta que Deus continuará com seus amigos. Seu afeto não era momentâneo, apenas decorrente da bondade deles, mas resultado de uma escolha do apóstolo, que decidiu carregá-los no coração. Ele também sentia saudade daqueles cristãos, um sentimento elogiável e, no caso de Paulo, ligado à pessoa de Jesus Cristo. Todas essas expressões de carinho estavam relacionadas aos bons sentimentos alimentados por Paulo em relação aos membros da igreja em Filipos. Por isso, ele completa desejando que sejam encontrados irrepreensíveis, perseverando em Cristo até o dia da gloriosa volta do Senhor.

Mas nem todos alimentam bons sentimentos pelos outros. Em Romanos 1.18-32, o mesmo apóstolo descreve até que ponto pode chegar o mau sentimento humano. Ele se torna uma força a governar as ações daqueles que não reconhecem a Deus como Senhor de suas vidas. Sabemos que não podemos deixar de sentir; o máximo que podemos fazer é ignorar o peso dos sentimentos em nossa vida. Para proteger nossos relacionamentos, muitas vezes precisamos aprender a controlar nossas emoções. Certa vez, fui procurado por um casal dividido por um fato seríssimo. Comecei o atendimento solicitando ao marido que trancasse com um forte cadeado qualquer sentimento que o fato viesse a provocar, até que pudéssemos falar a sós. No encontro seguinte, ele se achava bem melhor. Se apenas impedir maus sentimentos já exerce tão boa influência, que dirá alimentar somente bons desejos! Esta é uma bem-aventurada experiência: tentar manter apenas bons sentimentos em nosso coração. – MJT 

Não podemos evitar os sentimentos, mas podemos escolher o que fazer com eles.

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23 de Agosto
Mais crise!

LEITURA BÍBLICA: 1 Samuel 30.1-20  O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas (Sl 34.19).

É comum ouvirmos nas rádios, nos telejornais, no bate-papo entre amigos, nas redes sociais, com os colegas de trabalho e tantos em outros lugares e momentos sobre este assunto: crise. Ela surge nas mais diversas áreas: finanças, ética e moralidade, famílias, princípios e valores e por aí vai. Esta lista ainda poderia crescer bastante. Diante de tudo isso, surge a pergunta: quem nunca passou por crise? Como você se portou diante dela? Tomou alguma atitude, ou simplesmente anunciou: “Mais crise”?

No texto de hoje, vimos que Davi está passando por um momento de crise em sua vida. Depois de três dias de caminhada no retorno para casa, mal entra na cidade, vê tudo destruído e vazio, pois sua família e bens tinham sido levados pelos amalequitas. O desespero toma conta dele e de seus homens, a tal ponto que alguns querem apedrejar-lo. Que aflição! Mas vale a pena observar como ele se portou diante dessa crise. Primeiro, Davi conversou com Deus sobre a situação e obteve uma resposta (v 8). Em segundo lugar, ele partiu para alcançar seu objetivo. Não ficou parado, só lamentando (v 9). Em terceiro lugar, Davi aproveitou a ajuda que Deus mandou (vs 11, 15-16) e por fim conquistou de volta tudo o que era seu (vs 18-19).

Como nós reagimos diante de crises? Ficamos lamentando e chorando? Procuramos um culpado, acusando-o com palavras, gestos, atitudes que não levam a solução nenhuma? O exemplo de Davi vale também para nós. Em vez de seguir o costume comum de contar tudo para os outros, menos para Deus, podemos nos dirigir diretamente ao Senhor. Ele tem respostas para os nossos problemas e nos faz caminhar na direção da solução. Aja! Saia do lugar. Conte com a providência divina e no momento certo, a crise vai se resolver. É como diz certa canção: “Essa nuvem é passageira, logo vai passar”. – KCB

A melhor ajuda na crise é aquela que vem de Deus.

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22 de Agosto
E daí?

LEITURA BÍBLICA: Tiago 1.19-27  Você crê que existe um só Deus? Muito bem! Até mesmo os demônios creem – e tremem! (Tg 2.19)

E daí? Pergunta malcriada, mas poucas são tão importantes. Talvez alguns filhos que dizem “eu te amo” a suas mães deveriam ouvir um “e daí?” como resposta, isto é: “Suas ações dizem que não se importa”. Já imaginou que grande lista de “e daís” poderíamos fazer?

O versículo em destaque faz parte de um contexto no qual fica claro que Tiago estava muito incomodado com pessoas que falavam muito, mas não viviam coerentemente com o que diziam; tinham uma “religião”, diziam ser discípulos de Jesus, mas viviam como se não fossem. Há pouco tempo li a respeito de um traficante que dizia: “Deus está comigo e vai me abençoar! Eu sempre recebo pastores em minha casa para fazer orações”. Cabe ou não um sonoro “e daí”?

Mas nem só de traficantes vive a religiosidade vazia, aquele sentimento de que é possível fazer barganhas com a Divindade. Aplica-se também àquele que teve a infeliz ideia de transformar o relacionamento com Deus em um compartimento isolado da vida; assim, parece ser possível crer (ou “ser salvo”, como se diz no jargão religioso) e ao mesmo tempo viver uma vida mais ou menos incoerente.

Creio no que Paulo diz em Efésios 2.8,9: somos salvos pela graça e as nossas obras são insuficientes para nos tornar aceitáveis a Deus. Reconheço que jamais conseguiria ter méritos suficientes para comparecer perante o meu Criador; por isto sou e serei eternamente grato a Jesus. Mas sei que esta graça (bondade de Deus para comigo, mesmo sem que eu mereça) tem um efeito transformador, fez e faz tudo novo. Jesus chamou esta transformação de “novo nascimento”, e Paulo diz que quem está em Cristo se torna parte da nova criação, as coisas antigas já se foram.

Creio? Sou seguidor de Jesus? Proclamo que vivo na esperança da volta dele? Então preciso perguntar diariamente a mim mesmo: e daí? – MHJ 

Que Deus me livre de me acomodar na fé que digo ter sem produzir frutos condizentes com ela.

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21 de Agosto
Reencontros familiares

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 46.1-34 Ouça, meu filho, a instrução de seu pai e não despreze o ensino de sua mãe (Pv 1.8).

Em certo momento da vida de nossa família, passamos alguns dias separados uns dos outros devido a algumas doenças. Nosso filho reclamou e desabafou: “Quando nossa família vai poder estar reunida de novo”?

Uma família dividida não parece ser realmente família. Sinônimos de família poderiam ser: união, amor, fortaleza, alegria. Deus criou a família para ser unida. Homem, mulher e filhos vivendo em harmonia! Esta deveria ser e é a base mais constante e potente de uma sociedade. Deveria ser também a base pessoal do cotidiano, o porto seguro das pessoas, onde elas vivem, se multiplicam, se ajudam e se amam.

Jacó teve uma grande família e uma grande história. José, seu filho preferido, viveu longe da sua família por anos a fio e, mesmo várias vezes injustiçado, deixou que o perdão e o amor fossem mais fortes do que sentimentos de vingança e ira. Pai e filho se reencontraram e, no fim da história, toda a linhagem familiar acabou salva de morrer de fome, voltando a unir-se por meio do amor.

Você e eu também podemos criar para a história da nossa família um final feliz, longe dos contos de fada, mas real: se deixarmos que o amor e o perdão governem as nossas atitudes em relação aos nossos familiares. Se você tiver problemas na sua família, não permita que a desavença tome conta, mas proceda com amor, cultivando a paz com todos. Percebo que às vezes posses materiais são motivo de discórdia e divisões de herança são motivo para ciúme. Faça como José: resolva seus problemas familiares com perdão e amor, promovendo a união de sua família e um reencontro inesquecível. Será bom para toda a família, além de trazer segurança para todos os seus membros. – ACS/VS 

Buscar a união da família deveria ser um dos nossos principais esforços

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20 de Agosto
Rejeitado

LEITURA BÍBLICA: Juízes 11.1-40  Jefté, o gileadita, era um guerreiro valente. Sua mãe era uma prostituta (Jz 11.1a).

Tenho um parente que se candidatou a um cargo político. Durante a campanha eleitoral, fez de tudo para conquistar os eleitores. É bem verdade que ele não era tão conhecido quanto o campeão de votos, cujo lema era “pior que tá não fica”, mas ele possuía uma família numerosa de eleitores. Enfim, após a apuração dos votos, qual não foi a surpresa: ele recebeu 1 (um único) voto. Nenhum irmão votou nele, nem a esposa, partindo-se da suposição que o único voto seja o dele próprio. Que situação, foi rejeitado por todos!

Semelhantemente, o texto de hoje nos apresenta Jefté, um homem valente, que chefiou um grupo de foragidos e levianos. Ele foi rejeitado por seus irmãos por parte de pai, devido ao fato de ser filho ilegítimo, bem como por sua mãe ser uma prostituta. No entanto, mesmo rejeitado, ele acabou sendo chamado para ser líder. O valente Jefté foi um homem que soube aproveitar as oportunidades. Você tem aproveitado as oportunidades concedidas pelo Senhor?

Assim, Jefté derrotou completamente os amonitas, feriu os efraimitas e julgou Israel por seis anos, sendo incluído no grupo de heróis da fé (Hb 11.32).

Precisamos aprender com o rejeitado mas valente Jefté. Conforme o texto bíblico, ele confiava no Senhor que cumpria as promessas (v 9), tentava resolver os conflitos diplomaticamente (v 12) e agia com prudência e sabedoria (v 14).

Jefté provou ser um homem de fé, de palavra e de ação, apesar de ter sido rejeitado por todos. Existem também pessoas rejeitadas na família cristã por causa de preconceitos e costumes da sociedade, da vizinhança ou mesmo de igrejas. O próprio Cristo foi rejeitado.

Querido amigo, deixe Deus mudar a sua vida. O seu passado não é obstáculo para que Deus a transforme. Depois seja valente, faça como Jefté e supere a barreira da rejeição! – DMS 

Jesus convida e aceita todos – e nenhuma rejeição é maior que esse convite!

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19 de Agosto
Impuro?

LEITURA BÍBLICA: Isaías 6.1-8.      Sou um homem de lábios impuros (Is 6.5a).

Vim de Minas em 1972; estava acostumado a ouvir, em rodinhas masculinas, algumas palavras impuras, mas quando havia mulheres por perto, os rapazes respeitavam-nas e não proferiam nem sequer os palavrões chamados leves. No novo domicílio as moças é que mais usavam palavras torpes, o que me deixou surpreso! Decorridos quase 40 anos, percebemos que a linguagem obscena já está arraigada na prosa popular em geral; somente em ambientes mais formais e em reuniões na igreja é que a linguagem é respeitosa.

O texto bíblico de hoje mostra que, cerca de 700 anos antes de Cristo, há 2.700 anos, os lábios já eram impuros, como dizia Isaías. Mas ele complementa que os seus olhos viram o Rei, Senhor dos Exércitos; e que um dos serafins tocou os seus lábios com uma brasa viva e a sua culpa foi removida e perdoado o seu pecado. Naquele momento o Senhor disse: “Quem enviarei, quem irá por nós?” Isaías respondeu: “Eis-me aqui, envia-me!” (v 8). Agora o que ele diria teria valor.

O palavrão não é um mau hábito desta nossa geração; vem de longa data, embora, ressalvamos, há pouco tempo poupava os ouvidos femininos. Isso faz-nos lembrar que a Bíblia afirma que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3.23); sim, “não há ninguém que faça o bem” (Sl 14.3).

Carecemos ser tocados por Jesus como Isaías o foi, para que nossos lábios, nossos pensamentos, nossa vida sejam convertidos a Jesus; porque “se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas (pecados) já passaram; eis que surgiram coisas novas” (2Co 5.17).

Deus nos fala através de Paulo: “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês…” (Ef 4.29a); e Jesus disse: “A boca fala do que está cheio o coração” (Lc 6.45b). O verdadeiro cristão também se identifica por aquilo que diz e como fala – coisas boas, santas, construtivas e verdadeiras, que edificam a vida do próximo. – ETA 

Não somos perfeitos, mas devemos buscar a perfeição – e cuidar do que se fala é um bom começo.

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18 de Agosto
Amigo de Deus

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 18.1-15   Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim? (Jr 32.27)

Abraão confiava no Senhor a tal ponto que foi um dos poucos personagens bíblicos descritos como “amigo de Deus” (Tg 2.23). No texto de hoje, vemos que ele recebeu a visita de homens especiais, enviados pelo próprio Senhor. Ele os viu enquanto estava descansando devido ao calor do dia e recebeu-os muito bem. Abraão seguiu a lei de hospitalidade da época: quando viu estes visitantes viajando debaixo do calor do sol, não teve dúvidas e agiu com muita cortesia.

Imagine o que pensou Abraão quando aqueles desconhecidos lhe falaram que ele seria pai! Ele devia estar aguardando este anúncio desde que o Senhor lhe prometera que dele surgiria uma grande nação. Mas isso já começava a parecer impossível, devido à idade dele e de sua esposa. Esta notícia suscitou o riso de Sara – mas depois ela sentiu medo, quando percebeu que estavam diante de alguém muito especial. A reação de Sara também nos conduz à compreensão do poder de Deus e de que nada é difícil para ele, pois ele é o Senhor de tudo.

Dos amigos esperamos confiança, pois podemos abrir nosso coração para eles. Mas às vezes também duvidamos deles, quando falam algo que nos parece improvável. Sara e Abraão pensavam que não poderiam ser pais por causa da idade avançada. Entretanto, eles aprenderam que aqueles que têm o Senhor por amigo podem confiar que as promessas dele se cumprirão, ainda que aos olhos humanos pareçam impossíveis. Este episódio da vida de Abraão nos ensina que confiar e ser amigo de Deus é também considerar seu poder ilimitado e não tentar racionalizar suas promessas, apenas viver confiando que elas se cumprirão. É o amor deste Amigo que faz com que sua graça nos atinja até mesmo quando dele duvidamos. – MZK 

Deus responde aos seus amigos. Conte com isso!

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17 de Agosto
Equilíbrio

LEITURA BÍBLICA: Provérbios 3.21-26 A sabedoria é árvore que dá vida a quem a abraça; quem a ela se apega será abençoado (Pv 3.18).

Precisamos buscar a sabedoria de Deus como nos diz o nosso texto base. É preciso manter o equilíbrio. Para isso devemos ficar de olhos bem abertos à sensatez. Caminhando na presença de Deus temos segurança e paz, sono tranquilo e proteção, porque o Senhor impedirá nossa queda.

Certa vez perguntaram a um equilibrista como conseguia equilibrar-se tão bem. Ele respondeu: “Simples: quando começo a cair para um lado, inclino-me para o outro”. Esta frase ficou em minha mente e percebi que na vida precisamos manter a estabilidade como um equilibrista que foge da queda pendendo em direção contrária. Percebo que às vezes, no lugar de nos curvarmos em direção contrária ao abismo, inclinamo-nos para o buraco que nos atrai.

Alguns jacarés tem uma forma interessante de caçar sua refeição. Ficam parados de boca aberta, enterrados na lama, e figem que estão mortos. Insetos e pequenos anfíbios aproveitam o calor e o cheiro da boca do animal para se acomodar. Quando o jacaré percebe que já tem o suficiente para uma mastigada, fecha a boca. Assim se alimenta sem maiores esforços. Muitas pessoas estão seguindo para a boca do jacaré, pendendo para o mau caminho. Acreditam que lá vão encontrar abrigo e até conseguem algum prazer, mas quando a boca do jacaré se fecha é difícil retornar.

O que tem nos atraído? Será que estamos buscando a fétida boca do inimigo? Será que nossos passos se apressam em correr para o mal? A Bíblia afirma em Tiago 1 que somos atraídos pela nossa cobiça, tentados pelo próprio mau desejo. Ele tenta nos arrastar, nos seduzir. Esta é a hora de aplicar a sabedoria do equilibrista. Temos de pender para o outro lado, para Deus, e assim voltar ao equilíbrio. Caso contrário, o desejo atendido nos levará ao pecado que gera a morte. Fato é: ou buscamos a Deus ou caminhamos para a boca do jacaré. – HSG 

A sabedoria de Deus é nosso equilíbrio na caminhada entre abismos.

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16 de Agosto
Amor

LEITURA BÍBLICA: Gênesis 50.15-21.  José, porém, lhes disse: “Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus?”(Gn 50.19).

Numa família com muitos filhos, o segundo mais novo se sobressai: aparentemente se julga superior aos demais. A inveja e a raiva dos mais velhos corrói os laços familiares, até que um dia os próprios irmãos planejam assassinar o mais jovem. Bem que este resumo da história de José poderia figurar nas páginas policiais de qualquer jornal de hoje.

Mas não é história inventada. José teria sido morto pelos seus irmãos se um deles não tivesse dado a ideia de vendê-lo como escravo. Nessa condição foi levado ao Egito. Passou por muitas dificuldades, mas Deus transformou aquele mal em bem na vida dele: José tornou-se governador do Egito, logo abaixo do faraó.

Agora, após fome e dificuldades, seus irmãos também estão no Egito, e já há alguns anos sob os cuidados de José. Jacó, o pai, recentemente faleceu. Será que agora não seria a hora da vingança? – pensam os irmãos. Como agiria José? Como você agiria em tal situação?

A vingança vem de um sentimento e uma decisão que brotam no coração afastado de Deus. Alguém quer vingar-se porque se julga injustiçado. José sofreu injustiça e agora, como governante, tinha poder para retribuir aos seus irmãos. Por que não o fez? Foi unicamente por amor. Ele havia experimentado o amor e o cuidado de Deus em momentos de terrível aflição, e agora compreendia que tudo o que lhe acontecera fora usado por Deus para demonstrar amor à sua família.

A Deus pertence o julgamento das intenções do coração. Aqueles irmãos cometeram uma falta muito grave contra José, porém este não guardou ressentimento, mas percebeu que por meio do seu sofrimento uma bênção muito grande foi concedida a toda a sua família e posteridade. Para que a vingança? O que poderia trazer de bom? O perdão foi libertador. O amor demonstrado nas palavras e atitudes de José desatou os nós do passado. “O amor perdoa muitíssimos pecados” (1Pe 4.8). – AS

A maior arma que o cristão tem é o amor – use-a sempre.

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15 de Agosto
Por quê?

LEITURA BÍBLICA: Ester 2.8-17.   Pois, se você ficar calada nesta hora, socorro e livramento surgirão de outra parte para os judeus, mas você e a família de seu pai morrerão. Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha? (Et 4.14)

Ester estava confusa. Ela, uma hebreia, tinha sido escolhida para ser esposa de um rei gentio. Pouco tempo depois, esse mesmo rei decretou a morte do povo hebreu. Ela não via como podia ajudar, pois o rei já não falava com ela há mais de um mês. Se ela forçasse a situação, poderia morrer! Foi nesse momento que ela recebeu um bom conselho de seu tio (ver versículo em destaque).

Às vezes é muito difícil entender a vida. Meu primeiro emprego foi numa loja, ganhando um salário mínimo. Trabalhava o dia todo, sem poder sentar um minuto sequer, sem receber vale transporte. A água para beber era da torneira, e o único lugar para guardar uma marmita era um cômodo bagunçado, sujo e cheio de baratas; por isso, eu preferia almoçar em casa, mas o tempo era apertado. Naquela época, eu ainda não conhecia Jesus, e me perguntava por que estava ali. Eu não precisava me sujeitar àquelas condições.

Dois meses depois, uma conhecida passou de ônibus e me viu na loja. Sabendo de outro local que estava contratando pessoas, onde a responsável pela seleção era uma amiga dela que também me conhecia, essa conhecida mandou alguém à loja com o recado de que eu devia procurá-la. Consegui a vaga. O ambiente era melhor, trabalhava sentada, ganhava mais de dois salários mínimos, com vale transporte, lanche e duas horas de almoço. Minha conhecida não sabia onde eu morava, e na época eu não tinha telefone. Por isso, hoje creio que o emprego na loja foi o caminho que Deus usou para que essa moça me localizasse.

Deus usa quem ele quer, como ele quer, para que a sua vontade prevaleça. Não reclame das circunstâncias da sua vida. Deus pode usá-las para que você ajude outras pessoas ou para mostrar a você um caminho melhor para sua vida. – CPB 

Deus sabe o que vem depois da curva ou do obstáculo na estrada – confie nele!