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2 de dezembro

Título – Deus não existe?

Leitura Bíblica: Salmo 14.1-7.                Diz o tolo em seu coração: “Deus não existe” (Sl 14.1).

Tolo se diz de uma pessoa sem entendimento.

Enquanto medito no salmo 14, vejo pela janela ao longe um avião ganhando as alturas. Não entendo como uma máquina daquelas é capaz de se sustentar no ar. Volto então os meus olhos e vejo na minha mesa um relógio. Também não entendo como este aparelho funciona. Ligo o computador. Igualmente não entendo como este moderno engenho opera. Pois bem. Se agora, pelo fato de não entender de aerodinâmica eu afirmar que avião não existe, estarei dando uma demonstração de tolice. E se, por não entender como o relógio funciona, passar a afirmar que não existe relógio, novamente me revelarei tolo. E se ainda, pelo fato de não entender nada deste fabuloso engenho que se chama computador, afirmar que computador não existe, tolo serei.

Ah, já sei! Você argumenta que o avião, o relógio e o computador são visíveis, e então diz que não vê Deus. Ora, se você passar a dizer que tudo o que você não vê não existe, apenas mais uma vez será tolo. Você vê o ar que está respirando? Você vê os seus próprios pensamentos? Imagine o lugar onde você está agora e pense no lugar onde você nasceu. Neste instante você percorreu quem sabe centenas de quilômetros sem sair fisicamente do lugar – e ambos os lugares existem.

Não seja tolo. Você precisa admitir que Deus é o Criador e você é a criatura. Creia em Deus e saiba que ele recompensa todos os que o buscam em verdade. A propósito, ao escrever a data de hoje, você estará se referindo ao tempo depois de Cristo, aquele que Deus enviou para restabelecer o nosso convívio em paz com ele. Confie nele. Ele existe e em breve voltará. – HM

“Felizes os que não viram e creram” (Jo 20.29).

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1º de dezembro

Título – Escravo

Leitura Bíblica: Romanos 7.7-11    Sabemos que a Lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado (Rm 7.14).

Assistindo a um telejornal, ouvi uma cantora referir-se à sexua­lidade dizendo que deveríamos ser respeitados de maneira que pudéssemos agir como pessoas naturais. A pergunta que me veio à mente é: como agimos naturalmente? Por qual caminho andamos seguindo o que nos é natural? Aproximamo-nos de Deus ou nos afastamos dele? Se buscarmos a resposta na palavra de Deus, vamos encontrar aquilo que talvez não gostamos de ouvir: “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um se voltou para o seu próprio caminho…” (Is 53.6). É isto o que a Bíblia chama de pecado. O versículo em destaque é ainda mais contundente. Ele traz a realidade da condição humana. Eu não pertenço mais a mim mesmo, pois fui vendido como escravo ao pecado. O apóstolo Paulo conhecia muito bem a realidade da escravatura, muito comum em seu contexto de vida. Um escravo não tem liberdade para fazer o que ele mesmo deseja, mas apenas executa aquilo que o seu senhor lhe ordena. E assim é o ser humano em relação àquilo que desagrada a Deus. Mesmo que lutemos contra o pecado, ainda assim pecamos, pois por natureza estamos vendidos a ele. E, ao agir naturalmente não vamos buscar aquilo que agrada a Deus, mas aquilo que lhe desagrada.

E como sabemos que somos pecadores? A própria Palavra de Deus nos revela a nossa total incapacidade de obedecer a Deus. É só olhar para os mandamentos e veremos como somos falhos no seu cumprimento. Agindo naturalmente jamais conseguiremos cumprir a lei de Deus. E, nesse caso, só nos resta uma alternativa: Jesus Cristo. Por meio da sua morte ele pagou o preço da nossa escravidão. Somente ele pode nos resgatar da nossa condição de pecadores e nos dar uma nova vida. Somente ele pode transformar nossa mente e o nosso coração de maneira a não agirmos naturalmente, mas conforme a vontade de Deus. – MP

Jesus Cristo é o único que pagou seu resgate. Somente nele você é livre.

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30 de novembro

Título – O mais importante

Leitura Bíblica: Colossenses 3.12-17.    Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou (Cl 3.13).

Uma mãe e seu filho de oito anos conversavam alegremente. Ela resolveu aproveitar para lembrar alguns valores da vida e perguntou-lhe “qual a parte mais importante do corpo”. O garoto respondeu sem pensar muito: “Os pés”. A mãe o abraça e diz que não, explicando que há pessoas sem pés que têm uma vida bem produtiva.

Num outro dia ela abraça o filho antes de dormir e novamente pergunta qual a parte mais importante do corpo. Já meio sonolento, ele responde: “Os olhos”. Novamente ela diz que não, pois há pessoas que não enxergam, mas têm uma vida admirável. Mais tarde perguntou-lhe de novo a mesma coisa. Agora o filho, já aborrecido com aquilo, devolve a pergunta à mãe. Ela não responde – prefere esperar o momento mais oportuno para dar-lhe a resposta.

Naquela semana, para tristeza de todos, o avô do garoto, pessoa querida e amada, faleceu. A família sofreu, todos bastante abalados e ele, inconsolável, sentou-se inclinando sua cabeça no ombro da mãe. Docemente ela lhe pergunta se já descobrira a parte mais importante do corpo… e quando o garoto já ia mais uma vez tentar responder, ela lhe disse de forma terna, doce e definitiva:

“A parte do corpo mais importante, meu filho, são os ombros! E sabe por quê? Pés, mãos, olhos, ouvidos, coração, pulmão, braços, cabeça, todos são muito importantes. Mas neste momento de dor que estamos vivendo, todos esses membros do corpo são dispensáveis e até mesmo você nem se lembrou deles. Mas onde a sua cabeça está inclinada agora? É por isso que temos ombros e eles são indispensáveis porque servem de suporte para o sofrimento do outro, de apoio nas horas tristes e de consolo nos momentos de perdas e separações. Por isso, filho, use mais seus ombros: ofereça-os a quem precisa.” – NND

“Levem os fardos pesados uns dos outros…” (Gl 6.2).

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29 de novembro

Título – Advogado

Leitura Bíblica: Jó 17.11-16.          Saibam que agora mesmo a minha testemunha está nos céus; nas alturas está o meu advogado (Jó 16.19).

É fácil condenar pessoas que estejam atravessando uma fase de baixa autoestima. Em muitos trechos do livro de Jó, este demonstra estar passando por tal situação. Chega a afirmar que o único lar que ainda espera é a sepultura. Perdera a vontade de viver, mas não é somente Jó que manifesta esse desânimo. Ao longo da minha vida pastoral ouvi muitas vezes pessoas visitadas dizendo a mesma coisa, principalmente enfermos em fase terminal ou doentes há muito tempo.

O livro de Jó traz uma rica lição para os seus leitores a respeito deste assunto. Jó ainda não conhecia Jesus, mas o versículo em destaque mostra que ele se antecipou à fé dos dias em que os apóstolos passaram a falar dele. “Nas alturas está o meu advogado”, afirma. Confira sobre isso 1 João 2.1, onde Jesus aparece como o advogado que Jó esperava. Jó desejou e creu que, se ele fosse o culpado de seus sofrimentos, Deus providenciaria no seu infinito amor um defensor para ele. Se Jó, cuja integridade é tão destacada no relato sobre ele (Jó 1.1, 8), precisava de um advogado quando comparecesse perante Deus, que se pode dizer dos demais seres humanos?

No verso 16 do nosso texto, Jó anseia por esperança e pergunta angustiado: “Desceremos juntos ao pó?”. Ele não vê esperança para a hora da morte, mas sente necessidade de um companheiro que o acompanhasse na travessia.

Jesus, nosso advogado, também é o que nos acompanha para o outro lado. Nossos amados, parentes e amigos nos deixam na sepultura e depois se afastam. Ao malfeitor na cruz, Jesus afirmou: “Eu lhe garanto: hoje você estará comigo no paraíso” (Lc 23.43). Jesus Cristo é o remédio para nossa autoestima em queda. Nossas crises são temporárias: elas se afastam quando nos lembrarmos de quanto ele nos ama. – MJT

“Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades…” (Is 53.4).

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28 de novembro

Título – Erro por ignorância

Leitura Bíblica: Mateus 22.23-33.     Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras… (Mt 22.29).

Fazemos questão de apresentar esta meditação porque infelizmente hoje em dia há muita gente usando os púlpitos das igrejas pregando qualquer coisa, sem que haja confirmação na Bíblia ou questionamentos por parte dos ouvintes. Muitas afirmações feitas em nome de Deus não têm respaldo bíblico e muitas orações não têm base teológica correta.

Certa vez participei de um encontro de jovens em que o líder de um grupo visitante disse, ao iniciar a reunião: “Irmãos, vamos pedir a presença de Deus em nosso meio”, e começou a orar, dizendo: “Senhor, vem ao nosso meio, desce no meio de nós” e por aí foi por um bom período. No final da reunião chamei aquele jovem em particular e lhe disse: “Você não precisa invocar, nem pedir a presença de Deus onde você está; Deus está em todo lugar em todo tempo”.

Afinal, o que diz a Palavra de Deus? Ela diz assim: “Para onde eu poderia escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá” (Sl 139.7-10). O Senhor Jesus Cristo afirmou: “Onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mt 18.20). 

Portanto, precisamos ter a mesma atitude que tiveram os cristãos de Bereia. Veja o que eles fizeram: “Os bereanos … receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo” (At 17.11). Conferiram as Escrituras para ver se as coisas ditas pelo apóstolo Paulo eram de fato como ele dizia. Há necessidade de espírito crítico diante das pregações que nos são servidas por aí. – MM

Muita tapeação pode ser evitada se examinarmos melhor as Escrituras Sagradas.

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27 de novembro

Título – Compaixão

Leitura Bíblica: Zacarias 7.9-10.         Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor (Mt 9.36).

Diariamente, quando lançamos os olhos ao redor, somos confrontados com numerosos problemas em nossa sociedade. O cristão naturalmente formula em sua mente perguntas para as quais gostaria de ter uma resposta imediata: o que faria Jesus se estivesse caminhando nas ruas de uma grande cidade? O que diria vendo a enorme pobreza, o lixo amontoado, os jovens à procura de drogas? Qual seria sua reação vendo os grandes desperdícios com futilidades daqueles que acumulam fortunas muito maiores do que podem sequer usar? O que diria Jesus diante da precariedade da assistência médica prestada à população, muitas vezes como resultado de corrupção?

Ao ler os Evangelhos, fico a pensar se Jesus, se estivesse andando nas ruas de nossas cidades, não produziria um relato mais ou menos como este: “Jesus visitou muitos países em todos os continentes. O que ele viu nos grandes centros deixou-o muito comovido. Viu milhares de mães morrendo por terem sido infectadas com o vírus da aids; observou crianças órfãs e jovens sofrendo por abandono; notou injustiça, corrupção, maldade e muita pobreza. E então, compadecido, voltou-se aos seus discípulos, aos cristãos em sua Igreja espalhada por toda a terra, e disse: ‘Aprendam o que o pecado faz na vida das pessoas que desprezam o Evangelho. Elas não somente sofrem as suas consequências, mas também fazem com que outros sofram inocentemente. Aprendam também que meus discípulos podem amenizar o sofrimento de tantos desesperados, demostrando concretamente em sua vida diária a compaixão que eu tenho por todos os que sofrem!’” O que responderíamos a isso? – JG

Compaixão é a marca do cristão que deseja ver um mundo com menos sofrimento.

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26 de novembro

Título – Temor ao Senhor

Leitura Bíblica: 2 Samuel 6.1-10.     Naquele dia Davi teve medo do Senhor e se perguntou: “Como vou conseguir levar a arca do Senhor?” (2Sm 6.9).

No tempo em que o comunismo dominava grande parte do planeta, a URSS enviou oficiais do seu exército para orientar os soldados angolanos. O governo comunista russo proibia a divulgação da Bíblia. Naquele período hospedei no Brasil um pastor batista angolano. Ele me relatou: “Os oficiais russos compravam nossas Bíblias dizendo: ‘Este livro influencia a conduta moral de quem o lê’. Sem conhecer o Senhor Deus, o homem age como se não houvesse freio. Deus, porém, se faz conhecido – está sempre agindo na terra e, em particular, na vida de cada um de nós. Quando Deus manifestou sua ira pela quebra das leis sobre as coisas sagradas, conforme lemos hoje, Davi decidiu ficar longe da arca sagrada. Nos versos seguintes, sabendo que a família que hospedou a arca foi muito abençoada, ele resolveu o contrário. Trouxe a arca para perto de si. Tentar manter Deus à distância não é solução. Tenho conhecido muita gente que, às vésperas da morte ou sabendo que fora atingida por grave enfermidade, mudou de atitude. Acaba o orgulho, acaba a resistência ao Evangelho. A pessoa fica dócil e ouve a pregação. É claro que, vez por outra, acontece o contrário, a pessoa endurece ainda mais o coração, mostrando revolta. Davi se irritou quando viu a morte de Uzá, que inadvertidamente colocou a mão na arca, mas logo mudou de opinião. Este episódio é rico em orientação para a nossa vida. Há grande perigo em não levar Deus em conta, mas há grande recompensa em fazê-lo e amá-lo. Obede-Edom foi ricamente abençoado nos três meses em que a arca ficou em sua casa. Bem nos diz a Escritura: “Perto está a salvação que ele trará aos que o temem” (Sl 85.9). O temor ao Senhor, ou seja, o respeito e a submissão a ele, nos guarda do pecado, e não há bênção maior nesta vida do que ficar longe do pecado. – MJT

Temer a Deus significa aproximar-se dele, não fugir.

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25 de novembro

Título – Equilíbrio

Leitura Bíblica: Filipenses 1.12-20    Aguardo ansiosamente e espero que em nada serei envergonhado. Ao contrário, com toda a determinação de sempre, também agora Cristo será engrandecido em meu corpo, quer pela vida, quer pela morte (Fp 1.20).

Em qualquer empreendimento humano é preciso contar com antagonismos. Trata-se de posturas de pessoas contrárias ao projeto, a quem o dirige ou ao seu objetivo. Os motivos podem ser muitos, mas sempre prejudicam o andamento daquilo que alguém se propôs a realizar. Na leitura bíblica de hoje, o apóstolo Paulo relata algumas situações desse tipo, e o seu equilíbrio em relação a elas está bem visível. Ele considera que seus sofrimentos redundariam em progresso do Evangelho – cuja divulgação era seu grande projeto. Na prisão, Paulo vivia acompanhado de um soldado. É evidente que este seria evangelizado. Paulo enaltece os irmãos, suas orações, a determinação deles em pregar e que o fazem por amor. Mas havia também os antagonistas. Estes pregavam com motivação falsa, e aí vemos o equilíbrio de Paulo. O que importava para ele era o resultado. Ele transfere a Deus o julgamento de tais pessoas. É admirável como sua visão era positiva. O que levou Paulo a ser alguém tão equilibrado? O objetivo. Seu objetivo era tão grande que as dificuldades se apequenavam. Os obstáculos eram vistos como de menor importância e sempre havia um lado positivo a ser descoberto, mencionado, engrandecido, que produzia alegria em Paulo e louvores a Deus. Podemos dizer que um homem assim é invencível. Sua motivação era totalmente pura. O que importava era Cristo ser engrandecido, agora, já, em seu corpo, pois ele bem sabia que Cristo já estava sendo glorificado pelo Pai por sua obra redentora, bem como por ele mesmo e pelos seus filhos na fé na cidade de Filipos. – MJT

Agora o desafio: Por que não abraçar tal objetivo e alcançar esse equilíbrio?

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24 de novembro

Título – Basta!

Leitura Bíblica: 1 Reis 19.1-8.    Levante-se e coma, pois a sua viagem será muito longa (1 Rs 19.7b).

Na sua caminhada com Deus, Elias deparou-se com o desânimo. Depois de enfrentar os profetas de Baal (capítulo 18), desagradando a rainha Jezabel, ele foi ameaçado de morte e, com muito medo, fugiu. Caminhando pelo deserto, Elias avalia sua situação e fica deprimido. Cansado, senta-se debaixo de um arbusto e clama: “Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida!” (v 4). Em algum momento da vida, todos nós já passamos ou ainda vamos passar por momentos de grande desânimo. São aquelas fases que chamamos de desertos, quando parece impossível dar mais um passo para continuar. A experiência do profeta serve para nos ensinar como agir nessas horas. Pessoas que lidam com a depressão dizem que, nas crises, sentem-se como se estivessem dentro de um buraco escuro, frio e solitário, onde não se pode ver nada. Como elas, Elias não conseguia ver adiante, porque o desânimo cega, tira a visão de futuro e a esperança. Consciente de sua condição, Elias ora, encara a dor e busca Deus para tratá-la. Ele fica parado por um momento, descansa, recupera-se. Nesse tempo, o Senhor envia um anjo para que o alimente antes de ele dormir novamente. Mais tarde o anjo volta, com comida e bebida e com uma mensagem: “Ei, Elias, levante-se! Você ainda tem muito para viver!” As palavras o confortam e animam para que volte a andar. Convencido de que desistir não é a melhor opção, retorna ao seu caminho. Se você está numa situação como a de Elias, quando prosseguir parece não ter sentido, pare um pouco, descanse, alimente sua alma com oração e com leitura da Bíblia. Olhe para o alto, pois quando se está num buraco escuro não há outra saída. Talvez você queira desistir, mas antes ouça voz do Senhor como se lhe dissesse: “Levante-se, meu filho querido. Ainda há muito que viver. Eu amo você e vou trabalhar para que tudo dê certo, não se preocupe. Tenha ânimo, estou com você!”. – EB

Se você não quer mais caminhar, pare um momento e busque novas forças no Senhor.

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23 de novembro

Título – Doação

Leitura Bíblica: Marcos 12.41-44.   Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo … se não tiver amor, nada disso me valerá (1Co 13.3).

No texto que você acabou de ler, vemos Jesus observando as pessoas colocando suas ofertas numa caixa com esta finalidade. Alguns deram muito dinheiro, outros, como a viúva, deram quase nada. Por que então ela foi destacada por Cristo? Suas moedinhas não fariam muita diferença na contabilidade do templo, mas Jesus não estava preocupado com isso. Ele viu além e por isso valorizou tanto aquela oferta quase insignificante para os demais. Aquela mulher era muito pobre e realmente precisava daquele dinheiro, mas ela consagrou-o a Deus. Que lição de confiança ela nos dá!

E nós, temos facilidade em ofertar? O que Cristo diria de nossas doações? Aliás, com que intenções ajudamos quem precisa? Para que todos vejam como somos caridosos e seguimos uma religião que prega o bem? Será que não sentimos falta de uma câmera filmando nossas boas ações? Doar apenas para aparecer me lembra Mt 6.1-4: quando fazemos o bem, não devemos alardear isso, pois Deus – quem realmente importa – já está vendo!

Deus sabe o que realmente pretendemos quando praticamos boas obras. Ele deseja que ajudemos os outros, mas não com a intenção errada. Como diz o versículo em destaque, posso doar tudo o que tenho, mas de nada adianta se a motivação para isso não for o amor. Esta foi a grande diferença da oferta da viúva: ela queria agradar a Deus, mesmo que com isso ela ficasse sem dinheiro algum. Será que estamos dispostos a tamanho sacrifício por Jesus e pelas pessoas que ele ama?

O Senhor não se impressiona com o valor monetário da nossa oferta, mas valoriza nossa atitude quanto aos nossos bens. Nossa prioridade deve ser usá-los para a glória de Deus, e não apenas para nosso próprio benefício (e aí o perigo é que a riqueza se torne mais importante que os outros e que o próprio Deus).

Então, doe, mas com a motivação correta! – VWR

Deus não vende bênção, mas quer nosso amor e confiança.