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16 de dezembro

Título – Restauração

Leitura Bíblica: Números 5.5-10.                                   No dia seguinte, João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29)

O livro de Números é um livro de leis sociais importantes. Essas leis tinham também um cunho religioso, pois em todas elas Deus deixa claro que a convivência do indivíduo com as outras pessoas influencia e reflete o relacionamento pessoal dele com Deus. No texto de hoje, por exemplo, a afirmação é: “Quando um homem ou uma mulher prejudicar outra pessoa e, portanto, ofender o Senhor, será culpado” (v 6). Trata-se de um conceito esquecido hoje em dia: o ser humano em geral não tem escrúpulos em prejudicar outra pessoa e não percebe – ou não quer perceber – que isso equivale, ao mesmo tempo, a ofender a Deus.

Depois de definir o problema, Deus dá orientação sobre como resolvê-lo. A pessoa que tinha errado deveria confessar isso e devolver o valor equivalente, com “multa” de 20%. Qual é o ensino? A necessidade da expiação. O pecado sempre tem um preço, embora a tentação sempre comece oferecendo um prêmio. Todo ser humano já experimentou essa verdade: em algum momento, os erros nos alcançam. E eles só são removidos caso algo expie essa culpa. No texto de hoje há uma orientação até mesmo para o caso de o prejudicado e sua família não viverem mais: a quantia devida seria entregue a Deus, por intermédio do sacerdote, junto com um carneiro para o sacrifício pela culpa.

Aqui temos um prenúncio do Evangelho. Fazemos coisas que desagradam e ofendem ao Senhor. É preciso que haja restauração depois de nos arrependermos, para que nosso relacionamento com Deus esteja em ordem novamente. No entanto, não há oferta ao nosso alcance que expie a nossa culpa perante Deus. A única solução para o nosso pecado (aquilo que desagrada a Deus) está descrita no versículo em destaque: só Jesus pode tirá-lo, pois ele morreu na cruz para pagar cada erro e cada culpa da nossa parte. – MJT

Seus pecados já estão pagos, mas você precisa reconhecer que necessita dessa restauração. Você já fez isso?

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15 de dezembro

Título – O caminho

Leitura Bíblica: Isaías 30.18-26.                                         O caminho da vida conduz para cima quem é sensato, para que ele não desça à sepultura (Pv 15.24).

O povo de Israel passara por um tempo de muito sofrimento por estar afastado de Deus. Tinha comido o pão da amargura e sofrido a dor da aflição. Mas naquele momento na vida da nação de que fala a leitura bíblica de hoje começava um tempo novo, as bênçãos da prosperidade chegavam. Ninguém mais choraria. A bondade do Senhor seria manifesta. À medida que o povo lançava fora os falsos deuses e começava a andar no caminho proposto pelo Senhor (v.21), a chuva chegou, a terra deu alimento, o gado passou a se alimentar, os regatos de água fluíram, a lua e o sol brilharam muito mais e as feridas foram curadas. Uma nova vida surgiu.

Isaias já tinha profetizado que viria um tempo em que Deus enxugaria as lágrimas do rosto daqueles que andam no caminho certo. Ele estava se referindo ao futuro, quando o Messias viria para propor um novo caminho. Escrevendo sobre Jesus, o autor do livro de Hebreus disse que ele é o caminho novo, portanto o Messias prometido (Hb 10.20). Jesus mesmo também ensinou isso aos seus discípulos (Jo 14.6). Por meio dele chegaremos ao destino certo da nossa vida.

Alguém levava em seu carro como passageiro um jovem cristão. Começaram conversar sobre Jesus. O motorista disse ao cristão que não acreditava que só Jesus é o caminho para o céu. “Há muitos caminhos”, disse ele. O cristão ficou calado. Chegaram a uma encruzilhada e o cristão perguntou: “Por que você não segue o outro caminho?” Ele respondeu: “Não vê o que diz a placa? Há uma só direção para a nossa cidade.” O caminho de volta para Deus está bem sinalizado e comprovado. Por que ficar tentando outros? – JG

Bom caminho é o que leva ao destino. Para a vida, seu nome é Jesus.

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13 de dezembro

Título – Propósito

Leitura Bíblica: Efésios 1.1-14.                                   Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus. De acordo com a sua vontade e com aquilo que ele havia resolvido desde o princípio, Deus nos escolheu para sermos o seu povo, por meio da nossa união com Cristo (Ef 1.11, NTLH).

Ninguém está neste mundo só de passagem, tampouco as pessoas foram criadas apenas para existirem por algum tempo. Deus tem um propósito para a vida de cada um – você já descobriu qual é o seu? Tudo começa com o amor de Deus por você, a tal ponto que mais de dois mil anos atrás ele enviou o seu único Filho a este mundo para se tornar humano como nós e morrer em nosso lugar, para dar vida eterna a cada pessoa que nele crer. Jesus Cristo ressuscitou e depois subiu para o céu, onde está com o Pai, intercedendo por aqueles que confiam nele e preparando um lugar para os seus seguidores.

Um dos mais belos propósitos de Deus para a nossa vida é que tenhamos um relacionamento com ele – agora e na eternidade. Devido à desobediência de Adão e Eva no início da história da humanidade, todos os seus descendentes já nascem separados de Deus e com a tendência a desagradá-lo. Mas, por meio de Jesus Cristo, podemos mudar nossa história e desfrutar a vida nova que Deus oferece. Quando entregamos todo o nosso ser a Cristo, experimentamos a paz verdadeira (resultado da harmonia com Deus) e também a sua graça, o seu amor e a sua misericórdia mesmo em meio aos problemas e às dificuldades da vida.

Deus também tem um propósito específico para cada pessoa: algo a ser feito (veja, por exemplo, Ef 2.10). Nosso desafio é descobri-lo por meio da leitura da Bíblia, da oração e do nosso relacionamento com outros cristãos. É um privilégio viver de acordo com o propósito de Deus e servir ao Criador do céu, da terra e de tudo o que neles há. Descubra qual é o propósito de Deus para a sua vida e disponha-se a cumpri-lo. Você verá como isto faz diferença em sua alegria de viver. – HK

Para o cristão, sucesso é cumprir os propósitos de Deus para sua vida.

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12 de dezembro

Título – Morte

Leitura Bíblica: Oseias 13.14-16                           Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo (Sl 23.4).

Alguém veio à nossa casa pedir que orássemos por ele. Perguntamos qual era o assunto. Ele respondeu temerosamente dizendo que ia realizar uma longa viagem e estava com medo que o avião caísse e ele morresse. Sem dúvida, o maior temor do ser humano sempre foi a morte. Pensamos que morrer é o pior que pode acontecer. Até mesmo aqueles que estão dominicalmente nas igrejas, ouvindo mensagens sobre o céu, carregam dentro de si esse temor da morte. Nosso amigo ainda teve um ataque de pânico no momento de tomar o voo que o levaria às férias de verão. Acabrunhado, voltou para casa triste, pensando que a vida terminaria com um acidente fatal de uma aeronave.

Vivemos apegados às coisas materiais e também ao nosso corpo e por essa razão não queremos morrer. Um amigo a quem eu vinha explicando os ensinos de Jesus respondeu que ao morrer tudo acaba, seu corpo irá para a sepultura e pronto! Temos a tendência de afirmar que, se o corpo morrer, tudo se acaba e só resta o esquecimento. Talvez pensemos que a vida não seja nada mais do que matéria. Assim, muitos vivem como se a morte fosso o fim de tudo. Aceitar a morte torna-se mais fácil quando entendemos que morrer é um processo de transformação. Somos seres espirituais vivendo em corpos humanos apegados às coisas materiais.

A esperança do cristão está baseada no ensino da Palavra de Deus, que anuncia uma outra vida na eternidade após a vida neste mundo, pois a morte não tem poder para destruir a alma. Se Deus é o Senhor da morte, ela não pode ter a palavra final. Descobrimos que a morte não será o fim quando nos relacionamos com ele. Além deste mundo cheio de problemas, aflições e trevas existe um lugar maravilhoso que a Bíblia chama de céu, para onde irão todos aqueles que confiam em Jesus Cristo, nosso Senhor. – JG

A vida com Jesus nos permite ver além da morte.

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11 de dezembro

Título – Morada de Deus

Leitura bíblica: Números 1.47-54.                            Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês? (1Co 3.16).

O povo de Israel tinha sido libertado da escravidão no Egito e estava em seu segundo ano de liberdade. Marchavam através do deserto do Sinai em busca de Canaã, a terra que Deus lhes prometera como habitação. Moisés, o líder, recebera instruções de Deus para pôr o povo em ordem. Cada uma de suas doze tribos com sua área. Em cada pedaço, a bandeira da tribo. No meio dessa ordem, algo chamava a atenção. Era o tabernáculo. Ele representava a presença de Deus entre os israelitas. Uma tribo inteira – a de Levi – foi separada para cuidar dele e dos sacrifícios prestados a Deus, principalmente em busca do perdão divino por seus pecados. Sobre o tabernáculo via-se uma coluna de nuvem durante o dia (Êx 33.9) e uma coluna de fogo durante a noite. O tabernáculo era símbolo da presença, do poder e da santidade de Deus. Em virtude dessa presença, os povos vizinhos temiam e respeitavam Israel. Deus estava entre eles e agia em seu favor.

E o que isso importa para nós? O Novo Testamento ensina em várias passagens (uma delas é o versículo em destaque) que, depois que Jesus sacrificou a si mesmo diante de Deus em nosso lugar, nós mesmos passamos a ser esse “tabernáculo”. Eis alguns exemplos: “…Vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém … os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (Jo 4.21,23 – parte); “O Altíssimo não habita em casas feitas por homens…” (At 7.48). Você também pode ler uma explicação extensa sobre isso na carta aos Hebreus, capítulos 7 a 9. Jesus, ressuscitado que foi, faz de nós sua morada por meio do seu Espírito se lhe entregarmos o governo da nossa vida. Ao mesmo tempo seremos também como os levitas, chamados a cuidar da santidade desse tabernáculo. Então a glória de Deus será vista por meio de nós, e ele será novamente glorificado. – MJT

Sejamos morada de Deus para que outros vejam a sua glória.

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9 de dezembro
Título – Carta de Pedro

Leitura Bíblica: 1 Pedro 2.11-25.                               Tratem a todos com o devido respeito; amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei (1Pe 2.17).

Imagine: todos os que lerem esta página neste dia estão recebendo uma carta do apóstolo Pedro. Ele começa o capítulo da leitura de hoje com a instrução de que todos se despojem de toda maldade, de todo o sentimento de ódio, dolo, engano, fingimento, hipocrisia, falsidade, inveja, ciúme, maledicência, calúnia e por aí afora. E existe numa vida uma carga tão grande de coisas abjetas, imorais? Ah! Pedro não esqueceu da radiografia que Jesus fez do coração do ser humano. Veja: “Do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez.” (Mc 7.21-22). O pecado é mesmo arrasador. Pedro se apressa em recomendar que no lugar das coisas e atitudes indecentes e malignas preenchamos a vida com coisas dignas. Devemos introduzir em nós os princípios nobres da Palavra de Deus; crescer na graça e na estatura de Cristo e edificar a vida, firmando-a na rocha da verdade que é Cristo. Este fato, diz o apóstolo, faz de nós estrangeiros e peregrinos neste mundo. E ele insiste em nos abstermos dos desejos carnais e a vivermos de maneira exemplar. O que a mim, pessoalmente, deslumbra e fascina é que Pedro escreveu esta carta lá pela década dos anos 60 d.C. Logo completará dois mil anos. E em se tratando do pecado, nada há de novo a acrescentar e infelizmente nada a descontar. O que aumentou é o número de pecadores. E o número de salvos dessa condição, teria aumentado? Pela estatística de Jesus, o caminho largo que conduz ao inferno estava abarrotado. E no caminho estreito, que conduz ao céu, ainda havia lugar. O apóstolo Pedro escreve que Deus espera pela sua decisão. – HM

Paz a todos vocês que estão em Cristo (Pedro).

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7 de dezembro

Título – Suficiência

Leitura Bíblica: Juízes 7.7-10.                                Com os trezentos homens … livrarei vocês … Mande para casa todos os outros homens (Jz 7.7).

O Antigo Testamento está repleto de histórias de combates e guerras do povo de Israel com nações inimigas. Especialmente quando lemos o livro de Juízes, vemos as inúmeras estratégias que tiveram os que lideravam o povo. Quase sempre saíram vencedores e, é claro, em todas as ocasiões Deus esteve por trás da vitória. Mas há um episódio em especial que chama muito a atenção. Quando Gideão prepara o povo para lutar contra os midianitas, havia em torno de 32 mil soldados israelitas. Deus avisa Gideão que era “gente demais” (v 2). São reduzidos então a 10 mil e finalmente a 300 homens apenas. Dependendo da situação, 300 homens dariam um bom regimento para dar conta de um combate. A questão era que do outro lado havia milhares de inimigos; eram numerosos como nuvens de gafanhotos. Seus camelos eram incontáveis como a areia do mar. Humanamente falando, 300 homens não poderiam fazer nada naquela situação. Mas não precisamos falar apenas de meios humanos para resolver uma situação – prova disso é que Deus proveu naquele momento um livramento extraordinário, além de qualquer estratégia militar que se possa imaginar. O capítulo seguinte relata que mais de 120 mil inimigos foram mortos. Deus usou apenas 300 homens para possibilitar isso.

Para resolver as lutas da nossa vida, muitas vezes nos armamos com “enormes exércitos” e as mais variadas estratégias, mas infelizmente deixamos o Senhor de fora. Entretanto, quando permitimos a Deus agir e liderar as nossas batalhas pessoais, muitas vezes ele opera de formas incomuns. “Há gente demais… mande para casa todos os outros homens”. Quando lutamos com todas as nossas forças e estratégias, raramente queremos perceber a ação divina em nossa vida. Por isso, muitas vezes Deus opera de formas estranhas e inesperadas, como no caso de Gideão, para percebermos a sua soberania. – MZK/CK

“…não que, por nós mesmos, sejamos capazes …; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus” (2Co 3.5 ARA).

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6 de dezembro

Título – Mansidão

Leitura Bíblica: Salmo 37.7-11.           Buscai o Senhor, vós todos os mansos da terra, que cumpris o seu juizo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura lograreis esconder-vos no dia da ira do Senhor (Sf 2.3 ARA).

Certamente não são muitos os mansos na terra. A Palavra de Deus destaca Moisés como homem manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra (Nm 12.3). Jeremias profetizou: “Eu era como um cordeiro manso…” (Jr 11.19) e Jesus ensinou: “Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Estão aí os nossos exemplos.

O fruto do Espírito indicado em Gl 5.23 inclui também a mansidão. Realmente, quem recebeu em sua vida o Espírito Santo deveria produzir também este fruto. É difícil? É! É impossível? Não! Senão Jesus não teria se referido aos mansos como passíveis de herdarem a terra. As mesmas palavras encontradas no Salmo 37, em destaque, são uma afirmação de Davi. Teria Davi tido autoridade para dizer isso? Era ele mesmo um homem manso? De natureza não era, mas como fruto do Espírito Santo encontramos essa virtude em diversas ocasiões da sua vida: quando tocava seu instrumento para afastar o espírito maligno que atormentava Saul (1Sm 16.21-23), quando poupou a vida de Saul numa caverna enquanto este dormia (1Sm 24.1-17) ou quando um revoltado Simei o injuriava e lhe jogava pedras, Davi não revidou (2Sm 16.5-10).

Quando Jesus disse aos seus discípulos: “Sou manso e humilde”, mostrou que mansidão e humildade andam de mãos dadas. As duas virtudes se complementam e nós precisamos esforçar-nos tanto quanto possível para viver assim: mansos e humildes. Com essas qualidades, o mundo reconhecerá em nós o Espírito de Cristo e estaremos colaborando para que as pessoas com que convivemos encontrem o caminho de volta para Deus. Poucas palavras, mas um testemunho forte é o que a igreja dos nossos dias precisa demonstrar. – WK

Os mansos herdarão a terra (e ganharão o céu).

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5 de dezembro

Título – Misericórdia

Leitura Bíblica: Lamentações 3.22-25.   O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor (Sl 103.8).

Você conhece alguém que tem facilidade em perdoar qualquer tipo de ofensa? Alguém que depois de ser traído, maltratado, ignorado, ainda consegue perdoar? Se você olhar para as pessoas ou para si mesmo, realmente vai ter dificuldades em encontrar alguém com essa capacidade. Mas na Bíblia você encontrará essa pessoa em Jesus Cristo. Jesus é o único que pode perdoar todas as nossas ofensas. Ele veio ao mundo para isso e suportou todas as adversidades para mostrar a todos que nele encontramos o perdão de Deus. A atitude de Jesus Cristo é o exemplo por meio do qual podemos compreender o que significa misericórdia. A misericórdia de Deus se resume no fato de ele ter entregado o seu único Filho para morrer por nossas iniquidades.

O texto de hoje nos ensina que a misericórdia de Deus é o único motivo para não sermos destruídos. Em outras palavras: merecemos punição, mas Deus escolheu punir o seu Filho em nosso lugar. Somente desta forma é que podemos ter uma chance. E quem não precisa de uma nova chance para recomeçar a sua vida? Quem não precisa de perdão? Deus nos dá esta oportunidade por meio da nossa fé em Jesus Cristo. Você tem experimentado isso em sua vida? Quantas vezes você ofende a Deus? Trata-o com indiferença e busca-o apenas por interesse próprio? Deus tem todo o direito de nos abandonar e não fazer nada para mudar a nossa situação. Mas ao invés disso ele decidiu entregar o seu Filho à morte para que nós encontrássemos a vida. Graças a Jesus Cristo podemos afirmar com alegria que a misericórdia de Deus se renova a cada dia. Portanto, a cada dia você tem a oportunidade de buscar a Deus, confessar os seus pecados e pedir pelo perdão que é a única fonte de transformação. – DS

Sem a misericórdia de Deus nos destruímos. Com ela temos a vida eterna.

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3 de dezembro

Título – Rigor

Leitura Bíblica: Eclesiastes 7.15-22   Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; por que destruir-se a si mesmo? (Ec 7.16).

Rigor significa rigidez, dureza, ausência de maleabilidade. Vale destacar que se for demasiado gera intransigência. Foi o que aconteceu com um certo árbitro que entrou para a história do futebol mundial ao mostrar 36 cartões vermelhos numa só partida. Ele expulsou todos os jogadores titulares, os reservas e as equipes técnicas dos dois times. Só não expulsou a si mesmo. O jogo terminou em briga generalizada, incluindo o público. Isso poderia ter sido evitado, mas faltou moderação.
Lembro-me ainda de outra história sobre o tema, que virou até música. Conta-se que um pai, após um grande esforço, comprou um veículo novinho de grande valor. Seu filho pequeno, brincando, riscou todo o carro. Tomado por uma ira profunda, o pai perdeu o controle. Com excessivo rigor, bateu tanto na mãozinha do menino que surgiram complicações e esta teve de ser amputada. O garoto pediu perdão ao pai pelo que tinha feito e disse: “Quando a minha mãozinha crescer, não riscarei seu carro novamente”. Chorando, o pai abraçou o filho, reconhecendo que tinha se excedido.

A moderação deve fazer parte da vida de todo aquele que segue a Cristo. O texto de hoje nos ensina acerca deste assunto. Ouvi certa vez que a moderação é a tesoura que poda os grilhões dos excessos e abusos. Não há dúvida que uma boa parte dos sofrimentos, crises e fracassos são decorrentes da falta de equilíbrio e do rigor excessivo demonstrado por muitas pessoas. Num mundo tão desequilibrado em seus princípios, é preciso agir com moderação e discernimento em todas as áreas de nossa vida – principalmente se somos cristãos.

Então, nada de exageros! Seja equilibrado e razoável, para que o Senhor seja glorificado por meio de sua vida. Ele deseja que a moderação seja uma característica visível e marcante de cada um de nós. Faça a sua parte! – DMS

Em geral, não é bom ser extremo em suas atitudes e julgamentos.