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2 de outubro

Título – Com a boca na botija

Leitura Bíblica: Gênesis 38.1-30.       Judá gerou Perez e Zerá, cuja mãe foi Tamar… (Mt 1.3).

“Apanhado com a boca na botija” é uma expressão um pouco fora de uso, que significa ser flagrado em alguma transgressão.

O versículo em destaque faz parte da genealogia de Jesus. Quando lemos o episódio de hoje, o nome de Judá entre os ancestrais de Jesus mostra que somente Deus poderia fazer alguma coisa com gente como aquela. Aqueles 12 filhos de Jacó eram um bando de trapalhões (nós também somos iguaizinhos), mas Deus fez deles um povo – mais ainda: seu povo escolhido.

Judá fornece uma página triste intercalada na linda história de José. Não sabemos se ele estava fugindo de si mesmo, dos seus problemáticos irmãos ou do quê, mas está claro que viveu uma crise existencial. Saiu do convívio da família, envolveu-se com estranhos. Não cuidou de três áreas de sua vida: sentimentos, pensamentos e atos. Deu rédeas soltas às suas emoções e à sensualidade, e começou a tomar providências intempestivas para reparar o erro. Como se deu mal! Uma coisa ele aprendeu: Deus nos leva de volta ao nosso pecado. Mais tarde, seus irmãos também passaram por situação semelhante. Humilhados diante do seu irmão José, que haviam vendido como escravo para o Egito, cada um deles foi confessando seu pecado. É sempre assim. Deus jamais permite que o pecado dê certo. Sempre seremos apanhados com a “boca na botija”.

Mas, quantas graças a Deus podemos dar. Quando estamos com a cara no chão diante dos nossos pecados e levantamos a cabeça, quem está lá diante de nós? Lá está o nosso Deus, com a mão estendida para levantar-nos. Isso ele fez com Judá. Transformou o pusilânime Judá num leão. Se você, leitor, anda afastado de Deus e vivendo fora dos seus padrões, confesse, tome o caminho de volta. O primeiro a estender-lhe a mão para levá-lo de volta a Deus é Jesus. – MJT

Deus nos leva de volta ao nosso pecado para nos trazer de volta do pecado a ele.

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1 de out de 2016

Título – O poder do ritual

Julie Ackerman Link

1 Coríntios 11:23,34.                               …fazei isto em memória de mim. —1 Coríntios 11:24

Durante minha infância, uma das regras em nossa casa era que não podíamos ir dormir com raiva (Efésios 4:26). Todas as nossas brigas e divergências tinham que ser resolvidas. Essa regra era acompanhada do ritual da hora de dormir: mamãe e papai diziam a mim e a meu irmão: “Boa noite, amo você.” E respondíamos: “Boa noite, amo você também.”

O valor desse ritual familiar recentemente ficou marcado em mim. Minha mãe em um leito de asilo morrendo de câncer de pulmão, foi ficando cada vez menos responsiva, mas todas as noites ao deixá-la eu dizia: “Amo você mamãe.” E ainda que não pudesse dizer quase nada, ela respondia: “Amo você também.” Durante a infância eu não tinha ideia da dádiva que esse ritual seria para mim tantos anos mais tarde.

O tempo e a repetição podem privar nossos rituais de seus significados. Mas alguns deles são lembretes importantes de verdades espirituais vitais. Os cristãos do primeiro século fizeram mau uso do ritual da Ceia do Senhor, mas o apóstolo Paulo os aconselhou a não parar de celebrá-la. Ao contrário, ele lhes disse: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Coríntios 11:26).

Ao invés de desistir do ritual, talvez precisemos restaurar seu significado.

Qualquer ritual pode perder o significado, mas isso não o torna sem significado.

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 30 de setembro

Título – Naamã

Leitura Bíblica: 2 Reis 5.1-19.                Os que conhecem o teu nome confiam em ti, pois tu, Senhor, jamais abandonas os que te buscam (Sl 9.10).

O texto de hoje nos apresenta Naamã, comandante do exército do rei da Síria. Era um homem muito importante e respeitado, mas que tinha uma doença de pele, provavelmente contagiosa. Uma menina israelita que era serva em sua casa disse que ele poderia ser curado se procurasse um profeta em Israel. Naamã pediu permissão a seu rei e, após algumas dificuldades, descobriu onde Eliseu morava. Este, porém, limitou-se a dar suas instruções por meio de um mensageiro. O oficial sírio ficou indignado por não ser recebido e não poder conhecer o profeta pessoalmente. Também achou muito ruim a ideia de banhar-se naquele rio. Mas, seguindo o conselho de seus servos, fez o que Eliseu mandara e milagrosamente foi curado por Deus. Esta história é muito rica em significados e nos mostra o poder de Deus em cuidar de problemas aparentemente impossíveis de uma forma muito simples, demonstrando que ele é quem realiza o milagre.

A cura foi alcançada, mas Naamã teve de tomar algumas atitudes antes disso. Ele acreditou naquela serva que morava em sua casa, viajou até onde o profeta estava e teve de obedecer à ordem de se lavar sete vezes no rio. Ele precisou se humilhar e abandonar sua ideia pessoal a respeito de como sua cura deveria acontecer.

O texto também nos ensina que o agir de Deus não está à venda. Eliseu não concedeu regalias àquele comandante porque ele era rico e ainda rejeitou a recompensa que Naamã ofereceu. Nós não conseguimos pagar a Deus pelo que ele fez, só podemos segui-lo. O que o Senhor espera de nós é obediência e gratidão. Naamã creu em Deus e decidiu não servir mais a falsos deuses, passando a fazer sacrifícios apenas ao Senhor.

Precisamos conhecer a Deus como ele é e tentar pensar como ele pensa. Além disso, devemos buscá-lo com humildade e confiar que sempre nos resta uma esperança. – HSG

As dificuldades nos ensinam a ser humildes e obedientes.

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29 de setembro

Título – Alegria

Leitura Bíblica: Eclesiastes 2.1-11.          É [do Senhor] que vem a minha alegria! (Sl 104.34b – NTLH).

Certa vez, um ex-comandante de avião me contou que viajou para vários lugares e conheceu muitas pessoas, dentre elas celebridades, mas que não era feliz, só tinha momentos alegres. Quando o agito dos passeios e festas acabava, a realidade da tristeza e da solidão dominava-o; às vezes ficava deprimido e tinha vontade de morrer. Depois de aposentado vivia se enganando com fantasias para pensar que ainda era bem-sucedido. Mas o que adiantava isso? Estava só correndo atrás do vento, como diz o texto de hoje. Ele disse: “Meus familiares assistiam a toda essa loucura. Conheci quase o mundo inteiro e não me conheci internamente. Somente agora, seguindo Jesus, estou encontrando uma nova vida e digo que posso morrer hoje, feliz, pois sei que meu caminho é a eternidade. Quem não tem Jesus, não tem a vida eterna, pois ele mesmo um dia disse: ‘Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma’?” Segundo ele, estas palavras, registradas em Mc 8.36, bateram forte em seu coração.

Quando ouvi tudo isso, há mais de 25 anos, eu ainda não conhecia a Deus. Reagi com desprezo, dizendo que aquele negócio era uma tolice. Ele me respondeu, rindo: “Como uma tolice pode transformar a vida de um homem como eu?” Hoje vejo como fui rude. Quando falo sobre o amor de Deus, muitos reagem da mesma forma. Lembro-me do que o Senhor disse sobre Paulo: “Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis e perante o povo de Israel. Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome” (At 9.15-16). Muitas vezes, levar aos outros a mensagem de Jesus não nos trará o resultado esperado – muitos vão preferir continuar correndo atrás do vento. Mesmo assim, precisamos anunciar que a verdadeira alegria só pode ser encontrada em Deus. Não podemos esquecer que o sofrimento de um cristão não é eterno, mas sua felicidade sim! – ETS

Longe de Deus, podemos ter momentos alegres; com ele, somos felizes mesmo em meio ao sofrimento.

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28 de setembro

Título – Temor

Leitura Bíblica: Salmo 25.12-14.     Temam o Senhor, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem (Sl 34.9).

Você teme alguém? Seu chefe, por exemplo, ou seu pai, as autoridades, a polícia? Por quê? Tem medo de algum castigo ou perseguição?

A Bíblia diz em muitos lugares que devemos temer a Deus. Dois deles são a leitura bíblica de hoje e o versículo em destaque. Mas é interessante que aqui não aparece nada que meta medo, pelo contrário: há uma porção de promessas para aqueles que temem a Deus. Aliás, o Salmo 34, de onde tiramos aquele versículo, diz muitas outras coisas boas sobre o temor a Deus. Por exemplo, que oferece proteção, sustento e refúgio. Portanto, temer a Deus não significa ter medo. Deus também já disse a pessoas assustadas e com medo que não temessem (confira Gn 15.1; Is 43.1; Lc 2.10).

Poderíamos dizer que a maior semelhança entre o temor a Deus e o medo está em lembrar-se de que com Deus não se brinca. Ele quer e deve ser levado a sério. É o nosso Criador, que nos dá a vida e pode tirá-la, embora os textos mostrem que seu maior desejo é de nos beneficiar. Quem teme a Deus assim acaba descobrindo o seu amor e passa a amá-lo também. Mais uma vez não existe nada de medo aqui. O apóstolo João diz em sua primeira carta que “o perfeito amor expulsa o medo” (1Jo 4.18).

Voltando à nossa leitura bíblica, o que ela diz sobre quem teme a Deus? Primeiro, que Deus lhe ensinará o caminho, ou seja, a melhor maneira de viver. Em seguida, diz que tal pessoa viverá em prosperidade, o que não quer dizer abundância de dinheiro, mas que sua vida andará bem, do modo que será o melhor para ela – podendo ser muito diferente de uma pessoa para outra. Finalmente, passará a conhecer cada vez melhor a Deus, o que só fará bem ainda maior à sua vida. Com efeito, o temor a Deus é a melhor base para uma vida bem-sucedida! – RK

Quem teme a Deus não precisa temer mais nada.

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27 de setembro

Título – Persistência

Leitura Bíblica: Josué 14.6-15.        Então Josué abençoou Calebe, filho de Jefoné, e lhe deu Hebrom por herança (Js 14.13).

Quando os israelitas sairam do Egito, Deus prometera que teriam uma terra para morar. Ao chegarem perto deste lugar, Moisés mandou doze espiões em uma missão de reconhecimento, a fim de preparar a invasão e expulsão das nações que viviam ali. Os espiões trouxeram boas e más notícias: a terra era maravilhosa, mas o povo era terrível e assustador. Calebe e Josué foram os únicos a confiar na promessa de Deus e acreditar que a vitória seria de Israel. Os demais espiões trataram de desanimar o povo, que caiu na conversa deles. Como castigo, Deus condenou o povo a vagar no deserto até que toda aquela geração adulta e descrente morresse. Apenas Calebe e Josué escapariam desse veredito. A Calebe, Deus fez uma promessa específica: “Mas como o meu servo Calebe tem outro espírito e me segue com integridade, eu o farei entrar na terra que foi observar, e seus descendentes a herdarão” (Nm 14.24). Apesar disso, Calebe e Josué foram obrigados a andar pelo deserto até que os adultos morressem.

Com tudo isso se passaram quarenta e cinco anos. Àquela altura, Josué tinha sucedido Moisés na liderança do povo, que agora já estava dentro de Canaã. A partilha da terra já começara. Foi aí que Calebe conversou com Josué, fazendo-o lembrar do que Deus dissera. Ele tinha uma fé positiva e havia crido na promessa de Deus. Nem mesmo a longa espera, testemunhando a morte de seus companheiros, abalara a sua confiança e determinação.

O que você faria se tivesse que esperar quarenta e cinco anos para poder ver a promessa de Deus realizada? Calebe foi persistente e não duvidou de Deus. Sua fé não dependeu das circunstâncias, mas de sua decisão de ser fiel ao Senhor. Com isso, não só recebeu sua terra, mas também força e disposição para desfrutar dela, apesar de já estar velho. Como vai a sua decisão de acreditar em Deus? – MM

Fé e persistência são requisitos básicos para receber as promessas de Deus.

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26 de setembro

Título – Insensível

Leitura Bíblica: Números 20.14-21.     Vocês, povo de Edom, serão castigados por Deus; ele fará com que todos fiquem conhecendo os pecados de vocês (Lm 4.22b, NTLH).

O texto que você acabou de ler mostra uma surpreendente recusa a um pedido bem diplomático. Moisés mencionou até que Israel já tinha passado por muitas dificuldades. Detalhe: os edomitas eram descendentes de Esaú (o irmão traído e enganado por Jacó, patriarca dos israelitas), portanto devem ter acompanhado a história daquele povo tão próximo. O rei edomita não foi nada compreensivo e até respondeu com violência. Aos israelitas coube seguir por outro caminho, mais difícil.

A atitude daquele povo me fez lembrar da insensibilidade que encontramos em muitas pessoas hoje. Elas não consideram o que estamos passando, só esperam que cumpramos nossas tarefas sem erros. Em vez de demonstrar compaixão, só dificultam as coisas. De atitudes assim resultam o desrespeito aos idosos e às pessoas com deficiência, a prática do assédio moral no trabalho e inúmeros problemas nos relacionamentos. Ficamos com a impressão de que ninguém se importa…

Ainda bem que Deus se importa! Muito tempo depois do ocorrido, o Senhor vingou Israel. Não somente por esta atitude arrogante do povo irmão, mas por seu ciúme, ira, ódio (Ez 35.11) e sua constante hostilidade – a gota d’água foi a ajuda prestada aos babilônios na invasão de Judá e a alegria demonstrada com a tragédia (veja Ob 1.13). O Senhor prometeu destruir os edomitas (há profecias sobre isso no Antigo Testamento, inclusive um livro inteiro, Obadias) e o fez – em 70 d.C., eles desapareceram.

Mesmo quando as pessoas forem arrogantes e insensíveis conosco, lembremos que Deus realmente se importa com nossa situa­ção. Às vezes, ele é o único que conhece e compreende o nosso sofrimento. Ele não nos cobra a realização de tarefas, mas oferece seu consolo e amor! Além disso, precisamos lembrar que é a ele que pertence a vingança – se esta for sua vontade, ele fará algo. – VWR

Em meio às dificuldades, a única fonte segura de ajuda é Deus. Ele está sempre atento!

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25 de setembro

Título – Deus existe!

Leitura Bíblica: Apocalipse 21.1-7.        Diz o tolo em seu coração: Deus não existe! (Sl 53.1a).

Certa vez eu estava na sala de espera de um consultório médico. Como a consulta estava atrasada, resolvi puxar conversa com algumas pessoas para aliviar a tensão. Desenvolvemos alguns assuntos e, quando falamos de Deus, um senhor se identificou como ateu. Ele disse que para ser feliz não precisava de Deus, mas apenas de saúde, dinheiro, uma família unida e muitos amigos. Ele ainda elogiou aquele momento de descontração, dizendo que antes de vir ao consultório estava muito deprimido, mas aquela integração fizera com que ele esquecesse a tristeza e agora sentia-se muito bem.

Confesso que no momento fiquei chateado. Os outros estavam abalados e assustados com aquelas palavras. Respondi àquele homem que tinha ficado contente porque nossa conversa lhe trouxera alegria e perguntei a ele quem havia iniciado o assunto. Ele respondeu: “Foi você!” Então lhe disse: “Hoje eu quis desmarcar a consulta, mas Deus me trouxe aqui. Creia, era para lhe dar um pouco de alegria, pois você riu das minhas anedotas e das minhas respostas. Quero dizer que sou um servo de Deus e se o senhor pensa que ser feliz é viver nesse planeta, está enganado, porque a ‘felicidade’ aqui é maquiada. O senhor precisa de Deus, sim!” Sugeri que ele lesse o texto da leitura bíblica de hoje para ver e sentir onde podemos experimentar a verdadeira felicidade – no Céu! Continuei: “Então o senhor não é feliz? Está doente?” Ele riu, resmungou e me disse que tudo aquilo era coincidência. Respondi que iria orar por ele.

Deus existe e é tolice negar esta realidade. Porém, apenas crer nisso não nos torna filhos de Deus. É preciso entregar nossa vida a ele, confiando que Cristo morreu em nosso lugar e com isso possibilitou a restauração de nosso relacionamento com Deus. Quando nos arrependemos de tê-lo desagradado, ele nos transforma e nos dá a vida eterna. – ETS

Muitos creem na existência de Deus, mas poucos admitem que precisam dele.

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24 de setembro

Título – Reclamações

Leitura Bíblica: Êxodo 16.1-11     [Moisés disse ao povo:] Vocês não estão reclamando de nós, mas do Senhor (Êx 16.8c).

No texto de hoje encontramos um povo que entristeceu a Deus por causa da constante reclamação contra o seu líder, Moisés. Os israelitas chegaram a declarar que estavam com saudades do tempo em que viviam como escravos no Egito (v 3), uma verdadeira afronta ao Senhor dos Exércitos. Hoje, podemos comparar isto com a saudade que alguns têm da vida sem Deus – a forma mais grave de reclamação contra ele.

Lembro-me de uma amiga que vivia reclamando de dores lombares. Todos os domingos, após o culto na igreja, ela vinha me cumprimentar e dizia sempre a mesma frase: “Minha dor nas costas está me matando…” É bem verdade que eu estava no início de meu serviço a Deus como pastor, ainda com pouca experiência, mas impulsionado pela fé no poder de Jesus afirmei: “Vou orar por você durante toda esta semana, e no próximo domingo, após o culto, estarei aqui para receber a grande notícia que Deus a curou destas dores”. Passei a semana clamando ao Senhor pela cura daquela mulher e, confesso, estava ansioso para receber a confirmação de que Deus havia feito um milagre. Para resumir a história, após um abraço caloroso perguntei: “O Senhor a curou das dores lombares?” Qual não foi a minha surpresa quando ela respondeu: “Pastor, as dores nas costas foram curadas, mas agora estou com dor nas pernas e na cabeça, e além disso estou endividada…”

Para muitos, as reclamações simplesmente fazem parte do dia a dia. Existe gente que nunca está satisfeita com nada e vive reclamando de tudo. Lembremos que a Palavra de Deus declara que em todas as circunstâncias devemos ser agradecidos (1Ts 5.18). A insatisfação com tudo aquilo que Deus nos dá é uma ofensa a ele. Precisamos repensar nossas atitudes e eliminar todo e qualquer tipo de reclamação. – DMS

Façam tudo sem queixas nem discussões (Fp 2.14).

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23 de setembro

Título – Deus é justo!

Leitura Bíblica: Salmo 10.1-18.       Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas (Hb 4.13).

Quando olhamos para nosso contexto tão injusto e corrupto, vemos que o salmo que lemos hoje é extremamente atual. A maioria das pessoas vive como se Deus não existisse e ninguém tivesse de prestar contas de seus atos. Pensam que a impunidade pode ser aplicada em nossa relação com Deus. Afinal, ele tem tolerado atitudes mesquinhas, abusos, violências… parece não defender nem ao menos seus filhos, ao mesmo tempo em que permite que os maus prosperem…

Porém, Deus não está distante dos que sofrem. Ele conhece todas as situações, os sentimentos mais íntimos das pessoas e suas motivações. Isso não deveria nos assustar, e sim servir de consolo. Lembrar que Deus é justo é nossa única esperança quando estamos sofrendo injustamente. Quando nada nem ninguém é justo, Deus é!

Jesus disse que “os que têm fome e sede de justiça… serão satisfeitos” (Mt 5.6). Deus vai agir! Mas, para quem ama a justiça, é difícil não ver aqui a punição de quem humilha, maltrata e faz outra pessoa cair em armadilhas. É preciso confiar na justiça divina, mesmo que esta seja aplicada apenas quando nossos inimigos estiverem diante de Deus no juízo final. O Senhor punirá os maus e honrará quem tiver sido fiel a ele – é isso que nos consola!

Não nos cabe questionar por que Deus não pune agora quem o afronta, nem é nossa tarefa pressioná-lo a agir (como se pudéssemos dar ordens a Deus!). Não importa quão pesado seja nosso sofrimento, a fé em Deus implica confiar em seu controle sobre todas as situações e esperar pelo seu agir. Podemos, sim, dar graças a Deus porque ele conhece tudo o que acontece conosco, o que está sendo arquitetado contra nós e também nossas reais intenções. É baseado neste conhecimento total e perfeito que ele nos julga! – VWR

A justiça de Deus é perfeita – vale a pena esperar por ela!