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22 de Setembro

Título – Orientação

LEITURA BÍBLICA: 2 Timóteo 3.14-17.    Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro (Sl 119.97).

Lembro-me de que, quando criança, sempre ouvia alguma coisa sobre a Palavra de Deus. Em casa com os meus pais, na igreja durante os cultos, e principalmente no culto infantil. Mas também me recordo de que em nenhum momento naquela época realmente dava importância para aquilo que ouvia ou a colocava em prática. Somente na minha juventude, quando cheguei efetivamente à fé em Jesus Cristo, é que pude compreender o valor das Sagradas Escrituras para a minha vida. Mesmo que eu nunca tenha dado importância a essa Palavra na minha infância, tudo o que aprendi da Bíblia ainda estava gravado quando vim a crer de fato. Entendi que Deus sempre falou comigo, mas que eu nunca lhe havia dado ouvidos. Isso me fez compreender um pouco melhor um dos versículos do livro de Provérbios: “Ensina a criança o caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho não se desviará dele” (Pv 22.6 ARA). Conhecer a Palavra de Deus e ser instruído nela faz uma grande diferença em nossa vida.

Essa é a importância das Sagradas Escrituras que Paulo destaca na sua carta a Timóteo. No texto da leitura de hoje, o apóstolo quer animar Timóteo a enfrentar as dificuldades por meio da orientação da Bíblia. Paulo o lembra de que ele aprendeu sobre a Palavra de Deus desde a infância. Foi essa Palavra que lhe deu sabedoria e o levou para a salvação. A Sagrada Escritura é Palavra Deus que nos mostra o caminho para a salvação em Jesus Cristo. Se foi esta Palavra que ajudou Timóteo a encontrar o caminho certo, também será por meio dela que ele encontraria orientação e perseverança para vencer as batalhas da vida.

Você tem notado a importância da Palavra de Deus em sua vida? Busque orientação nela e perceberá a diferença que ela fará na sua vida. Somente por meio dela você encontrará o caminho para a reconciliação com Deus e forças para continuar nesse caminho. – DS 

Veja no Salmo 119 como a Palavra de Deus é importante: são 176 expressões da riqueza dela.

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21 de setembro

Título – Desobediência

Leitura Bíblica: Esdras 10.1-10           Enquanto esteve ali, não comeu nem bebeu nada, lamentando a infidelidade dos exilados (Ed 10.6).

O povo de Israel tinha uma aliança, um pacto com o Senhor. Nesta aliança havia algumas regras a serem observadas, e uma delas era que o povo deveria se manter fiel ao Senhor, não se misturando com outras nações por meio de casamentos (Êxodo 34.15,16). Isto era extremamente importante para que o povo se mantivesse firme nos princípios divinos, pois diminuía a influência no que dizia respeito à adoração a outros deuses. Entretanto, o povo desobedeceu a esta aliança, a ponto de ser levado cativo por este motivo. O texto de hoje mostra que muitos anos depois a situação de infidelidade e corrupção continuava a mesma. Essa foi a constatação de Esdras depois de o povo ter retornado do cativeiro babilônico. Quando Esdras chegou em Jerusalém, ficou sabendo que o povo continuava infiel à aliança (Ed 9), algo que ele precisava resolver.

É isso que a desobediência traz: problemas. Esdras era um dos líderes e precisava orientar o povo. Não seria fácil. Mas ele se preocupou com o povo e procurou fazer alguma coisa, levando-o a se conscientizar da situação. Na sequência do texto vemos como isso aconteceu. Ele não desanimou, por mais difícil que fosse resolver a questão. Para aqueles que realmente querem seguir ao Senhor, as orientações da Palavra precisam ser observadas. Nem sempre é fácil segui-las, pois muitas vão na contramão do que o mundo costuma esperar das pessoas. No entanto, é preciso lembrar que as consequências da nossa desobediência podem ser terríveis, atingindo muitas outras pessoas e trazendo sofrimento e angústia. Quando a desobediência ocorre, não adiante arrumar desculpas para justificar as atitudes. É preciso reconhecer o erro, mudar de comportamento e passar a obedecer às orientações de Deus, reconhecendo nelas o seu amor e cuidado por nós. – MZK/CK

Apesar da nossa desobediência, Deus pode ajudar a resolver as situações aparentemente sem saída.

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20 de setembro

Título – Viver o evangelho

Leitura Bíblica: 2 Timóteo 2.8-12.   Este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho (1Jo 5.11).

Até que ponto você está disposto a sofrer pelo evangelho? Até que o seu círculo de amizades se comprometa? Até o momento em que afetar o seu emprego? Até quando você correr risco de perder bens ou mesmo a própria vida? Quem sabe, para muitos até o momento em que a vida começar a ficar difícil. Num ambiente em que queremos evitar a qualquer custo qualquer tipo de sofrimento, também sofrer pelo evangelho não é a opção da maioria. Na verdade somente estaremos dispostos a esse sofrimento quando aprendermos o significado de viver o evangelho. O texto de hoje afirma que o evangelho é o anúncio de que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Portanto o evangelho não é uma promessa de prosperidade terrena, mas esperança de vida eterna.

Aceitar, crer ou viver o evangelho significa confiar, esperar e suportar tudo para receber a herança que Jesus Cristo conquistou sobre a morte. Talvez este seja o problema por que muitos não aceitam o evangelho. Afinal de contas, quem se importa com a vida eterna ou com a ressurreição dos mortos? Bom, se este assunto não for do seu interesse, cuidado! Você está tão ocupado pensando em como quer passar a sua vida terrena e passageira que não saberá como ou onde passará a sua eternidade.

Quando vivemos o evangelho, vivemos com uma esperança que não morre jamais, mas que se renova a cada dia e que traz consigo um novo sentido para a nossa vida. O texto de hoje demonstra que o apóstolo Paulo aprendeu o que significa viver o evangelho, a ponto de nem mesmo uma prisão o impedir de continuar a anunciá-lo e praticá-lo. Paulo sofreu e morreu com Cristo, mas um dia viverá e reinará com ele. Viver o evangelho é viver com Cristo em todos os momentos, desde agora até a eternidade. – DS

Se vivermos o evangelho de Cristo, com Cristo viveremos eternamente.

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19 de setembro

Título – Perdão

Leitura Bíblica: 1 João 1.8-2.2.               Se confessarmos os nossos pecados, [Deus] é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (1Jo 1.9).

Pecar é desobedecer a Deus, fazendo o que ele desaprova. Quando, porém, compreendemos que Cristo deu sua vida no lugar dos verdadeiros culpados (nós) e nos tornamos seus discípulos, todos os nossos pecados são perdoados. Isso não significa que não desagradaremos a Deus novamente. Quando isso acontecer, como lemos no texto de hoje, podemos confessar a Deus nossa desobediência, o que terá como resposta o perdão e a purificação (já concedidos na cruz), ou seja, experimentamos a graça e a misericórdia divinas. O perdão é imediato – como aconteceu quando Jesus, na cruz, perdoou um dos ladrões que estava ao seu lado, dizendo: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lc 23.43). Deus não se lembra mais do nosso pecado após perdoá-lo; o mesmo texto que nos garante isso se encontra tanto no Antigo quanto no Novo Testamento: “Eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados” (Jr 31.34b, citado em Hb 8.12).

Para deixar mais claro que ainda hoje Deus assim procede, gostaria de contar uma história verídica. Um líder cristão dirigia uma reunião para estudo da Bíblia e oração numa igreja. Ele perguntou duas vezes se algum dos presentes gostaria de entregar sua vida a Jesus. Esperava que uma pessoa em especial se manifestasse, mas esta ficou imóvel. De repente, um homem armado entrou naquele local e sentou-se para ouvir o estudo bíblico. Novamente o dirigente perguntou se haveria alguém disposto a seguir a Cristo a partir daquele momento. O assaltante levantou-se, deixou sua arma de lado e entregou sua vida a Jesus. Aquele que antes vacilava também se tornou cristão. Naquele momento, os pecados de ambos foram imediatamente perdoados por Deus. Hoje esse assaltante é pastor e por sua vez convida pessoas a receberem Jesus. Temos quem nos perdoe: o único e verdadeiro Deus! – ETA

“O que eu mais invejo nos cristãos é o perdão que receberam. Eu não tenho ninguém para me perdoar” (Marghanita Laski – escritora inglesa ateia).

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18 de setembro

Título – Ouvidos

Leitura Bíblica: Zacarias 7.11-14           Eles não me ouviram nem me deram atenção. Antes, seguiram o raciocínio rebelde dos seus corações maus. Andaram para trás e não para a frente (Jr 7.24).

O trecho da leitura de hoje nos leva a refletir sobre a atenção que a Palavra de Deus requer de nós. Ele com certeza quer nos dar uma vida cheia de vitórias, de alegrias, de conquistas, de bênçãos. Porém, para que isso ocorra, quer que lhe obedeçamos verdadeiramente, ouvindo suas palavras e seguindo seus ensinamentos.

Mas como ouvir o que Deus tem a nos dizer?

Deus se manifesta de diferentes formas para falar conosco: por meio de pessoas (que foi o caso da leitura bíblica de hoje), das Sagradas Escrituras, de uma boa música, de um bom filme, em nossas orações, até mesmo quando não ouvimos nada e em inúmeras situações cotidianas.

Nem sempre as palavras do Senhor são doces aos nossos ouvidos: muitas vezes são instruções que não gostaríamos de ouvir naquele momento. Por vezes elas nos chocam, aborrecem, magoam, mas, como um pai zeloso e carinhoso corrige sabiamente seu filho para o seu bem e disciplina, assim também procede o nosso Pai divino.

Ouvir e obedecer a Deus são oportunidades para sermos triunfantes em nossa vida em tudo que fizermos. Quando vierem dias maus, adversidades e demais situações difíceis, passaremos com mais facilidade, segurança e confiança pelos obstáculos porque ouvimos e obedecemos aos mandamentos de nosso Pai.

O desprezo às instruções de Deus acabará por levar-nos à derrota.

Portanto, separe um tempo para estudar a Palavra de Deus e peça ao Senhor sabedoria e discernimento para ter ouvidos sensíveis aos seus ensinamentos em suas diferentes formas de comunicação. – LG

Dê ouvidos à Palavra do Senhor.

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17 de setembro

Título – Lembretes

Leitura Bíblica: 2 Timóteo 2.14-19     Esta palavra é digna de confiança: se morremos com ele, com ele também viveremos (2Tm 2.11).

Este texto é uma continuação dos importantes ensinos básicos sobre vida cristã que Paulo transmite ao seu discípulo Timóteo nos versos anteriores. Agora ele acrescenta mais algumas questões a serem lembradas. A primeira delas é que Timóteo recomende aos seus liderados que evitem discussões sobre questões inúteis. Não se trata apenas de futebol, novela, crimes ou política, que ocupam por horas as conversas da população, mas de discussões sobre formas de expressar certas noções ou de algo que de qualquer modo não esteja bem claro, gerando conflitos que não trazem nenhum benefício. Muitas das nossas conversas também se ocupam mais em combater o pecado na vida dos outros, quando o nosso próprio procedimento é que deveria ser a preocupação maior.

Eis aqui um exemplo oposto: Certa ocasião, um cristão assistiu a um atropelamento. Viu que o motorista era inocente, pois a vítima, alcoolizada, atravessou a via sem os devidos cuidados. Alguns dias depois, tomou providências e informou que desejava ser testemunha a favor do motorista. Mais tarde o motorista lhe agradeceu, dizendo: “O senhor salvou minha vida. Estava debaixo de tranquilizantes por causa do complexo de culpa. Seu testemunho curou-me”. Quantas oportunidades de usarmos a nossa conversa para recuperar vidas! Paulo lembra a Timóteo que o objetivo maior do cristão é sua vida espiritual. Ser aprovado por Deus resulta em paz interior, que é fundamental para a saúde, até física e mental, quanto mais para a saúde espiritual. Essa recomendação culmina com uma afirmação muito profunda: “O Senhor conhece quem lhe pertence”. E acrescenta que nossa confissão a Cristo deve ser acompanhada do afastamento da iniquidade. É o reconhecimento que Deus dá àqueles cuja conduta ele aprova. – MJT

Nossas palavras revelam se conhecemos o Senhor.

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16 de setembro

Título – Confiança

Leitura Bíblica: Salmo 21.1-13.            O rei confia no Senhor: por causa da fidelidade do Altíssimo ele não será abalado (Sl 21.7).

Em que você deposita sua confiança? Há pessoas que confiam nos seus tesouros acumulados. Outros confiam nas promessas políticas. Também há aqueles que confiam numa liderança religiosa. Não sei no que está firmada a sua confiança, mas você sabe. Você já se questionou se ela é segura e inabalável? Ela é duradoura ou é temporal e passageira? Tesouros terrenos podem deixar de existir de uma hora para outra e, ao confiar em pessoas, corremos o risco de nos decepcionarmos. Parece difícil confiar plenamente em alguém ou encontrar algo que realmente seja seguro.

Ao olhar para a Bíblia, descobrimos a palavra confiança muitas vezes. Mesmo que em nosso mundo seja difícil, é possível confiar em alguém. Davi, ao escrever o Salmo 21, testemunha dos grandes feitos de Deus em sua vida e da sua plena e total confiança nele. Davi tinha uma certeza: o Deus a quem servia era fiel, e por esse motivo podia confiar nele plenamente. Esta confiança chega a produzir alegria: é o que Davi afirma em Salmo 40.4: “Como é feliz o homem que põe no Senhor a sua confiança”. Também não há temor para aquele que confia em Deus. “Em Deus eu confio e não temerei. Que poderá fazer-me o homem?” (Sl 56.11). Essa confiança que Davi tinha em Deus vinha desde a sua juventude. “Tu és a minha esperança, ó Soberano Senhor, em ti está a minha confiança desde a minha juventude” (Sl 71.5). Como comentei acima, não sei no que está depositada a sua confiança, mas quero convidá-lo neste dia a colocá-la em Deus. Ele jamais o decepcionará, pois assim como foi fiel com Davi, será fiel com você. Mesmo que você tenha sido infiel, Deus continuará cumprindo suas promessas. Vale a pena confiar nele: você viverá com muito mais segurança diante das incertezas deste mundo, no qual tudo é tão passageiro. Pois “quem confia no Altíssimo não será abalado”. – MP

A fidelidade de Deus permanece por todas as gerações.

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15 de setembro

Sono tranquilo

Leitura Bíblica: Mateus 8.23-26.              Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança (Sl 4.8).

Às vezes passamos por dias de angústia. Problemas familiares são fortes candidatos a nos abater, enfraquecendo até mesmo nossa espiritualidade. Enfermidades, vícios, depressão, gravidez fora do casamento, dívidas, etc. Cada uma dessas situa­ções ou todas elas juntas são mais do que suficientes para tirar-nos o sono.

Devido a problemas similares a esses, passei por um período de espiritualidade baixa. Geralmente, a quantidade de problemas é proporcional ao tamanho da família – e a minha está longe de ser pequena. Por outro lado, o número de pessoas que oram juntas é bem reduzido. Assim, os poucos que oram carregam um peso muito grande em seus ombros. Ao final de um tempo, a energia estava se esgotando. Mas, com o pouco da reserva, eu ainda conseguia timidamente orar. E então o Senhor meu Deus me dava consolo, segurança e paz. E mesmo em meio às tempestades eu ainda podia dormir tranquila, sem os fantasmas dos problemas me assombrando.

Assim, sempre que colocava a cabeça no travesseiro, me vinha ao coração e à mente o versículo em destaque nesta página. Só o Senhor pode nos fazer repousar seguros. Somente ele pode nos prover um sono tranquilo quando em nossa volta a tempestade ameaça carregar tudo. Não precisamos nos afligir quando temos como Senhor de nossas vidas o Deus de Israel, o Deus ao qual Davi, autor do versículo citado, clamou em tantos momentos difíceis. Deus é poderoso para nos livrar do mal e nos sustentar na caminhada. Ele cuida de nós todo o tempo, nos dá sabedoria para lidar com as situações diversas e adversas de nossa vida. Ele acalma o nosso coração, aquietando-nos. Portanto, clame a Deus nos momentos de tribulações e angústias e você verá que poderá dormir tranquilo sem nada a tirar seu sono. – CPB

Somente a presença de Deus nos assegura um repouso tranquilo.

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14 de setembro

Título – Súplica

Leitura Bíblica: Esdras 8.21-23.            Por isso jejuamos e suplicamos essa bênção ao nosso Deus, e ele nos atendeu (Ed 8.23).

Quando estamos em situações confortáveis, com várias opções diante de nós para solucionar even­tuais dificuldades, sentimo-nos seguros. Mas há circunstâncias na vida em que não temos muitas alternativas para resolver nossos problemas. Esdras encontrava-se numa situação assim.

O capítulo 8 do livro de Esdras começa narrando os preparativos para que parte do povo judeu cativo na Babilônia retornasse a Israel. Com a ajuda de Deus, Esdras já havia obtido servidores para o templo em Jerusalém (v. 17-18). Outra necessidade era proteção para o povo, pois a viagem seria perigosa. Em ocasião anterior, Esdras já afirmara ao rei que Deus protege quem o busca (v. 22), e por isso não quis pedir-lhe soldados para escoltar a caravana. O rei poderia questionar o testemunho: como Esdras podia dizer que acreditava em um Deus que está com quem o busca e agora depende de soldados e cavaleiros para chegar em segurança a Jerusalém? Que Deus seria esse?

A situação de Esdras não era confortável, pois o perigo de viajar com o povo era real. Estavam carregando seus bens e havia crianças com eles. Os registros históricas mostram que naquela época havia guerras constantes na região. Nessa situa­ção, uma caravana de viajantes era um alvo visado pelos saqueadores. Por isso, Esdras lançou mão da sua melhor opção: jejuou e suplicou a Deus. E Deus o atendeu.

Embora saibamos que sempre podemos clamar a Deus, parece que frequentemente encaramos este recurso como última alternativa, lançando mão da oração somente quando não conseguimos mais resolver o problema por conta própria. Só suplicamos a Deus depois que nossas opções se esgotam. Esdras não esperou que chegasse esse ponto: ele dirigiu-se logo a Deus, em cuja proteção confiava plenamente. Lembre-se: o recurso da oração sempre está disponível e sempre deveria ser a nossa primeira alternativa. – MZK/CK

A oração deve ser fundamental, não suplementar (William White).

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13 de setembro

Título – Como agradar

Leitura Bíblica: Efésios 6.5-9.          Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo (Gl 1.10).

Certo discípulo procurou o seu mestre e pediu conselhos sobre a melhor maneira de agradar ao Senhor.

“Vá até o cemitério e insulte os mortos”, disse este. Ele fez o que foi ordenado e retornou. “Eles responderam?” O discípulo disse que não. “Então vá até lá e elogie-os.” O discípulo obedeceu. Novamente seu mestre quis saber se os mortos haviam respondido. A resposta foi negativa, e então o mestre explicou:

“Para agradar ao Senhor, comporte-se da mesma maneira. Não conte nem com o desprezo dos homens nem com seus louvores; desta maneira, você pode construir o seu próprio caminho.”

Esta história refere-se a uma grande verdade. Ficamos tão preocupados com o que os outros pensam de nós que nos esquecemos do fundamental: viver para agradar a Deus. 

Muitas vezes deixamos de fazer alguma coisa por causa das críticas que recebemos. Ficamos muito desanimados porque alguém não gostou de algo. Achamos que não temos valor e assim deixamos de usar os dons maravilhosos que Deus nos deu. Por outro lado, quando somos elogiados corremos o risco de nos sentir superiores aos outros, passando a agir unicamente pelo prazer do reconhecimento e da fama. Portanto, se estivermos mais preocupados em agradar às pessoas do que a Deus, vamos ter de conviver com o sentimento de derrota ou com o orgulho.  

No caso do texto de hoje, escravos e senhores foram exortados a se relacionar de um modo que agradasse a Deus. Mesmo numa situação de servidão e domínio, a prioridade deve ser a aprovação de Deus e não dos homens. Tudo o que fizermos deve ser de coração, como se fosse para Jesus. Então, procure agradar a Deus com sua vida. Um sentimento de paz acompanhará você, e as pessoas verão suas boas ações. No lugar de criticá-lo ou elogiá-lo, glorificarão a Deus! – HSG

Agradamos a Deus quando nosso foco está apenas nele.