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23 de agosto

Título – Prisão

Leitura Bíblica: Salmo 142.              Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

Davi, autor do salmo 142, o escreveu quando estava sendo perseguido pelo rei Saul e se escondia numa caverna. Estava só, precisando de auxílio. É importante conhecer a pessoa de quem se escreve ou fala – ou talvez ter algo em comum com ela. Meditando no v. 7, percebi que temos algo em comum com Davi: a prisão. Esta não precisa ser propriamente um lugar: pode ser algo que nos tira a liberdade de fazer, ter ou sentir alguma coisa. Alguns exemplos de prisões seriam:

A culpa que carregamos por algo errado que fizemos no passado – ela nos tira a liberdade de ser felizes; o remorso que nos tira a paz e a tranquilidade porque não temos como desfazer o que já foi feito; um “amor” – a idolatria por uma pessoa que exerça poder sobre nós. Muitas vezes nos deixamos dominar e fazemos coisas que jamais faríamos se não fosse a influência daquela pessoa. Ela rouba o lugar que Deus deveria ter em nossa vida. Poderia citar outros exemplos, como vícios, angústia, etc. – a lista seria longa.

Até mesmo nas piores prisões, porém, a palavra de Deus pode nos acompanhar com a promessa de que, se conhecermos a verdade, esta nos libertará.

Que verdade?

Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14.6): há uma saída e não estamos sós: Jesus é a saída e a nossa companhia que nos dá uma liberdade que vai além de grades, que transcende o nosso entendimento, mas que é uma promessa de esperança.

Davi não conheceu Jesus, mas ele sabia quem era o Deus em quem ele confiava. Siga o exemplo de Davi, erga sua voz ao Senhor, clame, queixe-se, fale com ele. Deus cumpre suas promessas. Confie. – APS

Livre é quem faz toda a sua vida depender de Deus.

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22 de agosto

Título – Laços cristãos

Leitura Bíblica: 1 Timóteo 1.1-3.       Ouço falar da sua fé no Senhor Jesus e do seu amor por todos os santos (Fm 1.5).

O versículo em destaque faz parte da pequenina carta de Paulo a Filemon, em que ele extrai resultados muito práticos dessa fé e desse amor. Vale a pena ler a carta a Filemom para saber do que se trata. Já na primeira carta que Paulo escreve a Timóteo, ele dá um outro toque de amizade cristã, quando chama Timóteo de “meu verdadeiro filho na fé”. Timóteo já havia subido de posição. De aluno e auxiliar de Paulo, avançou para a condição de filho.

Paulo começa a carta explicando como ele se tornou apóstolo – por ordem de Deus. Qual mortal pode contestar uma ordem dada por Deus? Eis a razão do poder que acompanhava o seu trabalho. Para termos firmeza na vida é fundamental saber o que somos e que o somos por obra de Deus.

Os laços que Paulo mantinha com Timóteo estavam firmados na esperança comum a ambos. Cristo era a esperança de Paulo e também a de Timóteo, pois ele fala no plural: nossa esperança. O fato de duas pessoas terem esperança em Cristo forma laços eternos. As pessoas com quem convivemos em nossas igrejas estarão conosco no céu. Os laços entre Paulo e Timóteo exercem forte influência na carta. Assim também, se formos cristãos, nossos laços com outros cristãos, principalmente na mesma igreja, exercerão forte influência sobre essa vida comunitária.

O texto da leitura bíblica termina com os votos do autor ao destinatário que confirmam esse belo relacionamento fraternal. Paulo deseja graça, misericórdia e paz a Timóteo, e isso vindo de Deus. Se uma dupla de irmãos em Cristo deseja isso um ao outro, são fortes os laços que os unem! É nisso que consiste a paz que Deus nos oferece e que enriquece a vida de todos aqueles que cultivam essa comunhão com Deus e entre si. – MJT

Cristo nos proporciona os recursos para viver em verdadeira paz uns com os outros.

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21 de agosto

Título – Espere!

Leitura Bíblica: Miqueias 7.1-7.    Quanto a mim, ficarei atento ao Senhor, esperando em Deus, o meu Salvador, pois o meu Deus me ouvirá (Mq 7.7).

Um dia desses, chegando ao meu trabalho, encontrei alguns de meus colegas falando sobre corrupção, violência, desonestidade, imoralidade e outras mazelas que têm afetado a nossa sociedade. Comentavam ainda que certos princípios e valores, como a piedade e o amor à família, estão desaparecendo aos poucos. Um deles chegou a dizer que não se sabe aonde iremos parar e que não há mais nada de bom a esperar.

No texto que lemos hoje, podemos perceber que no tempo do profeta Miqueias a situação não era muito diferente. No meio do povo de Deus também havia corrupção, opressão dos mais fortes sobre os mais fracos, violência, idolatria, falsa religiosidade, desrespeito aos familiares… Mas ele nos ensina algo muito importante no versículo em destaque: diante de tudo isso, vale a pena esperar em Deus. Em meio a uma sociedade moralmente enferma, Miqueias coloca a sua fé no Senhor e em suas promessas.

Mas por que esperar em Deus? Vejamos os motivos: 1) porque ele ouve as nossas orações – devemos interceder constantemente pelos outros, pedindo a intervenção de nosso Senhor neste mundo corrupto; 2) porque ele também nos fortalece – é ele quem nos dá a força para viver dia após dia e a confiança de que ele nos ajudará a superar as dificuldades; 3) porque ele nos sustenta. Miqueias sabia que Deus o sustentaria e que um dia faria a justiça triunfar. Quando estava sendo perseguido pelo rei Saul, que queria matá-lo, Davi escreveu: “Certamente Deus é o meu auxílio; é o Senhor que me sustém” (Sl 54.4).

Portanto, coloque sua esperança no Senhor! Ainda que o mal aumente e a sociedade se desintegre, não deixemos de esperar em Deus, pois, ao orarmos e confiarmos em sua força e sustento, acreditamos que um dia ele endireitará todas as coisas. – KCB

O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, e dele recebo ajuda (Sl 28.7a).

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20 de agosto

Título – Clame!

Leitura Bíblica: Jeremias 33.1-3.      Antes de clamarem, eu responderei; ainda não estarão falando, e eu os ouvirei (Is 65.24).

Uma experiência marcante em minha vida aconteceu quando clamava a Deus para que me revelasse “coisas ocultas e grandiosas” (Jr 33.3). Logo depois aconteceram fatos por meio dos quais ele mostrou que eu deveria fazer uma viagem missionária a outro país juntamente com outros cristãos. Perguntava a Deus se era isso mesmo que ele queria e o que ele planejava fazer por meu intermédio, já que ainda não estava totalmente recuperada de uma enfermidade e a viagem ocorreria em duas semanas. Resolvi obedecer. O que Deus realizou naquela ocasião foi maravilhoso, principalmente na minha vida – inclusive a restauração completa de minha voz. Esta viagem não estava nos meus planos, mas já havia sido planejada por Deus, e ele revelou sua vontade em resposta ao meu clamor.

Ficamos admirados com pessoas que são grandemente usadas por Deus. Porém, não raras vezes perdemos o privilégio de cooperar em sua obra e perceber sua atuação em nós – não porque ele não queira, mas porque nós não temos intimidade suficiente com ele e não conseguimos ouvir sua voz. A boa notícia é que essa intimidade com Jesus está disponível a qualquer pessoa que entregar sua vida a ele. Ele revelará sua vontade a quem buscá-lo. Mas nem sempre Deus responde imediatamente. Nessas horas é preciso perseverar nessa busca. À medida que ficamos mais íntimos de Jesus, mais coisas ele nos revela acerca de seus planos e mais impulsionados ficamos em servi-lo. De nada adianta apenas conhecer o grandioso e surpreendente plano de Deus: precisamos estar dispostos a obedecer e colocar em prática sua vontade. Quando clamamos a Deus, ele revela o que devemos fazer e espera que obedeçamos. Quando realizamos aquilo que o Senhor deseja, não há prazer que nos deixe mais gratos e alegres. – IG

A atuação de Deus em nós depende de nossa busca por sua presença.

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19 de agosto

Título – Abrigo

Leitura Bíblica: Salmo 91.1-16.         Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio (Sl 91.2).

Segurança é uma das coisas que o ser humano mais busca na atualidade. Isso se dá pelo fato de estarmos expostos a todo tipo de perigo. Protegemos nossas casas da melhor maneira possível para evitar invasão alheia. Procuramos manter um antivírus atualizado em nosso computador para impedir que pessoas mal-intencionadas tenham acesso a nossas informações pessoais. Criamos programas de rastreamento cada vez mais eficientes para poder acompanhar pessoas, veículos ou propriedades em tempo real. Pais fornecem a seus filhos celulares a fim de poderem se comunicar constantemente para saber se está tudo bem. Contudo, por mais eficiente que seja a tecnologia atual, ela ainda é falha. Celulares ficam sem sinal dependendo do lugar em que se encontram. Sistemas de proteção podem ser desativados por pessoas capacitadas para isso. Não há como estar 100% seguro. Mas aquele que crê em Deus, que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-Poderoso pode estar seguro em qualquer lugar e situação. Enquanto a tecnologia tem limites, nosso Deus não é limitado. Para ele não existe algo que seja impossível, tudo é possível. A tecnologia pode nos ajudar a entender a onipotência e onipresença de Deus. Vamos pensar no sinal de um celular. Ele pode me conectar com qualquer pessoa, em qualquer lugar deste mundo, bastando que ela também esteja onde há sinal. Mesmo que eu não o veja ou sinta, o sinal está presente. Assim Deus está presente – e não depende de torres de transmissão e satélites. Com ele sempre podemos estar conectados, ele não fica sem sinal.
Quero desafiá-lo a fazer do Senhor o seu abrigo. Mesmo em meio a tanta insegurança neste mundo, com ele você está 100% seguro. Sugiro que você leia novamente o texto indicado para a leitura de hoje e perceba como o Senhor pode protegê-lo. Em Deus você pode confiar, ele não falha. – MP

Habitar no abrigo do Altíssimo é um excelente investimento em segurança que não falha.

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18 de agosto

Título – A lei e Cristo

Leitura Bíblica: Hebreus 10.1-10.        Não pensem que vim abolir a Lei e os Profetas; não vim abolir, mas cumprir (Mt 5.17).

Para que o homem possa adorar a Deus, ele tem de estar em condições de se apresentar ao Senhor. Os homens inventaram muitas formas de atingir esse patamar, mas todas elas são enganosas. Simplesmente pertencer a uma comunidade religiosa não coloca o homem em condições de adorar a Deus. Se fosse assim, os que pertencessem a alguma outra comunidade não cumpririam o requisito e não poderiam adorar a Deus. Uma liturgia religiosa pode levar os homens a se lembrarem dos seus pecados, mas não pode livrá-los deles.

A primeira das bem-aventuranças proferidas por Jesus em Mateus 5 é a pobreza (ou humildade) de espírito. É apresentar-se de mãos vazias diante de Deus, pois qualquer oferta virá manchada de pecado, e Deus não pode recebê-la como pagamento desse pecado. Assim chegamos a Deus pobres e saímos com a maior de todas as riquezas: a posse do Reino dos Céus.

Em Mateus 5.17 Jesus afirma que veio cumprir a Lei. Assim, não estava sujeito a nenhuma punição, mas ele veio assumir a nossa. Sofreu em nosso lugar. Se aceitarmos isso, não seremos castigados, pois Jesus já suportou o castigo. Ao fazê-lo, Cristo veio cumprir a vontade de Deus, razão por que seu sacrifício é válido diante de Deus.

O texto diz que a Lei é sombra, não realidade. A realidade veio com Cristo. Estamos em condições de adorá-lo. Estamos justificados de nossos pecados. Podemos aproximar-nos dele, pois a sua morte nos purifica. Cristo cancelou a condição passageira e estabeleceu a condição definitiva. Não há nada de errado na Lei; errado é usá-la de modo incorreto. Basta não cumprir um mandamento e já perdemos a condição de adorar a Deus. Usar a Lei com o objetivo de agradar a Deus só leva ao orgulho. Deus recebe como filho quem vem a ele confiando apenas no mérito de Cristo. – MJT

A fé em Cristo habilita-nos a adorar a Deus verdadeiramente.

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17 de agosto

Título – Retidão

Leitura Bíblica: Provérbios 4.10-19.   …vocês foram ensinados … a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade (Ef 4.22,24).

A leitura bíblica de hoje fala em andar por veredas (caminhos) retas, e o versículo em destaque ensina a viver em santidade (que outras traduções da Bíblia chamam de retidão) e também em justiça.

Explicando: qualquer objeto de uso que funcione bem passa por processos de ajuste e talvez de retificação quando é fabricado, para que tudo esteja correto com ele. Não sobram dúvidas, desvios, falhas, sobras – tudo está no devido lugar e por isso podemos usá-lo com confiança: o que ele promete é verdadeiro.

Mas o que nos interessa aqui não são objetos, e sim a nossa vida. Neste caso, retidão ou santidade significa viver e agir segundo os padrões de Deus, sob a sua orientação. Juntando tudo isso, a leitura bíblica ensina que proceder assim é ser sábio, ou seja, saber conduzir a vida de modo conveniente. Curiosamente, ela também afirma que esse procedimento reto nos livra de obstáculos e tropeços. Como? Afinal, a vida é cheia de dificuldades: toda hora algo nos atrapalha, e muitas vezes parece bem melhor sair da linha reta e contornar aquilo, dando jeitinhos quaisquer, o que com certeza não tem nada a ver com retidão! Quem avança direto para cima do obstáculo arrisca-se a bater de frente nele e se dar mal. E então? A chave está na santidade (veja acima). Quem leva uma vida santa ganha de Deus a sabedoria para não contornar os obstáculos nem bater ou tropeçar neles, mas para saber manejá-los e tirá-los do caminho.

Ah, sim – tudo isso pode ser muito bonito, mas é um bocado teórico, não é? Bem, sugiro então simplesmente começar a praticar. Fale com Deus sobre tudo aquilo que tem causado problemas em sua vida, peça sua orientação e aguarde ou, como propõe o apóstolo Pedro: “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (1Pe 5.7). – RK

A diferença entre sabedoria e esperteza é a mesma que entre uma régua e uma serpente.

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16 de agosto

Título – Transformado

Leitura Bíblica: Gênesis 3.8-15.      Assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos (Rm 5.19).

Criado por Deus, o homem se afastou dele e foi expulso do Paraíso. Mas Deus prometeu que o traria de volta para perto dele, enviando seu próprio filho. Jesus veio ao mundo e por sua morte em nosso lugar se tornou o meio pelo qual o ser humano pode reconciliar-se com Deus (Cl 1.19-20). Após a desobediência de Adão e Eva, a imagem divina foi corrompida, mas o Pai está sempre à procura de suas criaturas e deseja transformá-las para que se tornem uma imagem de Cristo (Rm 8.29). Em Jesus, a paz entre Deus e o homem é restabelecida e um relacionamento íntimo se inicia. Agora tudo é novo!

Quando o cristão é transformado por Deus, deixa de se apegar somente a este mundo para focar-se no sobrenatural. A partir do momento de entrega de vida a Cristo, há nele um novo alvo. Ele passa a servir a Cristo e é liberto do domínio das coisas materiais, que já não têm mais a última palavra em sua vida. Um cristão me disse recentemente que, depois de visitar um shopping center, volta para casa mais rico, pois não permitiu que as vitrines fascinassem sua mente e o levassem a gastar sem necessidade. Sua vida está controlada por Jesus e então ele pode contribuir para que a obra de Deus se realize e também ajudar mais os pobres. Essa é uma atitude de alguém transformado pelo poder de Jesus.

O homem sem Cristo em sua vida está afastado de Deus. E seu interesse está apenas no que é transitório, que passa como uma folha seca levada pelo vento. É uma vida fútil. O cristão, contudo, alicerçado nos ensinos de Cristo, sabe que sua vida vai sendo transformada dia a dia por Deus. Ele não vive apenas para este mundo, pois recebeu a vida eterna!

Qual é a sua situação? Entregue sua vida a Cristo e deixe que ele a transforme! – JG

Quando Deus age em nossa vida, tudo muda – inclusive nós mesmos.

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15 de agosto

Título – Oração

Leitura Bíblica: Lucas 11.1-4.    Conceda-me o Senhor o seu fiel amor de dia; de noite esteja comigo a sua canção. É a minha oração ao Deus que me dá vida (Sl 42.8).

Cada um de nós tem sua vida pessoal. Na igreja, porém, existe uma vida comum quando nos unimos em oração – individual ou publicamente. Manter comunhão e orar com irmãos ajuda a crescer espiritualmente. Jesus diz que, se dois concordarem a respeito do que pedirem, o Pai o fará, pois onde dois ou três se reunirem porque são dele, ele estará presente. Todavia, nada substitui o diálogo com Jesus na intimidade. O mesmo Senhor nos instrui a fecharmos a porta e orar secretamente, a sós, pois o Pai que conhece todos os segredos nos atenderá. Jesus teve momentos em que orou sozinho, mas também orou com os discípulos, ensinando-lhes a oração chamada de Pai Nosso. No entanto, para orar não existe técnica, caminho ou estratégia. A resposta de Deus à nossa oração pode ser “sim”, “não” ou “espere”. É o exercício da paciência, fruto demorado a amadurecer, que nos ensina a perseverar, porque muitas vezes o que mudará será a circunstância, e o nosso ponto de vista tão firme torna-se diferente quando é moldado por Jesus. Não há necessidade de uma posição especial. Para ser ouvido, você não precisa estar de joelhos, orando freneticamente. Oração é algo que se faz o tempo todo, não importa o que esteja ocorrendo. Podemos orar deitados, de joelhos, andando pelo caminho, em pé no ônibus, dentro do carro em um congestionamento, na praia, diante de um pôr-de-sol, na chuva. Não existem palavras que possam expressar o que significa orar. Ainda assim, quando estamos em crise, muitas vezes exclamamos: “Agora, só Deus!” como se ele fosse nossa última esperança. Não! Deus tem de ser a primeira opção. Pode ocorrer uma batalha no nosso coração entre nossa incapacidade e a esperança da intervenção de Deus. A oração sempre será uma âncora nos tempos de turbulência, esteja você orando com irmãos ou na solidão de seu quarto. – AP

Sozinho, em dois, em três, não importa – ore.
  

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14 de agosto

Título – Bom é ter amigos

Leitura Bíblica: Jó 2.11-13.                      Se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante (Ec 4.10 ARC).

O texto de hoje mostra três amigos verdadeiros. Amigos que, ao saberem do infortúnio de Jó, apressaram-se em ir ter com ele para consolá-lo e confortá-lo. Amigos que se condoeram da desgraça dele e choraram por ele. Que ficaram ao seu lado sete dias e sete noites sem lhe dirigir a palavra em respeito à sua dor e talvez aguardando o momento certo para falar.

Na sociedade moderna tende a predominar o “cada um por si e Deus por todos.” Muita gente diz que já não existem amizades sinceras, e muitas amizades se rompem por pouca coisa, provando assim que não eram sólidas. Há os que duvidam de todos que tentam se aproximar. E outros se dizem amigos, mas são reprovados na primeira prova.

A Bíblia tem diversos versículos sobre amigos e amizades. E se é verdade que alguns deles relatam decepções (Sl 41.9), outros falam de amizades profundas e sinceras, como a de Jônatas e Davi (1Sm 18.3). O próprio Jesus sabia que seria traído por um que estava entre seus amigos. Mas isso não o levou a duvidar de todos os demais. 

Mesmo com o risco de decepcionar-se, ter amigos é muito bom! E felizes aqueles que têm amigos sinceros, que se alegram com suas conquistas e choram com suas perdas. Que não dizem aquilo que seu amigo quer ouvir, mas o que precisa ouvir. Que exorta quando o amigo está no erro, mas não julga os seus atos. Que declara a todos os valores do amigo, mas não expõe os seus defeitos. Que o ama pelo que é e não pelo que tem. Que sempre atende o amigo nas horas mais difíceis e abre mão dos próprios interesses para socorrê-lo. Que, quando erra, pede ao amigo que não siga seu exemplo, pois deseja algo melhor para ele. Ter amigos é ter um tesouro de valor incalculável. Por isso, ame, valorize, retribua e respeite os seus verdadeiros amigos. – CPB

Quem encontra um amigo encontra um tesouro.