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24 de julho

Título – Silêncio ruim

Leitura Bíblica: Levítico 5.1.                   A palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustadas numa escultura de prata (Pv 25.11).

O livro de Levítico contém numerosas leis dadas por Deus ao povo de Israel para que este fosse santo, ou seja, separado para Deus. Havia leis no tocante à hospedagem, ao manuseio de animais mortos e muitas outras coisas. Algumas delas visavam favorecer relacionamentos e o convívio social. O cristianismo herdou algumas dessas leis.

A lei que proibia acobertar más condutas sugere três forças presentes num bom convívio entre irmãos. Primeiro, a força da influência. Cada um de nós carrega uma “atmosfera” ao redor de si. Essa atmosfera é produzida pelo jeito de ser de cada um. Lembro-me do caso de um cristão que foi vítima de assassinato. Sua conduta era tão ilibada que não houve dúvida entre seus conhecidos de que algo errado com que ele não concordava teria sido feito na firma em que trabalhava. O poder da influência está sempre presente. Outra força é a do exemplo. O que somos afeta todos ao nosso redor. Tudo que fazemos acaba servindo aos outros como bom ou mau exemplo. Nas aldeias israelitas, os anciãos formavam um tribunal em que os maus exemplos deviam ser denunciados. Cada israelita deveria zelar pela honra de seu nome, pois isso mostrava cuidado pela honra do nome do Senhor. A influência e o exemplo sempre demandam muita responsabilidade de cada um dos que vivem como servos de Deus.

Por último, se a influência e o exemplo exercem poder, cada um de nós tem também a responsabilidade de zelar para que estejam sejam sempre presentes em nossa vida. Nesse sentido, uma grande mensagem nos é passada pelo Senhor Jesus. Por não guardar silêncio diante do mal que seus olhos observavam, sofreu a morte. Como jamais pecou, sua vida foi sempre um juízo contra o mal que o cercava. – MJT

A vida de um justo é sempre uma denúncia contra o pecado.

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23 de julho

Título – Corra!

Leitura Bíblica: Lucas 19.1-10.        Assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: “Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu” (Is 43.1).

Muitos dizem que a curiosidade mata. Pode até ser, mas também faz descobrir a verdade e permite melhorar a vida. Zaqueu, a respeito de quem lemos hoje, teve curiosidade de conhecer Jesus. Ele era um homem rico, chefe dos cobradores de impostos em Jericó, uma importante cidade na época em que vivia e trabalhava. Sua vida foi construída em torno do dinheiro. Deve ter ouvido falar bastante de Jesus para não se importar com o ridículo de subir em uma árvore para vê-lo, já que sua pequena estatura o impedia no meio do ajuntamento de gente. Não só tomou a iniciativa como correu para adiantar-se, pois se não conhecesse Jesus naquele dia, talvez nunca mais tivesse essa oportunidade. Parece que no meio de toda aquela multidão, Jesus viu somente o coração dele pronto para tornar-se um homem novo e diferente. O espanto quando Jesus o chamou pelo seu nome sem o conhecer há de também ter confirmado sua expectativa de que Jesus fosse alguém especial – um profeta, talvez. Por tudo isso, Zaqueu não se mostrou tímido diante de toda aquela gente que conhecia seu alto posto. Obedeceu ao pedido do Mestre descendo depressa da árvore e recebendo-o com alegria. Todo esse esforço dá a entender que ele tinha fome e sede de Deus, tendo percebido que o dinheiro não satisfaz plenamente, tanto que ele mesmo disse a Jesus que daria a metade de seus bens aos pobres e que corrigiria amplamente os males que tinha causado a outros pelo dinheiro. Ele percebeu naquela hora que precisava ser preenchido pelo amor de Jesus. Faça como Zaqueu: corra ao encontro de Jesus antes que seja tarde, para que ele preencha esse vazio que você sente em seu coração. – ETS

Eis uma curiosidade valiosa: conhecer Deus de perto por meio de Jesus.

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22 de julho

Título – Dormindo

Leitura Bíblica: Atos 20.7-12   Desperta, ó tu que dormes … e Cristo resplandecerá sobre ti (Ef 5.14).

Como é bom descansar após um dia de trabalho, recuperando nossas forças! Ao mesmo tempo, como é difícil quando não conseguimos pegar no sono – o tempo parece custar a passar! Uma boa noite de sono é muito importante para a saúde – ajuda até nossa memória. Boa parte de nossa disposição quando acordamos depende de como dormimos.

No texto de hoje, um jovem não aguentou ouvir Paulo por tanto tempo e acabou dormindo. Isso não seria problemático se ele não estivesse sentado em uma janela! Isso faz lembrar que em nossa vida muitas vezes podemos “dormir” espiritualmente. Há alguém falando de Cristo e da possibilidade de um relacionamento íntimo com Deus, mas não conseguimos – ou não queremos – ouvir. O cansaço ou a falta de interesse leva os pensamentos para longe… Pior, nem percebemos que estamos num lugar perigoso! Não conseguimos enxergar muito bem e não compreendemos a gravidade de nossa situação. A vida parece um sonho, mas na verdade seu final é um pesadelo.

Muitas vezes, o que nos faz acordar é uma “queda”: fomos longe demais e a situação finalmente ficou clara. Não era o que parecia. Felizmente, há uma saída. Com Deus, podemos ter vida nova e verdadeira. Aquele jovem teve uma “segunda chance” quando foi ressuscitado por Paulo. Imagino que, a partir dali, não ficou mais se arriscando como antes, para não cair novamente. Da mesma forma, quando entregamos nossa vida a Cristo, não vamos querer voltar à velha vida. Estamos despertos e não vamos mais deixar a vida passar enquanto dormimos. Agora que os “olhos do nosso coração” foram iluminados (Ef 1.18), não seremos mais imprudentes. Não abriremos mão da vida plena e eterna com Deus. Nosso compromisso passa a ser agradar ao nosso Senhor, por meio de uma vida transformada por ele.

E você, anda dormindo espiritualmente? O tempo passa, mas você prefere não pensar em sua vida com Deus? Está na hora de despertar! – VWR

Dormir bem pode ser bom, despertar bem é melhor.

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21 de julho

Título – Integridade

Leitura Bíblica: Jó 1.1-5.                       [Jó] era homem integro e justo; temia a Deus e evitava fazer o mal (Jó 1.1).

O livro de Jó começa informando de quem trata a narrativa. Não conheço outro livro que comece falando tão bem do personagem central. E como Jó sofreu por causa da sua virtude! Satanás inveja quem é bem-visto por Deus e assim a pessoa de Jó despertou sua atenção.

O primeiro capítulo descreve os grandes sofrimentos de Jó e termina apresentando a prova de sua integridade, quando ele afirma: “Saí nu do ventre de minha mãe, e nu partirei”, e ainda acrescenta: “Louvado seja o nome do Senhor”.

O caráter de Jó transparece na sua preocupação com a espiritualidade de seus filhos. Ele ia ao âmago da questão quando considerava a possibilidade de eles terem intimamente pecado e amaldiçoado a Deus. Pecado não consiste necessariamente de algo que se faça, mas de abandonar Deus.

O livro explica como é ser integro perante Deus. Várias vezes ele afirma que Jó era homem que temia a Deus e evitava o mal. Eis o que é ser íntegro: quem não teme a Deus acaba não identificando o mal e com isso não o evita. Aquele que teme a Deus sempre evitará o mal. Outro exemplo disso é a história de José em Gênesis 39 que, quando tentado, respondeu: “Pecaria eu contra Deus?” Como poderá alguém cair no pecado se, antes de praticar alguma ação, fizer essa pergunta? Antes de concluir, vamos ainda registrar uma grande lição para a nossa vida. Satanás teve licença para acabar com tudo que estava ligado a Jó, inclusive seus próprios filhos, mas quando atinge a própria pessoa de Jó, pôde apenas fazê-lo sofrer, não tirar-lhe a vida. Isso é tão glorioso que por si só justifica temer a Deus e evitar o pecado. É uma grande recompensa para os filhos de Deus saber que serão levados pelo Pai; jamais por Satanás. Portanto, quem é íntegro não tem por que se preocupar diante de nada, pois pode contar com o cuidado de Deus até mesmo para além da morte. – MJT

Deus cuida integralmente de quem se mantém íntegro diante dele.

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20 de julho

Título – Escondido?

Leitura Bíblica: Gênesis 37.12-13, 18-35.   Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue (Sl 51.3).

Você já fez algo de errado e tentou esconder isso das outras pessoas? Talvez neste exato momento venha à sua mente a lembrança de algo que você continua escondendo. Como você se sente? Imagino que isso lhe cause algum tipo de desconforto. Mesmo quando conseguimos esconder certos fatos de outras pessoas, não conseguimos escondê-lo de nós mesmos. Isso fica grudado em nós como se estivesse sido afixado em nossa mente com uma cola de alta qualidade. E, quando menos esperamos, nosso erro está bem diante dos nossos olhos novamente.

Os irmãos de José o venderam a mercadores e de alguma maneira precisavam esconder esse fato do seu pai. O plano deles parece ter sido bem sucedido, pois Jacó acreditou que José fora devorado por um animal selvagem. Tudo isso trouxe muita tristeza a essa família. Mas maior do que a tristeza era a culpa que estes irmãos carregavam consigo. Muitos anos depois, devido uma grande seca, eles foram obrigados a ir até o Egito, a fim de buscar mantimentos. E veja só qual foi o assunto comentado quando se viram em dificuldades no país estrangeiro: “Certamente estamos sendo punidos pelo que fizemos a nosso irmão. Vimos como ele estava angustiado, quando nos implorava por sua vida, mas não lhe demos ouvidos; por isso nos sobreveio esta angústia” (Gn 42.21). O erro do passado os perseguia.

Hoje quero convidá-lo a examinar sua mente com a ajuda de Deus. Há erros do passado escondidos de outras pessoas, mas grudados em sua mente, perseguindo-o constantemente? Confesse-os primeiramente a Deus e, se houver pessoas envolvidas, procure-as e confesse também a elas seus erros e peça o seu perdão. A confissão e o perdão são a única maneira eficaz de você se livrar dessas lembranças que o fazem sofrer ainda hoje. “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e os seus pecados apagados” (Sl 32.1). – MP

Jesus está sempre pronto a ouvir você e tomar sobre si os erros que pesam sobre os seus ombros. Que tal falar com ele agora?

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19 de julho

Título – Não

Leitura Bíblica: Números 20.1-13.     Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza (2Co 12.9b).

Hoje muitos pregam tudo que humanamente queremos ouvir. Essas mensagens invertem os papéis: Deus passa de Senhor a servo, satisfazendo os caprichos de seus mimados senhores. Baseados em textos bíblicos isolados, multidões creem que podem tudo, menos resistir à privação daquilo que desejam.

Obviamente, Deus considera nossos desejos e necessidades, e ele próprio nos orienta a manifestá-los em oração (Fp 4.6). Porém, crer que Cristo pode realizar o que para nós é impossível implica humildemente atribuir a ele todo o poder da vontade. Ele está no controle e conhece nossos propósitos (se são ou não mesquinhos).

O texto de hoje é um exemplo de resposta negativa de Deus. Moisés foi desobediente e impedido de entrar em Canaã. Porém, pela misericórdia divina, sem que fosse preciso lutar, recebeu um lugar bem melhor, no céu. Em 2Sm 12, lemos que Deus também disse “não” a Davi, quando este orou pela vida da criança fruto de seu adultério (que também resultou em um assassinato), mas concedeu-lhe a graça de posteriormente gerar outro filho, Salomão, que foi o seu sucessor no trono. Deus negou a Jeremias o direito de constituir uma família em Judá (Jr 16.2), porém sustentou-o durante sua dura missão de pregar a verdade a um povo obstinado. Outro exemplo é Paulo, que por três vezes pediu que lhe fosse tirado o “espinho da carne” (2Co 12.7-10), porém Deus mostrou-lhe que a graça divina faria com que ele superasse qualquer dor (veja o versículo em destaque). Até mesmo Jesus teve seu pedido recusado quando orou para que dele fosse passado o cálice da morte (Mt 26.39), mas o Pai o sustentou na cruz, ressuscitou-o e o recebeu nos céus, onde vive vitorioso.

Deus abre portas e também as fecha, e seu “não” significa ganho e não perda. Precisamos confiar em sua direção e contar com a graça divina para enfrentar as adversidades. – LFS

Quando Deus diz “não”, podemos estar certos de que é o melhor para nós.

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18 de julho

Título – Um pecado chama outro

Leitura Bíblica: Gênesis 27.5-20.    Contra ti, só contra ti pequei e fiz o que tu reprovas (Sl 51.4).

Davi, autor do Salmo 51, é um exemplos eloquente do alto preço que o pecado (um modo de vida contrário aos propósitos de Deus) custa para nós. A trama engendrada por Rebeca mostra o poder da sedução do pecado. Querendo beneficiar seu filho predileto, o induz a enganar seu pai. Gostamos muito de culpar o diabo pelos pecados que cometemos, mas este texto mostra nossa responsabilidade pessoal pelo pecado. Ele é tão insidioso que chegamos a achar natural pecarmos. O pecado da falsidade, como foi este aqui, sempre requer engenhosidade. Vejam a mente criativa dos criminosos. Recebo em meu computador uma enxurrada de informações da inventividade dos criminosos.

O episódio bíblico que lemos mostra como o pecado tem na mentira um dos seus pilares mestres. E pior: depois de cometido, exige mentira após mentira, tanto para levá-lo a efeito como também para depois tentar consertá-lo. A continuação dessa história vai mostrar como a coisa piora.

Nada é tão afetado pela perda da nossa convivência com Deus como nossa mente. Chegamos a ter a coragem de invocar Deus como sócio de nossos pecados, a reivindicar seu apoio em sua prática. Veja o que Jacó afirmou: “O Senhor, o seu Deus, a colocou em meu caminho”. Vez por outra ligo a TV ou o rádio e fico estupefato como os homens envolvem Deus em seus pecados. Como pode?

A prova do alcance do nosso pecado está registrada na vida do enganador Jacó. Foi enganado diversas vezes, até pelos filhos. Um filho enganador prepara o terreno para ser pai de filhos enganadores. Mais tarde, Deus levou por sua graça Jacó a reconhecer o perigo de se opor a Deus, mas ele saiu lesado dessa experiência. Até hoje esse fato é lembrado nos costumes judaicos (Gênesis 32.31-32). Como esquecer tão preciosa lição? – MJT

Viver sem Deus é andar no escuro em terreno desconhecido.

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17 de julho

Título – Confiança

Leitura Bíblica: Salmo 62.5-12.       Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam (Sl 18.30).

A Bíblia é o manual da confiança: encontramos encorajamento e vida lendo seus livros. A confiança vem da presença de Deus em nossa vida, que nos proporciona abrigo e segurança (prometidos por ele em sua Palavra). Ela é incomparavelmente maior do que a encontrada no homem e na instabilidade das situações da vida.

O escritor Max Lucado afirmou o seguinte: “Se Deus é suficiente para você, então você sempre terá o suficiente, porque você sempre terá Deus”. É uma grande verdade: se nossa suficiência está em Cristo, estamos completos. Agora, se a nossa esperança estiver nas riquezas, amizades e alegrias inconstantes, não teremos estabilidade em nosso viver.

Confiança é sinônimo de: 1) Entrega. Devemos derramar sobre ele tudo o que sentimos, expondo nossos problemas, pensamentos, desejos e intenções. Quem confia em Deus busca ter intimidade com ele e se refugia em seus braços. 2) Esperança. Sabemos que Deus tem poder para transformar nossa vida, seja qual for a situação, cuidando de cada uma das nossas necessidades. Por isso, aguardamos seu agir sempre, sem desistir ou duvidar. Assim, podemos ver o invisível e crer no incrível. 3) Gratidão. Esta atitude está em desuso, mas precisa ser praticada. Diante de toda vitória prometida por Deus a nós ficamos imensamente felizes e isto é o combustível para uma vida de gratidão. Agradecer é uma atitude de dignidade daqueles que realmente percebem a grandeza da ação de Deus em sua existência. A paz e a alegria verdadeiras estão totalmente ligadas à confiança que temos em Deus. Confie nele! O Senhor é o único e incomparável Deus. Tudo que precisamos vem dele – e só nele podemos suprir nossas reais necessidades. Se vivemos com o Senhor, estamos firmados em uma rocha que nunca se abala. Temos auxílio sempre e nada poderá nos destruir. – HSG

Confiança envolve paciência e renúncia, mas resulta em crescimento espiritual e intimidade com Deus.

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16 de julho

Título – Túnica da discórdia

Leitura Bíblica: Gênesis 37.1-5                 O ódio provoca dissensão, mas o amor cobre todos os pecados (Pv 10.12).

Um presente! Quem não gosta de ganhar um? Presentes trazem alegria, mostram consideração. Na história que lemos hoje no livro de Gênesis, Jacó presenteia seu filho José. No entanto, seu ato não causou apenas alegria, mas também ódio e desprezo. O problema foi que aquela túnica que Jacó destinou a José mostrou a predileção que o pai sentia por ele. Os demais irmãos sentiram-se menosprezados e não gostaram daquilo, passando a odiar José.

Será possível amar todos filhos sem parcialidade ou preferências? Se os filhos viverem sabendo que os pais preferem um ou o outro, será possível mesmo assim sentirem-se amados e considerados?

No momento em que os pais escolhem um filho para demonstrar maior afeição, automaticamente demonstram falta de consideração, carinho e afeição aos demais. Quando isso acontece no dia a dia da família, crescem ódio e ressentimento no coração dos “menos amados”.

Ainda assim, José poderia ter sido mais cauteloso com seus irmãos, evitando despertar neles mais ciúmes. Infelizmente ele não soube agir assim, nem se poderia esperar isso de um jovem inexperiente como ele.

O que este pequeno texto relata pode mudar vidas inteiras e construir famílias unidas quando se aceita seu alerta ou destruir a união que existe quando se imita o que ele conta. Os pais precisam amar todos os filhos de igual forma, sem favoritismos, parcialidades ou preferências. Os filhos precisam comportar-se amavelmente entre si, evitando discórdias, fazendo a união e o amor crescer nos relacionamentos.

É muito interessante observar ainda que o livro de Gênesis, composto de 50 capítulos, dedica apenas dois ao relato da criação de todo o mundo, enquanto os restantes descrevem a formação da família e assuntos pertinentes a ela. De fato, o assunto é importante! – ACS/VS

Amor e predileções não combinam.

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15 de julho

Título – Formiga

Leitura Bíblica: Neemias 4.1-10.      Sejam fortes e não desanimem, pois o trabalho de vocês será recompensado (2Cr 15.7).

Uma pequenina formiga carregava com muito sacrifício uma enorme folha, que devia ter dez vezes o seu tamanho. Quando o vento batia, folha e formiga caíam. Foram muitos os tropeços, mas nem por isso ela desanimou. Parou perto de um grande formigueiro e pensei: “Até que enfim ela terminou o seu empreendimento!” Ilusão a minha. Na verdade, havia apenas concluído uma etapa de sua enorme tarefa. A folha era maior que o buraco. A formiga entrou sem ela e eu disse para mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada!” Mas fui surpreendido: ela voltou com outras formigas e todas começaram a cortar a grande folha em pequenos pedaços que, em pouco tempo, foram levados para dentro do formigueiro.

Observando aquela situação, refleti sobre minhas experiências. Quantas vezes eu estive desanimado diante do tamanho de minhas tarefas ou dificuldades? No texto de hoje, os israelitas também enfrentavam muitos problemas para reconstruir o muro de Jerusalém. Aquilo parecia impossível! Somente com a ajuda de Deus eles conseguiram concluir a obra.

Voltando à história da formiga, ela me ensinou a não desanimar: 1) diante das tarefas: e se a formiga tivesse considerado apenas as dificuldades da tarefa? Teria desistido! Invejei a sua persistência e transformei minha reflexão em oração: “Senhor, me dê a perseverança dessa formiga! Eu não quero desanimar diante das lutas!”; 2) diante do tamanho das tarefas: “Eu preciso aprender a dividir em pedaços os fardos que, às vezes, se apresentam grandes demais!”; 3) quando cair: ela superou todas as adversidades da estrada; e 4) se não puder ver o caminho: “Senhor, me dê a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer”.

O encontro com aquela formiga me fez mais fortalecido em minha caminhada e agradeci ao Senhor por isso. – NND

Quando pedimos a ajuda do Senhor para realizar nossas tarefas, ele nos anima e fortalece.