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3 de agosto

Título – Ricos

Leitura Bíblica: Marcos 10.23-27.    Todas as coisas são possíveis para Deus (Mc 10.27).

Um dos sonhos mais recorrentes neste nosso mundinho: ficar rico, de preferência da noite para o dia e sem precisar fazer força… e haja filas às portas das lotéricas. A ilusão geral é que o dinheiro manda os problemas embora, torna tudo mais fácil.

Pelo que se percebe no texto de hoje, a concepção não era diferente nos dias do ministério terreno de Jesus. Depois de conversar com um jovem que tinha seus bens como prioridade, o Senhor comenta sobre as dificuldades que os ricos têm de chegar-se ao Reino. A reação dos discípulos foi de espanto: se os ricos não conseguem, quem então vai conseguir?

Nem todo o dinheiro do mundo pode comprar a entrada no Reino de Deus. Não adianta ser rico, como, aliás, também não adianta ser pobre. Não é uma questão de quanto se possui. Tornar-se participante do Reino de Deus envolve um único preço: crer em Cristo. Mas, diferentemente do que muita gente acha, este crer não é só um vago “acreditar”, como alguém pode acreditar ou não em Papai Noel sem que isto lhe traga consequências mais sérias. É um comprometimento radical, absoluto e irrevogável com a pessoa de Jesus de Nazaré.

Tornar-se discípulo ou seguidor de Jesus é tornar-se seu aluno, aprendiz. O aprendiz anda com o seu mestre dia após dia vendo como ele vive e age, e trata de imitá-lo. Este seguir envolve não só tudo o que tenho, mas também tudo o que sou, todas as áreas da minha vida. Talvez isto explique a dificuldade dos ricos e a de muita gente nem tão rica assim. Tornar-se discípulo de Jesus Cristo é absoluto – não dá para ser mais ou menos. Vivemos dias de discipulado frouxo e descomprometido, de gente que quer ser cristão em uma versão light, um cristianismo semântico, conversa fiada que reluta e quer renegociar o compromisso. É preciso cuidado para não ser como o jovem rico. – MHJ

Talvez hoje seja um bom dia para reavaliar o compromisso que temos com Jesus.

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2 de agosto

Título – Os feitos de Deus

Leitura Bíblica: Salmo 103.1-8.                É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças (Sl 103.3).

No mundo de hoje, os acontecimentos chegam ao nosso conhecimento no mesmo instante. Tudo ficou tão próximo que mais parece o fundo do nosso quintal. Como em geral as más notícias predominam, essa carga nos estressa e estimula nossas queixas.

O salmista nos dá o antídoto para essa doença chamada insatisfação. Ele não nos recomenda a omissão diante das injustiças, mas cuida do aspecto espiritual dessa postura. Vejam! Ele menciona que a saúde que tivemos até hoje foi uma dádiva de Deus. Se aquele sarampo tivesse prevalecido, não teríamos chegado nem à adolescência. Basta enumerar quantos resfriados já superamos com nada mais que um desconforto por alguns dias, para podermos imaginar de quantas enfermidades o Senhor nos livrou.

Um dos feitos de Deus que costumamos esquecer é a conquista de bens. Aquele cuidado dos pais durante a infância, quanto valeria em termos materiais? A casa, por mais simples que seja. Os estudos, as vitórias profissionais, as bênçãos materiais e morais dos antepassados que nos alcançam – lembramos disso? Meu título de cidadão europeu veio com direito a assistência médica pelo governo português, pois meu pai lutou na França em favor dos aliados na Primeira Guerra. Fui aben­çoado pelos sofrimentos de meu pai. Um cristão de certa feita me contou que tentou agradecer em sua oração todas as bênçãos já recebidas, mas precisou parar. A noite e o outro dia não seriam suficientes.

O Salmo 103 aborda todas as práticas de uma vida cristã saudável, pois enumera todos os atributos de Deus e o que isso resulta em relação a cada um dos mortais que viveram neste planeta. Motivos para agradecer certamente não faltam para todos nós – a questão é lembrar-se deles! – MJT

Ore: Senhor! Agradeço-te o que és, e, de modo particular, o que tens feito por mim.

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1º de agosto

Título – Muitos… e você?

Leitura Bíblica: Isaías 53.1-12.       Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos (Hb 9.28).

O texto de Isaías 52.13 a 53.12 tem sido chamado de “o evangelho do profeta Isaías.” É uma das profecias mais proeminentes entre as cerca de 300 referências à vinda do Messias no Antigo Testamento. Ela apresenta o Messias como “o servo sofredor” e “o cordeiro de Deus”. Jesus cumpriu nos mínimos detalhes tudo o que Deus havia predito por meio deste texto, cerca de 700 anos antes de Cristo. O verso 12 do cap. 53 registra que “ele levou o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.”

Levou o pecado de muitos. Mas não teria levado sobre si o pecado de todos? Para compreender isso, precisamos ir ao Novo Testamento. Em Mateus 13, Jesus conta a parábola do semeador. A boa semente da mensagem de Deus é lançada em todos os corações. Mas ela não germina para produzir frutos em todos. Mateus 22 conta a parábola do rei que convidou pessoas para o banquete de casamento de seu filho. E diz aí que muitos dos convidados não deram a devida atenção ao convite. Nos capítulos cinco a sete, Mateus registra o chamado “Sermão do Monte”. Nele Jesus não apenas convida, mas apela às pessoas que entrem pela porta estreita e sigam pelo caminho apertado que conduz à vida – e alerta todos a que a porta larga e o caminho espaçoso levam à perdição. Certamente Jesus morreu pelos pecados de cada ser humano desde Adão, incluindo aqueles que ainda hão de nascer. E Jesus envia a sua igreja a anunciar esta boa notícia (o evangelho) a todos em qualquer oportunidade. Felizmente muitos aceitam mudar do caminho largo para o caminho estreito. Mas infelizmente nem todos se dispõem a crer em Jesus que foi, sim, oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados daqueles muitos que creem nele como o Caminho, a Verdade e a Vida. Você também está convidado a fazer parte desses muitos. – HM

“Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte.” (Pv 14.12)

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31 de julho

Título – Aliança

Leitura Bíblica: Gênesis 31.22-36.  Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças (Gn 31.24).

Jacó ou Israel foi o patriarca do povo que Deus escolheu para se revelar à humanidade. Viveu 20 anos com Labão, casando-se com as duas filhas deste – Lia e sua predileta, Raquel. Depois Deus o mandou voltar ao seu antigo lar, longe dali. Foi sem avisar Labão, com quem tinha conflitos. Neste ponto começa a leitura bíblica de hoje.

É confortante ver o cuidado de Deus com sua gente! Ele havia feito uma aliança com Abraão. Esta valia também para seu neto Jacó e sua família. Naquele tempo, as tribos da região viviam ameaçando umas às outras e, com medo, inventavam seus próprios deuses. Cada chefe de família montava seu altar doméstico e era uma espécie de sacerdote ali.

Raquel não deve ter entendido a aliança de Deus com Abraão. Ignorando o poder que esta oferecia, furtou os deuses de seu pai tentando garantir sua segurança na viagem ao desconhecido. Se ela soubesse o que Deus dissera a Labão, jamais agiria assim! Confiou mais em seus próprios artefatos do que nas promessas de Deus, tal como é usual também hoje. Jacó e Raquel passaram um enorme risco por causa dessa atitude dela: ele garantiu que o portador daqueles deuses não ficaria vivo. Já imaginaram se Labão os encontrasse com Raquel?

Labão, porém, recebera duas ordens de Deus: não induzir Jacó ao erro (pois este poderia ser seduzido por promessas a desobedecer à ordem de Deus para voltar à terra de seu pai Abraão) e também preservar a vida física de Jacó. Deus também levou em conta a hipocrisia de Labão, expressa nos versos 27 e 28. Quanta providência da parte de Deus para manter seu povo seguro dentro dos padrões que determinou para ele!

Raquel era herdeira da aliança com Abraão e não se deu conta daquilo, enquanto a nós Deus oferece sua aliança por meio de Jesus Cristo. Nela suas promessas e seu cuidado valem também para nós. Por isso não precisamos de expedientes tortos como o de que Raquel lançou mão. – MJT

Quem vive com Deus e sob seu cuidado não precisa de espertezas tortas.

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30 de julho

Título – Distante

Leitura Bíblica: Salmo 22.14-23.    Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne (Gl 5.16).

Uma história conta que um garoto perguntou ao seu pai qual seria tamanho de Deus. Então, ao olhar para o céu, o pai avistou um avião e perguntou ao filho: “Que tamanho tem aquele avião?” O menino disse: “Pequeno, quase não dá para ver”. Então o pai o levou a um aeroporto e ao chegar próximo de um avião perguntou: “E agora, qual o tamanho deste?” O menino respondeu: “Nossa, pai, este é enorme!” O pai então disse: “Assim é Deus. O tamanho vai depender a que distância você estiver dele. Quanto mais perto você estiver, maior ele será na sua vida.” A que distância você está de Deus neste momento? É interessante que às vezes estamos distantes de Deus e não percebemos. Isso porque nos distraímos com outras companhias. No lugar de ler a Bíblia, seguimos ideologias diversas. No lugar de buscar amizades com pessoas que amam a Deus, andamos com aqueles que não se importam com Deus.

O maior problema é que, quando isso acontece, nos aproximamos do pecado e não percebemos quando fazemos coisas erradas. Também já não nos importamos mais em cometer pecados que achamos necessários. Fazemos o que nos parece bom mesmo sabendo que está errado. Assim, cada vez mais nossa sensibilidade e nosso amor vão desaparecendo e Deus vai sumindo nas nuvens, mas não nos importamos, pois nossa visão só vê o que está aqui na terra.

Mas chega uma hora em que percebemos estar distantes de Deus. Sentimo-nos como o salmista da nossa leitura bíblica, que afirma já não ter mais forças: todo seu vigor desapareceu, derreteu como gelo no calor. Nesta hora ele pede que Deus não se afaste dele. Reconhece que precisa de Deus para vencer tão grande batalha na vida. Ele diz: “Ó Senhor, vem depressa me socorrer, salva-me, livra-me”. Certo do livramento, compromete-se a contar em agradecimento o que Deus fez por ele e a adorá-lo de coração. – HSG

Deus não está distante, nós é que nos afastamos dele.

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29 de julho

Título – Amor

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 13.13.          Se vivemos no Espírito, andemos também pelo Espírito (Gl 5.25).

Fala-se muito de amor, mas pouco se pratica dele. O amor verdadeiro é parte do fruto do Espírito Santo e encontra-se numa lista de 9 características do fruto do Espírito em Gálatas 5.22.

Jesus diz que o amor a Deus e o amor ao próximo são os principais mandamentos e deles depende toda a lei e os profetas (Mateus 22.38). Em Mateus 7.20 Jesus diz que pelos nossos frutos seremos conhecidos. Além deste fruto principal, o Senhor diz em João 15.8 que para glorificar o Pai e tornar-nos discípulos dele precisamos dar muito fruto. Todos estes textos não deixam dúvidas de que produzir o fruto do amor e os outros da relação de Gálatas 5.22 é necessário para apresentarmos ao mundo nossa identidade como cristãos, confirmar o que ensinamos e glorificar o Pai. Um bom discípulo de Cristo ama.

O amor ao Pai é aquele acima de qualquer outra preferência. Amor ao próximo é o amor caridade, que oferece sempre, sem esperar retribuição. Ambos são difíceis para nós, pois o amor ao Pai celestial é um tanto abstrato e há outras oportunidades concretas e presentes de amar, como por exemplo o amor a um filho ou ao cônjuge. Fazemos sacrifícios e inventamos muitas atitudes para demonstrar a estes o nosso amor. Amar a Deus, que nunca vimos, dependerá totalmente de nossa fé e do reconhecimento do seu amor por nós. Será, portanto, um amor de retribuição pela bondade que Deus nos concede continuamente.

O amor ao próximo também enfrenta dificuldades: há os inimigos, os antipáticos, os feios, os aproveitadores e tantos outros que normalmente não conseguimos amar. Jesus, porém, sofreu, cuspiram nele, foi vítima de calúnias e seus próprios amigos o abandonaram. Amou-os assim mesmo? Sim! Ele foi capaz e nós como seus discípulos podemos aprender dele. Procuremos aperfeiçoar-nos nessa prática, tanto em relação ao Pai celestial como também em relação ao próximo. – WK

O amor de Deus nos habilita a beneficiar os outros sem retorno e a ter alegria nisso.

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28 de julho

Título – Errei: e agora?

Leitura Bíblica: Levítico 4.1-12    Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade (Hb 4.16).

“Mas eu tinha certeza de que era ali que deveria entrar”, lamenta o motorista depois de rodar por meia hora e então descobrir que, definitivamente, não era aquela a estrada que o levaria ao destino. Enganou-se. E então? Ele é culpado e merece punição por aquilo? Não – ele não quis errar. Mas errou e, culpado ou não, terá de pagar pelo erro. Neste caso, o preço é baixo: uma hora perdida (meia para ir e meia para voltar) e combustível desperdiçado. Todavia, sabemos que existem enganos bem mais sérios, que no pior caso podem custar a própria vida. O erro mais grave desse tipo – e provavelmente o mais frequente – é tomar decisões e atitudes sem levar em conta o que Deus estabeleceu para nós – e sem perceber. A Bíblia chama isso de pecado e diz também que é mortal (Rm 6.23). É como errar a estrada e, não importa se de propósito ou sem querer, despencar num abismo. No capítulo da leitura bíblica de hoje, Deus instrui seu povo, Israel, sobre o que fazer num caso desses. É claro que o sacrifício de animais a ser oferecido não consertava o erro, mas era para eles um sinal de que alguém sempre teria de pagar por ele: não se pode simplesmente fazer de conta que nada aconteceu. Diante daquele ato como gesto de reconhecimento do pecado, então, o próprio Deus pagava a conta, concedendo seu perdão. Para nós hoje vale algo muito mais eficaz: o versículo em destaque é o resultado da mensagem de que o preço dos nossos pecados – tanto as maldades como os enganos – foi definitivamente pago por Jesus na cruz, de modo que podemos contar com o perdão de Deus simplesmente ao reconhecer nosso erro e confiar nessa oferta divina. A única condição é reconhecê-lo sinceramente (arrepender-se) e pedir o perdão a Deus. – RK

Com erros não se brinca – e como é bom ter solução para eles!

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27 de julho

Título – Reconhecimento

Leitura Bíblica: Gênesis 40.1-23.         O Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição (Sl 1.6).

A vida de José apresenta momentos de tensão e expectativa. Ele agia de forma correta e mesmo assim sofreu com atitudes de pessoas que conviviam com ele. Por meio de sua vida compreendemos que Deus se manifesta de várias maneiras na história. O texto mostra Deus fazendo uso de algo que talvez não seja comum para a maioria: a revelação por sonhos. 

Naquele momento da história, Deus ainda não havia revelado muito de si à humanidade e, por isso, estas formas de manifestação eram necessárias. Ela foi importante porque mostrou que Deus não se esquecera de José. Talvez ao ler sobre José você note que muitos o esqueceram, como seus irmãos e até o copeiro a quem ele interpretou o sonho. Quem sabe você pense que o próprio Deus tenha esquecido José! Mas não foi assim: o texto em momento algum deixa margem para pensarmos desta forma e não dá a entender que José possa ter pensado isso. Sem dúvida José passou por momentos que o fizeram refletir sobre a situação que enfrentava. Entretanto, em tais momentos ele não acusou seus malfeitores e não pensou que Deus o tivesse esquecido. Com José aprendemos que é preciso ter paciência, pois Deus age e dá o devido reconhecimento na hora certa.

Entendemos que, embora nem sempre saibamos como Deus cumprirá o que diz, a realização é precisa, pois Deus é fiel em suas promessas. José esperou anos e então Deus usou os sonhos de seus companheiros para torná-lo livre e reconhecido. Os homens o reconheceram porque primeiro ele foi reconhecido diante de Deus como homem digno e justo. Foi por isso que sua história ficou registrada e o mundo cristão até hoje o admira. – MZK

“Ele é como árvore plantada à beira de águas correntes: dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham” (Sl 1.3).

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26 de julho

Título – Crer no invisível

Leitura Bíblica: 2 Coríntios 4.8-18.    Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam (1Co 2.9).

Nós temos uma forte tendência para desanimar. Diante das difíceis e desafiadoras situações em nossa vida, há momentos em que temos vontade de desistir de tudo. Isso acontece quando colocamos toda a nossa expectativa naquilo que é visível e material – quando aquilo desaparece, desfalecemos. O texto de hoje nos anima a não olhar apenas para o que é terreno e passageiro, mas a buscar o que não se vê porque é espiritual – ou seja, o eterno Deus. Quando focalizamos o nosso olhar no Senhor e aprendemos a confiar nele, temos força e esperança para enfrentar as mais difíceis circunstâncias.

O texto que lemos hoje foi escrito por Paulo para a comunidade cristã de Corinto, cujos membros viviam numa sociedade idólatra e corrupta. Nesta carta, o apóstolo conta que passou por muitas situações difíceis por causa do evangelho, sendo perseguido em razão da sua tarefa de proclamar a fé em Cristo. Mesmo assim, ele conseguia sempre renovar as suas forças dia após dia, pois o seu olhar não estava voltado para as coisas do presente, mas do porvir: o que Deus preparou para aqueles que o amam, como diz o versículo em destaque. Paulo sabia que o seu bem precioso não poderia ser encontrado em nenhum outro lugar. Sua esperança era estar um dia na presença de Jesus Cristo, por isso conseguia confessar que morrer seria lucro (Fp 1.21).

Deus não quer que coloquemos nossa esperança naquilo que desaparece com o tempo. Nossa vida deve estar firmada no que é espiritual e eterno, e que só pode ser visto com os olhos da fé. Somente Deus, seu amor e sua Palavra (que são eternos) nos darão forças que se renovam diariamente para que não desanimemos em nossa fé e esperança em Jesus Cristo. – DS

A vida do cristão deve estar firmada no que ele crê, não no que vê.

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25 de julho

Título – Paixão por Jesus

Leitura Bíblica: Gálatas 2.16-21.       Ele morreu por nós para que, quer estejamos acordados quer dormindo, vivamos unidos a ele (1Ts 5.10).

Paixão é desejo ardente pela pessoa amada. É disposição para fazer de tudo, até sacrificar-se, para tê-la sempre ao lado. Pode-se também ter paixão por alguma causa religiosa ou política, por exemplo. Saulo foi um homem apaixonado. Primeiro pela religião judaica. Ele entendia muito bem sua Lei, tendo sido instruído rigorosamente pelo rabino Gamaliel (Atos 22.3), e desejava com todo ardor ser obediente a ela. Odiava e perseguia os cristãos. Jesus apareceu a Saulo e o mudou. Sua vida não era mais a mesma. Ele sabia por experiência o que era viver sem Jesus. Saulo deixa de existir para nascer um novo homem que passou a ser chamado Paulo. Aquele que tinha paixão pela Lei passou a ter paixão por Jesus. Por isso, onde quer que estivesse, não deixava de falar do que havia acontecido em sua vida. E ao escrever às igrejas da Galácia, ele demonstra essa paixão por Jesus quando diz estar crucificado com ele. A verdade do evangelho é esta transformação de vida do cristão: seu velho modo de vida é crucificado com Cristo e então ele vive por fé. Sua vida não é mais a mesma: ele passa a ter paixão por Jesus. Em Florença, na Itália, há bem no centro da praça principal uma placa onde está escrito “Aqui Savonarola foi queimado vivo”. Durante muitos anos ele pregara a mensagem cristã na igreja a pouca distância de lá. As pessoas iam à igreja por ir, mas durante a semana não levavam uma vida cristã – faltava-lhes paixão por Jesus. Savonarola pregava do púlpito de sua igreja que, como cristãos, deveríamos ter paixão por Jesus e viver uma vida diferente. Essa mensagem ainda continua na vida daqueles que são fiéis ao Senhor Jesus. – JG

Paixão por Jesus – sinal de vitalidade cristã.