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13 de junho

Título – Béé!

Leitura Bíblica: João 10.7-16.       Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho… (Is 53.6a).

A ovelha tem a fama de não estar entre os animais mais espertos. Parece que só faz três coisas: come, bebe e grita “béé”. Ou seja, atende suas próprias necessidades básicas e, de resto, só grita. Diante disso, não parece propriamente elogioso o que a Bíblia diz sobre nós no versículo em destaque – e com certeza não concordaríamos com isso! Afinal, sabemos planejar, organizar, prevenir, analisar e lidar com toda sorte de problemas – é para isso que serve toda a nossa inteligência! Nós a usamos sempre… será mesmo?

Por exemplo: achamos que dizer coisas feias de forma bem complicada faz com que se tornem nobres. Bé! Ou então: se comprarmos de tudo, substituindo sempre aquelas velharias com mais de um mês de uso, seremos bem mais felizes. Béé! Ou ainda: se trocarmos de par a cada ano, estaremos bem mais “contextualizados”. Bééé!

Da mesma forma, é só criar uma porção de leis e regulamentos para que tudo melhore. Béééé! Mais: que basta prometer para que tudo no mundo ande direito. Béé, béé! Pensamos que basta afirmar que não há Deus para que ele realmente deixe de existir. Béé, béé, béé! E por aí vai!

Tudo grito de ovelha confusa! E o pior é que a ovelha quadrúpede ainda leva uma vantagem sobre nós: ela é sincera e não tenta disfarçar seus “béés”. Para ela, balido é balido e nada mais – é suficiente para expressar sua necessidade. Se o seu dono estiver por perto, ele ouvirá e socorrerá a coitadinha. Ela não precisa “psicologizar”, enfeitar ou formular de forma politicamente correta o que a estiver importunando.

Se for só um “balido” o que de fato resta a você, que tal dirigi-lo abertamente àquele que disse o que está na leitura bíblica de hoje? O nome dele é Jesus Cristo, e até hoje “ovelha” nenhuma que tenha soltado um béé em sua direção deixou de ser atendida! Você não será a primeira. – RK

O melhor lugar para uma ovelha é estar nos braços de seu pastor!

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12 de junho

Título – Intervenção divina

Leitura Bíblica: 2 Crônicas 11.1-4   Voltem para casa, todos vocês, pois fui eu que fiz isso (2Cr 11.4c).

A nação de Israel, o povo de Deus, compunha-se de 12 tribos. Depois de ser governada pelo rei Davi e por seu filho Salomão, Deus anunciou que tiraria dessa família a maior parte do reino porque Salomão fora infiel. Isto ocorreu por meio de uma atitude tola de Roboão, filho e sucessor de Salomão, que ficou com apenas duas tribos. As outras dez escolheram Jeroboão como rei. Roboão decidiu reagir e, no texto que lemos hoje, ele reuniu 180.000 homens para guerrear contra Israel. Contudo, antes de tal guerra se iniciar, Deus mandou Semaías, um “homem de Deus”, dizer-lhes que não fossem guerrear, mas voltassem para casa. Entregue o recado, eles obedeceram à palavra do Senhor e desistiram de subir contra o rei Jeroboão.

Ao olhar de fora a situação, é espantoso que algo como um simples recado conseguisse impedir uma guerra iminente. Nós às vezes também nos vemos diante de “180.000” problemas nos ameaçando e parece que tudo está perdido, que o fim chegou.

Entretanto, Deus tem poder para fazer algo. Ele pode interferir nas situações mais difíceis porque ele é o dono delas, é quem permite ou não que as coisas aconteçam. É necessário ficar atento quando Deus envia uma solução para nos ajudar ou quando nos diz como proceder.

Semaías era um homem de Deus e cumpriu a missão de que foi incumbido. Será que nós também seríamos reconhecidos desta forma por nossa intimidade e obediência a Deus? Roboão, por sua vez, não buscou Deus e preferiu juntar milhares de homens para guerrear. Com qual dos dois nos parecemos mais? É melhor ser um Semaías, que ouviu a voz de Deus e, enviado, evitou a guerra, do que ser um Roboão que provoca guerra! – VS/ACS

Sejamos homens e mulheres “de Deus”.

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11 de junho

Título – Acredite!

Leitura Bíblica: Hebreus 6.13-20.        O Senhor é fiel em todas as suas promessas e é bondoso em tudo o que faz (Sl 145.13b).

O grafiteiro David Choe foi contratado em 2005 para pintar as paredes da sede do Facebook. Em vez de receber o pagamento em dinheiro – cerca de R$ 120 mil reais – ele aceitou ser pago com ações da companhia. Em 2012, suas ações passaram a valer aproximadamente um bilhão de reais. Hoje podemos achar fácil a decisão que ele tomou, mas, naquela época, para muitos o Facebook não passava de uma brincadeira. Choe disse que aceitou as ações porque apostava no então presidente da companhia.

Interessante como algumas pessoas investem em coisas duvidosas. Ao mesmo tempo, muitos não acreditam nas promessas de Deus. Como não crer no Criador de todas as coisas? Naquele que dá vida aos nossos dias e ofereceu seu próprio Filho para ter um relacionamento conosco? Precisamos confiar em Deus, na sua Palavra e em seu governo sobre todas as coisas. Ele nunca mente e é totalmente digno de crédito.

O texto que lemos hoje é muito importante e necessário para todos nós. Ele demonstra como as promessas divinas são confiáveis. Deus é o encorajador diário daqueles que se refugiam nele. Repare que o texto não diz apenas “alento”, mas “forte alento” (versão Almeida). A respeito disso, o escritor John Piper diz: “Quão encorajados Deus deseja que nos sintamos? Hebreus 6.18 afirma: ‘forte alento tenhamos’. Observe as palavras! Deus poderia ter dito: ‘grande alento’, ou: ‘muito alento’, ou: ‘profundo alento’. Todas estas palavras seriam verdadeiras. Mas a palavra é realmente ‘forte’. E se refere ao encorajamento que permanece firme contra as ocasiões de abatimento”.

Deus nos dá a coragem necessária para termos esperança. Esta não se resume à multiplicação do valor de ações na bolsa de valores, mas resulta em um caminhar perseverante em meio às adversidades. Além disso, quem entrega sua vida a Cristo pode esperar confiante pela vida eterna com ele! – HSG

Quem crê nas promessas divinas experimenta o fiel cuidado de Deus.

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10 de junho

Título – Perdão

Leitura Bíblica: Isaías 55.1-7.           Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão (Is 55.7).

“Misericórdia, Senhor!” Todo ser humano um dia pronunciará estas palavras. Porque perto ou distante de Deus, dele dependemos. Ninguém pode querer conhecer a vontade divina sem estar disposto a ouvir sua Palavra e a obedecer-lhe. Obedecer a Deus significa estar voltado para ele. Por isso não há como buscá-lo se mantivermos escondidos em nossa mente atitudes e pensamentos que o desagradam. Quem se achega a Deus tem consciência de que sua vida precisa ser mudada, renovada e transformada por seu poder, e logo percebe que jamais teria condições pessoais de encontrar o perdão com suas próprias forças. Isto porque, ao contrário do que muitos pensam, o perdão não vem de nós mesmos, mas de Deus. Por isso é preciso pedi-lo ao Senhor, demonstrando arrependimento e disposição de abandonar tudo o que lhe desagrada.

Pare um pouco para pensar no seguinte: quanto tempo você tem dedicado a atividades que nunca trarão satisfação? Tem gasto dinheiro naquilo que não é necessário? Trabalha naquilo que não satisfaz plenamente? Você já fez planos que nunca deram certo? Já começou um empreendimento, projeto ou curso e não chegou ao fim? Apesar de todos os seus esforços, você ainda pensa que Deus não gosta de você?

Por meio de Isaías, Deus revela a situação humana de maneira muito simples. Sempre que vivemos distantes de Deus, buscamos satisfação e investimos o nosso suor em metas passageiras e que não nos levam a lugar algum. Você foi criado para fazer a vontade de Deus e nesta tarefa você encontrará plena satisfação. Somente quando vivemos com Deus compreendemos que diariamente ele derrama sobre nós a sua maravilhosa misericórdia. – CM

A intimidade com Deus faz-nos perceber a maravilhosa realidade do seu perdão.

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9 de junho

Título – De quem cuidar?

Leitura Bíblica: Romanos 2.17-29    Judeu é quem o é interiormente, e circuncisão é a operada no coração, pelo Espírito (Rm 2.29).

Formulamos a pergunta do título desta mensagem porque estamos sempre envolvidos em cuidados. Cuidamos da saúde, das finanças, dos bens, da família e, em grande medida, da vida dos outros.

O excesso ou o foco errado desses cuidados são um perigo, e Paulo deseja que os seus leitores judeus aprendam a evitá-lo. Se Paulo estivesse entre nós hoje, escreveria aos cristãos a mesmíssima coisa.

Assim sendo, perguntamos: em vez de querer cuidar da vida dos outros, por que não nos preocupamos em cuidar da nossa própria condição? Isso é o que Paulo está recomendando a nós também. Devemos cuidar da nossa interioridade. Do nosso coração. O afastamento de Deus, que chamamos de pecado, levou-nos a tal nível de baixeza que, mesmo se passássemos uma eternidade neste mundo, ainda não aprenderíamos a cuidar devidamente do nosso interior. Basta observar o que a mídia nos apresenta cada dia. Mágoas não tratadas, egoísmos não cuidados, sensualidade descontrolada e outros tantos sentimentos acabam por levar pessoas a grandes catástrofes pessoais. 

Paulo afirma que o verdadeiro judeu – ou seja, aquele que afirma pertencer ao povo de Deus – o é interiormente. O mesmo vale para os cristãos. Jesus disse a Nicodemos que o nascido da carne é carne (João 3.6). O homem natural não consegue ser outra coisa senão homem natural, e suas reações são previsíveis. Quem é nascido do Espírito é diferente. Ele pode ser prejudicado e, quando todos esperam que ele se vingue, ele perdoa. E assim age em todas as suas atitudes. Vai sempre surpreendendo. Como nos diz o texto, ele é o que é por meio do Espírito de Deus, não pela carne – sua natureza humana. Aquele que tiver cuidado de sua interioridade conforme a vontade de Deus, receberá louvor de Deus. Não seria isso o que importa, afinal? – MJT

Se cuidar de nossa interioridade é tão importante, por que não começar agora mesmo?

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8 de junho

Título – Revelação

Leitura Bíblica: Lucas 10.21-24.             Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado (Lc 10.21).

Neste mundo existem muitas pessoas inteligentes, com enorme capacidade de assimilar ideias, elaborar conceitos, explicar fenômenos e descobrir novas coisas. São admiráveis pelo seu potencial. Até as coisas mais difíceis de compreender parecem ser simples para elas.

Entretanto, quando falamos acerca de Deus, há um elemento que transcende qualquer capacidade humana. Deus é tão grande, além da nossa capacidade de compreensão, que nenhum ser humano, por mais inteligente que seja, pode definir ou explicá-lo. No livro de Jó vemos a incômoda pergunta: “Você consegue perscrutar os mistérios de Deus?” (Jó 11.7). E a resposta lógica tem de ser: não! Deus é criador, nós somos simples criaturas; Deus é onisciente e onipotente, nós somos limitados em conhecimento e capacidade; Deus é totalmente livre e exaltado sobre todas as coisas, nós somos totalmente dependentes dele. Há, portanto, uma enorme diferença de essência. Assim sendo, todo esforço e inteligência humanos não seriam suficientes para chegar a Deus. Por isso, Deus, na sua infinita sabedoria, decidiu revelar-se ao ser humano, decidiu tornar-se conhecido até aos mais simples e humildes. Paradoxal e profundamente verdadeiro: o que o mais sábio e culto não pode descobrir por conta própria, Deus revela até ao mais pequenino, porque assim é do seu agrado.

Quando lemos os Evangelhos, observando os encontros de Jesus com diferentes tipos de pessoas, percebemos esta verdade ilustrada. Não eram os doutores da lei que entendiam o que Jesus pronunciava, mas as pessoas simples que se dispunham a estar com ele, a ouvir e aceitar as suas palavras. Isto não significa que ser inteligente e capacitado seja um problema, mas que, quando se trata das coisas de Deus, todos nós precisamos depender dele e da sua revelação. – CK

Para entender Deus, é preciso ser simples como uma criança.

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7 de junho

Título – Arrogância

Leitura Bíblica: Oseias 2.2-8.          Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes (Tg 1.17).

“Não é esta a grande Babilônia que EU construí … para a glória da MINHA majestade?” exclamou o rei Nabucodonosor (Dn 4.30) – para logo depois enlouquecer e passar um longo tempo vivendo ao relento como um animal.

Pois bem: e o que tem isso a ver com a leitura bíblica de hoje? Aliás, bastante estranha essa leitura, não? Deu para entender? Oseias fala ali do seu povo (Israel) e o compara a uma mulher devassa que foge de casa para cair na farra com seus amantes e ainda diz que tudo de bom que ela possuía vinha deles – uma falsidade que Deus corrige por meio do profeta, mostrando a ilusão daquilo: na verdade, todos os benefícios da “mulher” (Israel, o povo de Deus) vinham do “marido” (o próprio Deus).

Em geral, nós também desfrutamos de muitos benefícios: saúde, alimento, abrigo, formação e sucesso profissional… e é muito fácil atribuir tudo isso a quaisquer circunstâncias favoráveis, a uma política inteligente, ao nosso dinheiro; enfim, ao nosso próprio mérito – bom dia, Nabucodonosor!

Sem dúvida é elogiável usar bem a inteligência que se tem e esforçar-se para vencer na vida, mas permita-me perguntar: de onde veio sua inteligência? Foi você que a criou?

Nabucodonosor teve de passar por um vexame grande e longo para reconhecer que não estava com aquela bola toda e para poder ser restaurado (confira na Bíblia, em Daniel 4). Oseias mostra o esforço de Deus para restaurar sua “esposa” infiel – que também precisou passar por um bocado de atribulações por causa do seu procedimento. E agora seria bom examinarmos a nossa posição à vista disso: de onde vêm nossas realizações – da nossa própria capacidade, sorte ou fontes externas (limpas ou nem tanto)? Ou seria mesmo do Criador e do seu amor por nós? Não seria o caso de dar uma reposta adequada a ele por isso? – RK

Inteligência mesmo é reconhecer que o Criador é maior que a criatura – e agir de acordo.

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6 de junho

Título – Fugir

Leitura Bíblica: Jonas 1.1-3.            Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis (Jn 1.3).

O que é fugir? Muitos acham que fugir é sinônimo de fracasso, perda, derrota, incapacidade.

Vou mostrar na Bíblia que em certas ocasiões fugir é necessário e não significa fracasso, pelo contrário.

A história de José, filho de Jacó, é um exemplo clássico. Você pode conferi-la em Gênesis 39. Ele tinha sido vendido pelos seus irmãos, foi levado ao Egito e agora estava morando na casa de Potifar (o comandante da guarda do faraó). Na casa de Potifar, José tornou-se mordomo (administrador da casa). A Bíblia diz que “o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor a José”. José foi tentado pela esposa de Potifar, e qual foi a sua reação? Fugiu. A história bíblica registra que, por sua fidelidade a Deus, mais tarde ele se tornou governador do Egito.

A Palavra de Deus deixa instruções claras: fuja dos desejos da mocidade, fuja da prostituição, fuja do amor ao dinheiro.

Geralmente, porém, quando buscamos algo sobre fugas na Bíblia, pensamos no livro de Jonas, e este é um exemplo negativo que jamais devemos seguir. Jonas recebe a incumbência de Deus de ir à cidade de Nínive a fim de pregar contra ela, e o que ele faz? Simplesmente vai em outra direção, fugindo do seu chamado. Enxergo três atitudes erradas que Jonas tomou e que deveríamos sempre evitar.

1ª Fugiu do seu compromisso – Deus deu uma ordem e ele desobedeceu.

2ª Desperdiçou seu tempo e seus recursos, dos quais Deus lhe pediria contas.

3ª Não levou a sério a situação dos ninivitas. Deus tem um propósito quando nos dá uma tarefa, que não se pode simplesmente ignorar.

Sempre que fugirmos dos nossos deveres, com certeza haverá perdas para nós e aqueles que precisam de nós. Assim, fugindo ou não, é preciso dar valor ao reino de Deus e buscar uma vida de comunhão com ele, obedecendo-lhe. – CPV

Fuja sempre em direção a Deus e não para longe dele.

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5 de junho

Título – Brigas

Leitura Bíblica: Atos 15.35-41.    Façam todo o possível para viver em paz com todos (Rm 12.18).

Brigas entre irmãos são comuns. Na Bíblia, temos os casos de Caim e Abel, Esaú e Jacó, os filhos de Davi… Quando minha irmã mais nova nasceu, tive ciúmes da atenção que ela passou a receber. A situação ficou tão complicada que meus pais tiveram de contratar duas babás – uma para cada filha. Fomos crescendo, brigando e fazendo as pazes. As brigas só pararam quando amadurecemos. Agora que estamos casadas e moramos em cidades diferentes, não há nem tempo de pensar em brigar quando nos encontramos – o amor prevaleceu!

E quando a briga é dentro de outra família, a de Deus? O texto de hoje trata de uma situação assim. Dois cristãos que chegaram a um impasse tão grande que tiveram de se separar. Será que esse episódio foi registrado para mostrar que Deus aprova brigas? Não! A Bíblia enfatiza o amor e a unidade entre os cristãos. Mas, infelizmente, muitos agem como Paulo e Barnabé: cada um defende sua opinião até o rompimento do relacionamento. No caso deles, Deus usou este fato para a expansão missionária, já que cada um foi para um lado para proclamar a boa notícia da possibilidade de vida eterna por meio de Cristo. Mas nem sempre as brigas entre cristãos resultam em situações boas. Na maioria das vezes, pessoas são feridas e os conflitos atingem famílias e comunidades inteiras.

Precisamos lembrar que o que nos une – o sangue de Cristo – é muito maior do que o que nos separa – nossas ideias. Deus nos transforma a tal ponto que conseguimos continuar amando quem não concorda conosco. Afinal, relacionamentos são mais importantes que nossas opiniões, por mais corretas que sejam. Então, quando estivermos com os outros, em especial em nossa comunidade cristã, sejamos mais tolerantes e pacíficos. Deixemos o amor prevalecer sobre qualquer desejo de defender uma posição. Cristo morreu para formar essa família cristã – não sejamos nós os responsáveis por dividi-la. – VWR

Ter a aprovação de Deus para o que somos importa mais do que ter razão no que fazemos.

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4 de junho

Título – Lembrete

Leitura Bíblica: Levítico 19.1-4.       Aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou (Rm 8.30).

O presidente Jânio Quadros ficou conhecido pelos bilhetes que enviava aos seus comandados. Tipicamente vinham em um português rebuscado, apesar de sua brevidade. Não deixavam dúvidas sobre o autor.

As ordens divinas dadas a Moisés também eram identificadas – vinham sempre com este lembrete: “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. Deus será Senhor sempre, mesmo que os homens não o queiram e não o reconheçam como tal. Quem não crê em Deus, ainda assim lhe serve sem o saber. Por exemplo: um médico ateu pode contribuir para restituir a saúde a alguém dedicado justamente a divulgar o nome de Deus. Pois é. Sem o saber, foi servo de Deus ao cuidar de um servo dele!

Nosso primeiro filho é autista. Diante disso, quando nasceu sua irmã, veio a dúvida. Se viesse outro filho, também poderia ser autista. Se não, se Deus nos chamasse, a filha ficaria só, aos cuidados do irmão. Após oito anos de oração, Deus enviou-me ao coração um lembrete bem claro. “Se eu sou o seu Deus, quem escolhe se você terá um filho sadio ou autista sou eu”. Fiquei envergonhado com esse lembrete. No curto texto bíblico que lemos hoje, Deus passou três vezes o lembrete: “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. Assim que Deus me deu o lembrete, eu disse à minha esposa: “Vamos planejar ter outro filho”. Antes que ela se assustasse, falei-lhe sobre o lembrete. No primeiro vestibular dessa outra menina que Deus nos deu, ela foi a segunda entre 110.000 candidatos. É por isso que uma versão bíblica inglesa traduz o Salmo 23 assim: “O Senhor é o meu pastor e ele não me faltará”. Ele é que importa. Suas bênçãos são importantes, mas não mais que ele próprio.

Fico encantado com o que Deus fez por mim antes de eu ter nascido quando leio o lembrete que ele me enviou por meio do versículo em destaque. Esse lembrete ele deixou também para você, meu amado leitor. – MJT

Deus quer que sejamos santos, parecidos com ele, e para isso cuida de nós.