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3 de junho

Título – Oração e persistência

Leitura Bíblica: Lucas 18.1-8.          Orem continuamente (1Ts 5.17).

Jesus era extremamente didático – transmitia profundas verdades espirituais através de pequenas histórias chamadas de parábolas. A parábola que ele conta na leitura bíblica de hoje fala sobre a perseverança na oração. Ela nos incentiva a sempre continuar orando, mesmo que às vezes seja difícil ou ainda pareça que o Senhor não está nos ouvindo.

Esta é a história de uma viúva que clama a um juiz corrupto, um juiz que não sentia a menor vergonha de suas maldades, nem mesmo nesse caso, em que ele está negando o direito de uma pobre mulher desamparada. O mundo todo poderia gritar: “Que vergonha!” – ele não se importaria. Estamos falando de um homem com quem era extremamente difícil lidar. A viúva, por sua vez, estava do lado correto da lei, e seus direitos estavam sendo negados. Por alguma razão o juiz não atendia à sua causa, provavelmente faltava suborno. Temos de lembrar que essa parábola se passa em um mundo de cultura masculina, no qual as mulheres não iam aos tribunais. No entanto, como a viúva não tinha ninguém para apoiá-la, ela mesma clamava por uma audiência. A figura usada por Jesus é de desamparo total. Ainda assim, a certa altura o juiz começa a considerar a causa daquela mulher e por fim lhe provê seu direito. A insistência diária dela o irritou tanto que ela conseguiu ser ouvida.

Com isso o Senhor quer nos mostrar que, se até em condições tão adversas as demandas da viúva foram atendidas, muito mais as necessidades dos filhos de Deus o serão. Nós não clamamos a um juiz corrupto, mas a um pai amoroso. Os filhos de Deus não dependem de propinas para que seu caso seja atendido. Todos enfrentamos situações difíceis, mas diante de Deus nenhuma delas será como a da viúva desamparada que só tinha um juiz corrupto a quem clamar. – CMW

Deus garante seu amor e sua justiça mesmo se sua resposta demorar.

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2 de junho

Título – Assombração

Leitura Bíblica: Lucas 9.7-9       Digam-lhes isto: estes deuses, que não fizeram nem os céus nem a terra, desaparecerão da terra e de debaixo dos céus (Jr 10.11).

Em certa ocasião fui convidado por um amigo para ajudar a carregar sua mudança. Aceitei o convite e fomos lá. Eu estava no caminhão ajeitando as coisas como dava. Para aproveitar bem o espaço, colocava as cadeiras viradas ao contrário. Quando meu amigo viu a cena, imediatamente advertiu: “Não coloque nada de cabeça para baixo porque dá azar”.

No texto de hoje, o governador Herodes ouviu falar de coisas que estavam acontecendo entre as pessoas como resultado da atividade de Jesus e seus discípulos. Os discípulos iam por toda parte pregando o evangelho, curando pessoas e ajudando no que era necessário. Herodes estava perplexo e não entendia o desenrolar dos fatos. Ele pensava que João Batista, que ele mesmo havia mandado matar, houvesse ressuscitado (veja Mt 14.1) ou que Elias tinha aparecido, ou ainda algum dos outros profetas do passado. De qualquer forma, o governador estava perplexo e confuso e não conseguia acreditar em algo seguro, porque não tinha uma clara noção sobre Deus e, assim, também não tinha uma fé verdadeira.

Podemos concluir que alguém, quando não crê no Deus vivo que ouve as nossas orações e responde a elas, acaba acreditando em superstições, em coisas como assombrações, aparições de pessoas que já morreram e até em azar causado por cadeiras viradas ao contrário e coisas similares.

Não sei em que você acredita e confia, mas eu confio num Deus que pode me livrar do mal, que não me deixa com dúvidas, que perdoa meus pecados, tira o sentimento de culpa, me dá paz e esperança para o futuro e a vida eterna. Para encerrar esta meditação, quero citar Salmo 20.7: “Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus.” – VS

Confie em Deus e não fique assombrado.

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1º de junho

Título – Maravilha

Leitura Bíblica: Salmo 8.1-9.               Que é o homem para que com ele te importes? (Sl 8.4).

Gosto muito de ver na TV aqueles documentários que falam do universo e seus enigmas. Eles têm a capacidade de me fazer sentir pequeno, muito pequeno. Os números literalmente astronômicos me deixam embasbacado com a insignificância deste pequeno grãozinho de areia gravitando perdido em torno de uma minúscula estrela dentre tantas e tantas pertencentes a uma de incontáveis galáxias. Fico maravilhado com o fato de que nosso planeta se acha à distância exata do Sol, que por sua vez se encontra no local ideal da galáxia, de forma que neste minúsculo planeta as condições são perfeitas para a existência humana. Coincidência? Observo minha insignificância perante as grandes estruturas do planeta, mares, montanhas e me admiro de como essas grandes estruturas são minúsculas diante do universo.

É este tipo de sentimento que invade meu coração quando leio este salmo: se o universo é inconcebivelmente grande, muito além de qualquer capacidade de compreensão, que dizer de quem o criou? Um único ser, o único realmente divino, criou tudo o que existe, e este ser aprendemos a chamar de Deus sem realmente ser capazes de sequer conceber ou imaginar sua grandeza e majestade. Mas a maravilha das maravilhas é que o Deus autoexistente e autossuficiente desejou criar este lugar habitável e nele fez morar o ser humano. Seu amor vai muito além do compreensível; ele simplesmente quis nos criar e pagar o preço do nosso resgate de volta para si. Seu amor vai ao extremo inconcebível: o Eterno reduziu-se ao temporal, o Infinito tornou-se finito. Como se não bastasse, como homem recebeu o que de pior nossa espécie tinha a proporcionar: ódio, indiferença, violência, injustiça, crueldade e quanto mais? Seu amor continua, convidando amorosamente tantos quantos desejarem se tornar seus filhos. – MHJ

Que insondável maravilha é o amor de Deus. Glória a ele por todos os séculos dos séculos!

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31 de maio

Título – Essencial

Leitura Bíblica: Isaías 55.1-2.               Por que gastar … o seu trabalho naquilo que não satisfaz? (Is 55.2).

No exercício de minha profissão atendo muita gente queixando-se de dores. Um exame mais aprofundado desses pacientes mostra alterações físicas importantes, porém na maioria dos casos causadas por desequilíbrios emocionais. Não são pessoas malucas; são aparentemente normais, mas se as suas emoções pudessem ser resolvidas, muitas das queixas desapareceriam quase que por encanto, e se as dores da alma tivessem sido tratadas antes, a maioria nem ao menos estaria doente.

No século XIX, a tuberculose se tornou símbolo do “mal do século”, um espírito decadente que foi abraçado com ardor pela poesia. Já o presente século também tem o seu mal do século: a coisificação – a adoração das coisas e a transformação das pessoas em coisas também. E este mal do século também tem seu símbolo patológico: a ansiedade. O desespero de alcançar sabe-se-lá-o-que em uma correria que me faz lembrar a anedota de dois loucos, um deles dando golpes no ar como se apanhasse insetos voadores. O outro pergunta: “O que você está caçando?” “Nhoca” responde o primeiro. “E como é uma nhoca?” (pergunta o segundo) ao que o primeiro responde: “Não sei, ainda não peguei nenhuma!” Assim é a corrida deste século – ninguém sabe exatamente atrás do que está correndo tanto, mas continua correndo porque afinal todo mundo corre.

No contexto da leitura de hoje, Deus fala com seu povo que o abandonou em busca do corre-corre diário. Talvez o versículo acima pudesse ser contextualizado assim: “Por que se gastar tanto com o que não é essencial? Você acha mesmo que sua correria vai lhe conquistar alguma satisfação?” E, a propósito, o que é essencial para você, cristão? A vida oferece muita coisa pelo que lutar e viver. Sugiro falar com Jesus, pedindo discernimento para escolher bem no que investir e sabedoria para lidar com as demandas da vida neste século. – MHJ

É preciso buscar sabedoria com Deus para escolher como viver neste mundo de correria.

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30 de maio

Título – Riquezas

Leitura Bíblica: 2 Coríntios 8.1-24   Conheço as suas aflições e a sua pobreza; mas você é rico! (Ap 2.9).

Não sei se algum leitor já viveu uma experiência assim, mas muitas vezes, quando deparamos com alguém que necessitaria da nossa ajuda, também não temos as condições ideais para fazê-lo. Talvez até estejamos também com alguma necessidade, o que nos impossibilitaria de partilhar.

Mas louvo ao Senhor por nos capacitar a ser generosos mesmo sem ser abastados (quem é até entrega, mas sem de nada sentir falta). Foi assim também com os cristãos da Macedônia de quem lemos hoje, que ajudaram os judeus pobres até além da sua capacidade. Creio que tudo começa com o querer, com a vontade de compartilhar. Essa força da vontade não nasce daquilo que temos, mas do que somos. Não visa ao mérito, ou que acumulemos ainda mais, mas que o outro realmente não sinta necessidade. É o pleno exercício da misericórdia e do prazer em ajudar. Claro que Deus não exige de nós que passemos falta para ajudar os outros, e até nos instrui a doar conforme nossas possibilidades, porém o desejo de abençoar pode impulsionar-nos a fazê-lo mesmo além de nossas posses.

Cristo, sendo rico, se fez pobre para que nós pudéssemos enriquecer. Sendo divino, tornou-se humano para sentir nossa pobreza. Teve fome e foi auxiliado, pois não tinha riquezas aqui, mas nem por isso deixou de alimentar a muitos.

Entretanto, quando queremos acumular sem dividir com quem realmente precisa e usufruir sozinhos das bênçãos que Deus nos dispensa, tornamo-nos pobres de fato. Quando desejamos reter o que sobra, fatalmente um outro terá falta, como bem lembra a leitura bíblica: “Quem tinha recolhido muito não teve demais, e não faltou a quem tinha recolhido pouco” (v 15). Afinal, tudo provém de Deus e para ele deve tornar, para que ele disponha de tudo da forma que bem lhe parecer.

Não queira enriquecer, pois aquele que empobrece para que outros enriqueçam é realmente rico aos olhos de Deus. – LFS

Quem vive com Deus é verdadeiramente rico – não importa quanto tenha ou não.

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29 de maio

Título – Tudo novo

Leitura Bíblica: 1 Coríntios 15.35-44.     Se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados (1Co 15.17).

No dia de hoje celebra-se a ascensão de Jesus. No Monte das Oliveiras, em Jerusalém, os discípulos de Jesus olhavam enquanto ele subia ao céu. Naquele momento apareceram dois anjos e disseram: “Por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir” (At 1.11). Ele havia ressuscitado e agora reassumia plenamente sua divindade. Antes disso, Jesus aparecera a eles em um lugar que tinha designado na Galileia e lhes prometeu que estaria com eles para sempre: “Estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28.20). Essa promessa de Jesus não foi somente para os discípulos que estavam com ele ali, mas para toda a sua Igreja através dos tempos. E Jesus podia dizer isso porque estava vivo. Assim, ele está perto de mim e de você porque sua ressurreição é uma realidade que não se pode mudar – e se não houvesse ressurreição, nossa fé nada valeria e não estaríamos reconciliados com Deus.

O que dá significado ao cristianismo é o fato de que Jesus não permaneceu numa sepultura fria de um cemitério em Jerusalém. Ele vive e está bem perto de você. A ressurreição, portanto, é parte integrante da nossa fé em Jesus Cristo. E porque ele ressuscitou, nós, os cristãos, também ressuscitaremos. Receberemos um novo corpo espiritual. Ao escrever à igreja de Corinto o texto que lemos hoje, Paulo ilustra como será essa ressurreição aplicando a figura do lavrador que lança a semente no campo. Muitos cristãos gostariam de saber como será esse evento. Não iremos para um “reino dos mortos” ou para um lugar onde a alma será libertada, como diziam os filósofos gregos. Paulo nos ensina que teremos um novo corpo, como uma planta que nasce da semente lançada na terra. Assim será com todos aqueles que confiam sua vida a Jesus. – JG

Para o cristão, a esperança não é a última que morre: ela permanece viva com Jesus.

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28 de maio

Título – Lamentações

Leitura Bíblica: Lamentações 2.11-19.            Meus olhos estão cansados de chorar … meu coração se derrama porque crianças e bebês desmaiam pelas ruas da cidade (Lm 2.11).

O texto de hoje faz parte de uma coleção de poesias que tradicionalmente são atribuídas ao profeta Jeremias. Alguns creem que ele teria escrito estes versos chorando – e daí viria o nome do livro – ao recordar-se da destruição da cidade de Jerusalém pelos babilônios. Vemos que a situação era tão terrível que as crianças desmaiavam nas ruas por não ter o que comer. Hoje lamentamos muito ao perceber que tantas crianças, adolescentes e jovens também passam fome, enquanto outras estão se autodestruindo na tentativa de satisfazer os seus desejos. A juventude vai para as “baladas”, que reúnem pessoas de todas as classes sociais em todas as regiões do nosso querido Brasil, principalmente nos finais de semana. Em meio a tanta gente em busca de uma alegria passageira, encontramos uma incontrolável disseminação das “obras da carne” descritas em Gálatas 5.19-21.

Em certa ocasião participei de um projeto, realizado por um grupo de cristãos, denominado “Madrugada com Carinho”, que acontecia às sextas-feiras em uma praça histórica de Fortaleza/CE. Ali o meu coração se derramou ao perceber que inúmeros sem-teto possuíam nomes extraídos da Bíblia e conheciam os caminhos do Senhor; contudo, por conta das “baladas”, estavam longe de Deus, de seus familiares e da sociedade. Naquele dia pude conhecer e ajudar uma menina de rua de apenas 14 anos de idade, usuária de todos os tipos de drogas possíveis, que saíra de casa há dois anos após uma simples balada. Para a glória de Deus, vidas como a dessa menina têm sido transformadas com a ação restauradora de Jesus. Não podemos nos acomodar enquanto muitas pessoas passam por necessidades ou comprometem sua saúde em busca de prazer. Vamos orar pela vida desses brasileirinhos e fazer o que for possível para ajudá-los! – DMS

A melhor maneira de ajudar alguém que sofre é apresentar-lhe Jesus, o único que restaura vidas.

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27 de maio

Título – Mentiras

Leitura Bíblica: Isaías 30.9-14.   Quando disserem: ‘Paz e segurança’, a destruição virá sobre eles de repente (1Ts 5.3a).

Curioso: todos concordam que mentir é mau. Por que, então, se mente tanto? Parece até mais provável ouvir mentiras que a verdade, tanto que a desconfiança é geral. É que todos estamos sujeitos a mentir de vez em quando, ainda que muitas vezes só para nós mesmos. Esta mentira é a pior – e quando enganamos os outros, ela sempre vem junto. Pois se sabemos que mentir é ruim e, ao pregar uma mentira em alguém, fazemos de conta que desta vez ela é boa, enganamos a nós mesmos – e assim, aos poucos, perdemos a noção do certo e do errado. Todavia, muitos não percebem isso porque os danos demoram e às vezes nem aparecem, ou melhor, aparecem só para o alvo da mentira, e este é o outro.

As mentiras que pregamos em nós mesmos parecem-se com uma ocorrência que acompanhei há tempos. Na divisa de uma quadra de esportes havia um muro de tijolos bastante alto, rebocado só por dentro. Depois de tomar chuva por décadas, numa reforma descobriu-se que o muro simplesmente sumira, sobrando só o reboco. Qualquer bolada nele poderia derrubá-lo sobre os jogadores. Notou a semelhança com a leitura bíblica de hoje? Ela compara a um muro como aquele a pessoa que diz: “Tudo bem! Deus? Se ele existir, deve estar feliz comigo: sempre agi direito, não devo nada a ninguém”. Sabe quem pode dizer se está tudo bem entre nós e Deus? Ele, não nós! Nosso palpite não passa de um muro (uma defesa) podre, cujo entulho vai desabar sobre a nossa cabeça a qualquer momento. Mas antes que acabe essa “paz e segurança” ilusória (veja o versículo em destaque), há também uma boa notícia logo adiante da leitura bíblica – veja também os versículos 15 e 18 de Isaías 30.

O muro daquela quadra não chegou a desabar. Foi visto a tempo e refeito. A sua vida de “gente direita” ainda está em pé. Até quando? Vai deixar por isso mesmo? Ou vai encarar a verdade e deixar Deus reconstruí-la? – RK

Nosso arrependimento derruba o muro podre; a compaixão de Deus o reconstrói firme.

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26 de maio

Título – Queixas

Leitura Bíblica: Números 11.1-15.    Quantas vezes [os israelitas] mostraram-se rebeldes contra [Deus] no deserto e o entristeceram na terra solitária! (Sl 78.40).

Presenciando milagres, os israelitas deixaram o Egito, onde eram escravos. Agora, guiados por Deus, seguiam em direção à Terra Prometida. Tal peregrinação não era fácil e o povo começou a reclamar. Estavam enjoados de comer maná todos os dias e lembravam-se dos sabores experimentados no Egito. Na verdade, queriam voltar para lá: preferiam seguir as ordens do faraó e ser alimentados por ele. Moisés levou a crítica para o lado pessoal e reclamou também: por que Deus o escolhera como líder, enfim? Com suas queixas, todos diziam a Deus que ele fizera tudo errado. Não queriam mais fazer parte de seu plano. Canaã não era mais tão atraente agora que sabiam como era difícil chegar lá.

Quantas vezes nós agimos como eles? Entregamos nossa vida a Cristo e somos libertos da escravidão do pecado. Iniciamos nossa peregrinação rumo ao céu. Então surgem as dificuldades. O deserto é imenso, queremos experimentar coisas diferentes e reclamamos: “A vida antes era melhor. Por que servir a Deus? Ser cristão é uma carga difícil de suportar!”

Quando nos queixamos, a fé fica de lado. A gratidão, também. Não percebemos o que Deus está fazendo nem o que ele pode fazer. Só nos concentramos no problema – como Moisés, que achava que ele teria de providenciar carne para milhares de pessoas (v 13 e 21).

Deus foi misericordioso e deu ajudantes a Moisés e carne ao povo. Demonstrou seu amor e também seu poder. Mas nem sempre ele resolverá nossos problemas. Da mesma forma que os israelitas tiveram de continuar caminhando no deserto e comendo maná, muitas vezes as circunstâncias permanecem. Que o texto de hoje nos ensine a ter fé e deixar a queixa de lado. Antes de reclamar, ore. Entregue a situação a Deus: ele o ajudará a viver apesar dos problemas! – VWR

Aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças (Is 40.31).

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25 de maio

Título – Útil

Leitura Bíblica: Filemom 1.1-25.       Ele (Onésimo) antes lhe era inútil, mas agora é útil, tanto para você quanto para mim (Fm 1.11).

Você acredita que uma pessoa pode ser completamente transformada, a ponto de passar de inútil para útil? Nem sempre é fácil acreditar que seja possível, mas felizmente isso ainda acontece. Trabalho com dependentes químicos há alguns anos e muitas vezes já ouvi a expressão: “Esse aí não tem mais jeito”. Mas, pela graça de Deus, algumas dessas pessoas acabam passando por um processo de transformação tão grande que não parecem mais ser as mesmas. Louvo a Deus, pois essa transformação não é mérito da equipe de profissionais à disposição delas, mesmo que ela seja importante, mas obra de Deus realizada na vida destes indivíduos por meio de Jesus Cristo. “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas” (2Co 5.17). Hoje você leu a história de um homem chamado Onésimo. Seu nome significava “útil”, mas as palavras do apóstolo Paulo mostram que ele não fazia jus a este nome, pois era mais conhecido como alguém “inútil”. Contudo, durante seu período de prisão Paulo pôde falar a este homem sobre Jesus Cristo, sobre o poder que ele tem para mudar a história de vida de uma pessoa. E Onésimo felizmente transformou-se naquilo que seu nome indicava: uma pessoa útil.

Talvez você já tenha perdido a esperança em relação a determinada pessoa, ou, quem sabe, já não acredita mais em si mesmo. Pode ser que alguém já lhe prometeu repetidas vezes que mudaria, ou você mesmo já tenha se prometido isso várias vezes, mas até hoje não experimentou nada além de frustração. Quero convidá-lo a colocar sua esperança naquele que já transformou a vida de milhares de pessoas: Jesus Cristo, que tem poder para mudar a história de qualquer pessoa. Para ele, ninguém é um caso perdido. Jesus sempre pode transformar alguém “inútil” em “útil”. E como é bom quando isso acontece. – MP

Para quem crê em Jesus Cristo sempre há esperança.