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24 de maio

Título – Salvação

Leitura Bíblica: Lamentações 1.1-9.      Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões – pela graça vocês são salvos (Ef 2.4-5).

“Salvação” é uma daquelas noções de que os evangélicos mais falam: dizem que precisamos ser salvos, mas muita gente não sabe bem o que fazer com isso. Salvo do quê? Não estou me afogando, nem nada parecido…

A leitura bíblica de hoje fala de uma cidade que precisaria ser salva (Jerusalém) – e aqui não é preciso explicar do quê: o texto pinta um quadro bem nítido da desgraça dela. Poeticamente, ele compara a cidade a uma mulher – e assim podemos também aplicá-lo a gente como você e eu. De qualquer forma, a triste situação de Jerusalém refletia a situação dos seus moradores.

E qual a causa de tanta desgraça? A reposta está no v 8 – os graves pecados que a cidade cometera. O profeta Jeremias, autor deste poema, insiste em seu livro (logo antes de Lamentações) no que foram esses pecados: o povo abandonara o Deus vivo para levar a vida à sua própria maneira – e os desastres foram o modo de Deus mostrar à sua gente que aquilo não poderia dar bom resultado. Não foi vingança por uma ofensa, mas uma medida educativa para alertá-los e chamá-los de volta a ele, o autor da vida e de todo o bem. É bem possível que, ao ler essas lamentações de Jeremias, você se identifique com ele e sua cidade. Nesse caso, permita-me perguntar: a causa da sua desgraça não é a mesma? No meio disso, a boa notícia é a que está no versículo em destaque: Deus não nos abandona na calamidade – lá no fundo (“mortos”, diz ali: pior que isso não é possível), ele espera por nós para restaurar nossa vida por meio de Jesus Cristo, que veio ao mundo, morreu e ressuscitou para esse fim. Uma boa resposta a essa oferta está no início do Salmo 130: “Das profundezas clamo a ti, Senhor; ouve, Senhor, a minha voz!” O restante desse salmo aponta a saída. Vale a pena ler e aplicá-lo à sua vida! – RK

Deus quer resgatar-nos do fundo do poço – mas também antes de chegarmos lá!

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23 de maio

Título – A glória da fé

Leitura Bíblica: Jó 19.23-24.         Quem me dera minhas palavras fossem registradas (Jó 19.23).

Milhares de anos são passados, e estas palavras estão registradas. E ficarão registradas até a volta do Grande Redentor, que Jó profetizou logo a seguir.

Todas as obras dos fiéis servos do Senhor ficarão registradas. Hebreus 11.4 diz a respeito de Abel, filho de Adão: “Embora esteja morto, pela fé ainda fala”. Esta é a glória da fé. As obras feitas para a glória de Deus ficarão registradas no Livro da Vida. Quantas vezes nos sentimos desanimados pensando que, quando fazemos o bem, aquilo passará em branco. Essa suposição nos causa desânimo em continuar. Mal sabia Jó que suas obras ficariam registradas de forma muito mais sólida do que o material que ele desejou! Muitos benefícios já se perderam por causa dessa visão errada e do desânimo em que resulta.

Outra coisa que nos traz desânimo é a grande visibilidade dos nossos erros, muitas vezes maior do que nossas boas obras. A observação dos nossos pecados proporciona muito maior prazer aos olhos dos que nos cercam do que as virtudes. Isso derruba nosso ânimo na prática do bem. O evangelho tem promessas de prêmio na eternidade para os que levam com fidelidade sua vida com Deus nesta terra. Infelizmente se enfatiza muito por aí a recompensa aqui e agora, o que é falso e pode causar grandes frustrações. O grande ensino dessas palavras está no fato de Deus ter feito muitíssimo mais do que o anseio de Jó. E ele não fez isso só com aquele seu servo, mas fará o mesmo também conosco. Leitor, veja a promessa que Cristo nos fez: “Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus” (Mateus 5.12). – MJT

A busca de riqueza celestial é uma das poucas ambições justificadas pela Bíblia.

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22 de maio

Título – Incêndio

Leitura Bíblica: Provérbios 26.17-28   A língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida (Tg 3.6b).

Recentemente presenciei um incêndio que destruiu totalmente uma casa de madeira. Os proprietários não estavam no local e, quando os vizinhos ao lado perceberam o que estava acontecendo, gritaram pedindo ajuda. Logo foram ligadas mangueiras às torneiras para tentar combater o desastre, mas nada parecia adiantar. O fogo estava tomando proporções cada vez maiores. Mais pessoas foram chegando e todos tentavam ajudar como podiam, mas a casa toda já estava em chamas. Não chovia há tempo na região e a madeira seca era um combustível ideal. O medo era que o incêndio se alastrasse ainda mais e passasse para a casa ao lado. É impressionante como o fogo tem força para devorar tudo o que encontra pela frente, tornando-se incontrolável, ainda mais quando encontra um bom combustível.

Assim também é com a língua quando esta profere maledicências ou verdades distorcidas, um tanto aumentadas (fofocas). Dificilmente alguém precisa se esforçar para falar mal dos outros ou concordar com uma crítica. Às vezes nem é preciso falar: basta emprestar nossos ouvidos – que geralmente estão prontos para escutar comentários da vida alheia – para colocar ainda mais combustível e alimentar fofocas e intrigas. Não fazemos ideia das consequências maléficas que isso pode gerar até que aconteça o pior – e depois ainda questionamos qual foi a causa do desastre. Que nossa língua e nossos ouvidos possam ser usados para apaziguar e amenizar os conflitos ao redor, seja em casa, no trabalho, com nossos amigos ou na igreja. Se mal-empregadas, nossas palavras podem destruir relacionamentos como o incêndio destrói o que houver pela frente. Por isso, fale apenas aquilo que agrada a Deus e que possa levar as pessoas a crescer em sua vida espiritual. – IG

Fogo e língua são um grande bem quando controlados. Caso contrário…

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21 de maio

Título – Celebrai

Leitura Bíblica: Salmo 100.1-5.   Alegrei-me com os que me disseram: Vamos à casa do Senhor (Sl 122.1).

Tenho observado a animação bastante antecipada de muita gente para um certo evento musical. Os ingressos foram comprados com antecedência e já estão esgotados. Há quem venha guardando dinheiro para esse fim há pelo menos um ano; afinal, além dos ingressos há necessidade de hospedagem, alimentação, roupas e transporte. Pessoas se deslocarão de toda parte do país e do mundo para assistir a esse megashow.

Aqueles que participarão comentam com empolgação a oportunidade de estar face a face com seu ídolo. Outros se contentarão em apenas presenciar o show, mesmo que a muitos metros de distância do palco. Os que irão esperam com ansiedade e só falam disso.

Em contraste, alguns cristãos parecem ter perdido a esperança ou se esqueceram da promessa da volta de Cristo. Não se preparam para esse dia. Não demonstram empolgação alguma em ir à casa do Senhor louvar e adorar o nosso Deus que nos fez. É triste perceber que muita gente vai à igreja ou a eventos cristãos como se estivesse indo a um velório ou para cumprir uma obrigação maçante. E muitos desses se empolgavam e se preparavam para os shows e eventos mundanos antes de conhecer Deus.

Agora, porém, lhes falta empolgação para falar de Jesus e de sua volta. E talvez poucos desejem intensamente a chegada do dia em que verão seu Rei face a face.

Precisamos lembrar-nos da maravilhosa graça de Deus sobre nós. Do seu imenso amor e cuidado conosco, demonstrado principalmente pelo seu plano de salvação da nossa vida. Fomos feito por ele e, portanto, pertencemos-lhe.

Não há Deus como nosso Criador. Temos todos os motivos para apresentar-nos a ele com amor e alegria, com um coração verdadeiramente grato, com tudo que há de melhor em nossa vida, nosso mais perfeito louvor e adoração, nossas primícias, pois ele merece infinitamente mais do que o melhor que podemos oferecer. – CPB

Um círculo virtuoso: adorar a Deus por nos alegrar alegra mais e faz adorar mais e…

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20 de maio

Título – Medo

Leitura Bíblica: João 6.16-21.              Os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que ele tenha misericórdia de nós (Sl 123.2b).

O medo é uma das características da vida humana. É a ideia ou sentimento de que alguma desgraça esteja iminente. Nem mesmo aqueles que conviviam diariamente com Jesus deixaram de sentir isso, como vimos no texto de hoje. Eles já deviam estar bem preocupados por estar num barco em meio à agitação do mar da Galileia. Jesus não estava com eles e o vento soprava mais forte. De madrugada (Mt 14.25), eles ficaram realmente apavorados ao ver alguém andando sobre as águas. Os discípulos, aterrorizados, pensaram que fosse um fantasma (Mt 14.26). Jesus teve de se identificar: “Sou eu! Não tenham medo” (v 20). Em Mt 14 lemos que quando Cristo entrou no barco o vento cessou.

Desde o dia em que Adão e Eva desobedeceram a Deus, o ser humano passou a ter medo. Ele pode destruir relacionamentos, criar dificuldades no dia a dia, agravar uma doença e produzir ansiedade. As pessoas constantemente falam do receio de que os negócios não deem certo ou que os filhos façam escolhas erradas. Para elas, o futuro é incerto. Falhamos quando queremos afastar nossos temores por nossas próprias forças: acabamos criando outros problemas para aqueles que estão ao nosso redor. Então, a quem podemos levantar os nossos olhos para vencer o medo? Que tipo de ajuda buscamos? O autor do versículo em destaque era um homem que provavelmente também tinha seus temores. Não sabemos exatamente quais eram eles. O salmo era cantado enquanto os fiéis enfrentavam os perigos durante a viagem a Jerusalém. Ele sugere a todos os peregrinos que estão a caminho da eternidade que levantem os seus olhos para o Senhor, que é o nosso Deus. Ele é o Pastor que nos conduz, está presente e se relaciona conosco, sabe que todos temos medos e entende que não podemos caminhar sozinhos. Devemos, portanto, passar a ele a direção completa da nossa vida. – JG

Quando Jesus está presente, não há motivo para medo.

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19 de maio

Título – Diversão

Leitura Bíblica: 1 João 5.9-12.           Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo (Lc 2.10).

Stanley Jones pergunta no seu livro de meditações diárias “O Caminho” se tornar-se cristão seria mais divertido. A pergunta foi muito oportuna na minha vida.

Quem viveu boa parte de sua vida acorrentado aos prazeres da “carne” (ou seja, a uma vida por sua própria conta, sem a participação de Deus) achando que aquilo seria liberdade, pode mesmo ter a impressão de que a porta e o caminho que conduzem à vida eterna são muito estreitos, tal como Jesus alertou (Mt 7.13-14). Não parece nada divertido. As pessoas não percebem que a alegria proporcionada pela carne é falsa, escravizante e as deixa cegas para a verdade salvadora do evangelho de Cristo.

Consta que, segundo um levantamento estatístico feito anos atrás, entre cem pessoas acima de 45 anos de idade, apenas seis se convertem a Cristo. Por que será? Uma das razões é que, observando os que se dizem cristãos, não veem alegria neles. Concluem que a vida cristã não é alegre e divertida. E realmente há cristãos que vivem amargurados, lúgubres, macambúzios. Não há dúvida que o cristão enfrenta situações de sofrimento. Mas em Cristo ele é mais do que vitorioso. Ele tem por que se alegrar e divertir. Certa ocasião surgiu na igreja que eu pastoreava um casal de bolivianos. Contaram que haviam encontrado o caminho para Deus por meio do missionário Waldomiro Motta. O que lhes chamou atenção foi que, mesmo sofrendo alguma perseguição, o missionário sempre se mostrava alegre e otimista. É inesquecível o testemunho de um jovem que por ocasião do seu batismo disse: “Estou certo de que seguir a Cristo é sempre mais divertido do que ficar preso nas garras de Satanás.” O fato é que, com Jesus, sempre teremos algum motivo para expressar alegria, o que abre campo para um divertimento genuíno. Sem ele, os divertimentos são tentativas toscas de gerar uma alegria que na verdade não temos. – HM

Na vida cristã encontramos amabilidade, jovialidade e segurança mesmo entre tormentas.

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18 de maio

Título – Julgamento

Leitura Bíblica: 1 Reis 21.1-11;16-19.   Cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus (Rm 13.12).

O texto de hoje conta parte da história de Acabe, rei de Israel e casado com Jezabel, que era extremamente má. Juntos, eles desagradaram a Deus com atitudes como idolatria, maus desejos, mentiras e até assassinatos. No episódio narrado, tudo começou com a cobiça (desejo ardente de possuir algo) de Acabe. Não é errado ter sonhos e objetivos na vida, mas um coração cheio de maus desejos leva o ser humano a fazer coisas erradas. Acabe desejou algo que não lhe pertencia – a vinha de Nabote – por estar localizado próximo ao palácio, algo que lhe seria conveniente.

Por um lado, temos o bom exemplo de Nabote, que não quis vender sua propriedade porque a lei divina ditava que sua posse deveria continuar na família (Lv 25.23-28). Já Acabe deveria ter usado sua posição e poder de acordo com a vontade de Deus e possuir ideais que contemplassem os valores e leis estabelecidos por Deus, mas ele fez o que era mau aos olhos do Senhor. Ele usou sua autoridade em benefício particular. É bom conseguirmos coisas que desejamos, mas precisamos seguir o exemplo de Nabote e lembrar que uma boa oferta financeira pode ser interessante, mas o que importa é obedecer ao Senhor.

Acabe foi julgado por Deus devido às suas más atitudes. Mesmo assim, o Senhor foi bondoso para com ele. Depois de receber a terrível profecia de Elias, o rei se humilhou perante a grandeza do Senhor. Por isso, o mal que lhe fora anunciado foi adiado e aconteceu após sua morte. Entretanto, ele terminou seu reinado de forma desagradável, pois sabia que sua descendência seria exterminada da terra. Assim, o julgamento foi efetivado, conforme a palavra do Senhor, e ele colheu as consequências de suas más atitudes.

Um dia, nós também seremos julgados por tudo o que fizemos. Que exemplo você está seguindo – o de Nabote ou o de Acabe? Ainda há tempo de mudar sua atitude e agradar a Deus com sua vida! – MZK

Todos prestarão contas ao Senhor e responderão por seus atos.

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17 de maio

Título – Deus está no controle

Leitura Bíblica: Daniel 1.1-16.  Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel e tivesse simpatia por ele (Dn 1.9).

Conta-se que um ônibus viajava, altas horas da noite, em exagerada velocidade. Os passageiros notavam que um menino dormia no último banco do ônibus. Acordaram o menino e lhe perguntaram como ele podia dormir tão tranquilo, enquanto o motorista dirigia daquela forma. O menino mudou de posição e balbuciou: “Ele é meu pai”.

Daniel e seus amigos agiram como esse menino. Seu povo vivia um momento dramático de sua história, mas eles foram privilegiados pelo orgulho do rei babilônico. Ele iria desfilar seu poder mostrando que era senhor da fina flor da juventude dos povos que seu exército conquistara. Do programa constava oferecerem o que tinham de melhor, para que os jovens tivessem grande desempenho. Mas os quatro israelitas resolveram opor-se à dieta que lhes fora oferecida.

Hoje não é muito diferente daquela época. Muitos têm a cabeça feita pelo querer dos poderosos. Poucos surgem com termos adversativos como “contudo”, “mas”, “porém”. A maioria aplaude decisões antagônicas à vontade de Deus.

Ao receber o pedido, o oficial responsável por eles apavorou-se. O rei pode pedir a minha cabeça, afirmou. Daniel nem titubeou e fez um desafio: um teste de dez dias. Isso é que é crer que Deus está no controle! No texto de hoje, compreendemos que todo aquele terremoto social foi produzido por Deus e que os babilônios eram apenas instrumentos dele. Os jovens judeus surpreenderam seus examinadores e superaram em muito os demais concorrentes.

Os dias de hoje são tão agitados e difíceis como aqueles. Sigamos o exemplo de Daniel e seus companheiros. Deus está no controle, mesmo com o mal nos rodeando por todos os lados. Creia nisso e confie em Deus! – MJT

Em toda e qualquer situação, mesmo que não pareça, Deus está no controle!

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16 de maio

Título – Líderes

Leitura Bíblica: Números 16.1-15.     Aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos (Rm 13.2).

Hoje a democracia é exaltada e há modos de participação popular na tomada de decisões. Não acho isto errado, muito menos defendo regimes autoritários. A questão é que, talvez devido a isso, muitos perderam o respeito pelas autoridades em geral. Não se parece com a história que lemos hoje? Aqueles rebeldes questionaram a posição de Moisés e Arão: “Por que eles e não nós? O que faz com que sejam melhores? Por acaso estão mais próximos de Deus?” Moisés mostrou que eles já eram líderes. Mas estavam descontentes porque queriam mais: mandar.

Pessoas assim não compreendem que a liderança envolve muito mais responsabilidades que privilégios. Não é fácil ser líder: este se torna alvo fácil de críticas e raramente é elogiado. Tem de tomar escolhas difíceis, que às vezes prejudicam as pessoas com as quais têm mais afinidade. Se a liderança é religiosa, raramente ela foi uma escolha da pessoa. Muitos prefeririam não ter tal posição – assim como Moisés, que tentou de todos os modos recusar a tarefa que Deus lhe deu (Êx 3.10-13).

O texto de hoje nos ensina que rebelar-se contra as autoridades é rebelar-se contra o próprio Deus que as estabeleceu, contestando suas escolhas e reclamando de seu plano perfeito (veja o versículo em destaque, que se refere aos governantes). Aos israelitas, a punição foi exemplar. Deus deixou bem claro quem ele queria que liderasse o povo e que não toleraria rebeliões.

Se você ocupa uma posição de liderança, reflita: ela leva as pessoas a adorar a Deus ou elas reverenciam você? E, se você é liderado, tem-se submetido ou vive questionando seu líder? Submissão não significa concordar com tudo, mas temos de nos lembrar que não devemos criticar apenas por rebeldia. Os líderes também estão submissos a uma autoridade maior – o próprio Deus – e a ele prestarão contas. – VWR

A verdadeira liderança consiste mais em responsabilidade que em poder.

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15 de maio

Título – Ainda não

Leitura Bíblica: 2 Timóteo 4.7-8.      Na casa de meu Pai há muitos aposentos. Se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar (Jo 14.2).

Conta-se que um jovem pastor foi enviado para evangelizar o norte da África. Por quase 30 anos cumpriu com fidelidade a sua missão. Casou-se, vieram os filhos e toda a família se empenhou na proclamação do nome de Jesus, e assim várias cidades foram alcançadas pelo evangelho. Finalmente, depois de muitos anos recebeu o comunicado de que deveria se aposentar e retornar ao seu país de origem.

Então todos embarcaram de volta para casa e ele passou a sonhar com a chegada e com uma grande recepção, pois sabia como seus irmãos cristãos amavam o seu trabalho.

Enquanto o navio se aproximava do cais, ele vislumbrou uma multidão esperando. Avistou faixas e pessoas agitando lenços. Até ouvia cânticos e uma banda tocava alegremente! Certamente, pensava ele, os filhos de Deus estavam ali para abraçar a família missionária. Como isto lhe fazia bem! Seria a recompensa para um dedicado filho de Deus.

Então, no momento em que ele e sua família desciam, ele percebeu que as faixas e os acenos eram para um grande artista de teatro que estava a bordo e se apresentaria naquela cidade, enquanto que, para esperá-lo, veio apenas o seu velho pastor. Muito frustrado, perguntou: “Onde estão os irmãos da igreja, os apoiadores de missões? Por que um artista está recebendo tantas homenagens e eu nem uma única manifestação?

O pastor o olhou tranquilamente, abraçou-o e disse-lhe com voz terna e mansa: “Meu irmão querido, fique tranquilo, você ainda não chegou à casa do Pai. A sua recompensa será lá! Esse artista já foi agraciado aqui. Portanto, alegre-se nas promessas do Senhor!” A reação daquele missionário foi bem comum e talvez você e eu reagiríamos da mesma forma, mas a perspectiva do cristão é realmente outra – é a que a Bíblia oferece em Hb 13.14: “Não temos aqui nenhuma cidade permanente, mas buscamos aquela que há de vir”. – NND

Um pouco de espera é um preço baixo para uma recompensa eterna.