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9 de setembro

Título – Lei e graça

Leitura Bíblica: Mateus 23.1-6 e 16-28.                                                                 O pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça (Rm 6.14).

O povo de Deus foi escravo no Egito por quatrocentos anos, em meio a pessoas com costumes totalmente diferentes. Com sua libertação e peregrinação rumo à nova terra, onde habitavam povos de cultura também diferente, fez-se necessária a constituição de leis que regessem o povo para que fosse preservado e não se perdesse, pois, embora sem terra, formavam uma nação e precisavam de uma identidade.

A implementação daquelas leis foi muito problemática, pois deveria ser extremamente minuciosa. Era da competência do sacerdócio exercer, além da função espiritual, a de legislador, juiz e executor de tais leis.

Porém, apesar de santa e perfeita, a lei foi sofrendo desgaste, pois os mesmos que legislavam cometiam pecado, tornando injusta sua aplicação e, sendo rigorosos na lei, esqueciam-se da misericórdia, tão necessária para a compreensão do ser humano.

A graça de Deus não nos impõe mandamentos; seu único mandamento é o amor. A força da lei está na punição; a da graça, no perdão. Não deixarei de agir mal por causa de uma lista de regras, mas por amor ao meu próximo e principalmente a Deus. A lei generaliza porque é igual para todos, focando na atitude e não nas intenções. Já a graça é diversificada por ser singular e incomparável – considera tudo, tanto a prática quanto sua motivação. Jesus curou e colheu espigas num sábado, tocou num leproso e num esquife, foi tocado por uma mulher que sangrava e abençoou-a e deixou de condenar uma outra mulher em flagrante adultério – atos que a lei condenaria. A graça de Jesus superou a lei, estabelecendo outra regra para reger todas as nossas ações: a do o amor manifestado em Cristo quando morreu por todos nós para que ao mesmo tempo a lei fosse cumprida e sua graça derramada sobre a humanidade. – LFS

Em Cristo prevalece a lei do amor.

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8 de setembro

Título – Positivo e negativo

Leitura Bíblica: 1 Timóteo 6.17-21.         A piedade com contentamento é grande fonte de lucro (1Tm 6.6).

Os escritos do apóstolo Paulo frequentemente contrapõem aspectos positivos e negativos. Faz isso porque a vida é assim mesmo. Toda ação correta tem resultados benéficos, toda ação errada resulta em problemas.

No texto que lemos hoje, Paulo recomenda aos ricos que evitem duas coisas negativas. Primeiro, que não sejam arrogantes. A arrogância não é fruto apenas da riqueza. Conversei certa ocasião com um jovem pastor arrogante por ter estudado em um seminário que ele julgava o melhor de todos. Colocou defeito em todos os outros. Só o seminário onde estudara era bom. No entanto, a riqueza favorece a arrogância porque proporciona recursos que outros não têm. Outra atitude negativa que Paulo assinala é depositar esperança nas riquezas. Anos atrás, um Cadillac dava glamour ao proprietário, e hoje?

A seguir Paulo apresenta o positivo. Como é rica a lista! Esperança em Deus. Prática do bem, generosidade. Disposição para repartir – uma virtude rara. Muitos pensam que riqueza é apenas bem material, mas há muitas outras. Quanta riqueza um médico, um professor, um juiz, um bom pedreiro, mecânico, motorista, um chefe de família têm para repartir! Um jovem estava desanimado por dificuldades financeiras e um fora que havia recebido da namorada. Seu pastor o consolou dizendo: “Você está chorando a perda da prata, mas Deus lhe reservou o ouro!” Anos depois, lembrando-se das palavras do seu antigo pastor, cumpriu o seu sonho com um excelente casamento e realização profissional maior do que poderia ter imaginado. Despertar a fé não é distribuir riquezas? Paulo considerava a piedade – ou seja, a atitude de levar a vida sob a direção de Deus – um grande valor, e recomenda a Timóteo que a guarde cuidadosamente – um precioso conselho para cada um de nós. – MJT

A presença de Deus é que torna positiva a vida que sem ele seria negativa.

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7 de setembro

Título – Dedicação

Leitura Bíblica: Esdras 6.15-18.         Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não oferecerei ao Senhor, o meu Deus, holocaustos que não me custem nada… (2Sm 24.24).

O povo de Deus havia sido levado ao cativeiro babilônico e muitos anos depois tem a oportunidade de retornar para sua terra e reconstruir a cidade e o templo que haviam sido destruídos com a invasão de Nabucodonosor. Quando o templo foi concluído, o povo faz uma festa de dedicação do novo templo.

A experiência do retorno dos exilados e da reconstrução do templo nos faz refletir sobre a nossa postura em relação a Deus. O povo já tinha o mais importante: o relacionamento com Deus. Mas não se contentou com isso. Em vez de apenas receber ajuda de Deus, escolheu dedicar o novo templo ao Senhor, reconhecendo que era algo que ele mesmo lhe dera. Se você já tem um relacionamento com Deus, o que e quanto você está disposto a dedicar à obra dele? E não estamos falando apenas em termos financeiros. O texto também diz que as pessoas foram organizadas em grupos para o “serviço de Deus em Jerusalém”. Quando se trata de oportunidades missionárias, projetos sociais e atividades da sua igreja, você se envolve pessoalmente, com suas habilidades, capacidades, recursos, tempo, influências, etc.?

Deus não depende de nós para cumprir a sua vontade neste mundo. Também não se trata de retribuir a Deus pelo que ele fez por nós. Isso está totalmente fora do nosso alcance. No entanto, ele nos permite participar desta grande obra, usando os recursos, o tempo, os talentos e as habilidades que ele mesmo nos deu. No versículo em destaque, o rei Davi recusa o presente (bem intencionado) de um súdito, que lhe economizaria um bom dinheiro na construção de um altar para Deus. Mas Davi não quis adorar a Deus à custa de outra pessoa: preferiu investir o que era seu. Ninguém é forçado a dedicar seus bens, suas forças e seu tempo a Deus – mas que grande privilégio é poder fazer isso! Não perca esta oportunidade. – MZK/CK

Deus pede somente que você faça o melhor que pode (Robert Benson).

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6 de setembro

Título – Obras não resolvem

Leitura Bíblica: Atos 10.1-16.                  As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus (At 10.4b).

A história da conversão de Cornélio revela muito a respeito da relação entre fé e obras (atitudes). Como cristão protestante, esta história sempre me gerava certa crise. Afinal de contas, é um consenso entre os protestantes que nossa justificação diante de Deus vem somente pela fé, independente de esforços (obras – Rm 3.28; 4.6). Então, por que Deus enviou um anjo para comunicar a Cornélio que suas obras (orações e esmolas) “subiram para memória diante de Deus”? Analisando o texto, a resposta está na continuidade do diálogo do anjo com Cornélio, mandando-o chamar Simão Pedro.

Ou seja: Se Deus levava em consideração as boas ações de Cornélio e se estas fossem suficientes para sua entrada no céu, por que “moveria céus e terra” para que ele ouvisse o que o apóstolo Pedro tinha a lhe anunciar? E o que este tinha a dizer? Era a boa notícia (evangelho) da paz com Deus da qual Cristo é o autor (v 36).

De fato, se houvesse alguma possibilidade de um homem reconciliar-se com Deus por meio de boas obras, este homem seria Cornélio. E a história de seu zelo e de sua necessidade de conversão está registrada no livro de Atos dos Apóstolos para deixar ainda mais claro que todos, sem exceção, carecem da misericórdia e da graça de Deus para serem salvos da morte espiritual (Rm 2.4). Outro detalhe na história de Cornélio que revela o quanto ele carecia do conhecimento de Deus aparece quando Pedro se encontra com ele e Cornélio imediatamente se prostra e adora Pedro (v 25). A esta atitude, Pedro o levanta do chão e corrige sua noção imperfeita do que importa para Deus (v 26).

Seríamos nós também Cornélios querendo conquistar Deus com nossos bons esforços? Aqui fica claro que ele quer mesmo é que aceitemos o presente do seu perdão por meio dos méritos de Cristo. – ALS

“Todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça” (Rm 3.23-24 ARA).

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5 de setembro

Título – Ricona

Leitura Bíblica: Tiago 5.1-6.                   A riqueza de vocês apodreceu, e as traças corroeram as suas roupas (Tg 5.2).

Minha sogra é uma pessoa muito simples, de hábitos espartanos; o pouco que possui lhe possibilita uma vida simples, porém decente. Há algum tempo, certo parente comentou com alguém que ela é “ricona”, quando na verdade ela só tem um pouco mais que esse parente; é por isso que ele a considera rica. Acho que é assim que a coisa funciona: rico é quem tem mais do que eu. E se “rico é quem tem mais que eu”, dificilmente alguém admitirá ser rico. Isto pode fazer com que a gente leia passagens como a de hoje (na qual Tiago fala duramente contra os ricos) achando que ela não se aplica a nós, mas a “eles”. Mas ela se aplica a nós sim, e muito, pois todos somos ricos em relação a quem tem menos ou está em condição fragilizada!

Tiago fala basicamente de dois problemas: primeiro, explorar quem está em posição de fraqueza. Isto não ocorre apenas quando se é um poderoso empresário, mas no dia a dia, quando agimos de forma avarenta ao pagar por serviços ou nos aproveitamos de alguém “apertado” para arrancar-lhe um negócio por muito menos que o valor real. É tecnicamente honesto, mas indigno de um cristão.

Outro assunto tratado neste texto é a mania de acumular. Recentemente, estes versículos martelaram minha consciência, quando descobri quantas coisas eu tinha guardado (estragando) que há muito poderiam ter sido doadas – sempre há alguém com menos do que eu. Deus supre o necessitado, mas frequentemente o que é necessário para atendê-lo está em nossas mãos, e nós nos enganamos achando que isso nos pertence. Se ainda existe gente sofrendo a falta do essencial, é porque aquilo que o Senhor colocou em nossas mãos para atender o pobre está sendo retido – e apodrecendo. E essa podridão é contagiosa – pode apodrecer também o coração. – MHJ

Que Deus aja em nós para nos livrar da avareza.

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4 de setembro

Título – Decisão

Leitura Bíblica: Mateus 16.1-4.         Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito (Pv 16.2).

Muitas pessoas já pediram algum tipo de sinal ou revelação de Deus para confirmar realmente a existência dele. Algumas são atendidas e outras não.

Em certa ocasião, alguns membros de dois dos partidos político-religiosos mais importantes da época de Jesus, os fariseus e os saduceus, se aproximaram dele e lhe pediram um ‘sinal do céu’. Mas Jesus lhes respondeu: “Vocês entendem de meteorologia e não entendem de sinais dos tempos?” Não lhes concedeu o seu pedido. Pelo contrário, disse-lhes que “uma geração perversa e adúltera pede um sinal milagroso, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas” (v. 4).

Por que Jesus não lhes concedeu o ‘sinal do céu’? Primeiramente, porque era contrário à sua missão. Ele não veio para satisfazer caprichos pessoais. Em segundo lugar, se Deus se revelasse desta forma a uma geração perversa e adúltera, ou seja, infiel a Deus, antes poderia haver juízo do céu do que um sinal. Por último, Deus nunca se revela em resposta a uma tentação ou prova. Os fariseus e saduceus já sabiam e tinham conhecimento da existência de Deus e de sua atuação ao longo da história da humanidade. Por isso não haveria mais necessidade de pedir provas a respeito dele. As revelações de Deus sempre exigem uma decisão, um posicionamento. O sinal de Deus não admite ficarmos neutros ou em cima do muro. Não nos permite permanecer apenas como meros observadores, como quem verifica se vai chover ou não.

Não sei o quanto você sabe ou conhece de Deus. Mas ao pedir um sinal do céu, você somente será atendido se tiver a predisposição de lhe obedecer. Deus não emite sinais apenas porque nós humanos temos vontade. Quando ele o faz, tem algo de muito extraordinário em mente. – VS

Antes de pedir um sinal, sinalize obediência para Deus.

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3 de setembro

Título – Satisfeitos

Leitura Bíblica: Neemias 8.1-12.           Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá (Ne 8.10c).

Em nossa vida enfrentamos crises – sejam elas econômicas, familiares, sociais ou espirituais. A reação mais comum nessas situações é deixar-se levar pelo desânimo e pela tristeza, e ficar deprimido. O povo de Israel também vivia momentos assim depois de ter passado décadas exilado na Babilônia. Quando retornou à sua terra, encontrou-a devastada. Esdras, o sacerdote, e Neemias, o governador, estavam à frente do povo para liderar a reconstrução. E, por causa da desobediência de Israel, que abandonara Deus, a tristeza tomou conta de todos quando se reuniram para ler a Lei do Senhor. Eles olharam para sua própria situação, perceberam a grandeza de seu erro e choraram por ele. Mas logo foram advertidos a parar com aquele pranto. Não era hora de tristeza. Aquele era um dia de festa por ser consagrado a Deus e eles deveriam alegrar-se por isso. A alegria seria a força para que pudessem enfrentar o que viria pela frente. A lição deste texto é que devemos buscar ser sempre alegres. Mas como ter alegria se tudo contribui para a tristeza? Uma rápida pesquisa sobre a palavra alegria pode esclarecer isso. Um dicionário diz que ela significa, entre outras coisas, contentamento e satisfação. Ou seja, ela não depende das circunstâncias, mas da posição que se toma em relação a elas. Paulo, falando dos momentos pelos quais passou, tanto de necessidades quanto de fartura, diz que aprendeu a estar contente em qualquer situação, pois o Senhor o fortalecia (Fp 4.11-13). Tinha coisas ruins para enfrentar, mas estava satisfeito com tudo que lhe acontecesse. Essa satisfação é o que precisamos cultivar no nosso interior. Quando somos gratos mesmo não tendo tudo o que queremos, tornamo-nos pessoas alegres. Se a circunstância é ruim ou se desagradamos a Deus, lembremos que o nosso Senhor é maior que tudo isso. Vamos olhar para ele e nos alegrar! – EB

Ser alegre é estar satisfeito em qualquer situação.

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2 de setembro

Título – Céu

Leitura Bíblica: Apocalipse 22.1-5     [Na Nova Jerusalém] jamais entrará algo impuro, nem ninguém que pratique o que é vergonhoso ou embaraçoso, mas unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro (Ap 21.27).

Numa manhã de primavera saí para a minha caminhada costumeira. Depois de algum tempo andando no bairro, cheguei a um parque onde há um banco para o descanso. Geralmente não paro para descansar, pois já não estou muito longe da minha casa. Mas naquela manhã uma idosa estava ali sentada, tendo ao seu lado um andador. Quando me viu passar, cumprimentou-me com um sorriso largo. Detive-me ali ao seu lado por alguns instantes e ela começou a falar: “Que dia lindo! Veja as flores coloridas, o lago e este parque com tanta beleza! Sentei-me aqui para tomar um pouco desse sol maravilhoso”. Disse-lhe então que outro lugar mais bonito do que este era somente o céu. Ela bruscamente respondeu: “Céu! Não, não existe. Eu quero viver é aqui mesmo e aproveitar todos os momentos desta vida. Não! Não creio no céu”. Confesso que fiquei completamente surpreso, e nada mais pude falar com aquela senhora. Continuei a minha caminhada pensando em tantas pessoas que têm a mesma opinião daquela pessoa sem Deus, sem esperança ou futuro. O texto de hoje é parte da descrição bíblica de como será a vida no céu (leia também o capítulo 21 de Apocalipse). O cristão, reconciliado com Deus por meio de Jesus Cristo, pode ter a certeza absoluta da existência do céu, pois é nela que tem o seu futuro assegurado, a esperança concreta reservada nos céus para aqueles que têm fé em Jesus Cristo (Cl 1.5). João escreveu que quando o Senhor se manifestar “seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é” (1Jo 3.2). A vida aqui na terra passa, mas para os que servem a Deus permanece para sempre a certeza da existência eterna com Jesus no céu. – JG

Viver com Deus agora já antecipa as maravilhas eternas do céu.

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1º de setembro

Título – Bênçãos da obediência

Leitura Bíblica: Deuteronômio 28.1-8    Se vocês obedecerem fielmente ao Senhor, seu Deus, e seguirem cuidadosamente todos os seus mandamentos que hoje lhes dou, o Senhor, o seu Deus, os colocará muito acima de todas as nações da terra (Dt 28.1).

Deus escolheu o povo de Israel como seu “porta-voz” para a humanidade. Para isso, deu-lhe uma legislação. O livro de Deuteronômio, do qual lemos hoje, é conhecido como o livro da “segunda lei”. Não que Deus tenha dado duas leis ao seu povo, mas é uma repetição que confirma e reforça a importância dos seus mandamentos. Ainda assim, tanto Israel como nós tendemos a desobedecer-lhes – comportamento conhecido como “pecado”.

A insistência em que ele, Deus, é Senhor, é de imensurável importância. Significa que Deus é eterno e está presente em toda parte. Não há como escapar dele: lá na frente o encontraremos, seja para nos premiar, seja para um doloroso acerto de contas. Neste texto Deus nos revela a sua gloriosa misericórdia. Se obedecermos, a bênção será automática.

A bênção os acompanharia no campo, os casais seriam férteis, os rebanhos se multiplicariam, o trabalho no lar seria bem sucedido, e Israel seria como José, um dos seus patriarcas, que era bem-sucedido em tudo no que ele punha a mão (confira em Gênesis 39.2,23). No Antigo Testamento há muitos exemplos daquele pequeno povo prevalecendo sobre outras nações. Incrível!

A promessa de bênção para os que obedecem perdura até hoje, mas desde que Cristo veio para incluir nela todos os povos e não apenas Israel, a bênção adquiriu outra dimensão. Enquanto a obediência no Israel de ontem trazia paz coletiva, a bênção de hoje é a paz presente no coração dos que obedecem. Embora o cristão participe de todas as dificuldades típicas do ambiente em que vive, essa paz lhe proporciona uma vantagem que acaba por se refletir em uma vida bem melhor que a da média. – MJT

As bênçãos de Deus por nossa obediência a ele são a base para uma vida feliz e cheia de sentido.

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31 de agosto

Título – Oportunidade

Leitura Bíblica: Gênesis 42.1-3, 35-38.                                                     Enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé (Gl 6.10).

Você se considera uma pessoa honesta e íntegra? Sua honestidade já foi provada por alguém? José havia passado por uma experiência difícil com seus irmãos e, quando se reencontra com eles, dá a impressão de que os submete a testes. Mas o que José fez teve principalmente a intenção de poder rever toda a sua família. Apesar do passado, José buscava ter um momento para mostrar a todos que os havia perdoado e que queria tê-los junto de si novamente. Mas é interessante que, quando os irmãos de José foram presos, o que lhes veio à mente foi justamente o episódio do passado. Aquilo que eles haviam feito de errado (Gn 42.21) ainda lhes pesava no coração.

A atitude de José é comovente. Quando ele vê seus irmãos, não pensa em julgá-los ou se vingar, mas lhes dá uma nova oportunidade de resolverem seu passado. Oferece-lhes uma nova chance para agirem com honestidade e integridade. Infelizmente, nem sempre isso acontece: muitas vezes agimos de forma indigna com nossos irmãos e depois não temos mais a possibilidade de consertar os nossos erros. Mas Deus é misericordioso e quando sinceramente desejamos regularizar nossa situação perante ele e o próximo, Deus não fica alheio, mas nos ajuda. Talvez a caminhada para chegar a esse momento seja dura e cheia de provas como consequência do que fizemos. Entretanto, precisamos estar preparados e se Deus conceder nova oportunidade para arrumar a nossa vida, agir consertando o que for necessário. Não é fácil para o ser humano reconhecer suas falhas; esta atitude exige coragem e um coração humilde diante dos fatos. Mas se Deus permitir e você precisar resolver alguma questão, aproveite o momento e traga alívio para sua vida. Lembre-se também de ser como José e dar oportunidade aos outros para que fiquem em paz com o Senhor e com você. – MZK

Vingança elimina o ofensor; perdão elimina o mal e recupera o ofensor.