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📖 Palavra de Sabedoria

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Reflexão 📖

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1º de dezembro

Título – Escravo

Leitura Bíblica: Romanos 7.7-11    Sabemos que a Lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado (Rm 7.14).

Assistindo a um telejornal, ouvi uma cantora referir-se à sexua­lidade dizendo que deveríamos ser respeitados de maneira que pudéssemos agir como pessoas naturais. A pergunta que me veio à mente é: como agimos naturalmente? Por qual caminho andamos seguindo o que nos é natural? Aproximamo-nos de Deus ou nos afastamos dele? Se buscarmos a resposta na palavra de Deus, vamos encontrar aquilo que talvez não gostamos de ouvir: “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um se voltou para o seu próprio caminho…” (Is 53.6). É isto o que a Bíblia chama de pecado. O versículo em destaque é ainda mais contundente. Ele traz a realidade da condição humana. Eu não pertenço mais a mim mesmo, pois fui vendido como escravo ao pecado. O apóstolo Paulo conhecia muito bem a realidade da escravatura, muito comum em seu contexto de vida. Um escravo não tem liberdade para fazer o que ele mesmo deseja, mas apenas executa aquilo que o seu senhor lhe ordena. E assim é o ser humano em relação àquilo que desagrada a Deus. Mesmo que lutemos contra o pecado, ainda assim pecamos, pois por natureza estamos vendidos a ele. E, ao agir naturalmente não vamos buscar aquilo que agrada a Deus, mas aquilo que lhe desagrada.

E como sabemos que somos pecadores? A própria Palavra de Deus nos revela a nossa total incapacidade de obedecer a Deus. É só olhar para os mandamentos e veremos como somos falhos no seu cumprimento. Agindo naturalmente jamais conseguiremos cumprir a lei de Deus. E, nesse caso, só nos resta uma alternativa: Jesus Cristo. Por meio da sua morte ele pagou o preço da nossa escravidão. Somente ele pode nos resgatar da nossa condição de pecadores e nos dar uma nova vida. Somente ele pode transformar nossa mente e o nosso coração de maneira a não agirmos naturalmente, mas conforme a vontade de Deus. – MP

Jesus Cristo é o único que pagou seu resgate. Somente nele você é livre.

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30 de novembro

Título – O mais importante

Leitura Bíblica: Colossenses 3.12-17.    Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou (Cl 3.13).

Uma mãe e seu filho de oito anos conversavam alegremente. Ela resolveu aproveitar para lembrar alguns valores da vida e perguntou-lhe “qual a parte mais importante do corpo”. O garoto respondeu sem pensar muito: “Os pés”. A mãe o abraça e diz que não, explicando que há pessoas sem pés que têm uma vida bem produtiva.

Num outro dia ela abraça o filho antes de dormir e novamente pergunta qual a parte mais importante do corpo. Já meio sonolento, ele responde: “Os olhos”. Novamente ela diz que não, pois há pessoas que não enxergam, mas têm uma vida admirável. Mais tarde perguntou-lhe de novo a mesma coisa. Agora o filho, já aborrecido com aquilo, devolve a pergunta à mãe. Ela não responde – prefere esperar o momento mais oportuno para dar-lhe a resposta.

Naquela semana, para tristeza de todos, o avô do garoto, pessoa querida e amada, faleceu. A família sofreu, todos bastante abalados e ele, inconsolável, sentou-se inclinando sua cabeça no ombro da mãe. Docemente ela lhe pergunta se já descobrira a parte mais importante do corpo… e quando o garoto já ia mais uma vez tentar responder, ela lhe disse de forma terna, doce e definitiva:

“A parte do corpo mais importante, meu filho, são os ombros! E sabe por quê? Pés, mãos, olhos, ouvidos, coração, pulmão, braços, cabeça, todos são muito importantes. Mas neste momento de dor que estamos vivendo, todos esses membros do corpo são dispensáveis e até mesmo você nem se lembrou deles. Mas onde a sua cabeça está inclinada agora? É por isso que temos ombros e eles são indispensáveis porque servem de suporte para o sofrimento do outro, de apoio nas horas tristes e de consolo nos momentos de perdas e separações. Por isso, filho, use mais seus ombros: ofereça-os a quem precisa.” – NND

“Levem os fardos pesados uns dos outros…” (Gl 6.2).

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29 de novembro

Título – Advogado

Leitura Bíblica: Jó 17.11-16.          Saibam que agora mesmo a minha testemunha está nos céus; nas alturas está o meu advogado (Jó 16.19).

É fácil condenar pessoas que estejam atravessando uma fase de baixa autoestima. Em muitos trechos do livro de Jó, este demonstra estar passando por tal situação. Chega a afirmar que o único lar que ainda espera é a sepultura. Perdera a vontade de viver, mas não é somente Jó que manifesta esse desânimo. Ao longo da minha vida pastoral ouvi muitas vezes pessoas visitadas dizendo a mesma coisa, principalmente enfermos em fase terminal ou doentes há muito tempo.

O livro de Jó traz uma rica lição para os seus leitores a respeito deste assunto. Jó ainda não conhecia Jesus, mas o versículo em destaque mostra que ele se antecipou à fé dos dias em que os apóstolos passaram a falar dele. “Nas alturas está o meu advogado”, afirma. Confira sobre isso 1 João 2.1, onde Jesus aparece como o advogado que Jó esperava. Jó desejou e creu que, se ele fosse o culpado de seus sofrimentos, Deus providenciaria no seu infinito amor um defensor para ele. Se Jó, cuja integridade é tão destacada no relato sobre ele (Jó 1.1, 8), precisava de um advogado quando comparecesse perante Deus, que se pode dizer dos demais seres humanos?

No verso 16 do nosso texto, Jó anseia por esperança e pergunta angustiado: “Desceremos juntos ao pó?”. Ele não vê esperança para a hora da morte, mas sente necessidade de um companheiro que o acompanhasse na travessia.

Jesus, nosso advogado, também é o que nos acompanha para o outro lado. Nossos amados, parentes e amigos nos deixam na sepultura e depois se afastam. Ao malfeitor na cruz, Jesus afirmou: “Eu lhe garanto: hoje você estará comigo no paraíso” (Lc 23.43). Jesus Cristo é o remédio para nossa autoestima em queda. Nossas crises são temporárias: elas se afastam quando nos lembrarmos de quanto ele nos ama. – MJT

“Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades…” (Is 53.4).

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28 de novembro

Título – Erro por ignorância

Leitura Bíblica: Mateus 22.23-33.     Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras… (Mt 22.29).

Fazemos questão de apresentar esta meditação porque infelizmente hoje em dia há muita gente usando os púlpitos das igrejas pregando qualquer coisa, sem que haja confirmação na Bíblia ou questionamentos por parte dos ouvintes. Muitas afirmações feitas em nome de Deus não têm respaldo bíblico e muitas orações não têm base teológica correta.

Certa vez participei de um encontro de jovens em que o líder de um grupo visitante disse, ao iniciar a reunião: “Irmãos, vamos pedir a presença de Deus em nosso meio”, e começou a orar, dizendo: “Senhor, vem ao nosso meio, desce no meio de nós” e por aí foi por um bom período. No final da reunião chamei aquele jovem em particular e lhe disse: “Você não precisa invocar, nem pedir a presença de Deus onde você está; Deus está em todo lugar em todo tempo”.

Afinal, o que diz a Palavra de Deus? Ela diz assim: “Para onde eu poderia escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá” (Sl 139.7-10). O Senhor Jesus Cristo afirmou: “Onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mt 18.20). 

Portanto, precisamos ter a mesma atitude que tiveram os cristãos de Bereia. Veja o que eles fizeram: “Os bereanos … receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo” (At 17.11). Conferiram as Escrituras para ver se as coisas ditas pelo apóstolo Paulo eram de fato como ele dizia. Há necessidade de espírito crítico diante das pregações que nos são servidas por aí. – MM

Muita tapeação pode ser evitada se examinarmos melhor as Escrituras Sagradas.

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27 de novembro

Título – Compaixão

Leitura Bíblica: Zacarias 7.9-10.         Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor (Mt 9.36).

Diariamente, quando lançamos os olhos ao redor, somos confrontados com numerosos problemas em nossa sociedade. O cristão naturalmente formula em sua mente perguntas para as quais gostaria de ter uma resposta imediata: o que faria Jesus se estivesse caminhando nas ruas de uma grande cidade? O que diria vendo a enorme pobreza, o lixo amontoado, os jovens à procura de drogas? Qual seria sua reação vendo os grandes desperdícios com futilidades daqueles que acumulam fortunas muito maiores do que podem sequer usar? O que diria Jesus diante da precariedade da assistência médica prestada à população, muitas vezes como resultado de corrupção?

Ao ler os Evangelhos, fico a pensar se Jesus, se estivesse andando nas ruas de nossas cidades, não produziria um relato mais ou menos como este: “Jesus visitou muitos países em todos os continentes. O que ele viu nos grandes centros deixou-o muito comovido. Viu milhares de mães morrendo por terem sido infectadas com o vírus da aids; observou crianças órfãs e jovens sofrendo por abandono; notou injustiça, corrupção, maldade e muita pobreza. E então, compadecido, voltou-se aos seus discípulos, aos cristãos em sua Igreja espalhada por toda a terra, e disse: ‘Aprendam o que o pecado faz na vida das pessoas que desprezam o Evangelho. Elas não somente sofrem as suas consequências, mas também fazem com que outros sofram inocentemente. Aprendam também que meus discípulos podem amenizar o sofrimento de tantos desesperados, demostrando concretamente em sua vida diária a compaixão que eu tenho por todos os que sofrem!’” O que responderíamos a isso? – JG

Compaixão é a marca do cristão que deseja ver um mundo com menos sofrimento.