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26 de novembro
Título – Temor ao Senhor
Leitura Bíblica: 2 Samuel 6.1-10. Naquele dia Davi teve medo do Senhor e se perguntou: “Como vou conseguir levar a arca do Senhor?” (2Sm 6.9).
No tempo em que o comunismo dominava grande parte do planeta, a URSS enviou oficiais do seu exército para orientar os soldados angolanos. O governo comunista russo proibia a divulgação da Bíblia. Naquele período hospedei no Brasil um pastor batista angolano. Ele me relatou: “Os oficiais russos compravam nossas Bíblias dizendo: ‘Este livro influencia a conduta moral de quem o lê’. Sem conhecer o Senhor Deus, o homem age como se não houvesse freio. Deus, porém, se faz conhecido – está sempre agindo na terra e, em particular, na vida de cada um de nós. Quando Deus manifestou sua ira pela quebra das leis sobre as coisas sagradas, conforme lemos hoje, Davi decidiu ficar longe da arca sagrada. Nos versos seguintes, sabendo que a família que hospedou a arca foi muito abençoada, ele resolveu o contrário. Trouxe a arca para perto de si. Tentar manter Deus à distância não é solução. Tenho conhecido muita gente que, às vésperas da morte ou sabendo que fora atingida por grave enfermidade, mudou de atitude. Acaba o orgulho, acaba a resistência ao Evangelho. A pessoa fica dócil e ouve a pregação. É claro que, vez por outra, acontece o contrário, a pessoa endurece ainda mais o coração, mostrando revolta. Davi se irritou quando viu a morte de Uzá, que inadvertidamente colocou a mão na arca, mas logo mudou de opinião. Este episódio é rico em orientação para a nossa vida. Há grande perigo em não levar Deus em conta, mas há grande recompensa em fazê-lo e amá-lo. Obede-Edom foi ricamente abençoado nos três meses em que a arca ficou em sua casa. Bem nos diz a Escritura: “Perto está a salvação que ele trará aos que o temem” (Sl 85.9). O temor ao Senhor, ou seja, o respeito e a submissão a ele, nos guarda do pecado, e não há bênção maior nesta vida do que ficar longe do pecado. – MJT
Temer a Deus significa aproximar-se dele, não fugir.
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25 de novembro
Título – Equilíbrio
Leitura Bíblica: Filipenses 1.12-20 Aguardo ansiosamente e espero que em nada serei envergonhado. Ao contrário, com toda a determinação de sempre, também agora Cristo será engrandecido em meu corpo, quer pela vida, quer pela morte (Fp 1.20).
Em qualquer empreendimento humano é preciso contar com antagonismos. Trata-se de posturas de pessoas contrárias ao projeto, a quem o dirige ou ao seu objetivo. Os motivos podem ser muitos, mas sempre prejudicam o andamento daquilo que alguém se propôs a realizar. Na leitura bíblica de hoje, o apóstolo Paulo relata algumas situações desse tipo, e o seu equilíbrio em relação a elas está bem visível. Ele considera que seus sofrimentos redundariam em progresso do Evangelho – cuja divulgação era seu grande projeto. Na prisão, Paulo vivia acompanhado de um soldado. É evidente que este seria evangelizado. Paulo enaltece os irmãos, suas orações, a determinação deles em pregar e que o fazem por amor. Mas havia também os antagonistas. Estes pregavam com motivação falsa, e aí vemos o equilíbrio de Paulo. O que importava para ele era o resultado. Ele transfere a Deus o julgamento de tais pessoas. É admirável como sua visão era positiva. O que levou Paulo a ser alguém tão equilibrado? O objetivo. Seu objetivo era tão grande que as dificuldades se apequenavam. Os obstáculos eram vistos como de menor importância e sempre havia um lado positivo a ser descoberto, mencionado, engrandecido, que produzia alegria em Paulo e louvores a Deus. Podemos dizer que um homem assim é invencível. Sua motivação era totalmente pura. O que importava era Cristo ser engrandecido, agora, já, em seu corpo, pois ele bem sabia que Cristo já estava sendo glorificado pelo Pai por sua obra redentora, bem como por ele mesmo e pelos seus filhos na fé na cidade de Filipos. – MJT
Agora o desafio: Por que não abraçar tal objetivo e alcançar esse equilíbrio?
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24 de novembro
Título – Basta!
Leitura Bíblica: 1 Reis 19.1-8. Levante-se e coma, pois a sua viagem será muito longa (1 Rs 19.7b).
Na sua caminhada com Deus, Elias deparou-se com o desânimo. Depois de enfrentar os profetas de Baal (capítulo 18), desagradando a rainha Jezabel, ele foi ameaçado de morte e, com muito medo, fugiu. Caminhando pelo deserto, Elias avalia sua situação e fica deprimido. Cansado, senta-se debaixo de um arbusto e clama: “Já tive o bastante, Senhor. Tira a minha vida!” (v 4). Em algum momento da vida, todos nós já passamos ou ainda vamos passar por momentos de grande desânimo. São aquelas fases que chamamos de desertos, quando parece impossível dar mais um passo para continuar. A experiência do profeta serve para nos ensinar como agir nessas horas. Pessoas que lidam com a depressão dizem que, nas crises, sentem-se como se estivessem dentro de um buraco escuro, frio e solitário, onde não se pode ver nada. Como elas, Elias não conseguia ver adiante, porque o desânimo cega, tira a visão de futuro e a esperança. Consciente de sua condição, Elias ora, encara a dor e busca Deus para tratá-la. Ele fica parado por um momento, descansa, recupera-se. Nesse tempo, o Senhor envia um anjo para que o alimente antes de ele dormir novamente. Mais tarde o anjo volta, com comida e bebida e com uma mensagem: “Ei, Elias, levante-se! Você ainda tem muito para viver!” As palavras o confortam e animam para que volte a andar. Convencido de que desistir não é a melhor opção, retorna ao seu caminho. Se você está numa situação como a de Elias, quando prosseguir parece não ter sentido, pare um pouco, descanse, alimente sua alma com oração e com leitura da Bíblia. Olhe para o alto, pois quando se está num buraco escuro não há outra saída. Talvez você queira desistir, mas antes ouça voz do Senhor como se lhe dissesse: “Levante-se, meu filho querido. Ainda há muito que viver. Eu amo você e vou trabalhar para que tudo dê certo, não se preocupe. Tenha ânimo, estou com você!”. – EB
Se você não quer mais caminhar, pare um momento e busque novas forças no Senhor.
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23 de novembro
Título – Doação
Leitura Bíblica: Marcos 12.41-44. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo … se não tiver amor, nada disso me valerá (1Co 13.3).
No texto que você acabou de ler, vemos Jesus observando as pessoas colocando suas ofertas numa caixa com esta finalidade. Alguns deram muito dinheiro, outros, como a viúva, deram quase nada. Por que então ela foi destacada por Cristo? Suas moedinhas não fariam muita diferença na contabilidade do templo, mas Jesus não estava preocupado com isso. Ele viu além e por isso valorizou tanto aquela oferta quase insignificante para os demais. Aquela mulher era muito pobre e realmente precisava daquele dinheiro, mas ela consagrou-o a Deus. Que lição de confiança ela nos dá!
E nós, temos facilidade em ofertar? O que Cristo diria de nossas doações? Aliás, com que intenções ajudamos quem precisa? Para que todos vejam como somos caridosos e seguimos uma religião que prega o bem? Será que não sentimos falta de uma câmera filmando nossas boas ações? Doar apenas para aparecer me lembra Mt 6.1-4: quando fazemos o bem, não devemos alardear isso, pois Deus – quem realmente importa – já está vendo!
Deus sabe o que realmente pretendemos quando praticamos boas obras. Ele deseja que ajudemos os outros, mas não com a intenção errada. Como diz o versículo em destaque, posso doar tudo o que tenho, mas de nada adianta se a motivação para isso não for o amor. Esta foi a grande diferença da oferta da viúva: ela queria agradar a Deus, mesmo que com isso ela ficasse sem dinheiro algum. Será que estamos dispostos a tamanho sacrifício por Jesus e pelas pessoas que ele ama?
O Senhor não se impressiona com o valor monetário da nossa oferta, mas valoriza nossa atitude quanto aos nossos bens. Nossa prioridade deve ser usá-los para a glória de Deus, e não apenas para nosso próprio benefício (e aí o perigo é que a riqueza se torne mais importante que os outros e que o próprio Deus).
Então, doe, mas com a motivação correta! – VWR
Deus não vende bênção, mas quer nosso amor e confiança.
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22 de novembro
Título – Irmão mais velho
Leitura Bíblica: Hebreus 2.9-18. Porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, o qual clama: “Aba, Pai” (Gl 4.6).
Perdi meu pai cedo. Tinha oito anos e meu irmão, cinco, quando nosso pai faleceu vítima da doença de Chagas. Desde então, até a adolescência meu irmão e eu brigávamos muito. Sendo o mais velho, achava meu irmão um chato. Ele sempre dava um jeito de se meter na roda de meus amigos, me acompanhar nos jogos de futebol e nos passeios ao shopping. Sua presença me incomodava e envergonhava! O que eu não sabia (ou não queria saber) é que meu irmão desejava que eu fosse o seu herói. Que pudesse dar a ele a atenção, o carinho, o amparo e a amizade paterna que a morte nos tirou. Finalmente percebi como fui cruel. Hoje nos damos muito bem, mas se eu pudesse voltar ao passado muitas coisas teria feito diferente.
Ao contrário de minha atitude no passado, Jesus jamais sentiu vergonha de nos ter como seus irmãos (Hb 2.11). Mais que isso, assumiu a consequência do nosso pecado, enfrentou nossa vergonha e, por mais incômodos que sejamos, ele jamais nos nega sua companhia. Jesus é nosso irmão mais velho! Nosso irmão-herói que pagou um alto preço para que não recebêssemos o castigo de Deus, mas nos reconciliou com o amor do Pai.
Existem muitos irmãos mais velhos que abusam de sua primogenitura. Maltratam seus irmãos, são controladores e querem sempre levar vantagens, principalmente quando o assunto é herança. Ao contrário desse tipo de irmão, Jesus abriu mão de vantagens, fez questão de que todos tivessem a oportunidade de ser co-herdeiros e participantes da glória de Deus. Como é bom poder contar com um irmão assim! – RF
Jesus jamais sentiu vergonha de nos ter como seus irmãos.









