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Espalhados pelo Brasil, há vários quartéis onde os jovens alistados e escolhidos pelo Exército vão para, com disciplina rígida e muitos exercícios, serem treinados na defesa de uma causa: a segurança do nosso país. Paulo usa essa ideia para dizer que os seguidores de Jesus devem agir como soldados, que não se deixam distrair com coisas do dia a dia por estarem totalmente dedicados ao seu objetivo principal. A comparação é boa, pois o cristão enfrenta uma guerra bem real: por um lado, ele quer agradar a Deus, por outro lado, Satanás faz de tudo para derrubá-lo e destruí-lo.
O soldado precisa deixar de lado seus próprios interesses e aprender a trabalhar em equipe, ajudando e sendo ajudado, pois sozinho não conseguirá nada. Da mesma forma, o seguidor de Jesus precisa de companheiros que tenham o mesmo objetivo. O velho ditado “a união faz a força” também vale para aqueles que têm um compromisso com Jesus. Neste “batalhão”, um dá cobertura ao outro, e todos juntos, cada qual em sua função, colaboram para alcançar o mesmo objetivo.
O soldado precisa enfrentar provas duras, para ficar mais forte para o combate. Da mesma forma, o cristão não passa por dificuldades e testes para ser prejudicado, mas para fortalecer seus “músculos” espirituais e manter-se sempre alerta e preparado. Também é preciso lembrar que nossos sofrimentos não chegam nem perto do que Jesus Cristo sofreu inocentemente por nós.
O objetivo do soldado é diferente daquele do cidadão comum, que tem apenas obrigações com a vida civil. O soldado defende uma causa muito maior. Seu desejo é cumprir bem a sua missão e agradar a seu comandante, que o direciona, treina e capacita. Deus deseja ser o nosso comandante. Nós só precisamos nos apresentar como voluntários. Então ele assumirá o comando e o nosso principal objetivo passa a ser agradá-lo. – IG
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