Arquivo do mês: janeiro 2016

Reflexão 📖

31 de janeiro

Agradeça sempre!

Leitura Bíblica: Colossenses 3.13-17 Sejam agradecidos (Cl 3.15b).

Certa vez, quando estava acamada durante um período de enfermidade, assisti a um filme emprestado por uma amiga. Esse filme ensinava que a felicidade não está em ter bens materiais e que as pessoas poderiam ser felizes e agradecidas mesmo não tendo tudo o que se oferece por aí para comprar. Havia uma música que dizia: “A gratidão alegra o coração!” Foi uma lição muito importante naquele momento. Recebi a visita de pessoas queridas que vinham orar por mim. Em uma dessas visitas, parecia que Deus falava comigo, dizendo que eu não devia reclamar do que estava vivendo, e que mesmo sentindo dor deveria dar graças a ele. É impossível esquecer uma coisa dessas: em momentos de sofrimento, seja agradecido! Podemos lembrar-nos de que ainda não está tão ruim como achamos, que há situações muito piores e que nem tudo está perdido. Precisamos compreender que existem momentos ruins, mas eles passam! Graças a Deus, um dia acabam. Sempre acharemos o que agradecer, mesmo nas piores situações.

O texto de hoje apresenta algumas características que os cristãos devem ter e, entre elas, Paulo nos exorta a sermos agradecidos (veja o versículo em destaque). Devemos ser gratos pelo que somos e temos, lembrando sempre: o que sou não deveria depender do que tenho. Não há dinheiro algum que possa pagar meu caráter, meu amor próprio e minha dignidade. Viver constantemente agradecido transforma completamente o dia a dia: não vai existir dia “ruim”, nem “tempo feio”. Posso aprender a agradecer pelo sol mesmo quando não o quero; pela chuva, mesmo que atrapalhe meus planos; por ter o suficiente para viver, mesmo não tendo tudo o que desejo e também pelo que não tenho, e por nem precisar ter! Simplesmente agradecer, em qualquer situação. – ACS/VS

Sejamos agradecidos, mesmo que…

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📖 Palavra de Sabedoria 

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Reflexão 📖

30 de janeiro

Renúncia

Leitura Bíblica: João 8.1-11.          Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido (Tg 1.14).

Renúncia parece nome de romance ou de novela, mas às vezes faz parte da nossa realidade e então é dura. Renunciar a alguma coisa da qual esperamos a felicidade é muito difícil. Renunciar à tentação, àquilo que sabemos ir de encontro ao que Deus quer de nós, é custoso. Dói ainda mais quando observamos o versículo em destaque. Então parece que cai a ficha: somos maus mesmo! Somos pecadores. Temos desejos escusos, vontades profanas, pensamentos odiosos com relação a muitas coisas e a inúmeras situações.

Aquela mulher adúltera de que lemos hoje teve de renunciar àquilo que lhe agradava por querer ter paz com Deus, o que pode ter sido muito difícil, mas note a graça de Deus e o amor de Jesus por ela. Somente quem também já passou por uma situação de renúncia por amor a Jesus pode avaliar o quanto isso é difícil. Julgar quem pecou ou quem está sendo tentado é demasiadamente fácil e está sempre à mão. Basta apenas olhar e já emitimos um juízo saído de dentro dos melhores valores que imaginamos cultivar. Sentimo-nos orgulhosos por sermos possuidores da verdade. Jesus, porém, foi paciente com aqueles que viviam junto dele e tem o mesmo procedimento conosco ainda hoje. Ele compreende nossos muitos pedidos de perdão, misericórdia e graça. Compreende como é difícil renunciar.

Saber disso é reconfortante. Não poder avaliar a dimensão desse amor por nós, mas comprová-lo em nosso dia a dia, tem um quê de sobrenaturalidade. Não sei qual é a luta que você enfrenta hoje, qual a renúncia que talvez seja imprescindível colocar em prática – possivelmente enorme – mas Jesus está nela com você. Ele certamente vai lhe dar forças para você confiar em que, colocando-a aos pés dele, esta será a melhor escolha. Jesus está nessa guerra com você. Ele é quem dá vitória a seu povo. – AP

Quem renuncia a algo por amor a Jesus nunca sai perdendo.

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29 de janeiro
União

Leitura Bíblica: Gênesis 10.31-11.9  Acima de tudo … revistam-se do amor, que é o elo perfeito (Cl 3.14).

Você sabe o que aconteceu no mundo nos séculos depois do dilúvio? Noé e sua família estabeleceram-se, cada filho em uma determinada região, e seus descendentes espalharam-se na terra. Os povos voltaram a se afastar de Deus, a exemplo daqueles destruídos no dilúvio. Como indica nosso texto, uniram-se em torno de um alvo: a construção de uma torre para ganhar fama e unir o povo. Desta vez, Deus interferiu de outro jeito: o meio mais fácil seria confundir a língua única que falavam, para que ninguém mais conseguisse se comunicar. Assim, o grandioso plano de construir a torre fracassou e todos se dispersaram. As famílias desenvolveram-se em etnias separadas, cada qual com o seu idioma. Isso continua até hoje, embora a humanidade nunca se tenha conformado com isso. Há 3.000 anos, o rei Davi já observou que “os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido” (Sl 2.2).

Atualmente também há no mundo movimentos que tentam unir os povos e, com as atuais facilidades de comunicação, alcançar objetivos puramente humanos sem consultar Deus. Satanás, o arqui-inimigo de Deus, faz de tudo para confundir os povos e, segundo o Apocalipse, ainda acabará por promover uma união mundial à força.

Por enquanto, porém, ainda vivemos na era da graça. Deus enviou seu Filho para restaurar a comunhão dos homens com ele e entre si por meio da sua vida, morte e ressurreição. Jesus intercedeu diante de Deus especificamente por essa união (Jo 17.11), não mais por meio de um esforço comum, como os descendentes de Noé, nem por imposição, como prevê o Apocalipse, mas pelo amor de Cristo, conforme diz o versículo em destaque. Para isso é necessário que em todo lugar as pessoas se arrependam, crendo em Cristo como restaurador da vida e da união. Agora faça a sua parte em viver para Cristo, a fim de ganhar alguém. – TL

União por esforço é frágil; união à força fere e mata; união pelo amor de Cristo é fonte de contentamento.

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📖 Palavra de Sabedoria 

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28 de janeiro
Temor a Deus

Leitura Bíblica: Números 1.45-54.    Os israelitas fizeram tudo exatamente como o Senhor tinha ordenado a Moisés (Nm 1.54).

O tabernáculo de que lemos hoje era o santuário do povo de Israel durante o seu tempo de peregrinação. Qual seria a razão de tanto cuidado de Deus com relação a ele? Aquilo fazia parte da primeira lição divina a respeito de santidade. A tribo de Levi possuía uma dignidade especial porque Deus a designou para exercer o sacerdócio – a intermediação entre o povo e Deus. Por isso os levitas acampavam ao redor do tabernáculo e nada lhes acontecia, mas a instrução do Senhor a Moisés, líder do povo, era que o estranho que se aproximasse morreria – uma determinação ao mesmo tempo terrível e gloriosa! Assim, os levitas eram santos, ou seja, separados especialmente para Deus. Também para o cristão a busca de santidade é essencial.

Quando os israelitas perdiam o temor do Senhor (caíam em pecado), Deus manifestava sua indignação com eles. A Bíblia cita vários exemplos, como os casos de Saul (1 Samuel 15), Acã (Josué 7), Davi quando contou os seus exércitos sem ordem do Senhor (2 Samuel 24), além de muitos episódios de reis de Israel que pecavam sem nenhum temor a Deus. O escritor cristão Philip Yancey começa um dos seus livros dizendo: “Trate o pecado como pecado”. O Dr. Thirso Starck, professor de Bíblia, afirmou em uma de suas aulas: “Uma vez que pecamos, liberamos um poder sinistro, destrutivo, sobre o qual não temos mais controle.” Uma advertência dura, mas verdadeira. Em nossa sociedade, o temor ao Senhor é um valor em extinção. A violência que impera em torno de nós é resultado da falta de temor a Deus.

A maioria de nós esquece que nunca pecamos sozinhos. A consequência dos nossos pecados sempre atinge outros. Logo, pecar é sempre falta de amor a Deus e ao próximo, mas santidade é vida, e eis aí um glorioso prêmio. Vida para nós, nossas famílias, nossa comunidade, nossa pátria. Quanta bênção! – MJT

Espalhe vida ao seu redor vivendo em temor e santidade.

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27 de janeiro
Consertos

Leitura Bíblica: 2 Reis 22.1-7.     Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Cristo Jesus (Fp 1.6).

Consertos fazem parte do dia a dia. Às vezes são pequenos e não causam muito incômodo – por exemplo o reparo de uma roupa, um calçado ou um móvel. Outras vezes trazem um pouco mais de transtornos, como o carro que precisa ser levado para a oficina ou reformas da casa que incluem improviso, barulhos, sujeira e desconforto. Consertos são necessários porque algo não está em boas condições e às vezes pode até trazer riscos se nada for feito. Por isso, vale a pena investir tempo, dinheiro e pa­ciência, porque no final o resultado será melhor do que antes, e essa expectativa produz ânimo para suportar esses dias.

Josias assumiu o reinado muito jovem e, diferente de seu pai, manteve um firme compromisso com Deus. Viu que o templo onde o Senhor era adorado estava desleixado e precisava urgentemente de reformas para que o brilho da glória de Deus pudesse resplandecer e o povo se animasse a buscá-lo novamente.

Nós também precisamos diariamente de consertos em nossas atitudes, palavras e personalidade. Para isso, podemos contar com a ajuda de um especialista: Jesus. Ele quer restaurar e arrumar o que está destruído ou em desordem, tornando-nos cada dia mais parecidos com ele. No entanto, não nos força. A transformação que ele opera correrá tanto melhor quanto mais nos dispusermos a obedecer e cooperar, e às vezes pode demorar um pouco mais, tanto que alguém já disse certa vez: “Deus é construtor de vidas e não mágico”. Algumas coisas são fáceis de arrumar, outras custam um preço mais elevado. Todo esse processo pode ser dolorido e exigir bastante trabalho, mas o resultado vale a pena. Quando os ajustes necessários não acontecem, o resultado só pode ser a ruína.

Enquanto estivermos aqui na Terra, sempre haverá algo precisando da ação divina em nossa vida. O que precisa de conserto hoje? – IG

O conserto dos nossos erros por Jesus é parte essencial do nosso compromisso com ele.