Arquivo do mês: janeiro 2016

Reflexão 📖

26 de janeiro
Trabalho

Leitura Bíblica: Gênesis 3.1-20.     Com o suor do seu rosto você comerá o seu pão (Gn 3.19a).

Príncipes, cavaleiros, dragões – estamos acostumados com histórias fabulosas; o perigo é ler a Bíblia achando que a tragédia narrada na leitura de hoje é só mais uma delas, mas o episódio é verdadeiro e extremamente grave. A mídia adoça o termo “pecado” (tudo o que desagrada a Deus) e o faz parecer algo gostoso, mas proibido por um deus desmancha-prazeres. Mas o pecado é hediondo! Ódio, egoísmo, abusos, traições, desamores, guerras, pilhagens, devastações, estupros – tudo isso é consequência direta da arrogância de quem acha que sabe o que fazer em vez de sujeitar-se ao que Deus quer.

Adão e Eva foram criados em posição de honra e colocados para viver em um lugar extremamente aprazível. O homem trabalhava no jardim e podemos concluir que a tarefa dada por Deus (Gn 2.15) era fonte de prazer e realização. Mas, devido ao pecado, muitas vezes o trabalho se torna uma fonte de estresse ou uma obrigação apenas. Espinhos e ervas daninhas não crescem só na lavoura, mas também podem surgir no escritório. Muitos relacionamentos profissionais são permeados de pecado: patrões maus exploram empregados, funcionários desonestos fazem “corpo mole”, há gente usando gente. Além disso, o trabalho pode ser prejudicado por dores físicas e emocionais ou pela ocorrência de inundações, estiagens e pragas. O mundo foi corrompido por causa da rebeldia do ser humano contra Deus.

Todo nosso esforço é insuficiente para restaurar o relacionamento com o Criador. Devemos dar graças a Deus pelo seu amor revelado na cruz, onde o sangue de Jesus Cristo foi derramado para que nossos pecados pudessem ser perdoados. O impossível foi feito pelo próprio Deus, que agora oferece gratuitamente, pela fé em Jesus, o caminho de volta a quem quiser parar de tentar ser autoridade em sua própria vida e render-se a ele. Deus transforma nossa vida e pode agir em nosso ambiente de trabalho ou mudar nossa perspectiva sobre ele. – MHJ

Quem vive com Deus trabalha visando glorificá-lo.

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📖 Palavra de Sabedoria

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Reflexão 📖

25 de janeiro
Reação

Leitura Bíblica: Mateus 9.1-9.     Jesus viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e disse-lhe: “Siga-me!” Mateus levantou-se e o seguiu (Mt 9.9).

No dia anterior àquele em que se passa o episódio da leitura bíblica de hoje, o povo na terra dos gadarenos assustou-se com a autoridade de Jesus e o convidou a se retirar. Jesus cordialmente assim o fez. Tendo atravessado o Mar da Galileia e chegando ao outro lado, a Carfanaum, curou um paralítico e perdoou seus pecados, mas os mestres religiosos presentes reagiram e o acusaram de blasfêmia. Depois disso, Jesus se retira e começa a caminhar para sua casa, mas no caminho encontra um indivíduo chamado Mateus. Aqui não há milagres nem discursos. Só um convite: “Siga-me”. Sem susto, inveja, orgulho ou tentativa de entender, a reação deste foi levantar-se e seguir Jesus. Naquele mesmo dia também almoçou com Jesus.

É interessante observar a reação das pessoas diante daquilo que Deus faz todos os dias – milagres que por vezes não conseguem ver, seja por inveja, orgulho ou incompreensão. De alguma forma, todos os dias você pode ouvir ou ver aquilo que Deus diz ou faz. Entretanto, qual a sua reação diante dessas coisas? Chove e surge vida da terra: um milagre. Faz sol, mas não só sobre você, e assim Deus abençoa a todos. Quem sabe você tenha escapado de um acidente, ou foi livrado da morte. São os milagres de todos os dias. Mas qual será hoje sua reação diante desses milagres? Por meio deles Deus revela sua presença e nos o convida a nos relacionarmos com ele. É interessante que Mateus não precisou ver demônios serem expulsos ou paralíticos andarem. Ele somente ouviu. A reação dele foi levantar-se e seguir. Assim, hoje, Jesus olha para você, e a cada dia o convida a segui-lo também. – DWM

Reaja. Ouça, levante e siga. Relacione-se com Jesus, converse com ele.

Reflexão 📖

24 de janeiro
Justos e ímpios

Leitura Bíblica: Malaquias 3.13-17.  Vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio (Ml. 3.18).

Se você é cristão e dá valor a um procedimento justo, já não terá pensado às vezes que não vale a pena ser fiel a Deus? Afinal, você é honesto, luta com dificuldades e se esforça, mas os resultados nem sempre são satisfatórios. Enquanto isso, nota muita gente que não se importa nada com Deus, é desonesta e falta com seus compromissos, mas parece ter mais resultado e prosperidade que você. Diante dessas observações, é natural que surjam questionamentos tais como: vale a pena ser justo e honesto?

Ao ler hoje o texto do profeta Malaquias indicado acima, você deve ter notado algo semelhante: servir a Deus seria inútil e sem vantagem nenhuma – até parece melhor praticar o mal e desafiar o Senhor.

Outro que sofreu com isso foi Asafe, o autor do Salmo 73. Ele admite que tinha inveja dos arrogantes que prosperavam nos seus caminhos (Sl 73.3).

Se olharmos para os resultados imediatos, parece que o ímpio leva mesmo vantagem sobre o justo, mas diante de Deus tudo muda de figura. A esses que se queixavam em Malaquias 3, Deus dá nos versículos 16-18 uma promessa bem clara caso permanecessem fiéis a ele. Também Asafe descobriu isso. Depois de desabafar toda a sua frustração com o sucesso dos ímpios e de reconhecer que não conseguia entender aquilo, ele se pôs na presença de Deus e tudo mudou. O melhor será você agora ler diretamente a experiência de Asafe no Salmo 73, do versículo 16 até o fim.

Assim sendo, apesar da aparente vantagem dos ímpios, não há razão para se ter inveja deles. Diante de Deus há uma diferença fundamental entre o justo e o perverso, que afetará toda a eternidade. A promessa do Senhor Jesus Cristo aos que lhe permanecerem fiéis é: “Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida” (Ap 2.10). – MM

A grande diferença entre o justo e o ímpio está na eternidade.

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📖 Palavra de Sabedoria

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23 de janeiro
Duas experiências

Leitura Bíblica: 1 Tessalonicenses 4.13-18            Dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus o próprio Senhor descerá dos céus e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1Ts 4.16).

Relatando acontecimentos desagradáveis num programa esportivo, um dos comentaristas afirmou que estava assustado com o que vem acontecendo em nossos dias. Um dos outros afirmou então: “Não estou preocupado, sei que serei arrebatado primeiro”. Pensei: só alguém que está em Cristo pode pensar assim.

Em muitas celebrações de velório, duas gloriosas experiências passam despercebidas pelos pregadores que escolhem o texto da leitura bíblica de hoje para através dele trazer consolo aos presentes. Trata-se da ressurreição e do arrebatamento (ou seja, ser levado para junto de Deus sem passar pela morte). Muitos nem notam, mas a morte os coloca em vantagem aos arrebatados em vida. Cristo foi o primeiro a passar pela ressurreição sem a interferência de terceiros. Em virtude disso ele recebeu o título de “primogênito dentre os mortos”. As ações divinas são sempre acompanhadas de justiça e amor. Quem viu o terror da morte, verá o Senhor Jesus primeiro. Quem por ela não passou, sobe como companheiro dos ressuscitados. A morte foi deixada por Deus como punição do pecado. Na Bíblia, pecado e morte são sinônimos.

A ressurreição dos mortos em Cristo e o arrebatamento dos que vivem em Cristo fazem parte do dia do retorno do Senhor. Por isso Paulo exclama: “Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1Co 15.55). A morte foi derrotada porque o pecado foi derrotado. Nosso pecado levou Cristo à morte, e se aceitarmos esse ato do amor de Deus, estaremos, em vez de condenados, salvos da morte para estar com ele para sempre. Aquele que está em Cristo tem pela frente estas duas notáveis experiências. Paulo termina dizendo: “Consolem uns aos outros com essas palavras”. – MJT

Ore: Senhor! Que em meu coração habite essa esperança.

📖 Palavra de Sabedoria

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22 de janeiro
Quadros

Leitura Bíblica: Lucas 15.11-32.      Este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. E começaram a festejar o seu regresso (Lc 15.24).

A relação de Jesus com os pecadores não estava agradando os líderes religiosos de sua época. Isso acontecia porque muitos deles se achavam justos diante de Deus, e por isso não poderiam ter contato com pecadores. No texto da leitura de hoje temos a conhecida parábola do filho pródigo, que também poderia receber o título de “a história do pai amoroso”. Nela Jesus pinta dois quadros: a condição do filho mais novo e a do mais velho. No primeiro quadro – do filho mais novo – Jesus expõe uma figura que no mínimo gerava repulsa em seus ouvintes: um gastador, rebelde, imoral e impuro que, para completar esse quadro ruim, ainda desejou comer ração de porco. O segundo quadro, agora do filho mais velho, trata de um rapaz obediente que não gastou os bens de seu pai com prostitutas. No entanto, a história de Jesus guarda uma grande surpresa: o filho mais novo se arrepende e decide voltar para casa. Começa então a pintura de novos quadros. No primeiro Jesus retrata a feliz condição do filho mais novo: perdoado e aceito por seu pai, ganhou roupas novas, um anel no dedo indicando que ele era novamente filho, e de quebra ainda ganhou uma grande festa para comemorar seu regresso. No segundo quadro, a triste condição do filho mais velho: orgulhoso, não aceitava a festa para o seu irmão, não gostou do fato de ele ter voltado, e mesmo com grande esforço de seu pai, não perdoa seu irmão. Sempre esteve na casa do pai, mas nunca teve um relacionamento com ele porque se achava justo por si mesmo. Essa parábola foi contada exatamente por causa do filho mais velho, pois era orgulhoso e não sabia perdoar, e ambos precisavam da graça do pai. A festa representa a graça de Deus sobre a nossa vida e todos estamos convidados a participar dela. – CMW

Não deixe o seu orgulho excluir você da festa de Deus.