Arquivo do mês: janeiro 2016

Reflexão 📖

6 de janeiro
Permanecer

Leitura Bíblica: Filipenses 3.17-4.1 Sigam unidos o meu exemplo e (…) permaneçam assim firmes no Senhor (Fp 3.17; 4.1).

Quando criança, meus pais insistiram que eu fizesse alguns cursos, como música e informática, e que praticasse esportes, como futebol, natação e judô. Frequentei por algum tempo cada uma dessas atividades, mas não permaneci muito em nenhuma delas. Hoje percebo que foram boas para minha formação e que poderia ter tirado mais proveito de cada uma caso tivesse continuado a praticá-las. Paulo vem afirmando no contexto da leitura de hoje a importância de permanecermos no caminho que nos foi proposto por Cristo quando nele cremos. Quando fala em cidadania, palavra que se refere diretamente a uma ligação com nações e estados, ele enfatiza qual é o rumo da nossa caminhada neste mundo. O cristão está a caminho de um alvo celestial. Sua pátria não está neste mundo, está no céu. É quanto a isso que Paulo pede a nós que sigamos seu exemplo, que imitemos o seu modo de viver e agir. De nada adianta termos um dia ouvido falar do evangelho e nos interessado por uma caminhada de fé se o trabalho, as opiniões alheias, enfermidades e outras preocupações da vida nos afastarem do Senhor. Neste caso acabaremos por adorar a nós mesmos e a nos ocupar apenas com aquilo que é material, com o que traz satisfação momentânea. Quem se concentra nisso, acaba errando o alvo (o que é justamente o sentido original da palavra “pecado”) e se perde por aí em uma vida longe de Deus e sem garantia da vida eterna.

Podemos ter alegrias neste mundo, fazer cursos, praticar esportes e também nos ocupar com as dificuldades do dia a dia. Porém, o essencial é permanecermos firmes no Senhor, tendo nossa meta de vida não em alvos passageiros, mas na nossa pátria eterna, celestial. – AS

Só chega ao alvo quem se orienta por ele.

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Reflexão 📖

5 de janeiro
Lei

Leitura Bíblica: Salmo 119.10-16  Tenho prazer nos teus mandamentos; eu os amo (Sl 119.47).

O salmo 119 inteiro é um elogio à lei e aos mandamentos de Deus. Isso pode soar estranho no Brasil, onde as leis são sistematicamente desrespeitadas em todos os níveis sociais, da pessoa mais simples até às mais altas autoridades. Não podemos generalizar, uma vez que há muitos cidadãos que cumprem bem a lei, mas de forma geral a nossa cultura valoriza a esperteza e a habilidade de aproveitar todos os atalhos possíveis para obter vantagens pessoais. Como podemos entender então o que significa ter alegria e prazer na lei divina? Feito à imagem e semelhança de Deus, o ser humano tem inteligência e autonomia para tomar suas próprias decisões. No entanto, ele foi desobediente e se afastou de Deus – com efeitos colaterais inesperados: em vez de conseguir prazer nas suas próprias conquistas, o homem sente-se incompleto. Então, ele busca constantemente suprir por meio de poder, dinheiro, sexo, realização profissional, etc. o que falta para obter a alegria tão ansiada. É um labirinto de possibilidades. É aqui que entra a lei de Deus. Ela serve como uma placa de trânsito que nos aponta o caminho certo. A lei de que fala o salmo não é um conjunto de regras irritantes, que seguimos apenas para não levar multa ou ir para a cadeia. Na verdade, trata-se da instrução de vida dada pelo Criador: quanto mais a conhecermos e nos empenharmos em segui-la, mais perceberemos a sua utilidade como manual para melhorar nosso relacionamento com Deus. E quanto mais próximos estivermos do Senhor por meio de Cristo, mais alegria teremos em nossa vida. 

O prazer na Palavra de Deus não aparece de um dia para o outro. É preciso cultivar a leitura e o estudo dela para absorver cada vez mais os seus ensinamentos (v 11, 15). Aprendemos pela repetição (v 13). Talvez por isso esse também seja o salmo mais longo da Bíblia: é um processo demorado, ao qual é preciso dedicar esforço. Mas ele vale a pena! – DK

A alegria real é como um tesouro: é preciso ter um mapa (a Bíblia) e muita disposição para encontrar – vale a pena tentar!

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Reflexão 📖

4 de janeiro
Satisfação

Leitura Bíblica: Salmo 112                  Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita (Sl 16.11).

Lembro-me da seguinte afirmação em um cântico: “Satisfação é ter a Cristo. Não há melhor prazer já visto: sou de Jesus e agora eu sinto satisfação sem fim!” É uma grande verdade: ao conhecer Cristo, encontramos a real satisfação. A alegria que Deus nos dá é incomparável. Nosso texto base começa dizendo isso: “Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!” Agostinho narra esta expe­riência em sua vida dizendo: “Como foi maravilhoso eu ficar repentinamente livre daquelas alegrias infrutíferas que antes eu tinha medo de perder!… Tu as expulsaste de mim; tu, que és a verdadeira e a soberana alegria. Tu as expulsaste de mim e ocupaste o lugar delas… Ó Senhor, meu Deus, minha Luz, minha Riqueza, minha Salvação”.

Sim, quando experimentamos a verdadeira alegria no Senhor, Deus abre os nossos olhos e mostra como é miserável o pecado que nos atrai. Passamos a perceber o vazio das muitas paixões e como a busca de prazer fora de Deus é uma constante decepção. O final do Salmo 112 diz: “O desejo dos ímpios se frustrará”. Conviria refletir sinceramente se realmente temos o nosso prazer nos valores eternos da lei do Senhor, se é realmente ali que buscamos nossa satisfação. Será que nosso prazer está em anunciar as obras que Deus tem realizado em nossa vida? Não estaríamos colocando nossa esperança na incerteza das riquezas deste mundo, em vez de nos firmarmos em Deus, que tudo provê ricamente para a nossa satisfação? John Piper faz uma pergunta: “Não estaríamos escravizados aos prazeres deste mundo, de modo que, apesar de toda a nossa conversa sobre a glória de Deus, amamos a televisão, a comida, o sono, o sexo, o dinheiro e o louvor humano tal como outras pessoas os amam?”

Sejamos sóbrios e não troquemos as delícias perpétuas por prazeres efêmeros. – HSG

Que no íntimo do meu coração eu tenha prazer no Senhor.

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Reflexão 📖

3 de janeiro
Sem Deus no mundo

Leitura Bíblica: Efésios 2.11-22 Naquela época vocês estavam sem Cristo … sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2.12).

No texto de hoje o apóstolo Paulo fala da nova humanidade em Cristo. Não há prêmio de loteria, mesmo acumulado, que se possa comparar à experiência da conversão a Cristo. Ao escrever este texto, Paulo deve ter tido em mente aquela palavra de Jesus: “Que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mt 16.26). Viver sem Cristo, sem Deus, é mesmo viver sem esperança. O fato de grande parte da humanidade viver ainda hoje sem Deus, diz o apóstolo Paulo, é a razão do curso degradante da imoralidade sexual, da impureza e libertinagem, da idolatria e feitiçaria, de ódio, discórdias, ciúmes, inveja, embriaguez, orgias, corrupção e coisas semelhantes. Pelo diagnóstico de Jesus, um coração (ou seja, uma vida) sem Deus está abarrotado de maus pensamentos, de homicídios, adultérios, imoralidades sexuais, roubos, falsos testemunhos, calúnias que tornam a vida impura e desregrada (Mt 15.19). O autor da carta aos Hebreus diz que para as pessoas que persistem em viver a vida sem Deus só resta uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os seus inimigos (Hb 10.27).

Paulo, entretanto, conclui o seu pensamento dizendo que aqueles que se convertem e passam a viver com Deus já não são mais estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular. Já o Salmo 1 diz que o homem com Deus na vida é semelhante a uma árvore plantada à beira de águas correntes – vivo, verdejante e frutífero, enquanto o homem sem Deus é como a palha levado pelo vento – inútil e perdido por aí. – HM

Ter ou não ter Deus na vida: eis a questão.

Reflexão 💑

O QUE É AMOR?

Em uma sala de aula, havia várias crianças, quando uma delas perguntou:
— Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.
Como já estava na hora do intervalo, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
— Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
— Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou:
— Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou:
— Eu trouxe este filhote de passarinho.
Ele havia caído do ninho onde estava junto com o outro, seu irmão.
Não é uma gracinha?

E assim, as crianças foram se manifestando.
Terminada a exposição, a professora notou que uma criança tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

A professora dirigiu-se a ela e perguntou:
— Meu bem, por que você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:
— Desculpe professora.
Vi a flor e senti o seu perfume.
Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve, colorida!
Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho.
Como posso mostrar o que trouxe?

MORAL DA HISTÓRIA:

A professora agradeceu à criança e lhe deu nota máxima, pois ela foi à única a perceber que só no coração podemos trazer o amor…

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