ReflexĂŁo đź“–
10 de novembro
TĂtulo – Peso
Leitura BĂblica: Atos 15.1-11. VocĂŞs sĂŁo salvos pela graça, por meio da fĂ© … nĂŁo por obras, para que ninguĂ©m se glorie (Ef 2.8-9).
O que é necessário para ter vida eterna? A dúvida é antiga, como podemos ver no texto de hoje. Muitos que não pertenciam ao povo de Israel tornaram-se cristãos, e aà veio a questão: eles teriam de seguir toda a Lei de Moisés? Precisavam fazer algo mais para pertencer ao povo de Deus?
Ainda hoje há pessoas que creem não ser suficiente o que Cristo fez e que temos de “colaborar” no processo de obtenção da vida eterna. Elas enfatizam as boas obras e também a necessidade de frequentar uma igreja e seguir certos rituais. Não que isso seja errado – a questão é que estas coisas não geram vida espiritual: devem ser resultado dela. Como Pedro disse, é apenas a graça divina que permite fazermos parte do Reino de Deus (v 11).
Este texto tambĂ©m nos ensina que qualquer pessoa pode se tornar cristĂŁ. Deus ama a todos, e nĂŁo podemos negar a ninguĂ©m o acesso a ele. AlĂ©m disso, temos de tomar cuidado para nĂŁo colocar “pesos” sobre as pessoas que decidem seguir a Cristo. Ou seja, nĂŁo dar a elas uma lista de “nĂŁo podes” – muitas vezes mais baseadas em costumes e opiniões pessoais do que na BĂblia. Os cristĂŁos devem seguir a BĂblia e nĂŁo aquilo que achamos correto. Temos de levar as pessoas a Deus, e nĂŁo dificultar seu acesso a ele, como faziam alguns lĂderes religiosos da Ă©poca de Jesus. Ele afirmou: “Ai de vocĂŞs, mestres da lei e fariseus hipĂłcritas! VocĂŞs fecham o Reino dos cĂ©us diante dos homens! VocĂŞs mesmos nĂŁo entram, nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazĂŞ-lo” (Mt 23.13; leia tambĂ©m os v 4 e 15). Pertencer a Deus resulta em alegria (v 3 e 31) e nunca deve ser um peso! Entregar a vida a Cristo Ă© sair de uma prisĂŁo (da escravidĂŁo a tudo que desagrada a Deus) – Ă© liberdade! Que nĂŁo aprisionemos novamente as pessoas, forçando-as a cumprir regras e costumes e convencendo-as de que precisam disso para ir para o cĂ©u! – VWR
O cristão tem duas liberdades: está livre de praticar o mal e livre para praticar o bem.









