Reflexão 📖
16 de janeiro
Título – Fome
Texto – Gênesis 26.1-25. Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o Senhor o abençoou (Gn 26.12).
“Houve fome naquela terra” é como começa o texto da leitura bíblica. A história transcorre em um momento quando o povo de Deus passou fome, mas depois experimentou fartura. Contudo, a bênção de Deus esteve presente o tempo todo. Fica muito claro também o quanto era importante abrir poços para fornecer água ao povo e deixar marcos importantes.
Se este texto estivesse em um jornal com a data de hoje, não iríamos estranhar. Afinal, também existe fome e sede em muitos lugares, como também fartura e riqueza em outros.
Provavelmente não encontraríamos por aí ninguém que afirmasse querer passar fome ou que gostasse de passar necessidade. Mas encontraríamos muita gente interessada em fartura, em abundância.
O versículo 12 relata a bela colheita de Isaque, mas explica que é fruto da bênção de Deus sobre ele e sua descendência.
Humanamente queremos a fartura, porém quando a conseguimos, corremos o risco de não reconhecer que foi Deus quem a proporcionou. Exaltamos nossa pessoa, nossos métodos, nossa capacidade, e deixamos de dar glória a Deus. Também quando não conseguimos fartura, mas passamos fome, corremos o risco de culpar a Deus por nossa situação, que fomos esquecidos e que estamos fora da “bênção”.
Precisamos lembrar que Deus pode permitir fome, fartura, seca e chuva. Deus é o dono da natureza e dos seres vivos. Deus permite o que quer com propósitos específicos na vida das pessoas. Talvez na fartura não busquemos a Deus; então, vindo a fome, nos humilhemos e vamos perceber que bênção mesmo não é ter ou não comida, mas que a alma esteja farta de paz e comunhão com Deus em qualquer situação. – ACS
Que aprendamos a buscar a Deus quando faltar comida e a louvá-lo quando tivermos abundância dela!








